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Mais uma etapa para a construção da Ponte Salvador – Itaparica foi concluída com a publicação no Diário Oficial do Estado (D.O.E), desta sexta-feira (24), da homologação do Consórcio que fará a obra. Após a assinatura do contrato entre o Governo do Estado, através da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), previsto para março, o consórcio terá um ano para elaborar o projeto e outros quatro para executar o equipamento.

A gestão e administração da ponte terá duração de 30 anos. O investimento será de R$ 5,4 bilhões e o aporte do Estado será de R$ 1,5 bilhão. A previsão é que sejam gerados sete mil empregos durante a construção do equipamento. “A ponte não é apenas um vetor de ligação entre Salvador e Itaparica, mas está sendo considerada como um vetor de desenvolvimento para o estado da Bahia”, afirma Marcus Cavalcanti, secretário de Infraestrutura.

O consórcio Ponte Salvador Itaparica é formado pelas empresas China Railway 20 Bureau Group Corporation – CR20; CCCC South America Regional Company S.Á.R.L – CCCC SOUTH AMERICA e China Communications Construction Company Limited – CCCCLTD.

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As semifinais do Campeonato Municipal de Futebol Feminino, promovido pela Prefeitura de Vitória da Conquista, começam no próximo sábado (25) com duas partidas no estádio Edvaldo Flores.

O PEC Pradoso, primeiro colocado na primeira fase, enfrenta a equipe Coleguinhas, quarta colocada, em jogo de ida às 16h.

Já a Seleção Migs, que ficou em segundo lugar na primeira fase, também joga no sábado, às 17h30, contra o Figueirense da Limeira, que terminou a primeira fase na terceira posição, com 6 pontos.

Os jogos de volta das semifinais serão realizadas no dia 1º de fevereiro.

Fonte: SECOM/PMVC

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A Câmara Municipal de Vitória da Conquista em parceria com o Interlegis, estará realizando entre os dias 10 e 14 de fevereiro a Oficina Interlegis de SAPL 3.1 e E-democracia, que visa facilitar a rotina das casas legislativas, sem custos financeiros para a instituição. O curso é aberto para todas as Câmaras de Vereadores da Região que se interessam em modernizar e otimizar os trabalhos internos.

O presidente da Casa do Povo, Luciano Gomes (PL) ressaltou que cursos como estes são de fundamental importância para o desenvolvimento de um bom trabalho dentro do Legislativo: “É importante que os servidores públicos estejam capacitados para desempenharem suas funções da melhor forma e cabe a nós gestores proporcionar essa capacitação e oferecer ferramentas atuais e eficazes para que isso aconteça”.

O curso terá carga horária de 40h e o número de vagas é limitado: “Serão disponibilizadas 40 vagas, sendo 20 para servidores de outras Câmaras que queiram participar  e 20 vagas para servidores da câmara de Conquista, por isso, quem tiver interesse deve realizar o quanto antes a sua inscrição”, explicou Gomes.

As inscrições devem ser realizadas pelo endereço www.interlegis.leg.br

Programa Interlegis – Foi criado em 1997 e é executado pelo Instituto Legislativo Brasileiro. É disponibilizado gratuitamente para Câmaras Municipais e assembleias legislativas, com o objetivo de modernizar e preservar a segurança de dados e na transparência dos trabalhos legislativos e administrativos.  O Interlegis promove ainda, capacitação para treinamento no uso das ferramentas tecnológicas ou consultoria em temas como cerimonial, Marcos Jurídicos, Gestão sustentável e encontros institucionais. Para saber mais, acesse www.interlegis.leg.br

E-democracia – É uma plataforma desenvolvida pela Câmara dos Deputados e disponibilizada pelo Programa Interlegis para Câmaras Municipais e assembleias legislativas, com o objetivo de aproximar, ainda mais, os parlamentares dos cidadãos e fortalece a representatividade do mandato. É uma oportunidade de interagir diretamente com a sociedade e permite que o cidadão participe do debate e da elaboração de leis. Para saber mais, acesse www.edemocracia.leg.br

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*Informe Publicitário

Uma forma de colaborar com a autoestima e preservar a privacidade dos pacientes

Tentar manter a autoestima durante o tratamento de câncer ajuda no bem-estar e na qualidade de vida de cada paciente. Fazer brotar a auto estima de cada paciente durante o doloroso tratamento, fazendo com que cada um, principalmente as mulheres, se sintam mais bonita e até mais fortes para seguir com os cuidados necessários. Nem sempre isso é tão simples, e um dos efeitos colaterais mais temidos por quem precisa fazer quimioterapia é a perda de cabelos.

Embora muitas mulheres se adaptem a lenços, perucas, chapéus, ou mesmo a sair careca, valorizando o rosto com brincos e uma bonita maquiagem, tem aquelas que se sentem expostas e estigmatizadas com a possibilidade de perder os cabelos. Para essas pacientes, ficar com os cabelos é algo muito mais importante do que a estética: É se sentir forte, é preservar o lado feminino em um momento tão doloroso. Manter os cabelos é permitir as mulheres fazerem a quimioterapia com discrição, sem precisar se expor com relação à doença.

E uma forma de ajudar a preservar a saúde psicológica e a privacidade da paciente é o uso da touca de resfriamento, técnica que resfria o couro cabeludo e reduz a queda dos fios de cabelo. A touca diminui a circulação sanguínea no couro cabeludo e isso reduz muito a queda dos fios de cabelo, e em média, 50% dos fios são preservados. A touca é indicada também para homens, mas a procura é maior por parte das mulheres, sendo que os casos de câncer de mama representam 75% da procura das pacientes por essa tecnologia. A eficácia do controle da queda varia entre uma paciente e outra.

Alguns pacientes podem sentir dor no início e desconforto com a sensação de frio intenso no couro cabeludo, mas a maioria se adapta e é preciso tomar certos cuidados: os cabelos ficam mais ralos, mais frágeis e não podem ser lavados com tanta frequência.

Em âmbito geral, a touca é indicada para todos os pacientes que recebem quimioterápicos que têm a queda de cabelo como um efeito colateral associado. No entanto, os benefícios são mais evidentes para os pacientes que são tratados com duas classes específicas de drogas, os taxanos e as antraciclinas.

Mas é importante salientar que o sucesso do tratamento depende de vários fatores, como tipo e estágio do câncer, idade, tipo do cabelo e estado de saúde em geral e o médico especialista pode avaliar se a touca é indicada para cada pessoa.

Além de focar no sucesso do tratamento, a paciente deseja desfrutar de uma boa qualidade de vida. Dentre os fatores que tornam esse desejo uma realidade, a autoestima positiva é um dos protagonistas. Se sentir mais bonita e até mais forte para seguir com os cuidados necessários são pontos que contribuem para a melhor evolução de todo o tratamento oncológico.

Como funciona

 A touca está acoplada a uma serpentina que sai de uma caixa de resfriamento. O líquido de refrigeração circula na serpentina a uma temperatura de 4 ºC para que o couro cabeludo se mantenha em torno de 11 ºC. A baixa temperatura promove uma vasoconstrição na região, dificultando que a droga utilizada na quimioterapia penetre e danifique o folículo capilar.

* A touca é colocada 30 minutos antes da sessão de quimioterapia. O paciente permanece com ela durante toda a sessão e ainda por mais 90 minutos. Depois disso, fica ainda 10 minutos.

* Deve ser usada em todas as sessões de quimioterapia.

* A touca é bem leve e protegida por uma capa de neoprene. O paciente pode ler, ocupar-se com outras atividades e até ir ao banheiro sem afetar o seu tratamento.

Por que a quimioterapia faz o cabelo cair

A quimioterapia tem como alvo todas as células de divisão rápida no organismo.

A divisão celular acontece de forma muito rápida nos fios capilares e esta é a razão para que várias drogas quimioterápicas causem a queda do cabelo. Os cabelos costumam cair em duas semanas após o início do tratamento com quimioterapia.

CONTATO:
Jornalista – Carla Simões

Clínica AMO – Av. Otávio Santos, Centro médico Otávio Santos- 8° andar

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A Assembleia Unificada dos Policiais Civis e Policiais Penais baianos, realizada na terça-feira (21), no auditório do Sinpojud, em Salvador, aprovou ‘estado de greve’ das duas categorias e paralisação das atividades por 48 horas a partir da próxima segunda-feira (27) em protesto à PEC 159/2020. De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado da Bahia (Sinspeb) Reivon Pimentel, as medidas se deram por conta da falta de sensibilidade do governador da Bahia Rui Costa e por uma questão específica da categoria que é a falta de um tratamento isonômico com a polícia militar com relação aos requisitos propostos pela PEC 159/2020 da reforma da previdência.

“Segunda e terça todos os policiais civis e penais do estado da Bahia vão paralisar as atividades e se concentrarão na Assembleia Legislativa da Bahia. O governador Rui Costa tratou os iguais com desigualdade. Deu um tratamento para os colegas policiais militares, que é merecido, visto que tantos os policiais penais, civis e militares todos os dias arriscam as vidas para proteger a sociedade. Mas já que fazemos parte do tripé da segurança pública, nós exigimos do governador um tratamento igual”, afirmou.

Segundo Reivon Pimentel, a PEC 159 impõe requisitos diferenciados para os policiais militares, civis e penais. Ele explicou os pontos de insatisfação da categoria. “Primeiro a questão da integralidade e imparidade. Foi concedido para os policiais militares e negado para os civis e penais; pensão por morte. Para os policiais militares os familiares vão receber 100% da remuneração do falecido, enquanto nós vamos receber 60%; abono permanência. Hoje o servidor que adquire o direito à aposentadoria, mas resolve permanecer na ativa, tem a devolução integral da sua contribuição previdenciária. O governador nessa nova PEC quer reduzir, então o servidor aposentado que quiser permanecer na ativa vai pagar pra trabalhar”, disse.

O sindicalista considera que a PEC é ‘perversa e desigual’. Ele ressalta que a categoria entende a responsabilidade com a sociedade, mas que por falta de sensibilidade do governo do estado, a categoria já está preparada para cruzar os braços.

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por Fernanda Mena | Folhapress

A eleição de Jair Bolsonaro (sem partido), impulsionada por promessas de combate à corrupção, não alterou a percepção sobre este problema no seu primeiro ano de governo, marcado por denúncias contra integrantes do governo e familiares do presidente.

Em 2019, o Brasil caiu uma posição no ranking do IPC (Índice de Percepção da Corrupção), e ocupa a 106ª posição entre os 180 países avaliados – atrás de outros latino-americanos como Argentina (66ª), Chile (26ª), Colômbia (96ª), Cuba (60ª), Equador (93ª) e Uruguai (21ª).

Elaborado pela ONG Transparência Internacional, o ranking atribui notas de 0 a 100 a países com base em pesquisas e relatórios sobre como o setor público é percebido por especialistas e executivos de empresas no que diz respeito à prática de corrupção.

O Brasil repetiu a mesma nota 35 recebida em 2018, a pior do país desde 2012.

Isso indica que o novo governo, apesar do discurso, não adotou medidas que impactassem na percepção de que práticas corruptas, tais como abuso de poder, subornos e acordos secretos, tenham diminuído no país.

“O resultado reflete um ano de poucos avanços e muitos retrocessos na luta contra a corrupção no Brasil”, avalia Bruno Brandão, diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil.

Para ele, trata-se de prova de que “discurso não é o suficiente”. “São necessárias medidas efetivas e coerência nas atitudes em todos os âmbitos”, diz.

Entre os poucos avanços citados, ele destaca o decreto do governo federal que exige ficha limpa para aqueles nomeados a cargos de confiança e um fortalecimento da Polícia Federal, que recebeu 1.200 novos agentes e deflagrou operações importantes.

Brandão cita aquela que prendeu advogados e afastou desembargadores e o presidente do Tribunal da Justiça da Bahia por suposto esquema de venda de decisões judiciais.

Além disso, ele cita como muito positiva a criação de 29 delegacias estaduais de combate à corrupção.

No Legislativo, a aprovação de medidas do pacote anticrime, tais como o confisco alargado e mudanças no sistema de prescrição, foram apontadas como relevantes, além da derrubada do decreto presidencial que facilitava a classificação de informações públicas como sigilosas.

Já a lista de retrocessos constantes no relatório da Transparência Internacional é bem mais alentada.

O texto aponta para investigações de corrupção envolvendo membros do núcleo duro do governo, como o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, denunciado por esquema de candidaturas laranjas do PSL, e o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, envolvido em investigações sobre suborno.

Filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro também é investigado sob suspeita dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e organização criminosa.

“O grau de tolerância do presidente com esses casos é contraditório com o discurso de campanha do presidente”, avalia Brandão.

Ele também aponta como problemáticas decisões do Executivo que sugerem interferência política em órgãos-chave do combate à corrupção: afastamento do presidente do Coaf, substituições na PF do Rio e na Receita Federal, além da nomeação de um procurador-geral alinhado ao presidente.

Para a cientista política Nara Pavão, professora da Universidade Federal de Pernambuco, “a corrupção pode ser combatida pelas instituições ou pelas urnas, e a continuidade dessas práticas no atual governo manda a mensagem de que corrupção faz parte da política, o que pode gerar cinismo e desencanto”.

Ataques à mídia e à sociedade civil organizada também são avaliados como retrocessos que pioram a percepção sobre a corrupção, segundo a ONG. “Uma imprensa livre e uma sociedade civil ativa são dois pilares fundamentais do combate à corrupção”, diz Brandão.

Para Nara Pavão –que critica o IPC por ser baseado “na percepção apenas de algumas poucas elites– “a corrupção é algo inerentemente secreto, e só ficamos sabendo dela quando a mídia a reportar”.

Ela explica que, quando uma denúncia de corrupção é trazida por uma fonte com credibilidade, o peso eleitoral negativo aumenta. “Se a mídia perde credibilidade, perdemos essa única fonte de denúncias de corrupção que sejam politicamente custosas.”

Entre retrocessos promovidos pelo Legislativo, segundo a ONG, estão a minirreforma eleitoral, que vai na contramão do combate à corrupção ao aumentar a disponibilidade de recursos públicos para partidos enquanto reduz o controle e a transparência desses gastos.

No Judiciário, o caso mais grave seria o da decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, depois revertida pelo plenário, que suspendeu investigações criminais que usassem, sem autorização judicial, dados sigilosos do Coaf e da Receita Federal. A decisão motivou uma visita inédita do grupo anticorrupção da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) ao país.

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por Cláudia Cardozo
Bahia Notícias

O desembargador Salomão Resedá, corregedor das Comarcas do Interior do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), designou o juiz Antonio Maron Agle Filho, assessor da Corregedoria, para conduzir uma apuração contra o juiz Márcio Reinaldo Braga, Marivalda Moutinho e Sérgio Humberto de Quadros Sampaio. Os magistrados são investigados na Operação Faroeste, deflagrada em novembro de 2019, para desarticular um esquema de venda de sentenças e tráfico de influências em uma disputa de terras no oeste baiano.

A medida visa levantar mais informações que possam acrescer a investigação originária. O juiz assessor terá poder para, se entender, promover apuração em conjunto com outros procedimentos que já possam existir. Recentemente, a Corregedoria do TJ-BA abriu processos contra duas servidoras que teriam extraviado um processo contra o juiz Sérgio Humberto de Quadros para favorecê-lo. Os magistrados teriam recebido vultosa quantia em dinheiro para proferir sentenças favoráveis ao grupo do borracheiro José Valter Dias e do cônsul da Guiné Bissau, Adailton Maturino.

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A Bahia encerrou o ano de 2019 com uma oferta potencial de 44,7 mil novos postos de trabalho, nos 343 empreendimentos que estão em processo de implantação, totalizando R$ 35 bilhões em investimentos. A previsão é que o início das obras ocorra até 2022. Essas empresas são incentivadas pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Este volume de empregos e investimentos privados fazem parte do Balanço de Desenvolvimento Econômico, divulgado pela SDE nesta quarta-feira (22). No ano passado, 63 empreendimentos foram implantados, com um aporte de R$ 3,9 bi em investimentos e a geração de 4,4 mil novos empregos.

“É um grande orgulho saber que investidores buscam a Bahia. Dessa forma, geramos mais empregos e movimentamos a economia baiana. E ver esses empreendimentos sendo implantados no estado só consolida o trabalho que está sendo realizado pelo Governo da Bahia, por meio da SDE. Já para o ano de 2020, queremos dar mais celeridade na atração de investimentos com a ponte Salvador-Itaparica, o Polo Sulcroalcooleiro e as energias limpas”, destaca o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.

Destaques

De acordo com a SDE, dos projetos em implantação, o segmento de Eletricidade e Gás foi o que mais teve destaque em investimentos privados, com a previsão de R$ 20,8 bi e a possibilidade de gerar 5,8 mil vagas de empregos.

Das empresas implantadas em 2019, a empresa que mais investiu foi a Atlas Renewable Energy, no município de Barreiras, com um aporte de R$ 620 milhões. Já o empreendimento que gerou o maior número de empregos foi o Centro de Distribuição do Atakarejo, com 1,2 mil postos de trabalho, em Camaçari.

“No ano passado, foram assinados 120 protocolos de intenções, com a previsão de R$ 8,8 bilhões em investimentos e a geração de 10,4 mil novos empregos. A empresa que teve o maior destaque foi a Atlantic Energias Renováveis, no município de Caetité, com um volume de R$ 785 milhões em investimentos previstos”, afirma Deraldo Carlos, Superintendente de Desenvolvimento e Monitoramento de Empreendimentos.

Fonte: Ascom/ SDE

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O ECPP fez a sua estréia na noite de hoje no Campeonato Baiano de Futebol, recebendo o Jacuipense no Estádio Lomanto Júnior, mas, apesar do gol logo no início da partida o resultado acabou não sendo o esperado.

Iniciando na pressão, o Bode abriu o placar aos 9 minutos com Rafinha, aproveitando o rebote do goleiro adversário. Aos 17, o time visitante empatou com o gol de Mauri.

Quando tudo caminhava para um empate na primera etapa, Otávio de cabeça, escorando uma cobrança de falta feira pelo meia Carlinhos colocou o Bode na frente mais uma vez aos 45 minutos.

No segundo tempo o Jacuipense empatou aos 26 minutos, num pênalti duvidoso convertido por Flávio, dando números finais ao placar.

O Vitória da Conquista volta a campo no domingo, 26, às 16 horas contra o Bahia no estádio de Pituaçu.

Fonte: ASCOM/ECPP
Foto: Luciana Flôres

lista de jogos

Rodada 1 – Quarta-feira, 22 de Janeiro
  • Vitória 1 X 0 Jacobina 19:30 Manoel Barradas
  • Bahia de Feira 4 X 1 Doce Mel 20:30 Prof. Jodilton Souza (Arena Cajueiro)
  • Atlético 2 X 2 Fluminense 20:30 Antonio Carneiro
  • Vitória da Conquista 2 X 2 Jacuipense 20:30 Lomanto Júnior
  • Juazeirense 1 X 1 Bahia 21:30 Adauto Moraes

Classificação Grupo 1

Equipes P J V E D GP GC SG %
1 Bahia de Feira 3 1 1 0 0 4 1 3 100.00
2 Vitória 3 1 1 0 0 1 0 1 100.00
3 Jacuipense 1 1 0 1 0 2 2 0 33.33
4 Atlético 1 1 0 1 0 2 2 0 33.33
5 Fluminense 1 1 0 1 0 2 2 0 33.33
6 Vitória da Conquista 1 1 0 1 0 2 2 0 33.33
7 Bahia 1 1 0 1 0 1 1 0 33.33
8 Juazeirense 1 1 0 1 0 1 1 0 33.33
9 Jacobina 0 1 0 0 1 0 1 -1 0.00
10 Doce Mel 0 1 0 0 1 1 4 -3 0.00
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Programa Redação Brasil
Apresentação Deusdete Dias e Maciel Júnior

Daniel Silva – Sudoeste Vivo

Gordo Repórter – Polícia e Cotidiano

Luciana Nery – Universo Diverso

Igor Novaes – Esporte

Gerson Gonzaga – Ruas de Conquista

Mateus Araújo – Produção audiovisual

Programa Redação Brasil vai ao ar pela Brasil FM 107,7 das 7:00 às 8:00 da manhã e em horário alternativo na Mega Rádio VCA das 11:00 às 12:00.

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