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Um Grave acidente foi registado na tarde desta quarta-feira (16), na avenida São Geraldo, próximo a rua 10 de novembro, bairro Alto Maron em Vitória da Conquista. De acordo com informações de populares, uma carreta se desequilibrou e acabou batendo em um poste na rua; após o acidente os fios de tensão elétrica se soltaram e trazem perigo de choque elétrico para quem transita pelo local. Veja:

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O senador Otto Alencar, presidente estadual do PSD, afirmou na manhã desta quarta-feira (16) ao bahia.baque o senador Jaques Wagner (PT) continua como pré-candidato da base aliada ao governo da Bahia.

O parlamentar ressaltou ainda que o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, não participou na terça-feira (15) da reunião que aconteceu em São Paulo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e que contou com as presenças do próprio Otto, Jaques Wagner e do governador Rui Costa.

“É preciso dizer que algumas informações estão trocadas. Kassab não participou desse encontro e não foi discutido nada de articulação nacional. O PSD nacional é tratado por Kassab e nós da Bahia temos liberdade para tomar nossas decisões. Vamos apoiar Lula e eu continuo como pré-candidato ao Senado. O senador Jaques Wagner é pré-candidato ao governo”, disse.

Ainda segundo Otto, as conversas continuarão, mas os aliados estão “afinados” e “unidos” para a eleição de outubro. “O papo foi excelente e nós, aqui da Bahia, asseguramos o apoio ao presidente Lula. Vamos apoiar e fazer campanha para ele”, completou o senador.

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Disposto a solidificar pontes para um eventual segundo turno presidencial, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem conduzido pessoalmente acordos que privilegiam potenciais aliados nas disputas regionais, em detrimento de nomes do próprio PT.

Mesmo diante das dificuldades para a costura de uma federação com o PSB e outras siglas de esquerda, o PT trabalha com a perspectiva de lançar somente cerca de dez candidatos a governador nas próximas eleições, um dos menores números de seus 42 anos de história.

Nos demais estados, a prioridade será a consolidação de palanques consistentes de olho na eleição de Lula e na governabilidade de uma eventual gestão petista. Além disso, há um entendimento de que a eleição de uma forte bancada para a Câmara dos Deputados e o Senado se sobrepõe à disputa de governos estaduais.

As negociações —que têm a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), como avalista — não se restringem aos partidos do bloco de esquerda, estendendo-se ao centrão, que hoje apoia o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). A agenda do ex-presidente inclui conversas com MDB, PSD e PSDB.

Lula foi fiador, por exemplo, de um acordo pela reeleição do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), a quem chamou de companheiro durante entrevista à Rádio Liberal.

Dois dias depois de anunciar publicamente esse apoio à reeleição de Helder, com quem conversou, Lula recebeu a visita em São Paulo do senador Renan Calheiros (MDB-AL) e seu filho, o governador de Alagoas, Renan Filho (MDB). No encontro, cujo registro fotográfico foi divulgado por Lula nas redes sociais, o petista reafirmou o apoio a uma candidatura de Renan Filho ao Senado, além do compromisso de aliança em torno do candidato dos Calheiros ao governo estadual. “O presidente Lula reafirmou a importância de estarmos juntos”, relatou Renan.

No Maranhão, apesar da resistência de parte do PT local, o compromisso é de apoio ao indicado pelo governador Flávio Dino (PSB) —seu vice, Carlos Brandão, que concorrerá pelo PSB, provavelmente em consonância com a família Sarney. Em Pernambuco, o PT anunciou apoio ao PSB antes mesmo de conhecer o nome do candidato, o deputado federal Danilo Cabral.

A aliança foi selada durante reunião virtual, de quase três horas, entre Gleisi e os presidentes do PSB, Carlos Siqueira, e do PC do B, Luciana Santos, com a presença do senador Humberto Costa (PT-PE). Líder das pesquisas locais, Costa concordou em retirar a candidatura ao governo do estado em prol da aliança. “Claro que não fiquei satisfeito. Mas era a orientação nacional do PT. A aliança com o PSB é estratégica”, afirmou. À espera de um acordo com o PDT no segundo turno, o comando nacional do PT não impôs resistência à aliança com a família Gomes no Ceará.

No reduto eleitoral de Ciro Gomes, o PT apoiará a candidatura do PDT ao governo do estado, uma vez que o governador Camilo Santana (PT) vai se desincompatibilizar para concorrer ao Senado, deixando a cadeira para a vice-governadora Izolda Cela.

A estratégia nos estados guarda total relação com os movimentos patrocinados por Lula em âmbito nacional. O ex-presidente, por exemplo, tende a fechar uma chapa com o ex-tucano e ex-rival de campanha Geraldo Alckmin, além de ter conversado com outros nomes do PSDB e com o PSD de Gilberto Kassab.

Com aval do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), discute uma aliança com o PT na disputa pelo Palácio dos Tiradentes. Líder do PT na Câmara, o deputado Reginaldo Lopes (MG) afirma que, em Minas, a polarização entre Kalil e o governador Romeu Zema (Novo) não permite espaço a uma terceira via. Está programado para os próximos dias um encontro entre Lula e o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD).

Lula mantém canais de diálogo com governadores até onde ainda não se cogita uma aliança formal com o PT nesse primeiro turno. É o caso de Sergipe e da Paraíba. O ex-presidente já se reuniu com o governador de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD), que deverá lançar o deputado Flávio Mitidieri, seu correligionário, à sucessão. Apesar da boa relação com o PT, Lula aposta na candidatura do senador Rogério Carvalho ao cargo.

O ex-presidente também já conversou com o governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania). Mas o petista não pretende contrariar o ex-governador Ricardo Coutinho (PT) por uma dívida de gratidão. Recém-filiado ao PT, Coutinho foi ferrenho defensor de Dilma Rousseff, quando ainda era filiado ao PSB, e hoje vê em Azevêdo um rival.

Disputado no Nordeste, Lula enfrenta dificuldades para montagem de palanques no Centro-Oeste, incluindo o Distrito Federal, região de forte presença bolsonarista.

Ele chegou a propor ao tucano Marconi Perillo a formação de uma aliança ampla para barrar a reeleição do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil).

Após 14 anos sem falar com Lula, Perillo alegou, porém, dificuldades de explicar ao seu eleitor uma coligação com o PT. Ex-governador de Goiás, Perillo deverá disputar o Senado pelo PSDB. “Tenho uma história no PSDB e pagaria alto preço se desviasse minha biografia por conta de um projeto de curto prazo”, disse.

Já no Paraná, o PT apoiará a candidatura do ex-emedebista Roberto Requião. Ex-governador e ex-senador, Requião está à espera dos desdobramentos do debate sobre federação no campo da esquerda para decidir a qual partido se filiar.

Além do desejo de “colocar em ordem o estado que está acabando”, Requião aponta a candidatura de Lula como uma das razões para disputar o governo estadual. Ele afirma que o PT está ajudando-o muito nessa largada e não descarta se filiar ao partido caso não prospere o projeto de federação à esquerda. “Se não houver federação, por que não? Fui muito mais petista durante o processo de cassação da Dilma do que o próprio PT”, afirma.

Entre os principais nomes do PT para governos estaduais estão o ex-prefeito Fernando Haddad em São Paulo, o senador Jaques Wagner, na Bahia, a governadora Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte, o secretário de estado Rafael Fonteles, no Piauí, e o senador Rogério Carvalho, em Sergipe.

Como mostrou a coluna Mônica Bergamo, da Folha, caso a federação não dê certo, o PT pode ampliar o número de candidatos a governador nos estados, em especial Espírito Santo Fabiano Contarato) e Rio Grande do Sul (Edegar Pretto), onde o PSB reivindica apoio aos seus candidatos.

Na noite de sexta-feira (11), os presidentes de PSB, PV, PT e PC do B se reuniram em busca de um acordo para o Rio Grande do Sul, onde o presidente estadual do PSB, Beto Albuquerque, e o deputado estadual Edegar Pretto (PT) reivindicam o direito de concorrer. Outro nome citado para a disputa é o da ex-deputada Manuela d’Ávila (PC do B).

Albuquerque diz que caberá a Lula definir quem será seu candidato no estado. “Com todo respeito aos outros, sou o candidato que mais amplia em um segundo turno”, afirma Albuquerque.

Pretto contesta. Afirmando que Lula lidera as pesquisas no Rio Grande do Sul, argumenta que terá mais chances aquele com maior identidade com o ex-presidente. “Nossa pré-candidatura é um projeto alternativo ao do governador Eduardo Leite. PSB faz parte desse governo”, alega.

Outra fonte de tensão entre o PT e o PSB é o encontro ocorrido neste sábado (12) entre o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), e o ex-juiz Sergio Moro, pré-candidato à Presidência pelo Podemos.

Questionado pela cúpula do partido, Casagrande lembrou que o Podemos integra a base de seu governo e afirmou que não poderia deixar de recebê-lo. Aliados de Lula não engoliram a justificativa. Ainda assim, não está enterrada a intenção de apoiar a reeleição de Casagrande.

“O PT vai ter no máximo dez candidatos a governador porque a prioridade é Lula. Depois, deputados federais. Depois, senadores. Em quarto lugar vêm os governadores”, afirma o deputado federal José Guimarães (CE), um dos vice-presidentes do PT e coordenador do Grupo de Trabalho de Acompanhamento dos Estados no partido.

Em toda a sua história, o ano em que o PT disputou menos governos estaduais foi em 2010, ocasião em que também priorizou abrir mão de candidatos próprios nos estados em nome da formação de alianças regionais de sustentação à candidatura de Dilma Rousseff —foram 10.

Em 2002, ano da vitória que levaria o PT ao governo federal, por exemplo, o partido disputou o governo de 24 das 27 unidades da federação, tendo vencido três (Acre, Mato Grosso do Sul e Piauí). Nas últimas eleições, em 2018, o partido lançou 16 candidatos a governador e elegeu 4, todos no Nordeste —Ceará, Bahia, Piauí e Rio Grande do Norte.

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A Caixa Econômica Federal paga hoje (15) a parcela de fevereiro do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 2. O valor mínimo do benefício é R$ 400. As datas seguirão o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês.

O beneficiário poderá consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Atualmente, 17,5 milhões de famílias são atendidas pelo programa. No início do ano, 3 milhões foram incluídas no Auxílio Brasil.

A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Benefícios básicos

O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas e acadêmicas.

Podem receber o benefício as famílias com renda per capita até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza.

A Agência Brasil elaborou guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão critérios para integrar o programa social, nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro.

Neste mês, não haverá pagamento do Auxílio Gás, que beneficia 5,5 milhões de famílias até o fim de 2026. O benefício, que equivale a 50% do preço médio do botijão de 13 quilos, só é pago a cada dois meses e retornará em março.

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Crescem as especulações sobre uma mudança total na chapa governista que vai disputar as eleições ao Governo da Bahia em outubro. Com a articulação do ex-presidente Lula (PT), o PSD garantiria a cabeça da chapa com o senador Otto Alencar em troca do apoio à campanha do cacique petista à Presidência da República já no primeiro turno, tendo o ex-tucano Geraldo Alckmin na vice. O ex-governador de São Paulo tem sido ‘cortejado’ por Gilberto Kassab, o mandachuva do PSD.

A reunião entre Lula, o governador Rui Costa (PT) e os senadores Jaques Wagner (PT) e Otto Alencar (PSD), nesta terça-feira (15), gerou grande burburinho nos bastidores da política. Este encontro teria sido importante para costurar a aliança envolvendo Alckmin – ainda sem partido -,  Lula e Kassab.

Em contrapartida, Otto Alencar, contra a sua vontade, teria que desistir da reeleição ao Senado para representar o PSD como candidato ao Governo da Bahia. O vice de Otto sairia do PP, indicado pelo atual vice-governador João Leão, que ganharia protagonismo na política local com a licença do titular, Rui Costa, para concorrer ao Senado em outubro. Leão herdaria um mandato tampão de oito meses.

A confirmação da aliança PT, PSD e PP ainda teria Jaques Wagner, que tem mais quatro anos de mandato como senador, desistindo da campanha para o Executivo estadual e permanecendo no Congresso – ou saindo para ocupar um ministério em um eventual governo Lula.

Depois que as especulações ganharam terreno, Wagner postou uma mensagem no Twitter para comentar a reunião com Lula, a quem tratou como “grande maestro da política nacional”.

Em seguida, Wagner afirmou que, por enquanto, o quadro continua o mesmo: “Nosso objetivo é fortalecer a unidade do grupo para ganharmos mais uma vez na Bahia e com Lula. O quadro continua o mesmo, com minha pré-candidatura ao Governo e o desejo de Otto e Leão de disputarem o Senado. Política é assim: se conversa muito até se chegar a um consenso”.

Caso a aliança entre PT, PSD e PP se confirme, seria a primeira vez que o PT abriria mão do protagonismo em eleições na Bahia.

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Diversos sites da Bahia publicaram que o Senador Jaques Wagner teria desistido da sua candidatura ao governo da Bahia nas eleições deste ano, nesta terça-feira (15).

Em publicação na sua conta oficial do Twiter, Wagner disse que o quadro contínua o mesmo com sua pré-candidatura ao Governo e o desejo de Otto e Leão disputarem o Senado.

O senador Jaques Wagner (PT), o governador Rui Costa e o senador Otto Alencar (PSD-BA) estiveram em reunião na tarde desta terça-feira com o ex-presidente Lula, em São Paulo. Por tabela, também foi desmentido que o atual Governador Rui Costa (PT), seria candidato ao Senado e deixaria o governo para João Leão assumir.

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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 55 óbitos, 5.346 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,37%) e 7.562 recuperados (+0,54%). Dos 1.464.432 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.411.565 já são considerados recuperados,24.276 encontram-se ativos e 28.591 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.743.310 casos descartados e 320.380 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas desta terça-feira (15). Na Bahia, 60.781 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Vacinação

Até o momento temos 11.387.787 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.211.626 com a segunda dose ou dose única e 3.196.168 com a dose de reforço. Do público de 5 a 11 anos, 371.996 crianças já foram imunizadas.

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formalizou hoje (15) a parceria com oito redes sociais com o objetivo de combater a desinformação sobre o processo eleitoral deste ano. A iniciativa, que já vinha sendo anunciada e ocorreu em anos anteriores, foi firmada em cerimônia virtual.
Neste ano, a novidade foi a inclusão da Kwai, plataforma de compartilhamento de vídeos curtos. “Vamos ter um canal direto com o TSE para [denunciar] conteúdos que violem a legislação eleitoral e causem risco para a integridade das eleições”, disse Wanderley Mariz, diretor de relações governamentais e políticas públicas da rede social.

Nesta terça-feira (15), foram assinados memorandos de entendimento que listam ações, medidas e projetos a serem desenvolvidos em conjunto pelo TSE e as plataformas, de acordo com as especificidades da cada uma. Tais ações serão colocadas em prática mesmo após o período eleitoral, até 31 de dezembro.

Uma das principais linhas de atuação é a remoção de conteúdos considerados danoso ao processo eleitoral. Nessa linha, plataformas como TikTok, Facebook e Instagram anunciaram que seguirão com a exclusão de publicações nocivas. O Twitter, por sua vez, demonstrou postura mais cautelosa.

“Não dependemos apenas de decisões binárias de remoção e ou exclusão de conteúdo, pois sabemos que oferecer a pessoas o contexto adequado é também uma ferramenta eficaz e importante para combater a desinformação”, disse Daniele Kleiner Fontes, chefe de políticas públicas do Twitter.

Já o WhatsApp disse que continuará a suspender contas que apresentem “atividade inautêntica”. Segundo o representante da plataforma mensagens instantâneas, Dario Durigan, em todo o mundo são suspensas mais de 8 milhões de contas por mês do aplicativo. “A eleição brasileira é a mais importante para o WhatsApp no mundo em 2022”, afirmou o executivo.

Sem citar concorrentes, Durigan afirmou que o aplicativo é “dos únicos serviços de mensagens instantâneas que respeitam a lei brasileira”. Desde o início do ano, o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, tem criticado o Telegram, um dos principais concorrentes do WhatsApp, por não possuir representação no Brasil nem se submeter às leis brasileiras.

O diretor de relações governamentais do Google no Brasil, Marcelo Lacerda, anunciou ainda que a empresa divulgará um relatório de transparência de anúncios políticos, “que dará visibilidade sobre quem contratou esses anúncios, quanto pagou, para quem esses anúncios foram servidos e quais os parâmetros utilizados para a segmentação desses anúncios”.

Outras iniciativas das plataformas são focadas na disseminação de informações oficiais sobre o pleito, que devem receber maior destaque das ferramentas, por meio de links, stickers, avisos e bots do próprio TSE.

“Nós conseguimos avançar com ferramentas e instrumentos que ajudam a justiça eleitoral e as plataformas a servirem da melhor forma ao pais e a democracia brasileira”, disse Barroso no evento desta terça. Ele reafirmou que a parceria entre o TSE e as plataformas não envolve nenhuma troca de dinheiro.

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O governador Rui Costa (PT) rifou o nome do senador Jaques Wagner (PT) ao decidir ocupar o posto para o senado na vaga da chapa majoritária da eleição deste ano. O fato do PT ocupar dois cargos na majoritária acende o alerta da base que não aceitaria o desenho, e o nome de Otto Alencar (PSD) ganha força para disputar o Palácio de Ondina.

O desdobramento deixaria o PP contemplado com o governo por oito meses, algo que João Leão almeja para encerrar a sua carreira política. E, de quebra, poderia também indicar a vice ou a suplência de Rui ao Senado.

A candidatura do petista começou a ser pavimentada mais uma vez após uma reunião dos cardeais do teodolito no último domingo (12). Foi no encontro, conforme apurou o BNews com algumas fontes palacianas, que Rui deixou claro a sua vontade de concorrer a exemplo de Camilo Santana, no Ceará.

Com a decisão, um novo arranjo começa ser feito e uma reviravolta pode ocorrer escanteando Wagner que já se postava nas conversas e nos encontros como o nome para encabeçar mais uma vez a chapa. O petista esperava que Rui fizesse o que ele fez em 2014 e cumprisse até o final o mandato. Com Rui impondo a candidatura automaticamente o próprio governador inviabilizou o nome do senador petista e seu criador político.

Outra corrente defende que Lula estaria disposto a negociar a chapa com Gilberto Kassab (PSD). O petista alimentou esperança de vencer a eleição no primeiro turno para presidência e, para garantir o PSD com Geraldo Alckmin na vice, se colocou para movimentar tabuleiros importantes como Minas Gerais e Bahia.

 

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Maria foi expulsa do Big Brother Brasil 22 após o episódio de agressão contra a colega de confinamento, Natália, durante a dinâmica do Jogo da Discórdia na última segunda-feira (14).

 

A atriz foi chamada ao confessionário no início da tarde desta terça-feira (15). Após uma conversa, a produção anunciou a expulsão da artista para a casa.

 

“Atenção todos. Nós reavaliamos cuidadosamente as imagens do jogo de ontem e a atitude da Maria com a Natália acabou gerando uma agressão, com isso, Maria infrigiu uma das regras do programa, está desclassificada e acaba de deixar o BBB”.

 

Em conversa com os colegas, Natália disse ter ficado em choque com a decisão.

Na ocasião, Maria bateu com o balde de água suja usado na dinâmica na cabeça de Natália, que se queixou da situação ainda no ao vivo. “Só não pode bater o balde na cabeça, né?”, disse.

 

Vale lembrar que Maria foi advertida ao vivo por Tadeu Schimidt. “Maria, você foi muito descuidada no momento de jogar a água e acabou batendo o balde na cabeça dela”.

 

Maria ainda confessou ao colega Vyni ter passado dos limites no momento de jogar o balde. “Ela me deixou com muito ódio, muito ódio, muito ódio. Eu não raciocinei na hora que fiz”.

 

Este não foi o primeiro episódio de Maria que gerou polêmica nas redes sociais. Há uma semana, a participante foi acusada de agressão por ter forçado uma plaquinha na testa de Arthur Aguiar.

No vídeo repercutido pelo público, Maria parece dar um tapa no participante. A sister chegou a confessar que o ator havia tirado a paciência dela e que se pudesse o agrediria.

 

 

 

 

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