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A nova política de privacidade do WhatsApp, que prevê o compartilhamento de mais dados com o Facebook, dono do aplicativo, entra em vigor neste sábado (15).

A mudança, que é válida para usuários de todo o mundo, causou repercussão negativa desde que foi revelada, em janeiro.

Aplicativos concorrentes como o Telegram e o Signal foram baixados milhões de vezes desde que a notificação surgiu no WhatsApp e autoridades reguladoras de diversos países pediram esclarecimentos para a empresa.

Após anunciar as mudanças no começo do ano, a companhia deu pouco mais de um mês para que as pessoas aceitassem os novos termos, que são obrigatórios – exceto na União Europeia e no Reino Unido, onde o WhatsApp segue a legislação que determina que as pessoas têm o direito de escolha.

Diante da resistência dos usuários ao redor do mundo, o aplicativo estendeu o prazopara maio, para que todos “tivessem mais tempo de entender a política”.

Mesmo com o adiamento da vigência, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Ministério Público Federal (MPF) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendaram, na última sexta-feira (7), que o app ampliasse essa data mais uma vez.

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O deputado federal Marcelo Nilo (PSB) teve o WhatsApp clonado na tarde desta quinta-feira (22). De acordo com a assessoria, Nilo se surpreendeu ao receber contato de conhecidos, inclusive um ex-prefeito e lideranças, confirmando transferências bancárias.

 

A clonagem ocorreu quando o deputado tentava acessar, pelo smartphone, uma reunião virtual do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Ele recebeu uma mensagem no próprio aplicativo e acabou  confirmando a alteração do código de segurança da plataforma de troca de mensagens. É com essa identificação que os criminosos conseguem acessar a conta pessoal em outro aparelho e fazer contato com as vítimas.

 

“Fiz alguns pagamentos altos pela manhã e meu limite diário de transferência excedeu, consegue fazer para mim amanhã devolvo”, diz a mensagem enviada para uma das vítimas. A mensagem é comum em ocorrências do tipo. Em uma das transferências o valor enviado foi de R$ 2.980.

 

Em contato com o Bahia Notícias, a assessoria afirmou ter identificado um volume alto de transferências. A conta cadastrada no celular do deputado dava acesso a aproximadamente 30 mil contatos sincronizados por meio da conta Gmail do parlamentar.

 

O parlamentar já realizou o bloqueio da conta e fez um apelo para que, caso recebam pedidos, os contatos não realizem novas transferências.

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Entre as mudanças já previstas para o próximo ano está o suporte do WhatsApp. Em 2021, o aplicativo de mensagens instantâneas não funcionará em smartphones lançados há mais de sete anos. O anúncio foi feito pelo Facebook, que detém o WhatsApp, nessa terça-feira (29).

Segundo a CNN Brasil, a previsão é de que o app pare completamente de funcionar em aparelhos antigos com sistemas Android e iOS no dia 1º de fevereiro. A justificativa usada pelo Facebook foi a de que sistemas mais antigos são vulneráveis a ataques, o que torna mais difícil garantir segurança aos usuários.

De acordo com a publicação, os aparelhos impactados serão o Samsung Galaxy S2, Motorola Droid Razr, LG Optimus Black e HTC Desire, com sistema Android, e iPhone 5s, iPhone 5c, iPhone 5 e iPhone 4s, além dos modelos anteriores, com sistema iOS.

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou uma nota na última quinta-feira (19) na qual informou que o aplicativo de mensagens WhatsApp baniu 1.004 contas após denúncias de disparos em massa entre 27 de setembro e 15 de novembro.

O período informado pelo tribunal compreende o início da propaganda eleitoral e o primeiro turno das eleições municipais.

O disparo de mensagens em massa é proibido e passível de punição no âmbito eleitoral porque a Justiça entende que tem potencial de afetar o equilíbrio da disputa entre os candidatos.

Plataforma de denúncias

As contas banidas foram denunciadas na plataforma mantida pelo TSE e pelo WhatsApp, criada para tentar combater a disseminação de conteúdo falso, as chamadas fake news. O TSE também tem acordos com outras empresas de redes sociais.

Ao todo, o TSE informou ter recebido por este canal 4.759 denúncias. Além disso, o tribunal informou:

4.630 denúncias foram enviadas para análise do WhatsApp;
3.236 denúncias foram efetivamente analisadas;
1.004 contas foram banidas após análise;
129 denúncias foram descartadas por não terem relação com as eleições.

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A 4ª CIRETRAN em Vitória da conquista anunciou que, além dos serviços de habilitação que já estavam sendo realizados via WhatsApp, o órgão ampliou o atendimento e incluiu outros serviços que poderão ser acessados pelos cidadãos através do WhatsApp a partir do próximo dia 18/05. 

 Josevaldo Santana, coordenador da 4ª CIRETRAN, afirma que o cidadão poderá receber atendimento exclusivo no número 77 98847-6023 tirar para dúvidas relacionadas a IPVA, licenciamentos, Impressão de documentos digitais, 1º emplacamento, transferência, 2ª via CRV, troca de placa Mercosul além de outros.

O objetivo é atender o cidadão da melhor forma possível e respeitar todas as recomendações para prevenção do novo Coronavírus.

 OUÇA a entrevista completa

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Além dos canais de atendimento disponibilizados pela Embasa como a Agência Virtual (Aplicativo e Site) e o Teleatendimento Gratuito 0800 0555 195, a partir desta quinta (23) a população de Vitória da Conquista poderá solicitar serviços pela ferramenta Whastapp. A medida perdurará enquanto as Lojas de Atendimento do SAC (Centro) e Espaço Glauber Rocha (Bairro Brasil) estiverem fechadas durante a pandemia do Coronavirus.

Por meio do aplicativo Whastapp os usuários poderão solicitar diversos serviços como ligação de água e esgoto, religação, consulta de débito, análise de consumo, 2ª via de conta, além de negociação, parcelamento de dívidas. A população também poderá solicitar serviços emergenciais como correção de vazamento na rede distribuidora de água e desobstrução na rede coletora de esgoto. O atendimento estará disponível das 8h às 17h de segunda a sexta, sem intervalo para almoço.

O número é (71) 99613-2858. 

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Ministério da Saúde está alertando a população sobre um golpe que está usando o telefone do TeleSUS 136. O ministério está de fato entrando em contato com os cidadãos para obter informações sobre o novo coronavírus por meio deste número. No entanto, alguns criminosos estão se usando disso para obter informações e sequestrar contas do aplicativo WhatsApp.

O dfndr lab, laboratório de segurança digital da PSafe, afirma que recebeu diversos relatos sobre os golpes que usam como tema os telefonemas do Ministério da Saúde. No golpe do TeleSUS os cibercriminosos estudam como a contato está sendo realizado pelos verdadeiros profissionais da saúde, para, então, simulá-las, deixando a fraude ainda mais crível.

Segundo a PSafe, os números de clonagem de WhatsApp têm crescido no país. Somente em março deste ano, projeta-se que esta modalidade tenha atingido 641 mil vítimas no Brasil.

— O criminoso entra em contato com a potencial vítima para solicitar uma suposta pesquisa sobre os sintomas do COVID-19, se passando por um representante do Ministério da Saúde. Então, a pessoa recebe um código no celular, e o criminoso pede para informá-lo. Contudo, o que a vítima não percebe é que este código se trata de um PIN de seis dígitos que libera acesso à sua conta do WhatsApp. Ao fornecê-lo, ela tem a conta bloqueada em seu celular e liberada no aparelho do atacante. A partir daí, a vítima tem seu WhatsApp clonado— explica Emilio Simoni, diretor da dfndr Lab.

Para não cair no golpe a recomendação é seguir essas medidas de segurança:

  • Confira o número que está ligando antes de atender. O número do Ministério da Saúde é 136.
  • O TeleSUS não pede dados pessoais. Então, não os forneça.
  • O TeleSUS também não envia código nem pede doações.
  • Evite clicar em links de mensagens que ofereçam brindes, prêmios ou benefícios.
  • Desconfie de informações sensacionalistas ou ofertas muito vantajosas e busque fontes confiáveis.
  • No caso de mensagens que tratam de assuntos governamentais, como benefícios sociais e questões de saúde pública, busque a informação em sites oficiais, como do Ministério da Economia e do Ministério da Saúde.
  • Não compartilhe mensagens sem antes verificar se a informação é verídica e se os links são seguros.
  • Utilize soluções de segurança no celular que oferecem a função de detecção automática de ‘phishing’ (roubo de dados) em aplicativos de mensagem e redes sociais.

Fonte:Extra.globo.com

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Por Marcela Franco, para o TechTudo

Golpes que circulam no WhatsApp há pelo menos dez dias se aproveitam do novo coronavírus e já atingiram 2 milhões de usuários no Brasil. Os boatos utilizam nomes de grandes marcas e prometem informações sobre a pandemia da Covid-19, distribuição de álcool em gel, serviços de assinatura grátis ou “auxílio cidadão coronavírus”. Os dados são do dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe.

A empresa detectou 19 golpes e seis aplicativos maliciosos que utilizam a pandemia e o período de quarentena como iscas para atrair pessoas. As correntes possuem características semelhantes: prometem um suposto benefício e direcionam o usuário a acessar o link malicioso. No caso dos ataques recentes, alguns textos mencionam testes para saber se o usuário está com o coronavírus.

De acordo com o diretor do dfndr lab, Emilio Simoni, os cibercriminosos utilizam acontecimentos de grande repercussão para tornar o ataque mais verídico. “Alguns golpes se aproveitam de ações reais que grandes empresas e o governo estão realizando para enfrentar o coronavírus, como a doação de álcool em gel e pagamento de benefícios à população”, explica Simoni, que acredita no aumento do número de ataques e de vítimas nos próximos dias.

É um exemplo o suposto programa de “Auxílio Cidadão 2020”, que alega que trabalhadores autônomos e pessoas de baixa renda têm direito a uma espécie de “auxílio coronavírus” de R$ 200 mensais. Para isso, a vítima teria que fazer cadastro em um site que é, na verdade, um link malicioso.

Governo Federal iniciou o cadastramento do Auxílio Cidadão que dá uma ajuda mensal no valor de R$ 200 para trabalhadores autônomos e pessoas de baixa renda para ajudar a combater CORONAVÍRUS. Confira se você tem direito ao benefício.

A corrente passou a ser compartilhada em grupo de WhatsApp neste domingo (22) e foi desmentida no mesmo dia pela Secretaria Especial do Desenvolvimento Social. O golpe se aproveita de medidas anunciadas nos últimos dias pelo governo, mas que ainda não foram aprovadas e, portanto, não estão em vigor.

Outras mensagens que circulam nas redes sociais contém fake news sobre a situação da pandemia do novo coronavírus. Segundo pesquisa do dfndr lab, cerca de 42,5 milhões de brasileiros já receberam ou acessaram notícias falsas sobre a Covid-19. Para 43,2% dos entrevistados, o WhatsApp é o principal vetor para os boatos.

O mensageiro tem tomado medidas para evitar desinformação no aplicativo, como o lançamento de um site exclusivo para informações sobre o novo coronavírus. Além disso, a versão beta do WhatsApp anunciou, neste sábado (21), testes de uma ferramenta para pesquisar diretamente no Google o texto de mensagens frequentemente encaminhadas. O objetivo do recurso é permitir que os próprios usuários possam conferir a veemência das informações muito repassadas no aplicativo.

Como se proteger

O laboratório especializado em segurança digital da PSafe indica aos usuários alguns métodos para evitar ataques pelo WhatsApp. É preciso desconfiar de mensagens sensacionalistas ou que oferecem brindes, além de buscar fontes oficiais, como o Ministério da Saúde, e jornais e sites confiáveis que possam confirmar uma informação.

O Ministério da Saúde conta com o WhatsApp (61) 99289-4640 para desmentir as fake news enviadas por cidadãos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um bot (em inglês) no WhatsApp, na última sexta-feira (20), para esclarecer dúvidas de usuários por meio de respostas automatizadas, como métodos de prevenção, mitos e verdades, e sintomas do novo coronavírus.

O laboratório também disponibiliza um serviço de checagem de links pelo endereço (psafe.com/dfndr-lab/pt-br/?utm_source=blog&utm_content=pandemia), que sinaliza em poucos segundos se uma página pode oferecer ameaça. Também é importante manter um software antivírus instalado em seu celular com Android ou iPhone (iOS).

Fonte: TechTudo

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