Funcionários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) entraram em greve por tempo indeterminado, a partir desta segunda-feira (28). Ao todo, 140 postos de atendimento e sete gerências estão fechados em toda a Bahia.
A greve nacional do INSS começou na última quarta-feira (23). Na sexta (25), a categoria decidiu, em assembleia, que os servidores iriam aderir ao movimento. Os servidores pedem reposição salarial e alegam que estão em defasagem há três anos.
O reajuste que os servidores reivindicam é de 19,9%. Além disso, a categoria também afirma que há déficit de mil profissionais e pedem ainda a realização de um concurso público.
Sem saber da determinação da greve, várias pessoas buscaram atendimento em agências de Salvador. Na unidade de Brotas, por exemplo, uma fila de pessoas aguardando atendimento foi registrada nesta manhã. *G1.com
Um grupo de 47 ucranianos que estava na Polônia, chegou neste sábado (26) ao Brasil. O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou que eles foram apoiados pela força-tarefa da Embaixada do Brasil em Varsóvia. As informações são da Agência Brasil.
A embaixada providenciou os documentos de viagem e notas dirigidas às autoridades migratórias, sanitárias e aeroportuárias polonesas.
Os ucranianos também tiveram apoio do Consulado-Geral em Frankfurt, onde foi realizada conexão de voo. Eles desembarcaram no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
Portaria do MRE e do Ministério da Justiça e Segurança Pública garante visto temporário e autorização de residência para acolhida humanitária de ucranianos que tenham sido afetados ou deslocados pela guerra na Ucrânia.
Os ucranianos que chegarem ao Brasil sem visto, podem solicitar autorização de residência nas delegacias de Polícia Federal.
A ampla maioria (81%) dos entrevistados pelo Datafolha diz achar que redes sociais como Facebook, Twitter e Instagram deveriam excluir o mais rápido possível publicações que mostram notícias falsas sobre a eleição no Brasil.
Outros 14% avaliam que as plataformas deveriam deixar os conteúdos disponíveis, mas com um aviso de que são mentirosos, e para 3%, as empresas não deveriam fazer nada e deixar as postagens intactas; 3% disseram não saber responder à pergunta, feita pelo instituto na terça (22) e quarta-feira (23).
Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos, a pesquisa foi realizada em 181 cidades de todo o país, com 2.556 pessoas acima de 16 anos, e está registrada no TSE sob o número BR-08967/2022.
No total, 84% dos participantes do levantamento têm conta em alguma rede social, sendo 61% no Facebook, 56% no Instagram e 16% no Twitter.
O percentual dos que interagem em alguma plataforma chega a 98% entre as pessoas com 16 a 24 anos e cai paulatinamente conforme a idade –entre aquelas acima dos 60 anos, 57% possuem conta.
Em relação ao comportamento das empresas perante notícias falsas, os percentuais dos favoráveis à exclusão imediata pouco se alteram dentro das diferentes faixas etárias. Já a opinião de que os conteúdos deveriam ser mantidos com algum tipo de sinalização tem variação mais significativa.
Enquanto 19% no segmento de 16 a 24 anos defendem essa atitude, só 8% no grupo acima de 60 anos compartilham da mesma visão. No segmento mais idoso, a ideia de remoção instantânea é aprovada por 81%, mesmo valor da média geral.
Na fatia dos que consideram o governo Jair Bolsonaro (PL) ótimo ou bom, 5% acham que as plataformas não deveriam fazer nada em relação às postagens e 18% pensam que deveriam ser acrescidas de um alerta, percentuais que vão a 2% e 12%, respectivamente, entre quem acha a gestão ruim ou péssima.
Se na média geral 81% avaliam que as publicações deveriam ser retiradas o quanto antes, entre os que avaliam o governo como ótimo ou bom a taxa é de 74%.
Conteúdos com notícias falsas eram normalmente apagados das plataformas apenas mediante decisões judiciais, mas, com a pressão para que as redes contribuam no combate à desinformação, algumas delas passaram a sinalizar conteúdos potencialmente mentirosos, reduzir sua visibilidade, omiti-los por conta própria e, até mesmo, removê-los cautelarmente.
O Datafolha também pesquisou o nível de credibilidade dos instrumentos que a população escolhe para se informar sobre eleições. De modo geral, os meios digitais demonstraram gerar mais desconfiança do que os tradicionais.
Os programas jornalísticos na TV apareceram como fonte de informação confiável para 41% dos entrevistados, seguidos por programas jornalísticos de rádio (39%), jornais impressos (38%) e sites de notícias (32%). O WhatsApp é considerado de confiança por 12%.
Na amostra das principais redes sociais, as taxas de confiança e desconfiança, respectivamente, são de: 14% e 64% no Facebook, 19% e 56% no Telegram, 12% e 68% no TikTok e 31% e 44% no Twitter.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) criou o Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação e firmou em fevereiro memorandos de entendimento com as plataformas Twitter, TikTok, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube e Kwai.
O Telegram, que é motivo de preocupação entre autoridades por causa da fragilidade nos controles de disseminação de notícias falsas, vinha ignorando os contatos da corte eleitoral e só aderiu ao programa nesta sexta-feira (25), após ação do STF (Supremo Tribunal Federal).
Neste mês, o ministro do STF Alexandre de Moraes ordenou a suspensão do aplicativo no Brasil por considerar que a plataforma vinha descumprindo decisões judiciais e se omitindo dos chamados para se juntar aos esforços pelo combate à desinformação e à prática de infrações penais.
Após a determinação, a empresa nomeou um representante oficial no Brasil e passou a atender aos tribunais. O aplicativo informou estar disposto a colaborar com os Poderes locais e afirmou ter o compromisso de contribuir no combate às fake news no país.
Para o advogado e professor Marco Antonio da Costa Sabino, coordenador do Centro de Pesquisas de Mídia e Internet do Ibmec-SP, as principais plataformas adotaram comportamento mais cauteloso em relação ao tema depois de 2014 e reforçaram iniciativas próprias nessa área.
“Elas são capazes de combater desinformação sem intervenção do Estado. Pesquisas mostram que, quando o usuário é advertido sobre um conteúdo nocivo, ele presta mais atenção ao conteúdo e cria mecanismos críticos, o que quebra o efeito de impacto das notícias falsas”, diz.
Sabino afirma que “há pressões sobre as empresas de todos os lados, em nível global”, reforçadas após as suspeitas de manipulação da opinião pública que envolveram, por exemplo, a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e a votação do Brexit, no Reino Unido.
Na opinião do especialista, a remoção pura e simples dos conteúdos embute o risco de censura. Para ele, a melhor saída é a da inclusão de alertas sobre teor potencialmente falso, “uma decisão baseada na liberdade de expressão, mas que depende de responsabilidade e discernimento do usuário”.
A Meta, empresa que responde por Facebook e Instagram, afirma em nota à Folha que “proteger a integridade das eleições” é uma de suas prioridades, que há anos vem trabalhando em parceria com o TSE e que lançou “várias iniciativas voltadas ao Brasil”.
“Avançamos bloqueando contas falsas, limitando a disseminação de desinformação, trazendo transparência a anúncios políticos e facilitando o acesso dos eleitores a informações confiáveis”, diz.
O comunicado conjunto das duas redes sociais afirma que foi lançado para o pleito deste ano um rótulo para postagens sobre eleições. O selo é aplicado automaticamente e direciona os usuários para informações oficiais em páginas da Justiça Eleitoral.
A empresa diz ainda que “reduz significativamente, para que menos pessoas os vejam”, a distribuição de conteúdos classificados como falsos por “verificadores de fatos independentes, que analisam e classificam a exatidão das histórias”. Quem tenta compartilhar os posts é avisado antes.
O Twitter, também em nota, afirma que sua atuação é no sentido de “contribuir para um debate democrático saudável”, por meio de iniciativas como a parceria com o TSE, “manter a integridade das eleições de 2022” e “prevenir o dano potencial na vida das pessoas”.
Seu foco, entretanto, “não é em determinar se uma informação é verdadeira ou falsa –esse tipo de análise ou discussão cabe aos diferentes atores, como agências de checagem, jornalistas, formadores de opinião, especialistas e outras pessoas com diferentes perspectivas, que participam do debate público no Twitter”.
A rede social ressalta ter implementado um “lembrete que notifica as pessoas da importância de ler uma matéria ou artigo antes de compartilhá-lo” e “uma etiqueta para os perfis se identificarem como automatizados, facilitando que as pessoas saibam quando estão interagindo com um robô”.
“Além disso, vale lembrar que o Twitter proíbe a propaganda eleitoral paga na plataforma –ou seja, conteúdos com esse teor só podem ter alcance orgânico no Twitter, e não promovido. Essa política foi anunciada globalmente em 2019 e vale para o Brasil.”
A inflação medida pelo IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) voltou a dar sinais de força e ficou acima das projeções de analistas em março.
Neste mês, o índice teve alta de 0,95%. É a maior taxa para o período desde 2015 (1,24%), informou nesta sexta-feira (25) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O resultado foi puxado pela carestia de alimentos, cuja produção sofreu efeitos do clima adverso no começo do ano.
O IPCA-15 também já refletiu os impactos econômicos da fase inicial da guerra na Ucrânia, que elevou as cotações do petróleo e, assim, gerou mega-aumento de combustíveis no Brasil.
Na mediana, analistas consultados pela agência Bloomberg esperavam avanço de 0,85% para o IPCA-15. Em fevereiro, o indicador havia registrado alta ainda maior, de 0,99%.
Com a entrada do novo dado, o IPCA-15 acumulou inflação de 10,79% em 12 meses até março. Nessa comparação, trata-se do sétimo mês consecutivo com taxa de dois dígitos. Ou seja, a inflação está acima de 10% desde setembro de 2021.
A alta de 10,79% é a maior para o acumulado desde fevereiro de 2016 (10,84%). O IPCA-15 estava em 10,76% nos 12 meses até fevereiro de 2022.
TODOS OS GRUPOS SOBEM NO MÊS
Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE tiveram alta de preços em março. O principal impacto (0,40 ponto percentual) e a maior variação (1,95%) vieram de alimentação e bebidas. O segmento acelerou frente ao mês anterior (1,20%).
Segundo o IBGE, o quadro reflete a seca no Sul e as fortes chuvas no Sudeste, que prejudicaram plantações e pressionaram preços. Os alimentos para consumo no domicílio subiram 2,51% em março.
As principais contribuições vieram da disparada da cenoura (45,65%) e das altas expressivas do tomate (15,46%) e das frutas (6,34%). Em 12 meses, a cenoura acumulou avanço de 121,64%. É o mais intenso da pesquisa nessa base de comparação.
Após alimentação e bebidas, o grupo de saúde e cuidados pessoais teve a segunda maior influência (0,16 ponto percentual) no IPCA-15 de março. Os preços subiram 1,30%, após baixa em fevereiro (-0,02%).
O grupo de transportes aparece logo na sequência. O segmento teve impacto de 0,15 ponto percentual no IPCA-15, com alta de 0,68% no mês.
Dentro de transportes, os preços da gasolina, o subitem com maior peso no índice, subiram 0,83%. O resultado espelha o mega-aumento de combustíveis nas refinarias da Petrobras, que entrou em vigor em 11 de março.
Na ocasião, gasolina, óleo diesel e gás de cozinha ficaram mais caros devido aos efeitos econômicos da guerra entre Rússia e Ucrânia.
Isso ocorreu porque o conflito provocou avanço das cotações do petróleo no mercado internacional, um dos parâmetros utilizados pela Petrobras na hora de definir os preços nas refinarias.
Em março, segundo o IPCA-15, também houve altas nos preços do diesel (4,10%) e do gás veicular (5,89%). O etanol foi a exceção, com queda de 4,70%.
EFEITOS DA GUERRA
O índice oficial de inflação no Brasil é o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), também produzido pelo IBGE.
Como a variação do IPCA é calculada ao longo do mês de referência, o dado de março ainda não está fechado. Será conhecido no dia 8 de abril.
O IPCA-15, pelo fato de ser divulgado antes, sinaliza uma tendência para os preços. O indicador prévio costuma ser calculado entre a segunda metade do mês anterior e a primeira metade do mês de referência da divulgação.
Neste caso, os preços foram coletados entre 12 de fevereiro e 16 de março. Isso significa que o índice captou os primeiros efeitos do conflito na Ucrânia, já que os combustíveis subiram em 11 de março nas refinarias.
“O impacto dos combustíveis não se esgota neste mês. A coleta do IPCA-15 pegou um período curto após a alta nas refinarias”, avalia a economista Mirella Hirakawa, da gestora AZ Quest.
“O que os dados já mostram é que o repasse ocorreu de maneira muito rápida”, completa.
Além de impactar os combustíveis, o conflito no Leste Europeu também pressiona as cotações de commodities agrícolas como o trigo.
Outro temor gerado pela guerra é a escassez de fertilizantes no Brasil, devido ao grande peso da produção russa.
Assim, analistas temem novos repasses para os preços finais de alimentos, o que afetaria principalmente os mais pobres.
“A alta do trigo reflete o risco de escassez e acaba impactando outros alimentos”, diz a economista-chefe do banco Inter, Rafaela Vitoria. “Isso preocupa um pouco mais.”
Ela lembra que o avanço de outras commodities agrícolas, como milho e soja, pode causar efeitos indiretos sobre os preços das carnes. É que esses insumos são usados para alimentação animal.
No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 está bem acima da meta de inflação perseguida pelo BC (Banco Central) para o IPCA. O centro da medida de referência é de 3,50% em 2022. Já o teto foi definido em 5%.
Analistas do mercado projetam estouro da meta em 2022, o que significaria o segundo ano consecutivo de descumprimento.
A alta prevista pelo mercado para o IPCA é de 6,59% até dezembro, de acordo com a mediana do boletim Focus, divulgado pelo BC.
As projeções vêm sendo revisadas para cima nas últimas semanas, em meio aos reflexos da guerra. Já há instituições financeiras projetando IPCA acima de 7% ao final do ano.
JUROS MAIS ALTOS
Em uma tentativa de frear a inflação, o BC vem subindo a taxa básica de juros. Neste mês, a Selic alcançou 11,75% ao ano. O mercado vê espaço para uma taxa ainda mais alta.
A mediana do Focus indica Selic de 13% ao final de 2022. O efeito colateral dos juros elevados é inibir investimentos produtivos na economia, já que as linhas de crédito ficam mais caras.
Com a pressão gerada pela guerra, a AZ Quest projeta IPCA de 1,04% em março e IPCA-15 de 1,2% em abril.
Rafaela Vitoria, do banco Inter, também avalia que as altas devem ficar próximas de 1%. Segundo a economista, uma trégua mais consistente da inflação em 12 meses só deve ocorrer a partir do segundo semestre.
O alívio esperado nas contas de luz e o efeito dos juros mais altos sobre a demanda de bens e serviços estão entre os fatores que sustentam essa projeção.
Morreu nesta sexta-feira (25), aos 50 anos, Taylor Hawkins, baterista do Foo Fighters. A notícia foi divulgada pela banda através das redes sociais. O grupo tocou no Lollapalooza Brasil neste domingo (27), em São Paulo, encerrando o festival como última atração do Palco Budweiser, mas as próximas apresentações do grupo foram canceladas.
Segundo o g1, ele foi encontrado sem vida no hotel em Bogotá onde a banda se hospedava e tocaria no mesmo dia. A causa da morte ainda não foi divulgada.
“A família Foo Fighters está devastada pela trágica e prematura perda de nosso amado Taylor Hawkins. Seu espírito musical e riso contagiante vão viver conosco para sempre. Nossos corações vão a sua mulher, filhos e família, e pedimos que sua privacidade seja tratada com o máximo de respeito nesse tempo de dificuldade inimaginável”, escreveu o grupo no Twitter.
Quem tem 15 anos ou mais e não concluiu o ensino fundamental ainda tem tempo de se matricular no EJA – Educação de Jovens e Adultos. A Secretaria Municipal de Educação (Smed) informa que as matrículas estão abertas até o dia 31 de março. Os interessados devem procurar uma escola municipal munidos de RG, CPF, uma foto 3×4, comprovante de residência e atestado da escola anterior.
A oferta de aulas é nos turnos matutino, vespertino e noturno, proporcionando ao aluno conciliar estudo com trabalho de forma mais tranquila. O EJA acontece tanto nas escolas municipais da zona urbana como na zona rural.
O trabalho é realizado com dois segmentos, divididos em módulos. No Segmento I são três módulos. No módulo um tem a aplicação do primeiro ano do ensino fundamental. No módulo 2, o segundo e terceiro anos e, no módulo 3, o quinto ano do ensino fundamental.
No Segmento II são mais dois módulos. No primeiro, sexto e sétimo ano do ensino fundamental. No segundo módulo, aplica-se o 8° e 9° ano.
Durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), realizada na manhã desta sexta-feira, 25, o vereador Fernando Jacaré (PT) iniciou o pronunciamento repudiando os ataques verbais sofridos pelas professoras do Simmp em uma emissora de rádio local. “Estamos com uma Moção de Repúdio para ser votada nesta Casa, ainda hoje, contra esses radialistas. Não podemos admitir que isso ocorra. É uma vergonha o que aconteceu aqui em Conquista e o que está acontecendo no Ministério da Educação”, afirmou.
Jacaré destacou também a visita do governador Rui Costa a Vitória da Conquista, na semana passada, para inaugurar equipamentos como o novo Hospital Afrânio Peixoto. “Esse hospital vai contribuir de forma significativa com a rede hospitalar da região”, afirmou. Ele lembrou ainda outras obras autorizadas pelo Governo do Estado, como a reforma do Colégio Dom Climério, a pavimentação da estrada que dá acesso ao Distrito de São Sebastião e a revitalização da BR-415. Ele destacou também os investimentos que o Governo Estadual tem feito para garantir a segurança hídrica em Vitória da Conquista e região, como a construção da barragem do Rio Catolé.
O vereador encerrou o pronunciamento parabenizando a presidência da Câmara por receber os comerciantes para tratar da intervenção na Rua Siqueira Campos. “Essa Casa precisa estar ao lado do povo”, pontuou.
Após cerca de doze horas de buscas, a guarnição do NOA (Núcleo de Operações Aquáticas) do 7º GBM recuperou o corpo de homem de 22 anos. As buscas tiveram início às 13h50 desta quarta-feira (23) e se encerraram na quinta-feira num local conhecido como Lagoão, no Povoado de Barrocas, Zona Rural de Vitória da Conquista.
No primeiro dia de buscas, os mergulhos foram feitos a cerca de 40 metros da margem da lagoa e a quatro metros de profundidade. No local havia muita vegetação e cercas submersas. A ação foi interrompida porque anoiteceu. No dia seguinte, às 8h da manhã, a equipe retomou o trabalho e recuperou o corpo às 17h33, o qual ficou sob responsabilidade da PM, aguardando o DPT.
*O Corpo de Bombeiros alerta para a prevenção de acidentes em rios e lagoas*:
Sempre avise o local que está indo para um parente e a hora programada para retorno.
Leve sempre um amigo, pois isto aumenta sua segurança.
Antes de pescar ou tomar banho observe qual o local mais seguro, pois estes locais tem uma aparência tranquila que engana a muitos.
Utilize sempre um colete salva-vidas. Isto pode fazer uma grande diferença de vida ou morte a você.
Cuidado com o limo nas pedras, ele pode fazer você escorregar e cair na água.
Cuidado com buracos fundos e de lodo, você pode afundar rapidamente.
Se o rio tiver correnteza nunca entre na água acima do joelho.
Nunca mergulhe de cabeça, pois isto já provocou diversas mortes ou paralisia.
Aprenda como ajudar em situações de emergência.
Crianças só devem entrar na água sob a supervisão de um adulto.
Procure sempre um local com segurança de guarda-vidas, se houver.
*Assessoria de Comunicação / 7°Grupamento de Bombeiros Militar*
Na manhã desta sexta-feira, 25, durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, o vereador líder da Bancada de Oposição, Valdemir Dias (PT), se solidarizou e repudiou radialistas que teriam agredido verbalmente duas professoras do Simmp, durante uma entrevista. “Quem não tem argumento passa para a agressão. A rádio é uma concessão pública e tem que respeitar o estado democrático, assim como, na política, temos que ouvir todos os lados. Não houve motivo para isso, por isso vamos aprovar essa Moção de Repúdio”, disse.
Valdemir lembrou que a luta dos professores é legítima: “estão tentando manter o que já existia. Não é para avançar a pauta, é para manter o que tinham”. Ele lembrou que a tabela foi achatada e explicou que os professores que entram hoje no município ganham o mesmo daqueles que estão lá há 20 anos.
“Votamos contra a criação de 42 novos cargos de livre nomeação. Passou, mas não com o nosso voto da oposição. Não falta recurso para cargos comissionados, porém para o professor falta e é isso que leva os professores às ruas. As perdas dos professores começaram em 2017, e de lá para cá, só perda. Aumento de 33% só é dado na base da tabela, a reivindicação é mais que justa”, finalizou.