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Empresa foi responsável pela escolha da empresa de táxi aéreo que transportou o jornalista e acabou caindo na Rodovia Anhanguera (SP)

Os advogados da família de Ricardo Boechat estão preparando uma milionária ação de indenização contra o laboratório Libbs, que o contratou para uma palestra e foi o responsável pela escolha da empresa de táxi aéreo que transportou o jornalista. A informação é do colunista Lauro jardim, do jornal O Globo.

Boechat morreu no dia 11 de fevereiro, aos 66 anos, após a queda de um helicóptero. O piloto Ronaldo Quattrucci, 56, também não resistiu ao acidente.

CORTINA E CIA COLCHÕES

Dados divulgados nesta sexta-feira, 15, pelo Instituto Médico Legal (IML) mostram a causa da morte do jornalista Ricardo Boechat, que era um dos ocupantes do helicóptero que caiu em São Paulo na segunda-feira. De acordo com o laudo, o jornalista faleceu em decorrência de um politraumatismo causado pela queda do helicóptero e sua respectiva batida com um caminhão.

Os exames realizados pelo IML não identificaram nenhum sinal de fuligem na traqueia ou nos pulmões do jornalista. A dosagem de monóxido de carbono foi encontrada em uma concentração abaixo de 10% de carboxihemoglobina no sangue, indicando que Boechat já havia morrido antes de ser exposto ao gás.

O acidente

A queda ocorreu no quilômetro 7, sentido Castelo Branco, perto do acesso à Rodovia Anhanguera. O chamado de socorro foi registrado às 12h14 e os agentes conseguiram extinguir o fogo. A CCR Rodoanel Oeste, concessionária responsável pela administração da via, resgatou uma terceira vítima com ferimentos leves; tratava-se do motorista do caminhão.

Boechat voltava de uma palestra em Campinas, no interior do estado, no momento da queda. A informação da morte foi reproduzida pelo jornalista José Luiz Datena. A aeronave tinha por destino heliponto da Band, no Morumbi, zona sul da capital paulista.

Segundo relatos de testemunhas, o helicóptero tentava fazer um pouso no acesso de quem sai do Rodoanel para a rodovia Anhanguera e acabou se chocando com um caminhão — o veículo vinha da saída de um pedágio e não conseguiu parar a tempo. O incêndio que atingiu a aeronave foi decorrente da batida.

CORTINA E CIA COLCHÕES

Editorial do Redação Brasil com Deusdete Dias

No editorial de hoje (12), Deusdete falou que não é fácil fazer um jornalismo sério. Deusdete fez duras criticas a quem não faz um jornalismo para ouvir o povo. Ainda no editorial ele faz uma homenagem ao jornalista Ricardo Boechat que faleceu ontem vitima de um acidente de helicóptero em São Paulo.

Ouça o Editorial:

CORTINA E CIA COLCHÕES

Cerimônia fúnebre é aberta ao público e seguirá até as 14 horas dessa terça-feira

O corpo do jornalista Ricardo Boechat começará a ser velado a partir das 22h desta segunda-feira (11), no Museu da Imagem e do Som (MIS), no bairro Jardim Europa, na capital paulista. O local estará aberto ao público.

O velório seguirá até as 14h desta terça-feira (12). Em seguida, o corpo será cremado em cerimônia reservada. A Band não informará o cemitério a pedido da família do apresentador.

O jornalista da Band morreu na queda de um helicóptero na Rodovia Anhanguera, no início da tarde desta segunda, quando retornava de uma palestra em Campinas. O piloto da aeronave, Ronaldo Quatrucci, também morreu.

A pedido do presidente Jair Bolsonaro, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, irá representá-lo no velório do jornalista. Bolsonaro disse que ele e Boechat eram amigos “há mais de 30 anos” e que ele apelidou o jornalista de “Jacaré”.

Boechat tinha 66 anos, era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM. Ele também tinha uma coluna semanal na revista ISTOÉ.

História – O jornalista nasceu em Buenos Aires, na Argentina, quando o pai Dalton Boechat, diplomata, estava a serviço do Ministério das Relações Exteriores. Dono de um humor ácido, usava essa característica para noticiar fatos e criticar situações. O tom era frequente nos comentários de rádio, televisão e também na imprensa escrita.

Políticos, magistrados e organizações vieram a público para lamentar a morte do jornalista.

Boechat deixa mulher, cinco filhas e um filho.

CORTINA E CIA COLCHÕES

Para delegado, pessoa em questão era Boechat

Em depoimento às autoridades que investigam o acidente responsável pela morte de Ricardo Boechat, a vendedora Leiliane Rafael da Silva disse que viu um homem pular do helicóptero pouco antes do choque da aeronave com um caminhão. Leiliane estava na garupa de uma moto que passava pelo Rodoanel exatamente no momento da queda do helicóptero.

O Instituto Médico Legal (IML) afirmou que, de fato, apenas um corpo foi encontrado em meio às ferragens da aeronave, sendo que o segundo estava em um outro ponto. Ao jornal O Globo, o delegado Luis Roberto Hellmester disse acreditar que a pessoa que pulou do helicóptero era Boechat.

“Eu falei para o meu marido: eu acho que ele vai pousar na pista. Quando eu olhei para trás, eu vi uma pessoa pulando. Depois que a pessoa pulou, o helicóptero se chocou com uma carreta que vinha saindo do rodoanel e explodiu”, a vendedora detalhou.

“Também acredito que o piloto estava no comando e não deixaria o helicóptero”, complementou o delegado.

CORTINA E CIA COLCHÕES

Jornalista era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM. Aeronave bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela Rodovia Anhanguera.

O jornalista, apresentador e radialista Ricardo Boechat morreu no início da tarde desta segunda-feira (11), aos 66 anos, em São Paulo.

O jornalista estava em helicóptero que caiu na Rodovia Anhanguera, em São Paulo, e bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela via.

Boechat era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e colunista da revista IstoÉ. Ele também trabalhou nos jornais “O Globo”, “O Dia”, “O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil” e foi comentarista no Bom Dia Brasil, da TV Globo.

Ele ganhou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro e atuou em alguns dos principais veículos e canais do país.

Boechat estava dando uma palestra em Campinas, no interior do estado, e retornava a São Paulo nesta segunda, de acordo com jornalistas da TV Band.

A aeronave era um Bell Helicopter, fabricado em 1975. Com capacidade para cinco pessoas, sendo um piloto e quatro passageiros, esse tipo de aeronave é considerado seguro.

Acidente

O chamado de socorro foi feito às 12h14. A queda ocorreu perto do quilômetro 7 do Rodoanel, sentido Castelo Branco. De acordo com a CCR Rodoanel Oeste, que administra o Rodoanel, houve uma terceira vítima com ferimentos, o motorista do caminhão.

Segundo informações iniciais, o helicóptero saiu do hangar Sales, no Campo de Marte, na Zona Norte da capital paulista, que ficou destelhado após um vendaval nas últimas semanas.

Foram enviadas ao menos 11 viaturas para o local. A Polícia Rodoviária Estadual informou que a alça de acesso do Rodoanel à Rodovia Anhanguera precisou ser interditada. Já a rodovia não teve bloqueio. Com informações do G1

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