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Vitória da Conquista poderá decretar, nesta terça-feira (3), situação de emergência em razão das fortes chuvas que atingem o município desde o fim de fevereiro.

A cidade já registra seis famílias desabrigadas, duas desalojadas, vias interditadas, crateras, risco de desabamento de imóveis e suspensão de aulas na zona rural.

O decreto deve acompanhar o movimento de outros municípios baianos que já formalizaram a medida junto ao Governo do Estado. De acordo com a Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec), 28 cidades do interior estão atualmente em situação de emergência, entre elas Alagoinhas, Lauro de Freitas, Irecê, Porto Seguro, ltuaçu, Encruzilhada, Itarantim, Medeiros Neto e Santa Maria da Vitória. Parte desses municípios está sob alerta vermelho do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que prevê acumulados xe até 100 mm por dia.

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Depois de passar a manhã desta quinta-feira (15) visitando as áreas mais atingidas pelas fortes chuvas, na cidade e na zona rural, a prefeita Sheila Lemos assinou que decreto declara situação de emergência em todo o município. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Município.

A decretação de emergência leva em conta os estragos já registrados; recomendação da Coordenação Municipal de Defesa Civil de ações emergenciais voltadas para minorar os efeitos das chuvas; a Portaria nº 260, do Ministério do Desenvolvimento Regional, de 02 de fevereiro de 2022; e parecer técnico que classifica a situação de emergência quanto à intensidade como de nível II (desastre de média intensidade), além da possibilidade de continuação dos temporais, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

*Risco*
De acordo com o Inmet, Vitória da Conquista está incluída entre os municípios com riscos potenciais de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora, ou 50 e 100 milímetros por dia, ou ainda com possibilidade de ventos intensos com velocidade entre 60 e 100 quilômetros por hora. previsões também indicam risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Clique no link e confira a íntegra do Decreto nº 22.317.

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Caminhões são abastecidos diariamente no manancial para percorrer os roteiros estabelecidos pela operação

Em razão da longa estiagem que atinge o município de Vitória da Conquista, a Prefeitura declarou situação de emergência, por meio do Decreto n° 22.184/2022, publicado no início do mês, no Diário Oficial do Município (DOM), nos 11 distritos: Bate-Pé, Dantilândia, Inhobim, São Sebastião, Cabeceira do Jiboia, São João da Vitória, Cercadinho, Iguá, Veredinha, Pradoso e José Gonçalves. Com a medida, 120 localidades rurais (cerca de 16 mil pessoas) são atendidas pela Operação Carro-Pipa (OCP).

A ação tem como referência o parecer técnico da Coordenadoria Municipal da Defesa Civil. De acordo com o órgão, o município, que possui mais de 85% de seu território dentro do semiárido nordestino, tem sofrido com a escassez de chuvas, o que aumenta a carência de água potável para a população da zona rural. Esse quadro, segundo os institutos de meteorologia, deve permanecer, acarretando em perdas significativas na lavoura e pecuária.

É o decreto, como explica o coordenador da Defesa Civil Municipal, José Antônio Vieira, que autoriza a adoção de medidas para assistir a população afetada. “Por meio dele, temos o convênio com o Exército Brasileiro, renovável a cada seis meses, para atender a população da zona rural, com a distribuição de água potável. É a chamada Operação Carro-Pipa (OCP), que é fundamental diante da estiagem que temos enfrentado”, disse José Antônio Vieira.

Segundo o coordenador, 16 carros-pipas são abastecidos até três vezes por dia, no manancial da empresa concessionária de serviços de saneamento básico, para transportar água potável para as mais de 120 localidades rurais, o que representa, aproximadamente, 16 mil pessoas beneficiadas na operação.

A lavradora Nalanda Souza mora com seus pais e mais três irmãos no povoado Boa Vista, distrito do Iguá, e é uma das pessoas beneficiadas pela ação. “É muito importante estarmos recebendo essa água aqui hoje. É ela que nós utilizamos para fazer a nossa comida. Tem sido muito seco aqui nos últimos tempos, então, ficaria muito difícil se não tivéssemos essa ação”.

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O governador Rui Costa (PT) reconheceu situação de emergência decretada pelas prefeituras de oito municípios baianos em decorrência da estiagem. A informação consta na edição do último sábado (26) do diário oficial do estado. Os municípios foram os seguintes: Quijingue, Nordestina, Queimadas, Barro Alto, Coronel João Sá, Barrocas, Teofilândia e Macururé.

Destas, cinco estão na região do Sisal – Quijingue, Nordestina, Queimadas, Barrocas e Teofilândia.  Todos os decretos são válidos por 180 dias e retroagem até as datas assinadas pelos prefeitos de cada cidade.

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Cinquenta e três cidades baianas tiveram a situação de emergência declarada por conta da seca. A informação foi divulgada pela Defesa Civil do Estado (Sudec). Na contramão desse cenário, por causa das chuvas, o reservatório do Sobradinho, que fica no norte da Bahia, está operando com mais de 70% da capacidade total.

Conforme o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o reservatório baiano opera com 71,2%, e está à frente do reservatório de Tucurí (65,6%), que fica no Pará, e de Serra da Mesa (34,1%), em Goiás.

A situação no norte é positiva porque choveu de forma significativa esse ano, o que ajudou na produção agrícola em parte do norte baiano e também a aumentar o nível do reservatório.

Os dados da Defesa Civil apontam que, de janeiro a agosto de 2019, eram 40 municípios da região norte em situação de seca ou estiagem. Agora, são dez. Um agricultor comentou sobre o bom período.

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As prefeituras de Amargosa e São Miguel das Matas, cidades que ficam entre o recôncavo da Bahia e o Vale do Jiquiriçá, decretaram situação de emergência após os constantes registros de terremotos nos municípios desde o final de semana. Um deles teve magnitude de 4,6, o que é considerado alto. A informação foi divulgada ao G1 nesta quinta-feira (3).

Nesta quinta-feira (3), a Defesa Civil do Estado (Sudec), registrou dois tremores em Amargosa. Não há detalhes da magnitude e nem registro de danos.

Por causa do decreto, ficam autorizadas as seguintes medidas nas cidades:

  • Mobilização de todos os órgãos municipais para atuarem sob a direção da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, nas ações e medidas urgentes e necessárias para o atendimento das famílias afetadas até o retomo da normalidade, assim como de resposta ao desastre e reabilitação do cenário e reconstrução/desobstrução;
  • Convocação de voluntários para reforçar as ações de resposta ao desastre e realização de campanhas de arrecadação de recursos junto à comunidade, com o objetivo de facilitar as ações de assistência à população afetada pelo desastre, sob a direção da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil;
  • Fica autorizado às autoridades administrativas e os agentes de defesa civil, diretamente responsáveis pelas ações de resposta aos desastres, em caso de risco iminente, a: entrar nas casas, para prestar socorro ou para determinar a pronta evacuação; utilizar propriedades particulares, no caso de iminente perigo público, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano.
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