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CORTINA E CIA COLCHÕES

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) afirmou que o Brasil encerrou a participação nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 com “chave de ouro”. A entidade destacou que o ápice da campanha brasileira foi a medalha de ouro conquistada por Lucas Pinheiro Braathen no slalom gigante. 

Nas Olimpíadas realizadas em Milão e Cortina, o Brasil contou com a sua maior delegação em uma edição dos Jogos de Inverno, com 14 atletas. Com a medalha de Lucas Pinheiro, o Brasil ficou em 19º lugar no ranking, a melhor posição da sua história no megaevento esportivo.

“Começamos bem, aumentando o número de participantes, aumentando o número da delegação. E fechamos literalmente com a chave de ouro, conquistando a primeira medalha olímpica do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. E logo uma medalha de ouro”, ressaltou o presidente do COB, Marco La Porta.

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Os Jogos de Inverno de Milão-Cortina, na Itália, começaram na última sexta-feira (6) e com a abertura da competição, houve um alerta para problemas de aquecimento global. Dados do Instituto Talanoa mostraram que 85% da neve usada na competição é artificial.

Para viabilizar as provas, os organizadores vão produzir 2,4 milhões de metros cúbicos de neve artificial, o que exige 946 milhões de litros de água. Esse volume equivale à um terço do estádio do Maracanã preenchido com água.

A redução da neve natural está ligada à mudanças mais amplas no sistema climático, em decorrência de invernos mais quentes e menos previsíveis. Observações de satélite indicam que a extensão do gelo no Ártico permanece abaixo da média histórica.

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A dupla feminina de tênis de mesa, formada por Danielle Rauen e Bruna Alexandre (classe WD20), conquistou a medalha de bronze na manhã deste sábado (31) nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024. As brasileiras foram derrotadas pelas australianas Lei Li Na e Yang Qian por 3 sets a 0.

 

As parciais foram 11-8, 11-9 e 12-10 para a dupla australiana, que mostrou maior consistência durante a partida. As brasileiras buscaram a reação em diversos momentos, mas não conseguiram reverter o placar.

 

É importante ressaltar que no tênis de mesa paralímpico não há disputa de terceiro lugar. Portanto, ao avançarem para as semifinais, Daniele e Bruna já haviam garantido a medalha de bronze. As atletas brasileiras ainda participarão das competições por equipes e individuais. Com o resultado final, Dani assegurou a sua terceira medalha paralímpica e Bruna Alexandre garantiu o seu quinto pódio na carreira.

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O atleta baiano Isaquias Queiroz ficou em segundo lugar e avançou para as semifinais da C1 1000m masculino, da canoagem velocidade. Ele é o atual vencedor da prova, tendo conquistado o ouro nas Olimpíadas de Tóquio 2020.

No total, são 25 atletas na fase incial, que se dividem em cinco baterias com cinco canoístas cada. Os dois mais rápidos avançam para as semifinais, que acontecem nesta sexta-feira (9).  Quem ocupou o primeiro lugar na bateria do baiano foi o atleta Martin Fuksa da Chéquia, país da União Europeia.

Isaquias ainda competirá nas semifinais da categoria C2 de 500m nas Olimpíadas, na canoagem em dupla com Jacky Godmann. A prova está marcada para acontecer na quinta-feira (8), às 6h20. A final acontece no mesmo dia, às 8h20 (de Brasília)

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Dia 5 de agosto de 2024, data para ficar guardada na memória dos brasileiros. Em Teahupoo, a 15 mil km de Paris, Tatiana Weston-Webb e Gabriel Medina subiram ao pódio, nesta segunda-feira. É a primeira vez que o país conquista duas medalhas no surfe nas Olimpíadas. A brasileira perdeu a final contra a Caroline Marks com um toque de drama nos últimos segundos da disputa e faturou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos.

Tati precisava de apenas de 4.68 para virar e garantir o ouro, mas os juízes deram 4.50. Foi por pouco. Para completar o time Brasil entre os melhores do mundo no esporte, Gabriel Medina venceu o peruano Alonso Correa e conquistou a medalha de bronze.

Pela segunda vez na história, o surfe é disputado nos Jogos Olímpicos. Na primeira edição, em Tóquio, Italo Ferreira levou a medalha de ouro. Nos Jogos de Paris, Brasil começou com seis surfistas, e dois deles faturaram pódio em Teahupoo, na Polinésia Francesa.

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A brasileira Beatriz Souza é campeã Olímpica do judô! A brasileira venceu a israelense Raz Hershko, número 2 do ranking mundial, por waza-ari na decisão dos pesos pesados, conquistando o primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris, em 2024.

É inexplicável. É uma das melhores coisas do mundo. Eu consegui. Deu certo, mãe. Eu consegui. Eu consegui. Foi pela avó. É para a avó, mãe. Eu amo vocês mais do que tudo. Eu amo vocês. Obrigada – resumiu a judoca sobre a sensação de ser campeã olímpica.

O Brasil agora soma agora um ouro, três pratas e três bronzes na edição dos Jogos Olímpicos de Paris. É a terceira conquista do judô, se juntando à prata de Willian Lima e ao bronze de Larissa Pimenta. São 27 medalhas brasileiras na história da modalidade.

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Alvo de ataques e fake news bolsonaristas, a boxeadora argelina Imane Khelif não é uma mulher trans. Nascida no sexo feminino, Khelif foi reprovada em teste de elegibilidade da Associação Internacional de Boxe (IBA) por ter uma mutação genética,mas foi autorizada a competir pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

O assunto foi destaque no Instagram e gerou opinões

Veja:

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Beatriz Ferreira marcou seu nome na história do esporte brasileiro mais uma vez nesta quarta-feira. A peso-leve (até 60kg) baiana se tornou a primeira atleta de boxe do país a conquistar duas medalhas olímpicas ao vencer a holandesa Chelsey Heijnen por decisão unânime (5-0) e avançar às semifinais nas Olimpíadas de Paris 2024. Como não há repescagem, nem disputa de terceiro lugar na modalidade, todos os semifinalistas têm garantidos, no mínimo, a medalha de bronze.

O objetivo de Bia, no entanto, é fazer ainda mais história e se tornar a primeira campeã profissional de boxe (é dona do cinturão da Federação Internacional de Boxe) a se sagrar também medalha de ouro olímpica. Para isso, ela terá que superar sua algoz de Tóquio 2020, a irlandesa Kelllie Harrington, na semifinal, no próximo sábado às 17h08 (horário de Brasília).

Bia já marcou o rosto de Heijnen com um jab assim que foi autorizada ao combate. A holandesa levava vantagem na envergadura, mas a brasileira mostrava uma esquiva muito eficiente e contragolpeava com potência. Ela conectou com mais de um cruzado de direita limpo no rosto de Heijnen, que abusou do clinche para tentar cansar a baiana. Os juízes pontuaram o primeiro assalto de forma unânime para Ferreira.

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Mais um dia olímpico vai começar nesta quarta-feira (31). A programação foi iniciada às 3h, com o triatlo. Nesta quarta também já tivemos o vôlei masculino e as semifinais do Remo.

Os grandes destaques do dia vão para o futebol feminino, tênis de mesa, tênis e as lutas do judô. Toda a programação está disponível para acompanhar na TV Globo, SporTV 2, 3 e 4 e na CazéTV.

Confira a agenda olímpica desta quarta-feira:

 

 

  • 9h44 – Ciclismo BMX Freestyle (Masculino Finais) – Gustavo Balaloka
  • 9h50 – Vela (Skiff Masculino) – Marco Grael e Gabriel Simões
  • 10h30 – Canoagem Slalom (Individual Feminino Semifinal) – Ana Sátila
  • 11h – Judô (-90kg Masculino) – repescagem e finais
  • 11h – Tênis de Mesa (Individual Masculino Oitavas) – Hugo Calderano
  • 11h02 – Boxe (57kg Masculino Oitavas) – Luiz Gabriel Oliveira x Jahmal Harvey
  • 12h – Futebol Feminino – Brasil x Espanha
  • 12h25 – Canoagem Slalom (Individual Feminino Final)
  • 12h30 – Ginástica Artística (Individual Geral Masculino Finais) – Diogo Soares
  • 12h45 – Tiro Esportivo (Carabina 50m Feminino) – Geovana Meyer
  • 14h – Futebol Feminino – Austrália x EUA
  • 15h – Vôlei de Praia Masculino – Brasil x Canadá (André / George x Schachter / Dearing)
  • 16h – Basquete Masculini – EUA x Sudão do Sul
  • 16h – Futebol Feminino – Nova Zelândia x França
  • 16h13 – Natação (1.500m livre feminino) – Bia Dizotti
  • 17h08 – Boxe (60kg Feminino Quartas) – Beatriz Ferreira x Chelsey Heijnen
  • 17h22 – Natação (finais dos 100 m livre Masculino).
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A ginástica artística do Brasil conquistou nesta terça-feira a medalha de bronze na final por equipes dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Esta é uma façanha e tanto: o país nunca havia conquistado uma medalha em uma das provas mais nobres da modalidade (além do individual geral). Do ouro de Arthur Zanetti , nas argolas, em Londres-2012, à vitória de Rebeca Andrade, no salto, em Tóquio-2020, o país só colecionava seis pódios, todos no individual. Definitivamente, o Brasil entrou no hall das potências do esporte ao lado dos Estados Unidos, China, Rússia, Romênia e Grã-Bretanha, países que subiram ao pódio nessa prova nos últimos 20 anos.

Durante a competição, parecia que o Brasil não chegaria no pódio porque começou nos aparelhos que tem pior desempenho. A “virada” só ocorreu no último aparelho, o salto. Especialista, Rebeca, com nota 15.100, foi determinante. Naquela altura, as brasileiras, que fecharam a terceira rotação em sexto, precisavam tirar mais de 2.033 pontos de diferença para voltar a brigar por medalha.

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