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O presidente do Supremo tribunal Federal (STF), Luiz Fux, cancelou, na tarde desta quinta-feira (5), uma reunião marcada anteriormente e que envolveria os chefes dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. A decisão de Fux é uma reação aos sucessivos ataques do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), a membros do Judiciário, a exemplo do ministro Luís Roberto Barroso, que também ocupa a presidência do Superior Tribunal Eleitoral (STJ). O anúncio foi feito publicamente durante reunião com membros da Corte.

Fux enfatizou que Bolsonaro tem mantido uma postura incompatível com o pretendido “Sua excelência mantém a divulgação de fatos fora da realidade e insistes em colocar sobre suspeição a higidez do processo eleitoral. O STF está cancelando a reunião outrora anunciada entre os chefes de Poderes, pois pressupõe um respeito mútuo entre os integrantes”, enfatizou.

Para o presidente da Suprema Corte, o diálogo pressupõe compromisso com a própria palavra e Bolsonaro não estaria respeitando tais premissas. Fux enfatizou já ter feito alerta ao presidente sobre questões concernentes aos “limites da liberdade de expressão”.

 

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Empresários, lideranças religiosas, entidades da sociedade civil e lideranças políticas divulgaram, nesta quarta-feira (4), um manifesto em apoio ao sistema eleitoral brasileiro.

O texto foi divulgado no mesmo dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) incluiu o presidente Jair Bolsonaro em inquérito das fake news por ataques às urnas eletrônicas. Após a inclusão, Bolsonaro ameaçou agir fora da Constituição.

O comunicado, batizado de “Eleições serão respeitadas”, afirma que há confiança no sistema de votação eletrônica – colocado em dúvida pelo pelo presidente, que não apresentou provas –, e que “a sociedade brasileira é garantidora da Constituição e não aceitará aventuras autoritárias.”

Quem assina o manifesto

 

Mais de 260 nomes constam da lista de primeiros signatários do manifesto, que segue aberto para novas assinaturas. Entre eles, estão empresários como Luiza Trajano (Magazine Luiza) Roberto Setúbal (Itaú), Guilherme Leal (Natura), Oskar Metsavaht (Osklen) e Pedro Parente (BRF e ex-presidente da Petrobras).

A lista inclui o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nelson Jobim – que também foi ministro da Justiça e da Defesa –, os ex-presidentes do Banco Central Gustavo Loyola, Ilan Goldfajn e Pedro Malan, o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão, o ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro e o ex-chanceler Celso Lafer.

Economistas como Alexandre Schwartsman, Andre Lara Rezende, Armínio Fraga, Bernard Appy, Elena Landau, José Roberto Mendonça de Barros, Luiz Carlos Bresser Pereira e Persio Arida e Samuel Pessôa também subscrevem o documento.

A lista de assinaturas inclui ainda as do cardeal Dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, do rabino da Congregação Israelita Paulista Michel Schlesinger, e da Monja Cohen.

Assinam também Candido Mendes de Almeida, integrante da Academia Brasileira de Letras, o documentarista João Moreira Salles, o empresário e coordenador da Rede Nossa São Paulo Oded Grajew, os médicos Drauzio Varella e Margareth Dalcolmo e o jurista Joaquim Falcão. Matéria: G1.com

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As sessões presencias na Câmera Municipal de Vitória da Conquista retornaram nesta quarta-feira (04),  seguindo todos os protocolos indicados pelos órgãos de saúde.

De acordo com o vereador Subtenente Muniz (AVANTE), as sessões no legislativo são de suma importância para a comunidade de Vitória da Conquista.

 “ Aqui importantes decisões serão tomadas para nossa cidade; projetos de lei, indicações e o acompanhamento e fiscalização constante dos atos do poder executivo. Assim estaremos firmes continuando nosso trabalho. Com essas nas ações, mas principalmente com nossos trabalhos do dia a dia, estaremos buscando sempre o melhor para a nossa gente, buscando a melhoria de qualidade de vida, com melhor saúde, educação e Segurança para todos”. Destacou o político.

Em sua fala, na sessão desta quarta-feira (04),  o vereador homenageou os policiais militares assassinados no mês de julho, no distrito de José Gonçalves e criticou o fato de a Guarda Municipal de Vitória da Conquista não dispor de armas não letais para realizar o patrulhamento no município.

ASSISTA: 

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A engenheira ambiental  Amanda Coqueiro passou num curso de mestrado na Alemanha e busca recursos para realizar o seu sonho. Através das  redes sociais, ela conta  sua história e explica como as pessoas podem contribuir com a viajem.

“ Desde o final do ano passado venho me preparando e me candidatando em várias seleções, e depois de muitas tentativas, fico feliz em compartilhar com vcs, familiares e amigos, que consegui o que tanto pedi a Deus. Passei em um mestrado na Alemanha. 

Eu bem sei que é muito chato “pedir”, mas tenho que ir atrás dos meus sonhos e acredito que posso conseguir isso. Se vc não puder contribuir financeiramente, peço que continue orando por mim e minha família. Agradeço qualquer apoio.

As aulas na universidade se iniciam no começo de outubro, mas em meio a tantas incertezas, em relação a abertura das fronteiras por parte da Alemanha, questões de vistos e etc, possa ser que essa tentativa não dê certo. Claro que estou confiante, animada, mas tenho que pensar em outros cenários.

Visto isso, em caso negativo em relação à minha ida a Alemanha, todo dinheiro arrecadado será *devolvido* às devidas pessoas. Para contribuições por PIX, esse controle fica mais fácil, mas caso vc prefira realizar um *depósito*, peço que seja enviado o comprovante para o seguinte email: amandacoqueiroo@gmail.com.

 

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De acordo com a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia(Sesab), mais de 400 mil baianos não compareceram aos postos de vacinação para receber a segunda dose contra a Covid-19 dentro do prazo. Os dados informam que são 319 mil pessoas com o esquema vacinal da AstraZeneca incompleto e 86 mil da CoronaVac.

Em entrevista a equipe de reportagem do programa Redação Brasil,  Vânia Broucke que é coordenadora de imunização da secretaria de saúde do Estado da Bahia, falou mais a respeito do assunto.

Ouça a entrevista:

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Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 676 gramas de maconha em um ônibus na manhã de hoje (05/08) em Vitória da Conquista (BA). O veículo, que seguia de Belo Horizonte (MG) para Natal (RN), foi fiscalizado no km 830 da BR 116.

Durante a fiscalização, foi usado o auxílio do cão K9 Kaleu. Ele indicou a presença de substância ilícita em uma das bagagens. Com isso, foi localizada uma mala contendo pacotes de maconha.

Uma mulher de 32 anos foi identificada como responsável pelo transporte da droga. Ela relatou que estava de mudança e que levaria a maconha para Aracaju (SE).

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão em flagrante e a mulher e o produto apreendido foram apresentados a autoridade de plantão da Delegacia de Polícia Civil de Vitória da Conquista (BA). Inicialmente, ela responderá pelo crime previsto no artigo 33 da Lei 11.343/2006 (Tráfico de drogas).

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Por Nanda Feminella

Após saírem de suas casas ou serem expulsos, muitas pessoas vão morar nas ruas. Algumas, enquanto passam fome, frio, sede, perigo e agressões, são contempladas e chegam no Lar da Misericórdia. Segundo o dicionário online de português, Dicio, o substantivo feminino, “misericórdia”, tem como um dos significados: “sentimento de pesar ou de caridade despertado pela infelicidade de outrem; piedade, compaixão” ou “ação real demonstrada pelo sentimento de misericórdia; perdão concedido unicamente por bondade; graça”. Motivado por uma crença religiosa em servir o próximo com ações, o fundador e presidente do Lar da Misericórdia, fundado em 2016, João Paulo de Oliveira, abriga moradores de rua na cidade de Vitória da Conquista – Ba.

Pra envolver com uma ação dessa você precisa dar uma pausa nas suas coisas”, quem diz é João Paulo, aos 38 anos de idade, ao lembrar do início do seu trabalho com a população de rua. Ainda adolescente, ele iniciava um trabalho social que mudaria todo seu estilo de vida. Nas noites quentes ou frias, secas e chuvosas dos dias de sábado, o adolescente entregava alimentos e palavras de esperança aos moradores de rua da terceira maior cidade do estado da Bahia. A ação individual de um adolescente aos 16 anos de idade, iniciada no ano de 1999, tornou-se plural. Outras pessoas se juntaram e com João Paulo, levavam comida aos marginalizados das ruas, dando início ao grupo denominado Pastoral de Rua. Apesar da pouca idade, o adolescente fez uma escolha de forma consciente. Abriu mão dos estudos, do trabalho, da juventude e do próprio conforto para fazer o bem aos indesejados da sociedade.

Em 2002, a Pastoral de Rua passou a fazer parcerias com igrejas católicas e a partir delas, começou a utilizar espaços físicos para oferecer cuidados como: banho, alimentação e entretenimento aos moradores de rua. A caminhada não foi fácil. Em casas emprestadas, o grupo se juntava para cuidar dos ferimentos do corpo e da alma de homens e mulheres sem casa para morar. Em 2006, após muitas conversas e vínculos afetivos desenvolvidos com os indesejados da sociedade, João Paulo fundou uma casa de passagem responsável por dar assistência temporária àqueles que, por diversos motivos, saíram de suas casas. Contudo, foi em 02 de agosto de 2016 que o projeto Lar da Misericórdia tomou forma.

 

Membros da Pastoral de Rua cuidando de um morador

Membros da Pastoral de Rua cuidando de um morador

Projetos não nascem no papel, nascem no coração” De forma calma e tranquila, o fundador conta que o Lar nasceu a partir do seu esforço ao alugar uma casa, com recursos próprios, para abrigar um casal que pedia por Membros da Pastoral de Rua cuidando de um morador ajuda. Logo em seguida, a ação se repetiu e novamente João Paulo fez o mesmo esforço para acolher Carlos Gomes. Alugou uma nova casa e a partir dela, muitos outros homens passaram a morar em um lar de misericórdia. A proposta da organização é hospedar e acompanhar, por um período que for necessário, moradores de rua. O Lar trabalha com a proposta de promoção humana e atualmente acolhe pessoas do sexo masculino. Para João Paulo, disponibilizar um espaço apenas para entrega de alimentação e recursos para promoção da higiene pessoal, não seria suficiente. É necessário oferecer condições de mudança. É crucial promover oportunidades para que homens consigam sair das ruas. Ou seja, em regime comunitário o Lar busca a reinserção dessas pessoas no mercado de trabalho, a reconstrução dos vínculos familiares e o regresso digno à comunidade.

João Paulo em frente da fachada do Lar da Misericórdia

 

 

Dos 17 moradores da casa, entrevistei o Carlos Gomes. Aos 63 anos de idade, natural de Cabo de Santo Agostinho, município do estado de Pernambuco, ele contou partes da sua história. “Eu sou do mundo. A mesma coisa de um hippie. Hippie tem casa? Hoje em dia quem tem casa é maribondo”, fala. Seu Carlos chegou no Lar da Misericórdia em 2016 e permanece até hoje. Com orgulho exibe sua coleção de DVD’s e com um sorriso sem dentes, mostra com felicidade o encarte do Marinheiro Popeye, Os Trapalhões, Amado Batista, Cavaleiros do Forró e diversos outros. Apesar da diversificada coleção, não pode assistir seus filmes. Não há mais televisão em seu quarto. Segundo o fundador do Lar, a medida foi necessária como forma de manter a ordem e a socialização entre os moradores, mas como uma criança que apresenta queixas, Seu Carlos logo falou da falta que o aparelho televisivo lhe traz. Quem nunca teve muito na João Paulo em frente da fachada do Lar da Misericórdia vida, sente falta do pouco que recebe. “Sem poder assistir, sem poder dar minha risadinha. Aí é uma dor pra pessoa, não é? É um aperreio para uma pessoa”, declara.

Carlos Gomes e sua coleção de DVD’s

Diferente do Seu Carlos, Fernando Joel Pedroso chegou há pouco tempo, durante a pandemia de Covid-19. Atualmente cumpre uma sentença condenatória em regime domiciliar. Para não viver de favor ou na rua, pediu abrigo no Lar da Misericórdia. Na casa, vive uma rotina determinada. Às 7h30, inicia-se o desjejum, às 10h é servido o lanche da manhã e às 12h, o almoço. O café da tarde acontece às 16h e por volta das 19h, o jantar. Natural de Santarém, município do Pará, aos 63 anos de idade Fernando Joel permanece compartilhando com outros homens, um dos cinco dormitórios disponíveis no Lar, além de ajudar com a manutenção da casa. “Eu presto uns serviços aí. Lavo uns prato, lavo uns copo, umas xícara. Lavo o quarto”, conta.

Há quase cinco meses, Fernando Joel Pedroso vive no Lar

Para João Paulo, a sociedade não deve caracterizar uma pessoa de rua por meio de uma fala, um rótulo, uma experiência. Trabalhar com o propósito de oferecer estrutura para uma futura independência não é fácil. “Há muitas dificuldades pra se manter um trabalho, ainda mais com pessoas em situação de rua. Eles têm toda uma situação de demanda. Você encontra situações mais dolorosas que uma pessoa pode chegar: perda do vínculo familiar, perda da credibilidade com a sociedade, dependência, transtorno”, explica.

 

Almoço sendo servido no Lar da Misericórdia

No momento, o Lar oferece moradia para 17 pessoas e apesar das dificuldades, funciona com o objetivo de resgatar a identidade dos moradores de rua, por meio da promoção humana. Ao todo, cerca de 150 pessoas já moraram na casa e para que todo o trabalho funcione, o Lar da Misericórdia conta com voluntários e alguns prestadores de serviço. Segundo o fundador da organização, atualmente há duas pessoas fixas responsáveis pela cozinha e limpeza do local, além de um prestador de serviço responsável pela alimentação, concedido pela Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, e três diaristas que realizam os serviços de limpeza e de acompanhamento, conforme a demanda. A casa é mantida por meio de doações, financeira e alimentícia, que acontecem de forma espontânea, mas a organização também conta com a contribuição mensal de cerca de 50 pessoas. “O intuito é ter nossa sede própria. A gente foi ao poder público, solicitou um terreno, mas o poder público vai fazer outro pedido de novo. A gente precisa de um terreno grande para fazer nossa casa”, explica. Hoje, o Lar encontrase localizado no bairro Jurema, na avenida Yolando Fonseca, nº 34.

Viver é administrar sofrimentos, tristezas, angústias, escolhas, erros. Essa realidade atinge a todos, porém, em graus diferentes. Quando falamos de pessoas em situação de rua, falamos de pessoas abatidas, sem assistência e para atendê-las, se faz necessário conhecer suas demandas. Por isso, João Paulo decidiu permanecer morando no Lar. Apesar de trabalhar por mais de 20 anos com esse público, o fundador e presidente nunca viveu uma dependência química, nunca perdeu o vínculo familiar. Sendo assim, precisa estar perto para conhecer em profundidade uma realidade que nunca foi a sua: morar na rua. “Você tem que ter o conhecimento profundo e esse conhecimento não é seu, é da experiência do outro”, diz.

É com ajuda da sociedade que o Lar da Misericórdia permanece há cinco anos oferecendo moradia às pessoas que não tinham onde morar. Assim aconteceu com Márcio Lima de Souza, natural do Rio de Janeiro. Após vivenciar problemas com a família, decidiu sair de casa e morar na rua por um período de um ano. “Quando minha vó morreu, ficou aquela briga pela casa, aí eu fiquei meio chateado com aquilo. Minha vó tinha nem esfriado no caixão”, fala aos 37 anos de idade. Ao chegar em Vitória da Conquista, pediu abrigo no Lar, foi recebido, cuidado e hoje é um acolhido externo, ou seja, presta serviços na casa, recebe auxílio, mas não faz morada. Márcio é a prova viva que é possível sair das ruas.

Com o início da Pandemia muitos moradores de rua procuraram abrigo, mas o Lar não pode recebê-los devido à pouca quantidade de vagas e recursos humanos. Contudo, ainda permanece a esperança em conseguir um lugar maior para abrigar uma parcela da população que busca fugir da rota do vento das noites frias de Vitória da Conquista e que caminha pelas ruas da cidade em busca de alimentação e guarida. Até esse dia chegar, o Lar da Misericórdia permanecerá acolhendo homens como Carlos Gomes ou Fernando Joel, para que um dia possam se tornar como Márcio: ex-morador de rua. Dormir sob as estrelas, dia após dia, não passa de uma visão romântica e clichê sobre liberdade.

 

Ação médica prestada aos moradores do Lar da Misericórdia

Para que seja possível o Lar continuar oferecendo acompanhamento psicológico, assistência jurídica, suporte psicossocial e abrigo às pessoas em situação de rua, doações financeiras podem ser realizadas por meio da conta da Caixa Econômica Federal, 00001415-5, operação: 003 e agência: 3543. As doações alimentícias podem ser entregues no endereço da casa: avenida Yolando Fonseca, nº 34 – Jurema – Vitória da Conquista, Ba.

 

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As valetas, falta de sinalização e o lixo, além da falta de segurança no parque Lagoa das Bateias tem sido motivo para as reclamações entre a população da zona Oeste de Vitória da Conquista. De acordo com moradores, a guarda municipal tem atuado no local, porém ainda existem muitos problemas estruturais no entorno do parque:

Ouça a reportagem:

 

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A população de Vitória da Conquista está assustada com o crescente número de escorpiões que estão presentes nas residências da população. O jornalista do programa Redação Brasil, João Melo, foi atendido na UPA de Conquista após ser picado por um escorpião na noite desta quarta-feira (04). O caso ocorreu no bairro urbis 5, e foi destaque no programa Redação Brasil desta quinta-feira (05).

Ouça os detalhes na reportagem:

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta quarta-feira (4) a inclusão do presidente Jair Bolsonaro como investigado no inquérito que apura a divulgação de informações falsas.

A decisão de Moraes atende ao pedido aprovado por unanimidade pelos ministros do TSE na sessão desta segunda (2).

A apuração levará em conta os ataques, sem provas, feitos pelo presidente às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral do país. Mesmo após ser eleito, Bolsonaro tem feito nos últimos três anos reiteradas declarações colocando em dúvida a lisura do processo eleitoral.

O inquérito das fake news foi aberto em março de 2019, por decisão do então presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para investigar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal.

O ministro Alexandre de Moraes é o relator dessa investigação e, por isso, coube a ele decidir sobre a inclusão do presidente Jair Bolsonaro.

A seguir, os principais pontos da decisão:

Supostos crimes de Bolsonaro sob investigação

 

Na decisão, Moraes cita 11 crimes que, em tese, podem ter sido cometidos por Bolsonaro nos repetidos ataques às urnas e ao sistema eleitoral:

  • calúnia (art. 138 do Código Penal);
  • difamação (art. 139);
  • injúria (art. 140);
  • incitação ao crime (art. 286);
  • apologia ao crime ou criminoso (art. 287);
  • associação criminosa (art. 288);
  • denunciação caluniosa (art. 339);
  • tentar mudar, com emprego de violência ou grave ameaça, a ordem, o regime vigente ou o Estado de Direito (art. 17 da Lei de Segurança Nacional);
  • fazer, em público, propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social (art. 22, I, da Lei de Segurança Nacional);
  • incitar à subversão da ordem política ou social (art. 23, I, da Lei de Segurança Nacional);
  • dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, de investigação administrativa, de inquérito civil ou ação de improbidade administrativa, atribuindo a alguém a prática de crime ou ato infracional de que o sabe inocente, com finalidade eleitoral (art. 326-A do Código Eleitoral).
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