Marcos Andrade Construtora
ALBA - novembro
Novo Paraiso

Relatório apresentado nesta segunda-feira (28) durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da Organização das Nações Unidas (ONU) (UNFSS+4), na Etiópia, revela que o Brasil está novamente fora do Mapa da Fome. O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente.

Os dados constam do estudo O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI 2025), produzido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU).

O Mapa da Fome é um indicador global da FAO que identifica países em que mais de 2,5% da população sofrem de subalimentação grave (insegurança alimentar crônica). 

Estar no Mapa da Fome significa que uma parcela significativa da população do país não tem acesso regular a alimentos suficientes para uma vida saudável. O relatório SOFI divulga esse indicador sempre na forma de médias trienais, considerando as informações dos últimos três anos.

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A agência das Nações Unidas para refugiados palestinos disse para a AP nesta quarta-feira (11) que nove de seus funcionários foram mortos em ataques aéreos desde o início dos bombardeios israelenses em Gaza no sábado.

“A proteção dos civis é fundamental, inclusive em tempos de conflito”, disse Juliette Touma, diretora de comunicações da agência, conhecida como UNRWA.

“Eles deveriam ser protegidos de acordo com as leis da guerra.”

 

Touma disse que os ataques mataram funcionários da ONU dentro de suas casas.

Ela também informou que 18 escolas da UNRWA transformadas em abrigos foram danificadas no bombardeio e que a sede na cidade de Gaza também foi danificada, sem causar vítimas.

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A escassez de água e a seca devem causar estragos em uma escala que rivalizará com a pandemia de covid-19, e os riscos aumentam rapidamente à medida que as temperaturas globais se elevam, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). “A seca está prestes a se tornar a próxima pandemia, e não existe vacina para curá-la”, disse Mami Mizutori, representante especial da ONU para redução de risco de desastres, em uma entrevista coletiva virtual nesta quinta-feira (17/06). As informações são da Agência Brasil.

As secas já desencadearam perdas econômicas de pelo menos 124 bilhões de dólares e atingiram mais de 1,5 bilhão de pessoas entre 1998 e 2017, segundo um relatório da ONU divulgado nesta quinta-feira.

Mas até estas cifras, alertou, são “muito provavelmente subavaliações grosseiras”.

AQUECIMENTO GLOBAL

O aquecimento global intensifica secas no sul da Europa e no oeste da África, disse o relatório da ONU com “alguma confiança”, e o número de vítimas deve “crescer dramaticamente”, a menos que o mundo aja, disse Mizutori.

Cerca de 130 países podem enfrentar um risco maior de seca neste século, segundo a projeção de emissões altas citada pela ONU.

Outros 23 países sofrerão escassez de água por causa do crescimento populacional, e 38 nações serão afetadas por ambos, disse. A seca, assim como um vírus, tende a durar muito tempo, ter um alcance geográfico amplo e causar danos em cadeia, disse Mizutori.

“Ela pode afetar indiretamente países que não estão passando por uma seca através da insegurança alimentar e do aumento dos preços de alimentos”, explicou.

SECAS MAIS FREQUENTES

A ONU antevê secas mais frequentes e severas na maior parte da África, nas Américas Central e do Sul, no centro da Ásia, no sul da Austrália, no sul da Europa, no México e nos Estados Unidos.

Ibrahim Thiaw, secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação, disse à Thomson Reuters Foundation que a deterioração do solo, causada em parte pela má administração de terras, deixou o mundo perto de um “ponto sem retorno”.

A ONU não tem pesquisado o efeito que a desertificação pode ter na migração interna dentro dos continentes, mas Thiaw disse que ela não é mais impensável, nem mesmo na Europa.

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Numa das piores derrotas diplomáticas desde o início de seu governo, o presidente Jair Bolsonaro não foi colocado na lista provisória de quase 80 chefes de Estado e de governo que participarão neste final de semana de uma cúpula do clima, organizada pela ONU (Organização das Nações Unidas), França, Reino Unido, Itália e Chile.

O Itamaraty ainda busca uma solução para a crise política e, extraoficialmente, a chancelaria ainda aposta na inclusão do Brasil no evento. Para o governo, a situação não é definitiva e a esperança é que exista espaço para reverter.

A reunião virtual tem como meta marcar os cinco anos do Acordo de Paris. Mas os organizadores optaram por transformar o evento num marco dos compromissos dos governos e já preparar a cúpula de 2021, em Glasgow (Escócia). A condição para que um líder participe é que ele apresente novas e “ambiciosas” metas de redução de emissões ou de preservação da floresta.

Caso não houvesse nada para anunciar, a recomendação era que o governo deveria evitar a participação.

O governo brasileiro, em meados da semana, apresentou suas metas de emissões para o ano de 2060 e submeteu seus planos para a ONU. Os objetivos foram considerados como inferiores ao que se esperava do Brasil. Entre os organizadores da cúpula, o entendimento foi que tais metas não eram suficientes para incluir o país na lista de participantes.

Numa primeira lista de oradores revelada nesta quinta-feira, os organizadores não colocaram o Brasil. A diplomacia nega que a ausência esteja confirmada e indica que estará presente.

Estados Unidos e Rússia também ficam fora da lista

Procurado, o Palácio do Planalto não se pronunciou e orientou a reportagem a buscar o Itamaraty. Nos bastidores, a coluna apurou que o governo tenta convencer os organizadores de que as metas são reais e que, portanto, o Brasil deveria ser incluído.

A lista, porém, traz algumas das principais economias do mundo: China, Europa, Japão, Canadá e Índia. Rússia e Estados Unidos não fazem parte da lista preliminar.

Na América Latina, estão confirmados países como Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Guatemala, Honduras, Panamá, Peru e Uruguai.

Postura de Bolsonaro, de ataque a nações, conta na avaliação, dizem negociadores

Ao longo dos últimos meses, Bolsonaro e seus ministros têm usado reuniões internacionais para atacar países estrangeiros, e raramente para apresentar projetos concretos sobre o que tem feito parar frear o desmatamento.

Tal postura, segundo revelam negociadores na ONU, não será bem-vindo na próxima cúpula. O desmatamento no Brasil colocou o governo de Jair Bolsonaro numa saia-justa inédita e numa encruzilhada internacional.

Em recente discurso nesta semana, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, mandou mensagens cifradas para Brasília. “Alguns países estão usando a crise para desmontar proteções ambientais”, alertou. No primeiro semestre, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, indicou que o governo deveria usar o momento da pandemia para “passar a boiada” no que se refere à desregulamentação.

Guterres também chamou a atenção de países que estão “expandindo a exploração de recursos naturais e desfazendo ambições climáticas”.

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