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A partir de 1º de janeiro de 2026, a passagem do transporte coletivo urbano de Vitória da Conquista terá novo valor. Conforme o Decreto 24.046/2025, publicado no Diário Oficial do Município desta sexta-feira, 19 de dezembro, a tarifa passará a custar R$ 4,00 para quem utiliza o Bilhete Eletrônico Municipal (Cartão BEM) e R$ 4,50 para pagamentos em dinheiro.

De acordo com a Prefeitura, o reajuste tem como objetivo assegurar a continuidade, qualidade e eficiência do serviço de transporte coletivo, com base em critérios técnicos, econômicos e nas cláusulas contratuais firmadas com as empresas que operam o sistema.

O governo municipal também reforça que a mudança integra a política de incentivo ao uso do Sistema de Bilhetagem Eletrônica, como forma de modernizar a cobrança da passagem, aumentar a segurança e reduzir perdas operacionais.

O decreto também define novas regras para a validade dos créditos de passagem. Os créditos adquiridos dentro da vigência do atual Sistema de Bilhetagem Eletrônica terão validade de um ano, contado a partir da data de compra.

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A Viação Vitória já solicitou a Prefeitura o reajuste da tarifa do transporte coletivo. A expectativa da empresa é que o prefeito autorize o aumento no próximo mês.

Segundo apurou o Blitz, a Vitória deseja que a tarifa seja de R$ 4,05. Hoje o valor é R$ 3,30. Se assim ocorrer, o reajuste será de 23% ou R$0,75, valor muito acima da inflação do período.

A Viação Vitória justifica a suposta crise financeira ao “defasado” valor da tarifa. De acordo com a empresa, a suposta defasagem provocou o desequilíbrio financeiro.

No início do ano a empresa solicitou o reajuste, prontamente concedido pelo prefeito Herzem Gusmão Pereira, sob a justificativa de que o TAC – Termo de Ajuste de Conduta firmado entre a empresa e a Prefeitura só poderia ser cumprido com o incremento da tarifa. Agora, a empresa solicita novo reajuste sem cumprir a maioria das cláusulas contratuais e acordos do TAC, conforme publicou a administração Municipal em Diário Oficial.

Além dos ônibus com idade média superior a quatro anos, como determina o contrato, a Vitória não pagou a outorga que ultrapassa os R$ 30 milhões.

Ao que indica a empresa pode dar calote nos cofres públicos municipais.

Na semana anterior uma das advogadas da empresa concedeu entrevista a um blog local e afirmou que a outorga está sendo discutida em sigilo com a Prefeitura. A declaração foi amplamente divulgada nas redes sociais pelo fato de que a outorga é pública e não pode ser discutida sigilosamente.

O reajuste da tarifa não garante que o serviço prestado pela Vitória melhore, pois os reajustes são baseados em perdas do período de um ano, não garantindo incremento para investimentos futuros.

Fonte: Blitz Conquista

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