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Em entrevista ao Redação Brasil, desta segunda (14), Mozart Tanajura Júnior fala que é pré-candidato à deputado federal pelo (PSOL) e o momento político do Brasil.

Ainda na entrevista Mozart afirma que precisamos renovar de fato a concepção de politica no país. E por conta disso ele colocou seu nome para concorrer as eleições de 2018.

Ouça a entrevista:

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Editorial do Redação Brasil com Deusdete Dias

O radialista Deusdete Dias, fala em seu editorial desta segunda (14),  que a dívida social do Brasil é enorme.

Ouça o editorial:

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Programa Redação Brasil
Apresentação Deusdete Dias e Maciel Júnior

Editorial com Deusdete Dias – Aniversário da Lei Áurea no Brasil

Entrevista com Dep. Estadual Fabricio Falcão – Hospital Geral passa a se chamar Dr. Sebastião Castro

Entrevista com empresário Edmundo Quadros – Abaixo assinado para retorno do estacionamento em angulo e sonorização no São João e Natal

Entrevista com Mozart Tanajura Júnior – Pré candidatura a Dep. Federal pelo PSOL

Luciana Nery – Universo Diverso – Dia das Mães na visão de Luciana Nery

Daniel Morais – Destaques do Blog do Redação

Gordo Repórter – Polícia e futebol

Gerson Gonzaga – Cotidiano –

Programa Redação Brasil vai ao ar pela Brasil FM 107,7 das 7:00 às 8:00 da manhã e em horário alternativo na Mega Rádio VCA das 11:00 às 12:00.

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Vereador do PHS nega qualquer contato com a milícia

“Fala, irmão” foi a saudação usada pelo vereador Marcello Siciliano (PHS – RJ) em uma conversa telefônica revelada pela polícia. No telefonema, Siciliano garante a um miliciano que vai acionar o 31º Batalhão da PM para ajudá-lo a prender “uns bandido” que tinham “assassinado” um amigo. “Vou mandar botar agora. Na volta eu passo aí. Beijo”, diz e termina: “Te amo, irmão”, finaliza.

Segundo atesta reportagem do Fantástico. Apontado como mentor e mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL – RJ), há dois meses, o vereador nega qualquer contato com a milícia. “Eu sou totalmente contra qualquer tipo de poder paralelo, totalmente contra”.

Siciliano teria bolado o crime junto com o ex-PM e chefe de milícia Orlando Oliveira de Araújo, conhecido como Orlando Curicica. Os nomes de Siciliano e de Curicica foram apontados por uma testemunha chave das investigações, um policial militar que também é miliciano e diz saber quem matou e quem mandou matar Marielle.

Segundo ele, que disse procurado a polícia depois de ter sido ameaçado pelos assassinos, os dois queriam a morte da vereadora porque o trabalho social que fazia ia contra os interesses dele, de expansão da milícia na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Em nota, o vereador negou qualquer participação no crime. Preso em outubro passado, pela morte de um homem que montou um circo, sem autorização, em área que dominava, Curicica também negou, por carta, ter participado do assassinato de Marielle.

Advogado de Curicica, Renato Derlan disse que o Delegado de Homicídios Giniton Lages tinha feito uma proposta para que assumisse as mortes de Marielle e do motorista dela, Anderson Pedro Gomes. “Ou você assume esse crime ou vou ‘embuchar’ mais dois homícidios na sua conta e lhe transferir para Mossoró”, disse Derlan, reproduzindo suposta ameaça do delegado. Segundo a Polícia Civil, Lages foi ao presídio para tomar o depoimento de Curicica, mas ele não quis falar.

Telefonema 1

Homem: “Uns bandidos lá mataram um amigo nosso. Você podia dar um toque no pessoal do 31 pra ficar de olho. Se botar uma blitz ali, vai pegar”.

Siciliano: “Vou mandar botar agora. Na volta eu passo aí. Beijo.”

Homem: “Tá bom. Beijo. Fica com Deus.”

Siciliano: “Te amo, irmão.”

Telefonema 2

Siciliano: “O garoto ia começar a fazer o projeto lá hoje. Aí o rapaz falou: ‘Não. Não vai fazer nada, não.”

Homem: “Não, pode ir.”

Siciliano: “Eu posso ir atrá lá da pessoa pra resolver no teu nome?”

Homem: “Pode. Vou te mandar o telefone aqui.”

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O Sindicato do Magistério Municipal Público de Vitória da Conquista (Simmp) deliberou em assembleia o indicativo de greve e paralisação parcial no turno vespertino do dia 17 com a finalidade de reforçar a luta pela campanha salarial.

Na tarde da ulúltima quarta-feira, 09, o Simmp discutiu as reivindicações dos profissionais da educação com o governo municipal. O sindicato destacou uma comissão de negociação, que é composta pela diretoria do Simmp e seis representantes da base. Essa foi a primeira rodada de negociações da Campanha Salarial de 2018.

Nessa primeira rodada de negociações, foram discutidas as pautas do termo de repactuação, que contém as principais reivindicações da categoria referentes às questões financeiras. As principais reivindicações para 2018 são: cumprimento integral da Lei do piso, reestruturação do plano de carreira dos profissionais da educação – com o acréscimo de mais quatro níveis na carreira -, desmembramento do profissional da educação (monitor escolar) do quadro administrativo e reajuste do auxílio alimentação.

A presidente do Simmp, Ana Cristina Novais, avaliou que as negociações ocorreram dentro do previsto. “Aguardamos uma devolutiva afirmativa por parte do governo e principalmente o atendimento das reivindicações propostas em mesa”, concluiu.

Na quinta-feira, 10, os profissionais da educação reuniram-se na Câmara Municipal de Vereadores para discutir as pautas abordadas durante a primeira rodada de negociações. Segundo os representantes do governo, o fechamento das contas do quadrimestre acontece até o dia 15 de maio, e só será possível discutir a proposta da categoria após essa data. A segunda reunião foi agendada para logo em seguida, no dia 17 de maio, no período vespertino e o sindicato, em assembleia, deliberou pela paralisação em apoio a comissão de negociação.

Fonte: Siga News

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A lista dos 23 nomes que vão disputar o Mundial será anunciada às 14h

O técnico Tite vai anunciar nesta segunda-feira (14) a lista dos 23 jogadores que irão à Copa do Mundo da Rússia. A convocação está marcada para às 14h e será realizada na sede da CBF, no Rio de Janeiro.

Após a lesão de Daniel Alves, Fágner, do Corinthians, deve ser chamado para assumir a posição de titular da lateral direita. A dúvida fica agora sobre o reserva dele: Rafinha, do Bayern de Munique, ou Danilo, do Manchester City. Na esquerda, o incontestável titular Marcelo deve ter Filipe Luís, do Atlético de Madrid, como reserva.

Na zaga, a expectativa é para Pedro Geromel. Será que o defensor do Grêmio estará na lista? O meio campo também pode ter surpresas. Será que Fred, do Shakhtar Donetsk, será convocado também?

A apresentação dos primeiros jogadores na seleção está marcada para o dia 21 de maio. O grupo vai treinar na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), até o dia 27 de maio, quando embarcam para Londres para a segunda parte de treinamentos.

Nos dias 3 e 10 de junho, a seleção enfrentará Croácia e Áustria, respectivamente, em duelos amistosos. No dia 11, a delegação iniciar em Sochi a preparação na Rússia para o Mundial.

A estreia do Brasil na Copa do Mundo está marcada para o dia 17 de junho, em Rostov, contra a Suíça. Depois, a seleção enfrenta a Costa Rica, em São Petersburgo, no dia 22 de junho, e encerra a fase de grupos contra a Sérvia, em Moscou, no dia 27 seguinte.

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O E.C Vitoria da Conquista foi derrotado pelo Santa Rita-AL, pelo placar de 3 x 0, na tarde deste domingo (13), pela quarta rodada da Serie D.

O Bode faz uma péssima campanha no certame e parece imitar a fraca atuação no Campeonato Baiano este ano.

Na outra partida do grupo, Itabaiana-SE e Treze-PB ficaram no empate em 3 x 3. Com os resultados o Treze-PB segue na liderança com 8 pontos, seguido do Itabaiana-SE com 7, Vitoria da Conquista com 4 e o lanterna é o Santa Rita-AL com 3.

Na próxima rodada o Bode enfrenta o Itabaiana, no estadio Lomanto Junior.

FICHA TÉCNICA

Fase

Fase de Grupos
Rodada

4ª rodada
Data

13/05/2018
Horário

16h00
Local

Olival Elias de Moraes – Boca da Mata (AL)
Árbitro

Luiz Claudio Sobral – PE

Assistentes

Charles Rosas Pires – PE e Karla Renata C Santana – PE

Cartões Amarelos

Santa Rita-AL: Alexandro, Carlos, Eliomar, Rafael, Guegue
Vitória Conquista-BA: Geto, Silvio

Gols

Santa Rita-AL: Felipe 46′ 1T, Yan 18′ 2T, Kiko Alagoano 38′ 2T
Santa Rita-AL

Eliomar;
Rafael (Alexsandro), Erivelton, Edson e Waldenrique;
Cristiano, Carlos, Gomes e Jairo;
Etinho (Felipe) e Yan (Wanderson).
Técnico: Eduardo Neto.
Vitória Conquista-BA

Fernando;
Geto, Correia, Silvio e Diego;
Edimar, Dinda, Kléber (Cacau) e Teldiano (Carlinho);
Maycon e Diego (Tatu).
Técnico: Rodrigo Fonseca.
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O adolescente baleado no bairro Lagoa das Flores, em Vitória da Conquista, na noite desse domingo (13), morreu no hospital de Base.

O adolescente estava com a namorada de 14 anos, quando sofreu o atentado. Ele chegou a ser atendido pelo Samu e encaminhado inconsciente a unidade de saúde.

O adolescente foi apreendido na última sexta-feira (11) por militares da 92a Cipm (Companhia Rural). Ele estava com outras seis pessoas que foram flagradas com arma, droga e veículo roubado.

De acordo com a Polícia, no momento da apreensão, foi constatado que o adolescente era de Salvador, sendo considerado de alta periculosidade. Ele estaria na cidade a serviço do traficante “Nem Bomba”.

Fonte: Blitz Conquista

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), principal líder do DEM, afirmou que o casamento entre seu partido e o PSDB está perto do fim. “Essa aliança vem sendo muito desgastada nos últimos anos. Em 2010, a composição foi difícil e em 2014 deixaram o DEM fora da chapa majoritária. Tudo isso mostra que o ciclo está terminando”, disse. A parceria vem desde a primeira eleição presidencial de Fernando Henrique Cardoso, em 1994, quando o DEM ainda se chamava PFL e ocupou a vaga de vice. Foi quebrada, porém, em 2002, ano em que o apoio se deu apenas no segundo turno. Pré-candidato à Presidência, Maia pregou um novo polo de poder, longe dos tucanos e do MDB. Apesar de ter apenas 1% das intenções de voto, prometeu levar a campanha “até o final” e negou que vá jogar a toalha para se aliar ao ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB). “Desistir em nome de quê? De uma derrota?”, perguntou.

O MDB já admitiu que pode não ter candidato à Presidência. O senhor acha que a demora do presidente Michel Temer em anunciar sua decisão prejudica?

Acho que não porque os objetivos são distintos. É legítimo que o MDB tenha uma candidatura própria, que olha para o passado, seja com o presidente Michel ou com o ex-ministro Meirelles. Alguns outros partidos, como o DEM, estão querendo construir um projeto que olhe para o futuro.

O sr. não teme que essa fragmentação das candidaturas de centro leve à derrota nas urnas?

A esquerda está dividida também. E por quê? Porque é o fim de um ciclo. A sociedade ainda não enxergou ninguém para comandar um novo ciclo. Mas uma aliança não necessariamente gera sinergia. Em política, nem sempre um mais um é igual a dois. Às vezes, o eleitor de um não aceita o do outro e acaba que, além de não ganhar um lado, você perde o seu.

Na quarta-feira, o sr. teve uma conversa com Geraldo Alckmin. Há possibilidade de acordo, de resgatar a aliança histórica entre o DEM e o PSDB?

Neste momento, não. Eu sempre conversei com o governador Geraldo Alckmin. É um político com o qual tenho ótima relação. Temos projetos distintos, mas isso não vai nos levar a um conflito. Vamos continuar dialogando e aquele que chegar no segundo turno apoia o outro. Essa aliança (PSDB e DEM) vem sendo muito desgastada nos últimos anos. Em 2010, a composição foi difícil e em 2014 deixaram o DEM fora da chapa majoritária. Tudo isso mostra que o ciclo está terminando. A maioria do partido entende que o PSDB sempre priorizou seus projetos, e não o coletivo. Não é o meu caso, que cheguei à presidência da Câmara com o apoio do PSDB.

Fala-se do ex-ministro Meirelles (MDB) para vice de Alckmin. O DEM não ficaria isolado?

Isolado? Isso é invenção. É legítimo que Michel possa construir com Fernando Henrique uma aliança. Eles têm uma relação histórica e são da mesma geração. Agora, não é dessa aliança que queremos participar. O ciclo de 30 anos pode acabar nessa eleição. Há um esgotamento. Está na cara que a sociedade não aceita mais as práticas, os métodos e a forma de se fazer política atual. Ou a gente vai construir essa solução ou ela será dada por um extremismo que não é bom.

A Lava Jato atingiu quase todos os partidos, inclusive o DEM. Denúncias de corrupção vão dominar a campanha?

A gente precisa discutir não apenas a punição, mas também as condições para ter um Estado no qual os sistemas de controle sejam mais rígidos e não permitam mais o que vimos nas estatais.

Se vier uma terceira denúncia contra o presidente Temer, como o sr. vai se posicionar?

Não vou tratar de terceira denúncia porque eu não tenho informação, não quero ter e acho que atrapalha. Gera mais instabilidade. É uma decisão da Procuradoria-Geral da República. Se vier, vamos pautar porque é nosso papel constitucional.

O sr. tem conversado com PP, PR, PRB, Podemos, para articular um bloco alternativo. Mas parte dessas siglas começou a flertar com Ciro Gomes (PDT). O DEM pode apoiá-lo?

Não acredito em apoio a Ciro. Vamos levar minha candidatura até o final.

A saída de Joaquim Barbosa da disputa favorece quem? O PSB está dividido entre Ciro, Alckmin, PT e neutralidade…

Ninguém está conseguindo liderar campo nenhum nessa eleição. É por isso que não unifica.

O sr. diz que ninguém está se destacando, mas Jair Bolsonaro (PSL) continua forte…

Bolsonaro é mais à direita. Nos valores, ele é extrema-direita; na economia, é centro-esquerda porque é nacionalista, vota uma agenda de intervenção na economia.

Mas é que o sr. ainda está com 1% das intenções de voto. O sr. não pode desistir em nome de…

(Ele interrompe) Em nome de quê? De uma derrota?

Em nome de um candidato que pareça mais…

Mas qual é o candidato? Se você me disser quem parece mais, eu respondo. O problema é que não tem. Há quem tenha alguma intenção de voto por ter sido governador, mas limitado a uma rejeição maior por ser mais conhecido. Com a crise, ninguém está olhando eleição.

E quem será o vice na sua chapa? Todo mundo já fala em vice…

Por que vou tratar disso agora? Vocês são muito ansiosos. Quem está falando de vice agora não está falando a verdade.

Problemas na economia atrapalham a campanha dos aliados?

Não sei. O problema é que você tem uma narrativa de um “ponto 10”, onde está o presidente Lula. A presidente Dilma entregou o governo com “ponto menos 8”, de recessão profunda. A economia, hoje, está no “ponto 2”. Só que, com o desgaste do presidente Temer, essa época (de Dilma) saiu da memória do eleitor. Com toda a dificuldade, o PT ainda tem um ativo muito forte, que é o Lula. Sem ele, pode voltar a ser o partido com maior restrição.

Carregar o presidente Temer na campanha é um fardo?

A questão não é carregá-lo. Ele disse que ia fazer uma transição. Temos de construir uma candidatura que possa trabalhar pela conciliação do Brasil. Desse projeto todos podem participar, inclusive a esquerda. O próximo presidente, independentemente do campo que represente, precisará ter a capacidade de, no dia seguinte à vitória, sentar e pactuar uma agenda mínima, de recuperação da economia e das condições para reduzir as desigualdades.

Qual seria essa agenda?

A reforma da Previdência é fundamental e também a reforma do Estado, que ficou muito caro. Além disso, são necessárias leis que garantam segurança jurídica para que o Brasil volte a ter investimento privado.

É melhor suspender a intervenção na segurança do Rio para que se consiga votar propostas de emenda à Constituição?

Sou contra suspender a intervenção. Ela é necessária, mas foi feita sem planejamento. O mais importante é criar um modelo de integração entre as forças de segurança para enfrentar o crime organizado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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