O Papa Francisco, 88 anos, foi internado nesta sexta-feira (14) em um hospital de Roma para exames e tratamento de uma bronquite persistente, informou o Vaticano. O pontífice, que nos últimos dias tem apresentado falta de ar, foi internado após suas audiências matinais.
A Santa Sé anunciou na quinta-feira que o Papa realizaria suas reuniões em casa no Vaticano devido à saúde debilitada. Na véspera, ele já havia pedido a um assessor que lesse seu catecismo durante sua audiência semanal, alegando dificuldades na fala devido a um “resfriado forte”.
O Papa, que enfrenta problemas de saúde recorrentes desde que assumiu o papado em 2013, já havia demonstrado falta de fôlego durante a oração do Angelus na semana passada. Ele segue recebendo cuidados médicos enquanto mantém suas atividades, incluindo a oração pela paz mundial e pela proteção dos direitos humanos.
O Papa Francisco rezou pelas vítimas do ataque terrorista em Moscou durante a Missa de Domingo de Ramos, no Vaticano. O pontífice disse que o atentado foi uma “ação desumana que ofende a Deus”.
“Garanto minhas orações pelas vítimas do vil ataque terrorista perpetrado em Moscou, que o Senhor as receba em sua paz, conforte suas famílias e converta os corações daqueles que realizam essas ações desumanas que ofendem a Deus”, disse o Papa durante missa de Domingo de Ramos, na Praça São Pedro.
O Papa pediu novamente orações por todos os que sofrem com as guerras, mencionando a Ucrânia e Gaza. No final da missa, ele foi conduzido ao redor da praça em um veículo aberto. Acenou e sorriu para as pessoas na multidão.
O Estado Islâmico, que reivindicou a autoria, disse que o atentado faz parte de uma “guerra pelo islã” contra países que, segundo o grupo terrorista, atacam a religião. O ataque terrrorista deixou pelo menos 133 pessoas mortas.
Com o tema “Fraternidade e Amizade Social” e o lema “Vós sois todos irmãos e irmãs”, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança, nesta quarta-feira (14/2), em Brasília (DF), a Campanha da Fraternidade 2024.
A Campanha da Fraternidade completa 60 anos e é realizada pela CNBB na Quaresma — período de jejum e preparação espiritual que antecede a Páscoa —, com o objetivo de incentivar a solidariedade em relação a alguma problemática social.
De acordo com a CNBB, a campanha “Fraternidade e Amizade Social” visa trilhar a Quaresma nos seguintes eixos:
Pouco depois de afirmar que Igreja Católica precisa de uma “purificação”, nesta quarta-feira (2), o papa Francisco se reuniu com vítimas dos abusos sexuais praticados por membros da instituição em Portugal. O encontro aconteceu a portas fechadas na Nunciatura Apostólica, a embaixada do Vaticano, local onde o pontífice está hospedado em Lisboa por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
A fala sobre purificação se deu enquanto o pontífice comandava uma celebração dirigida a membros do clero no mosteiro dos Jerônimos. Então, ele comentava a “a desilusão e a aversão” que muitas pessoas nutrem pela Igreja Católica em razão de “escândalos que desfiguraram o seu rosto”, uma referência às denúncias que vieram à tona nos últimos tempos sobre escândalos encobertos pelo Vaticano.
Em fevereiro, relatório de uma comissão independente revelou que pelo menos 4.815 menores foram abusados sexualmente por membros da instituição em solo português desde 1950. Cerca de 96% dos abusadores são do sexo masculino, e 77%, padres.
A cifra indicada pelo grupo, calculada com base em investigações e em relatos espontâneos das vítimas, foi classificada como conservadora, representando “apenas a ponta do iceberg” da dimensão real dos abusos.
Segundo informações da Santa Sé, Francisco recebeu “13 vítimas de abusos por parte dos membros do clero, acompanhadas por alguns representantes de instituições da Igreja portuguesa, responsáveis pela proteção dos menores”. A informação oficial é de que o encontro, que durou cerca de uma hora, decorreu em uma “atmosfera de intensa escuta”.
Além de ouvir relatos de cada um dos presentes, o pontífice também recebeu cartas de outras vítimas que não estiveram na reunião. Ele ainda recebeu o psiquiatra Pedro Strecht, presidente da comissão independente que apurou os abusos em Portugal.
“Este encontro do Santo Padre representa a confirmação do caminho de reconciliação que a Igreja em Portugal tem vindo a percorrer neste âmbito, colocando as vítimas em primeiro lugar, colaborando na sua reparação e recuperação, de forma que lhes seja possível olhar o futuro com esperança e liberdade renovadas”, afirmou, em nota, a Comissão Episcopal Portuguesa (CEP).
A comissão independente de Portugal foi criada a pedido da CEP em meio à onda de escândalos de abusos sexuais contra menores na Igreja Católica em diversos países. Na França, uma investigação independente revelou que mais de 200 mil crianças e adolescentes foram abusados em um período de 70 anos.
O papa se reuniu com vítimas de abuso sexual pela primeira vez em 2014, um ano depois de assumir o pontificado. Na ocasião, ele pediu perdão a um grupo de seis pessoas, oriundas do Reino Unido, da Irlanda e da Alemanha, em uma missa privada no Vaticano.
O primeiro dia de Francisco em Lisboa ainda foi repleto de eventos com políticos. Depois de sobrevoar a capital lusa num avião escoltado por dois caças F-16, Francisco foi recebido com honras militares pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa no Palácio de Belém, sede do Executivo federal.
O pontífice também participou de encontro com políticos, membros do corpo diplomático e representantes da sociedade civil. Ao fim da tarde, ele se reuniu com o premiê, António Costa.
Antes de se recolher para almoçar, Francisco cumprimentou fiéis que o aguardavam. Na manhã de quinta-feira (3), ele visitará a Universidade Católica, onde se reunirá com estudantes e membros de uma organização católica. No fim da tarde, comandará a primeira cerimônia oficial na JMJ, num dos palcos principais do evento.
Na sexta (4), o papa tem mais uma maratona de compromissos e encontros, incluindo um período em que participará da confissão de jovens inscritos na jornada. No sábado (5), ele fará uma breve viagem ao santuário de Fátima. Após rezar o terço com jovens doentes, o papa comandará o início da vigília.
O argentino despede-se de Portugal no domingo (6), após celebrar uma missa e participar da cerimônia de encerramento, na qual será anunciada a próxima cidade a sediar a JMJ.
O Papa Francisco acolheu, nesta quarta-feira, 5 de julho, o pedido de renúncia apresentado por dom Jaime Vieira Rocha ao governo pastoral da arquidiocese de Natal (RN). Foi nomedo para suceder a dom Jaime o atual bispo de Bom Jesus da Lapa (BA), dom João Santos Cardoso. A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou agradecimento ao novo arcebispo emérito e saudação ao novo arcebispo de Natal.
Dom João Santos Cardoso é natural de Dário Meira (BA), nascido em 3 de dezembro de 1961. Foi bispo de São Raimundo Nonato (PI), entre 2012 e 2015, nomeado pelo Papa Bento XVI. Em 24 de junho de 2015, o Papa Francisco o nomeou como bispo de Bom Jesus da Lapa, na Bahia.
A formação de dom João foi iniciada em sua cidade natal. Ele concluiu o bacharelado em Filosofia no Seminário Maior do Nordeste de Minas, em Teófilo Otoni (MG). Já o bacharelado em Teologia foi concluído no Instituto de Ilheus (BA). É licenciado em Filosofia pelo Centro Universitário Assunção, em São Paulo (SP), e mestre e doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.
Foi ordenado presbítero em 27 de dezembro de 1986, em Vitória da Conquista (BA). Antes do episcopado, desempenhou diversas funções, como coordenador geral de pastorais da arquidiocese de Vitória da Conquista; diretor acadêmico e professor do Instituto de Filosofia da arquidiocese e professor na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).
Em 14 de dezembro de 2011, foi nomeado pelo Papa Bento XVI como bispo de São Raimundo Nonato, tomando posse em 17 de março de 2012. Como lema episcopal, escolheu a frase latina “In Eo Qui Me Confortat” (Naquele que me fortalece). Em 24 de junho de 2015, o Papa Francisco o nomeou bispo da diocese de Bom Jesus da Lapa. A posse foi no dia 25 de setembro de 2015. Dom João foi presidente do Regional Nordeste 3 da CNBB entre 2019 e 2023.
Dom Jaime Vieira Rocha é natural de Tangará (RN), nascido em 30 de março de 1947. Suas formações em Filosofia e Teologia foram realizadas na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo (SP). Também é formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e possui mestrado em Ciências da Religião pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP).
Bispo desde 6 de janeiro de 1996, quando foi nomeado para a diocese de Caicó (RN), dom Jaime escolheu como lema Scio cui credidi (Sei em quem acreditei). Em 2005, foi nomeado bispo de Campina Grande (PB), onde permaneceu até 2011. Neste primeiro período do episcopado, foi referencial da Comissão Episcopal Regional para a Vida e a Família (1997 a 2003), administrador apostólico de Guarabira (2007 a 2008) e referencial da Comissão Episcopal Regional para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada.
A nomeação para arcebispo de Natal aconteceu em 21 de dezembro de 2011 e a posse em 26 de fevereiro de 2012. Nesses anos, fez parte da Comissão Episcopal para Amazônia da CNBB, foi vice-presidente do Regional Nordeste 2 e bispo referencial da Comunicação no Regional Nordeste 2. No último quadriênio, foi presidente da Comissão Especial para a Causa dos Santos da CNBB.
Estimado irmão, Dom João Santos Cardoso,
Com alegra, recebemos a notícia de sua nomeação para a Arquidiocese de Natal, no Rio Grande do Norte. Expressamos nossos votos de um frutuoso ministério nessas terras “entre o Potengi e as águas tranquilas do mar de Natal”, sob a proteção de Nossa Senhora da Apresentação.
Recordando essa manifestação mariana que é a padroeira da arquidiocese, trazemos uma reflexão do Papa Francisco, de modo que possar ser luz em sua nova missão: “Os braços da Mãe são como que a «escada» pela qual o Filho de Deus desce até nós, a escada da condescendência de Deus. […] Nossa Senhora caminha, mas o Filho caminha antes d’Ela. Ela leva-O, mas é Ele que A leva neste caminho de Deus que vem a nós para podermos ir até Ele”.
Que a certeza da proximidade e da proteção de Nossa Senhora possa ser força e ânimo para essa nova etapa em seu ministério.
O papa Francisco, de 86 anos, passou uma segunda noite tranquila no hospital Gemelli, em Roma, onde continua sua convalescença de vários dias após uma operação abdominal, anunciou o Vaticano nesta sexta-feira, 9.
O sumo pontífice argentino foi submetido a uma cirurgia na quarta-feira sob anestesia geral por três horas para remover “aderências” dolorosas na parede abdominal como resultado de uma operação de cólon em 2021.
“A noite passada também foi boa”, disse a assessoria de imprensa da Santa Sé em um breve comunicado na manhã desta sexta-feira, acrescentando que mais informações serão fornecidas durante o dia.
O papa está submetido a uma dieta hídrica e sua evolução é regular, informou o Vaticano na quinta-feira. “Sua saúde geral é boa, ele está acordado e respirando naturalmente”, segundo sua equipe médica.
Francisco deveria passar vários dias internado no décimo andar da Policlínica Gemelli, conhecido como o “hospital dos papas”, no mesmo quarto que João Paulo II ocupou em inúmeras ocasiões.
O Vaticano informou que todas as suas audiências foram canceladas até 18 de junho.
O papa tem um longo histórico médico. Aos 21 anos sofreu uma pleurisia, doença grave que levou à retirada parcial de um pulmão, além de problemas no joelho e no quadril.
Em várias ocasiões reduziu as suas obrigações devido ao seu estado de saúde, o que alimenta incertezas e especulações.
No final de março, o pontífice foi internado no hospital Gemelli por causa de uma infecção respiratória que o obrigou a tomar antibióticos por três dias.
Dois meses após ser internado com quadro de bronquite, o papa Francisco, 86, voltou ao hospital nesta terça-feira (6) em Roma, na Itália, para ser submetido a exames médicos. Questionados, o Vaticano e a unidade de saúde não comentaram o assunto.
O pontífice foi a um departamento especializado no tratamento de pacientes idosos, segundo as agências de notícias italianas ANSA e AGI. Ele chegou ao hospital às 10h40 no horário local (5h40 em Brasília).
Francisco, que celebrou dez anos de seu pontificado em março, tem sofrido com uma série de doenças nos últimos anos e costuma usar uma cadeira de rodas ou uma bengala em suas aparições públicas por causa de dores persistentes no joelho.
No mês passado, o papa precisou cancelar audiências após apresentar febre. Antes, em março, ele recebeu diagnóstico de bronquite e ficou cinco dias internado —o argentino está no geral mais exposto a doenças respiratórias por ter retirado parte de um dos pulmões quando tinha 20 e poucos anos.
Em entrevista à rede Telemundo, exibida há duas semanas, o líder disse que a doença respiratória foi “tratada a tempo”. “Se tivéssemos esperado mais algumas horas, teria sido mais grave”, afirmou.
Ao falar sobre as dores no joelho, Francisco disse estava “muito melhor”. “Já consigo caminhar, o joelho está melhorando. Alguns dias são mais dolorosos, mas isso faz parte do desenvolvimento”, acrescentou.
A hospitalização em março ressuscitou especulações sobre uma possível renúncia do argentino por razões de saúde após o precedente histórico estabelecido por seu antecessor, Bento 16 —papa emérito por quase uma década e morto no final do ano passado aos 95 anos.
Em dezembro, Francisco revelou à imprensa que assinou ainda no início de seu papado uma carta de renúncia na eventualidade de que seus problemas de saúde o impedissem de desempenhar suas funções. Ele reiterou em várias ocasiões que não descarta deixar o cargo caso seus problemas nesse âmbito se agravem —embora tenha declarado em viagem à República Democrática do Congo que renúncias do tipo não deveriam “virar moda”.
O papa ainda sofre de diverticulite, uma doença que pode infectar ou inflamar o cólon, de dor ciática crônica, e há dois anos foi operado para remover parte do intestino. Meses atrás, o pontífice disse que a condição havia retornado e estava gerando ganho de peso, mas que isso não era fonte de preocupação.
Apesar dos problemas de saúde, Francisco mantém uma agenda cheia. O Vaticano anunciou no sábado (3) planos para que ele visite a Mongólia de 31 de agosto a 4 de setembro. Antes disso, ele deve visitar Portugal de 2 a 6 de agosto para participar da Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa, e visitar o Santuário de Fátima.
Internado por conta de uma infecção respiratória na quarta-feira (29), o papa Francisco passou uma noite tranquila no hospital e está estável, de acordo com o Vaticano.
Ele foi hospitalizado após se queixar de dificuldade para respirar, afirmou o porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni.
O pontífice, de 86 anos, está internado no hospital Agostino Gemelli, em Roma, onde, segundo Bruni, deverá permanecer pelos próximos dias. Seu quadro, no entanto, é estável. Segundo fontes do hospital ouvidos pela agência de notícias Ansa, os médicos estão “muito otimistas”.
A agenda de Francisco para os próximos dias inclui a celebração da missa pelo Domingo de Ramos, em 2 de abril.
O jornal italiano “Corriere della Sera” afirmou em reportagem que o papa chegou ao hospital em uma ambulância no fim da manhã, depois de passar mal com problemas no coração e dores pulmonares. O jornal atribui as informações a fontes do hospital Agostino Gemelli.
Segundo o Vaticano, ele fez exame para a Covid-19, e oresultado foi negativo.
O Papa Francisco realizou sua oração semanal neste domingo (11) da varanda da Policlínica Gemelli, em Roma, no qual está internado após ter passado por uma cirurgia no intestino grosso há uma semana.
Essa foi a primeira aparição pública do pontífice desde o procedimento.
“Estou feliz por poder manter o encontro dominical do Angelus, também aqui da Policlínica Gemelli. Agradeço a todos: senti sua proximidade e o apoio de suas orações” disse aos fiéis, de acordo com o jornal O Globo.
Francisco, de 84 anos, permaneceu na varanda de sua suíte no 10º andar do hospital por cerca de 10 minutos, onde realizou a leitura de um texto preparado e improvisou algumas palavras. Segundo a publicação, Francisco aparentou perder o fôlego em alguns momentos.
O Papa afirmou que, durante o período hospitalizado, foi possível perceber “a importância de um bom atendimento, acessível a todos, como o que existe na Itália e em outros países”.
“Quero expressar meu apreço e meu encorajamento aos médicos e a todos os profissionais de saúde e funcionários deste hospital e de outros hospitais. Eles trabalham tanto!”, afirmou. Ele também pediu que os presentes rezassem por todos os enfermos. Fonte: BNews
O Papa Francisco condenou neste domingo (3) a atitude dos que viajaram nas festas de fim de ano, em meio à pandemia de Covid-19, para burlar medidas restritivas em seus países de origem.
“Li nos jornais uma coisa que me entristeceu bastante: num país, já não me lembro qual, para fugir do lockdown e fazer férias, saíram, numa tarde, mais de 40 aviões. Eles não pensaram naqueles que estavam ficando em casa, nos problemas econômicos que atingiram várias pessoas durante o lockdown, nas pessoas doentes, apenas em sair no feriado e se divertir. Eles realmente me entristeceram”, disse o pontífice, em vídeo gravado no Palácio Apostólico do Vaticano.
O papa ainda pediu que as pessoas façam mais esforço para cuidar umas das outras. “Nós não sabemos o que 2021 vai nos reservar, mas o que todos podemos fazer juntos é um pouco mais de esforço para cuidarmos uns dos outros. Existe a tentação de cuidarmos apenas de nossos interesses”, continuou.
Para ele, “as coisas vão correr melhor na medida em que, com a ajuda de Deus, trabalharmos juntos pelo bem comum, colocando no centro os mais fracos e desfavorecidos”.
Por fim, o líder da Igreja Católica enviou uma mensagem aos que começam o novo ano “com maiores dificuldades: os doentes, desempregados, os que vivem situações de opressão e exploração”. “Renovo a todos os meus melhores votos para o ano que acaba de começar. Como cristãos, fujamos da mentalidade fatalista ou mágica”, apelou. *Bahia Notícias.