Entre os dias 17/02 e 27/02/2020 acontecerá em toda área de atuação da CIPRv/Brumado a *OPERAÇÃO CARNAVAL 2020 com o Lema : “Brinque no Carnaval mas não brinque com a sua vida” . Durante 10 (dez dias) todos os Policiais Militares da Companhia estarão mobilizados nos Postos e nas Rodovias com objetivo de reduzir os acidentes no trânsito através de ações de fiscalização e prevenção. Durante a Operação serão priorizadas as ações de combate as infrações que podem causar ou potencializar os acidentes de trânsito. Além do aumento do fluxo de veículos, o período carnavalesco é marcado pelo uso abusivo de bebida alcoólica por parte dos condutores que trafegam nas estradas. Dessa forma, a Polícia Rodoviária Estadual vai fiscalizar ainda o uso do cinto de segurança, da cadeirinha infantil, do capacete para motociclistas, o excesso de velocidade, as ultrapassagens proibidas, os documentos de porte obrigatório, tanto do veículo quanto dos condutores, bem como as condições de conservação dos veículos. Além disso, haverão também abordagens policiais para combater o tráfico de armas de fogo, de drogas e de pessoas.
A primeira etapa da Operação será realizada na Sede da CIPRv, com uma instrução a todos os Policiais Militares sobre a Legislação de trânsito vigente, Operação de fiscalização de Trânsito e Técnicas de abordagem.
“É importante que todo motorista que for pegar a estrada nesse período momesco, primeiramente faça um planejamento prévio da viagem, prepare uma revisão completa e total do seu veículo, checando os níveis de água, óleo e as condições dos pneus; E ao dirigir, mantenha redobrada a atenção na rodovia, não exceda a velocidade, não se distraia enquanto estiver ao volante, que todos os ocupantes estejam com o cinto de segurança e principalmente não beba se for dirigir” frisou bem o Coronel PM Vasconcelos, Comandante da CIPRv/Brumado.”
#ConteConosco
#Companhia Independente de Policiamento Rodoviário/Brumado
#pmecomunidadenacorrentedobem
Uma das atrações patrocinadas pelo governo do estado no Carnaval de Salvador, o cantor Bell Marques exaltou a homenagem da gestão estadual aos 70 anos do trio elétrico no tema da festa deste ano. Nesta quinta-feira (13), o artista disse que é necessário repetir os tributos e pediu o grupo Novos Baianos na rua.
“Sempre eu me refiro aos Novos Baianos, a Dodô e Osmar, a Moraes Moreira, aos Tapajós, que foram pessoas que lutaram muito. Eu acho que é necessário fazer isso e incentivar mais ainda esses momentos. Fazer com que o trio elétrico Dodô e Osmar e os próprios Novos Baianos vão à rua de uma forma brilhante e bacana. Eu acho que o governo fazendo isso só ajuda a todos nós”, afirmou, em entrevista ao Bahia Notícias.
O grupo Novos Baianos é formado por Baby do Brasil, Moraes Moreira, Luiz Galvão, Paulinho Boca de Cantor e Pepeu Gomes.
Por Ian Meneses / Matheus Caldas
Fonte: Bahia Notícias
Por Marcos Nunes, Vera Araújo e Juliana Dal Piva
Fonte: O Globo
A polícia da Bahia descobriu que o ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) Adriano Magalhães da Nóbrega circulava pelo estado há pelo menos dois anos, e investiga a possibilidade de ele ter iniciado a formação de milícias em cidades do interior. Agentes do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco) vêm rastreando a origem do dinheiro que gastava nas viagens — todas as suas despesas eram pagas em dinheiro vivo —, e tentam levantar os bens que comprou no Nordeste.
Morto por policiais no último domingo em Esplanada, município localizado a 170 quilômetros de Salvador, Adriano havia sido investigado pelos homicídios, em março de 2018, da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. Acusado de chefiar um grupo de assassinos de aluguel e de integrar a milícia de Rio das Pedras, ele estava foragido desde janeiro do ano passado.
Há duas semanas, Adriano escapou por pouco de uma equipe de agentes que o localizou na Costa do Sauípe. Ele estava numa mansão com a mulher e as duas filhas e conseguiu fugir por uma área de mangue. De lá, foi para Esplanada, onde mudou de esconderijo na véspera de sua morte — uma testemunha disse que o ex-capitão do Bope ficou nervoso enquanto trocava mensagens por celular. Investigadores suspeitam que o foragido recebia informações privilegiadas sobre as buscas.
Uma das lavradoras beneficiadas pelo projeto, Aulenice Maria de Jesus (acima), 70 anos, vendeu, ilegalmente, por R$50 mil, uma área de 100 metros quadrados à familiares de Geanne Oliveira. Segundo ela, logo após ficar doente e muito debilitada os compradores identificados como o casal Sílvio Azevedo da Silva e Bene, cunhado e irmã de Geanne, se aproveitaram do seu estado de saúde debilitado, em 2018 e a fizeram assinar um documento para a cessão das terras.
As filhas da lavradora intermediaram a negociata. A reportagem tenta contato com o casal.
Quando criado, o Casulo abrigava 40 famílias de baixo poder econômico. No levantamento atual, feito pela Prefeitura, ficou demonstrado que hoje algumas famílias abastadas ocupam a área. – NOTA DA PMVC
“A suspensão da regularização vai servir para que a Procuradoria Geral do Município possa construir todo o processo administrativo e histórico e, só a partir desse levantamento, dar continuidade à regularização”, continua a nota.
LEIA O RESTANTE DA NOTA
De acordo com a procuradora geral, Nadjara Régis, houve, no passado, uma descaraterização do projeto. Esta descaraterização ocorreu há pelo menos 10 anos e é preciso entender como as atuais famílias passaram a ocupar a área, entre outros levantamentos que serão feitos.
“Precisamos ver de que forma o Incra reconhece, ou não, a área. Teremos que fazer uma pesquisa árdua, precisa e consistente. Somente depois de trabalharmos todas as etapas poderemos definir de que forma a regularização será feita, respeitando todos os requisitos legais possíveis. Esta foi a determinação que recebi do prefeito”, afirmou a procuradora.
Fonte: Sudoeste Digital
Por James Martins/Metro1
“Me pinte aqui de Jota Morbeck”, esse bem que poderia ter sido o pedido da Rosa, a personagem de Emanuelle Araújo, para o Roque vivido por Lázaro Ramos, na cena inicial de “Ó Paí, Ó” (2007), filme de Monique Gardenberg. Mas, como todo mundo se lembra, o original é: “Me pinte aqui pra Timbalada”. E agora muita gente deve estar se perguntando: “Jota quem?”. Pois é do artista semi-anônimo para as novas gerações, mas a quem os mais velhos não se acanham de chamar “o maior cantor de trio de todos os tempos”, que vamos tratar nessa matéria. Jota Morbeck — o elo perdido do Axé.
Jucelino de Oliveira Morbeck, que detestava o próprio nome e por isso adotou o Jota, numa operação kafkiana, nasceu em Ruy Barbosa, perto de Itaberaba, em 1962, mas entrou para o mundo do Carnaval pela via de Feira de Santana, a mesma que revelou, entre outros, Luiz Caldas. Foi o primeiro a cantar em um trio elétrico na Micareta de Feira e um inovador da folia momesca soteropolitana em muitos sentidos.
A pintura da Timbalada, por exemplo, referida no início, já estava em Jota nos anos 1980. “Com uma diferença básica”, destaca o percussionista e produtor musical Jonga Cunha, “ele se pintava com tinta de parede, e as reações alérgicas eram um inferno (risos)”. Com isso, Jonga, um dos jovens diretores do bloco EVA à época, introduz uma característica fundamental do cantor. “Ele era louco. Doido de pedra! Mas, isso por que era um gênio, muito à frente de seu tempo”, afirma.
A questão é que Jota Morbeck, com todo seu talento, genialidade e loucura, ficou espremido entre a geração Dodô & Osmar e o Axé Music. Uma espécie de elo perdido mesmo entre Moraes Moreira e Bell Marques. E, embora tenha sido o introdutor de um dos hinos do nosso Carnaval, “Eva” (música da banda paulista Rádio Táxi, que por sua vez é uma versão de sucesso homônimo do italiano Umberto Tozzi), e estourado mais tarde com o “Melô do Halley”, o cantor caiu no esquecimento e, atualmente, é difícil encontrar informações a seu respeito até mesmo na internet.
Quem pôde ver e ouvir o artista em ação, no entanto, não esquece. E o impacto radiativo de Jota Morbeck inspirou muitos outros talentos. “Eu nunca vou esquecer disso na minha vida. A gente saiu da Barroquinha e subiu a Ladeira do Couro. Quando chegou na Praça Castro Alves, eu olhei, tava descendo um trio... Minha mãe era evangélica, da Igreja do Evangelho Quadrangular, imagine! Vinha aquele trio com um homem com um cabelão, cantando assim, eu falei 'mãe, quando eu crescer eu quero ser igual a esse cara’", conta Sarajane, uma das maiores representantes do gênero. E completa, com a resposta da mãe que, graças a Deus, não foi capaz de impedir sua carreira: "Tomei uma broca! 'Cala a boca, você é maluca? Aquilo é o diabo!’".
Sara, que acabou fazendo amizade com o ídolo tempos depois, quando o substituiu no Tapajós, reforça: “Eu fiquei apaixonada. Aquele negócio não saiu da minha cabeça. Era Jota Morbeck! Que cantor maravilhooooso! Eu cantei no trio por causa dele”. E a sedução do Diabo Louro enredou também os foliões, é claro. Hoje diretora de programação da TVE Bahia, Silvana Moura fala do cantor como se fosse a mesma menina de 13 anos que ficou totalmente louca por ele quando o viu pela primeira vez. Mesmo não tendo sido no trio elétrico, seu habitat natural.
“Na época, meu carnaval, infelizmente, era em clube e eu ia para o Baiano de Tênis com minhas vizinhas. Lembro que vi um show de Jota no EVA no Baiano. Ele entrou no palco como um rockstar. Uma imponência e uma indumentária psicodélica: cabelos coloridos, corpo todo pintado, calça de couro. Fiquei fã. Passei a fugir dos clubes e ir andando até o Campo Grande ou fugir de casa para ouvir aquela voz potente e carismática”, conta.
Agora sejamos um pouco cronológicos: Jota Morbeck chegou em Feira de Santana entre 1973/74 e ali cantou em barzinhos e também em bandas como Mic Five, Lordão e Gaiola Mágica. Já em Salvador, gravou no disco “Jubileu de Prata”, do trio elétrico Tapajós, em 1981, e, no ano seguinte, ingressou no bloco EVA, alçando a formação à posição de destaque do Carnaval 82. Já em 86 ele passou para os Novos Bárbaros, onde pegou carona na cauda do cometa e emplacou o “Melô do Halley”. Foi quando gravou também a música “Deboche”, de Paulinho Camafeu, irmã mais velha do “Fricote”.
Inspirada em Jota, Laurinha também aderiu à pintura corporal (Acervo Pessoal).
“Na minha opinião, foi o maior cantor de trio do mundo”, afirma o empresário Jorginho Sampaio, um dos responsáveis pela contratação de Morbeck no EVA. É o mesmo que diz a cantora Laurinha, sua companheira de vocais nos Novos Bárbaros: "A primeira vez que subimos juntos no trio eu fiquei impactada. Era uma figura muito forte! Eu acho que Jota foi o maior cantor de trio de todos os tempos".
Entre as características marcantes de sua performance, os contemporâneos destacam o jeito de segurar o microfone com o pedestal (“À maneira de Freddie Mercury, que ele admirava”, pontua o percussionista Palito), o fato de Jota subir nas caixas de som, a cabeleira loura oxigenada, o repertório sempre bem escolhido (um dos introdutores de xotes, mas também de baladas rock no trio) e o carisma docemente roqueiro. “Você não perdia uma palavra do que ele cantava, interpretava como ninguém”, diz Silvana.
Capa e encarte do compacto do Eva, de 1983, com Jota nos vocais.
A loucura do cara, certamente um dos motivos de seu brilho, talvez o tenha impedido, porém, de manter o sucesso e seguir a carreira brilhante que todos viam à sua frente, quando o Axé Music estourou no país inteiro e no mundo. “Ele pode ser comparado aos outros gênios que não têm a menor capacidade de logística, estruturação, controle comercial de sua carreira… zero!”, analisa Jonga. E conclui: “Era um malucão. Gente muito boa, com um coração imenso, de relacionamento fácil (aí é que está!), mas de trabalho difícil, porque era irresponsável como os gênios são”.
Jota Morbeck faria 58 anos no próximo dia 16. No entanto, um dos motes dessa matéria é pontuar os 20 anos de sua morte. E a dupla lacuna deixada por ele em nossa música carnavalesca: tanto a ausência física, quanto de registros e menções. Em abril de 2000, durante as celebrações dos 500 anos do Brasil, o cantor foi dar um mergulho nas águas de Porto Seguro, sentiu-se mal e morreu afogado. Mas, um artista capaz de gerar o impacto que ele gerou em tantos e tão bons não pode ser apagado da história.
"Não é que ele seja o cantor mais importante do Axé. Não dá pra dizer isso em vista de carreiras como as de Bell, Tatau etc. Mas, nunca vi ninguém melhor", arremata Jonga.
E por falar em loucuras daquelas que, invariavelmente, depois que passam viram graça, Jota merece uma pequena antologia das suas.
Conta Palito: “Quando a gente viajava de carro próprio, pra tocar, Jota tinha um Gol e um Opala, e a gente não passava em nenhum posto da Polícia Rodoviária, porque a documentação do carro dele só andava atrasada (risos). Então ele já sabia onde eram os postos e por onde desviar, entrava em uma fazenda, saía em outra, e já aparecia lá na frente… (mais risos)”.
Outra de Palito: “Uma vez, em Rio Verde, estado de Goiás, onde os Novos Bárbaros cresceram muito, fizemos um show para uma campanha política e Jota tinha aquela onda de roqueiro, de se jogar, mas, nesse dia ele esqueceu de colocar a joelheira. A gente cantando aquela música de Kiko Zambianchi (‘Se um dia eu pudesse ver, meu passado inteiro…’), a banda afiadíssima, ele pulou de cima das caixas de som e caiu de joelho, sem joelheira, começou a urrar no chão e a gente ‘bora, levanta Jota’, e ele urrando… (risos), tivemos que carregar”.
Diabo louro e pintado.
Elza Tripodi, viúva de Alberto Tripodi, com quem o artista manteve um relacionamento de pai e filho até o fim, tem muitas lembranças: “Jota aprontava muito e Beto sempre passava a mão pela cabeça. Novos Bárbaros era a casa dele, tanto que ele ia e voltava. Beto era um paizão pra Jota. Nós vivemos muito juntos. E ele tinha tanta confiança em Beto que ele chegava, por exemplo, em Jaguaquara, botava gasolina no posto e dizia ‘bota na conta de Tripodi’, porque sabia que tava tudo certo. Era incrível!”.
Laurinha: “A gente tinha uma relação de irmão mesmo, vivíamos na molequeira. Uma vez, em Natal (RN), com a banda Novos Bárbaros, Jota se juntou com Pedrinho Rego e eles jogaram uma bomba pelo cobogó do banheiro onde eu tava. Quase morro do coração! Resultado: a gente foi expulso do hotel e eu nunca esqueço que Beto, que, é claro, ficou danado com a gente, pra nos castigar, nos mandou pro Hotel São Francisco, nunca esqueço esse nome, que era tipo um hotel fantasma, não tinha ninguém, a comida uma miséria, tudo ruim… e mesmo assim eles continuaram perturbando, sendo que Jota era o cabeça da esculhambação (risos)”.
Capa do LP Novos Bárbaros de 1986.
Já a lembrança de Silvana nos traz de volta à música: "Uma vez ele tava no trio Novos Bárbaros e rolou um problema no som, alguns alto-falantes pifaram. Tinha uns 4 cantores. Alberto Trípodi, enlouquecido, gritou: 'Pode ir embora todo mundo, só Jota tem gogó pra segurar uma coisa assim'. E Jota continuou com a mesma empolgação e o mesmo povão embaixo. Ele fazia o que queria com o público. E era só música, não tinha esse negócio de conversinha, não".
E foi com performances assim, épicas, tanto na vida elétrica quanto nos trios elétricos, que o cantor deu uma contribuição indelével para a construção do Axé e sua galeria de ídolos. A Micareta de Feira tem um palco Jota Morbeck, mas é pouco. Ídolo dos ídolos, ele merece chegar também ao conhecimento dos mais novos foliões. Assista abaixo um mini-doc sobre o “melhor cantor de trio”, com material inédito do filme “Axé - Canto do Povo de um Lugar”:
Confira vagas disponíveis no dia 13/02/2020, no Sinebahia Vitória da Conquista.
Para atendimento é necessário comparecer em uma das unidades do Sinebahia, localizadas no SAC CENTRO – Rua Rotary Club, nº149 – Centro / das 7h às 13h ou SAC SHOPPING BOULEVARD – Avenida Olívia Flores, nº2500 – Candeias / das 9h às 18h; portando carteira de trabalho, identidade e CPF.
VAGAS SINEBAHIA VITÓRIA DA CONQUISTA
DIA 13/02/2020
AÇOUGUEIRO
AJUDANTE DE ESTRUTURAS METÁLICAS
ATENDENTE DE BAR
AUXILIAR DE COBRANÇA
AUXILIAR DE MECÂNICO DE AUTOS
AUXILIAR DE PESSOAL
BARBEIRO
CABELEIREIRO
CONSULTOR DE VENDAS
CORRETOR DE SEGUROS
COZINHEIRO DE RESTAURANTE
DESENHISTA DE PÁGINAS DA INTERNET (WEB DESIGNER)
ENFERMEIRO NEFROLOGISTA
ESTÁGIO ENGENHEIRO ELÉTRICO
GARÇOM
INSTALADOR-REPARADOR DE REDES E CABOS TELEFÔNICOS
MECÂNICO DE MOTOCICLETAS
MECÂNICO DE AUTOMÓVEL
MECÂNICO ELETRICISTA DE AUTOMÓVEIS
OPERADOR DE MÁQUINAS FLORESTAIS (COLHEITADEIRA)
PROMOTOR DE VENDAS – EXCLUSIVA PARA DEFICIENTES
PROPAGANDISTA
PUBLICITÁRIO
REPRESENTANTE COMERCIAL AUTÔNOMO
REPRESENTANTE COMERCIAL AUTÔNOMO
REPRESENTANTE COMERCIAL AUTÔNOMO
SALGADEIRO
SALVA-VIDAS
SUPERVISOR ADMINISTRATIVO
SUPERVISOR DE VENDAS COMERCIAL
TÉCNICO DE REDE (TELECOMUNICAÇÕES)
TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA
VENDEDOR EM DOMICÍLIO
VENDEDOR INTERNO
VENDEDOR INTERNO
VENDEDOR PRACISTA
VENDEDOR PRACISTA
VENDEDOR PRACISTA
VENDEDOR PRACISTA
VENDEDOR PRACISTA
Procure o Sine Bahia no SAC – R. Rotary Club, 149 – Centro, Vitória da Conquista – BA (Pela Manhã)
ou no SAC do Boulevard Shopping – Av. Olívia Flores, 2500 – Candeias, Vitória da Conquista – BA (O dia todo)
No programa Redação Brasil, Brasil FM, desta quinta-feira (13), o jornalista Deusdete Dias destacou o processo eleitoral e as suas articulações.
Neste ano não haverá coligação na proporcional, então, poucos partidos terão força para eleger vereador e os candidatos, vereador ou não, buscam a melhor legenda para obter sucesso em 2020 e exemplificou, através do MDB, as negociações em andamento.
Confira o editorial do Redação Brasil com Deusdete Dias
Moradores da Av. Íris Silveira no bairro Candeias ao lado da Faculdade Santo Agostinho, enviaram fotos da situação das árvores que necessitam de poda, segundo moradores há mais de 2 anos que vem solicitando uma providência no local.
As árvores estão cobrindo as placas de sinalização e o perigo maior é que estão atingindo a fiação dos postes.
Confira as fotos encaminhadas
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A família de Inadelma da Silva Santos, que faleceu no dia 13 de outubro de 2018, após o bar do qual era proprietária, está denunciando um absurdo: mais de um ano e quatro meses após sua morte, o corpo dela ainda não foi enterrado e segue no IML de Vitória da Conquista sem liberação.
O problema é que o corpo ficou carbonizado durante o incêndio não permitindo a identificação por meio do reconhecimento e do teste de DNA convencional. Para que a identificação seja possível, é preciso que seja feito um DNA ósseo, contudo, a máquina do IML que permite fazer a coleta para o teste está quebrada e não existe previsão para que seja consertada. Sem identificação, o corpo não pode ser liberado para a família.
Nota do DPT Salvador
A Assessoria de Comunicação do Departamento de Polícia Técnica (DPT) informa que o corpo da suposta Inadelma da Silva Santos está sob a guarda do DPT esperando o resultado do exame de DNA para confirmar a identidade da vítima.
O DNA é a última possibilidade de identificação humana, ele só é realizado quando não são possíveis as identificações pelas impressões digitais ou pela arcada dentária, que são mais rápidas.
Por sua complexidade e pela demanda, não apenas para identificação humana, como também nos casos de crimes sexuais e contra a vida, o DNA, requer um maior prazo para conclusão.
Nos casos de corpos carbonizados, putrefeitos ou ossadas, com frequência os exames são processados por técnicas diferentes, muitas vezes com repetições, até se alcançar resultados aceitáveis estatisticamente.
Não temos, portanto, como estabelecer um prazo específico para liberação.
ASCOM-DPT
No Redação Brasil desta quinta-feira (13) a jornalista Andréa Póvoas, ouviu a prima de Inadelma, a senhora Bene Hipólito que fala sobre as providências tomadas.
Andréa Póvoas – Entrevista com Bene Hipólito (Prima de Inadelma da Silva Santos – IML)
Gordo Repórter – Polícia e Cotidiano
Gerson Gonzaga – Ruas de Vitória da Conquista
Luciana Nery – Universo Diverso
Mateus Araújo – Produção audiovisual