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O Fórum de Mulheres de Vitória da Conquista aproveitou o Dia Internacional da Mulher para desenvolver várias ações no município. Uma delas aconteceu no Auditório do Cemae quando um grupo de mulheres, acompanhadas por vereadores, entregou à prefeita em exercício, Sheila Lemos (DEM), o Manifesto 8 de Março. O documento apresenta uma série de demandas que defende a luta pela vida das mulheres, vacinação contra a Covid-19 para todos os brasileiros, retorno do auxílio emergencial no valor de R$ 600 e o afastamento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“O Manifesto 8 de Março tem uma pauta nacional, elaborado com esses temas principais, além de outras questões como a violência doméstica contra mulheres.Temos ainda a pauta local, que foi totalmente elaborada e reiterada pelo Fórum de Mulheres, que desde 2017 vem atuando no município com diversas entidades e cobrando demandas antigas”, explicou a vereadora Viviane Sampaio (PT).

A jornalista Luciana Oliveira, que faz parte do Fórum de Mulheres de Vitória da Conquista, ressaltou a importância do mês de março para promover essas discussões. “A gente tem que lembrar que o dia 8 de Março é uma data política. Eu acordei hoje recebendo parabéns e agradeço as mensagens. No entanto, 8 de Março é uma data política, é uma data para dar mais visibilidade às mulheres. A gente luta o ano inteiro para garantir avanços, sobretudo na vida das mulheres e o mês de março é esse momento de maior visibilidade para essas ações”, afirmou a jornalista.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Luís Carlos Dudé (MDB), também recebeu o Manisfesto 8 de Março juntamente com a prefeita em exercício, Sheila Lemos.  “Recebemos esse documento com a responsabilidade muito grande de fazer com que essas coisas passem a funcionar efetivamente diante do Poder Executivo e do Poder Legislativo. Que a gente possa abrir mais espaços para as mulheres na Câmara Municipal de Vitória da Conquista. Que a gente possa estar mais próximos de todas as mulheres e que essa data possa servir para fazermos uma reflexão mais ampla”, afirmou Dudé.

Também estavam presentes os vereadores Orlando Filho (PRTB), Hermínio Oliveira e Marcus Vinicius (Podemos), Viviane Sampaio (PT)  e o Subtenente Muniz (Avante).

 

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A Aula Magna do curso de formação da primeira turma da Guarda Municipal de Vitória da Conquista aconteceu nesta segunda-feira (8), no auditório do Cemae. O presidente da Câmara Municipal, vereador Luís Carlos Dudé (MDB), participou da solenidade, que contou com a presença da prefeita em exercício, Sheila Lemos (DEM), do comandante da Guarda Municipal, tenente-coronel Antônio Braga, além de secretários do Governo Municipal e outras lideranças.

Na oportunidade, Dudé relembrou a criação da Guarda Municipal e a contribuição do Poder Legislativo nesse processo. “Precisamos destacar aqui a liderança do prefeito Herzem Gusmão e o empenho dos vereadores Hermínio Oliveira e Rodrigo Moreira, que na época se empenharam ao máximo para que a Guarda Municipal fosse agora uma realidade. Com a formação dessa primeira turma, teremos um centro comercial mais seguro e, com isso, daremos condições para que a Polícia Militar possa realizar um policiamento ostensivo mais intenso na periferia da cidade”, garantiu Dudé.

A prefeita em exercício, Sheila Lemos, também ressaltou a vontade do prefeito Herzem Gusmão em garantir mais segurança à cidade com a criação desse órgão. “Neste momento, precisamos agradecer o compromisso do prefeito Herzem Gusmão em garantir mais segurança à Vitória da Conquista. Quero destacar que a Guarda Municipal é o futuro da segurança pública em nosso município”, afirmou.

A aula inaugural foi restrita a convidados, em respeito às normas de combate à Covid-19. O Inspetor geral da Guarda Civil Municipal de Salvador, Marcelo Oliveira Silva, ministrou uma palestra sobre “A importância da Guarda Municipal no cenário atual e futuro da segurança pública municipal”.

As atividades do curso de formação serão ministradas na Faculdade Independente do Nordeste (Fainor), em salas amplas e ventiladas, com respeito a todos os protocolos de segurança. Para isso, os alunos serão divididos em seis turmas. A qualificação acontecerá por meio de cinco módulos, com duração de dois meses e 15 dias, incluindo o estágio operacional.

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Novo ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos) endossou o discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que é contra as medidas restritivas adotadas por governadores e prefeitos, e afirmou que o lockdown “não é o melhor caminho” no enfrentamento à pandemia da Covid-19. Roma disse ainda que os gestores têm tomado medidas de maneira “açodada” por causa da “comoção pela quantidade de mortes”.

“De fato, a gente precisa ter muito cuidado com os direitos individuais do cidadão brasileiro. É óbvio que estamos enfrentando um momento de pandemia. É preciso muita cautela, mas também não podemos admitir sobressalto, atitudes precipitadas, uma vez que a própria Organização Mundial da Saúde alega que o melhor caminho não é, de fato, o lockdown. Nós temos que atenuar sim algumas medidas exacerbadas que têm acontecido no Brasil. Óbvio, os gestores ficam muito açodados com o que ocorre. Há obviamente uma comoção pela quantidade de mortes, pelo que ocorre no Brasil inteiro, mas precisamos valer a nossa Constituição, ter muita serenidade e cooperação”, disse Roma, em entrevista ao programa “Os Pingos Nos Is”, da rádio Jovem Pan News.

Em outubro do ano passado, um enviado especial da OMS, David Nabarro, que não é diretor da organização, falou sobre os impactos econômicos e sociais negativos dos lockdowns. Isso não significa, no entanto, que a OMS tenha mudado de posição favorável ao isolamento social para atenuar a disseminação da doença. Na mesma entrevista, Nabarro afirmou que os lockdowns são justificados em momentos de crise, para reorganizar os sistemas de saúde e proteger os profissionais que estão na linha de frente do combate à doença. A ideia desta prática é “achatar a curva” de contágio, evitar a superlotação de hospitais e, depois, permitir a reabertura das economias. Esta informação foi verificada, inclusive, pelo projeto Comprova.

Roma disse ainda que o lockdown pode aumentar o “empobrecimento” do país. “Não basta dizer apenas ‘fique em casa’, porque não tem como atenuar o sofrimento dos seus filhos e sua família. Nós precisamos ter muita seriedade e unir todas as forças para que a gente consiga atenuar o sofrimento”, afirmou. “É natural que, se houver medidas de recrudescimento na área economia, resultará no empobrecimento de uma gama de brasileiros e por consequência mais pessoas necessitando do auxílio (emergencial), mais pessoas na faixa de vulnerabilidade”, pontuou.

De acordo com ele, a Câmara dos Deputados deve aprovar ainda nesta semana o auxílio. A expectativa do governo é conceder os R$ 250 ainda em março. “Na sequência, vamos nos debruçar na reestruturação e na ampliação do Bolsa Família. Queremos fortalecer o programa e com isso chegar a novas famílias, uma vez que na execução do auxílio identificamos novas pessoas em condições de vulnerabilidade”, disse. As informações foram publicadas na manhã desta segunda-feira (8) pelo jornal Tribuna da Bahia. Fonte: infosaj.com

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  Um casal foi atropelado na tarde desta segunda-feira (08), na proximidades do bueiro, entre os bairro Guarani e Nossa Senhora Aparecida, em Vitória da Conquista. De acordo com informações de testemunhas, após atropelar o homem que teve ferimentos leves e a mulher que aparentemente está com lesões mais sérias, o motorista do veículo fugiu do local sem prestar socorro às vítimas. O Samur foi acionado e já se encontra no local. ASSISTA: 
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Em uma entrevista à apresentadora americana Oprah Winfrey, Meghan Markle, duquesa de Sussex, e o príncipe Harry esmiuçaram suas vidas como parte da realeza britânica, relatando os motivos que os levaram a se desligarem dela em janeiro do ano passado.

Um dos atritos envolve o primeiro filho do casal, Archie, nascido em 2019. Meghan afirmou que havia “preocupações e conversas sobre o quão escura a sua pele seria quando nascesse”. Segundo a duquesa, a família mantinha essas conversas com Harry, que as relatava a Meghan -ela não revelou os envolvidos.

 

O assunto surgiu quando a ex-atriz contou que, ainda grávida, foi informada pela realeza que Archie não se tornaria príncipe. Sem o título, ele não receberia segurança oficial.

 

“Isso aconteceu nos últimos meses da nossa gravidez. Pera aí, ele precisa estar seguro”, afirmou. “Criamos essa máquina monstra [de cliques e tablóides]. Vocês permitiram que isso acontecesse, o que significa que precisamos estar seguros”.

 

Meghan disse que nunca ligou para títulos, mas que a situação é diferente, já que, nesse caso, afeta a segurança de Archie. “Quando eu estava grávida, eles quiseram mudar a convenção. Por quê?”, questionou. “Não tem explicação”.

 

Durante suas viagens oficiais, ela viu “o quanto significava para eles poder ver alguém que se parecia com eles nesta posição”. “E eu nunca pude entender como isso não poderia ser visto como um benefício adicional, um reflexo do mundo hoje”.

 

O príncipe Harry afirmou que precisou se colocar no lugar de Meghan para entender o escrutínio e o preconceito que ela enfrentava como mulher negra.

 

“Passei muitos anos fazendo o trabalho e aprendendo por conta própria. Mas então, na minha educação e no sistema em que fui criado e a que fui exposto, eu não estava ciente disso. Mas, meu Deus, não demorou muito para repentinamente tomar consciência disso”, disse ele sobre as questões raciais.

 

A americana também tratou dos inúmeros boatos de intrigas entre ela e Kate Middleton, duquesa de Cambridge, casada com o príncipe William, segundo na linha sucessória e irmão mais velho de Harry.

 

O principal deles começou com uma história de que Meghan teria feito Kate chorar durante os preparativos de seu casamento com Harry. Segundo a ex-atriz, foi a duquesa de Cambridge que acabou fazendo com que a cunhada ficasse chateada devido aos vestidos das meninas que levariam as flores. Meghan disse ainda que não houve confronto e que Kate pediu desculpas depois. A história, porém, não acabou aí, e a duquesa de Sussex disse que esses rumores foram “o início de um assassinato de caráter”, acrescentando que a realeza não os contestou publicamente, apesar de saber que eram falsos.

 

“Eles ririam abertamente e negariam a história mais ridícula para qualquer um”, disse. “Mas a narrativa sobre fazer Kate chorar foi o começo de um verdadeiro assassinato de caráter, e eles sabiam que não era verdade. Se eles não vão coibir coisas assim, então o que vamos fazer?”.

 

A vida turbulenta em meio à família real -a ex-atriz, por outro lado, diz que mantinha boas relações com a rainha Elizabeth 2ª- chegou a levar Meghan a ter pensamentos suicidas.

 

Ao ser questionada se houve um momento decisivo, Meghan respondeu que sim. “Eu simplesmente não via uma solução. Eu ficava acordada à noite, eu não entendia como tudo isso estava acontecendo”, contou. “Minha mãe e meus amigos ligavam chorando e dizendo: ‘Meg, eles não estão protegendo você'”.

 

A duquesa disse que isso a levou à beira do desespero. “Eu tinha muita vergonha de falar à época e vergonha de ter que admitir para Harry, especialmente, porque eu sei quantas perdas ele sofreu. Mas eu sabia que, se não falasse, eu faria, e eu simplesmente não queria mais estar viva”, afirmou. “Tudo estava acontecendo apenas porque eu estava respirando”.

 

O príncipe Harry, por sua vez, se disse desesperado por ver a história se repetindo, mas afirmou não ter recebido nenhum tipo de ajuda. A mãe de Harry e William, a princesa Diana, morreu em um acidente de carro em Paris, em 1997, enquanto fugia de paparazzi.

 

Ele disse ter ficado apavorado quando Meghan disse a ele que não queria mais viver. “Eu não tinha ideia do que fazer”, afirmou. “Mas queria estar lá para ela”.

 

No início, Harry não disse à família que ela precisava de ajuda -não é uma conversa fácil em meio à realeza, contou. “Acho que tive vergonha de admitir isso a eles, não sei se eles tiveram os mesmos sentimentos ou pensamentos”.

 

O príncipe disse ainda que se tratava de um ambiente sufocante e que não tinha a quem recorrer. “Na família, eles têm essa mentalidade de ‘é assim que as coisas são, você não pode mudar isso, todos nós já passamos por isso'”.

 

“Mas o que foi diferente para mim foi o elemento raça, não era apenas sobre ela, era sobre o que ela representa”, disse ele. “Então, não está afetando apenas minha esposa, mas afetando muitas outras pessoas também”.

 

Foi isso que o levou a discutir o assunto com a família real e avisá-los de que “isso não vai acabar bem”. Segundo Harry, antes de anunciar publicamente que deixaria a realeza, ele conversou três vezes com sua avó e duas com seu pai, que depois disso parou de atender seus telefonemas.

Meghan e Harry participaram em março do ano passado do último compromisso real após anunciarem seu desligamento das funções reais. Desde então, eles passaram um período vivendo no Canadá e estão atualmente em Montecito, na Califórnia. O casal chegou a processar algumas publicações e paparazzi por invasão de privacidade.

A entrevista, que já era aguardada, ganhou mais força nos últimos dias, com a emissora veiculando trechos da conversa. Além disso, Meghan entrou em nova polêmica com a realeza britânica na última semana, já que o Palácio de Buckingham decidiu investigar um possível bullying da duquesa a funcionários. Fonte: Bahia Notícias.

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Os ocupantes do veículo tentaram enganar os policiais afirmando que haviam saído de Maceió (AL) para Uberlândia(MG) afim de realizar um teste no veículo, no entanto foram descobertos e presos pela equipe.

Dois homens foram presos por tráfico de drogas na manhã de hoje (08). Eles foram abordados por policiais rodoviários federais no KM 677 da BR 116, trecho de Jequié(BA).

Durante fiscalização na rodovia, os PRFs abordaram um Ford/Ka para fiscalização e, desconfiaram do nervosismo dos seus ocupantes. Diante das suspeitas, a equipe aprofundou a averiguação e, encontrou no tanque do combustível do veículo 10,35 Kg (dez quilos, trezentos e cinquenta gramas)de pasta base de cocaína.

Com esta apreensão, o impacto financeiro no crime é de mais R$ 1 milhão.

Indagado, o motorista do veículo relatou que receberia a quantia de R$8.000,00 pelo transporte da droga.

Eles foram presos em flagrante pelo crime do art. 33 da Lei 11.343/2006 e encaminhados à Delegacia de Polícia Judiciária local onde serão adotadas as medidas cabíveis.

 

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Um supermercado de rede atacadista de Vitória da Conquista foi autuado nesse sábado (6) por permitir aglomerações no interior do estabelecimento. O ato foi realizado pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Sesep), após denúncia telefônica.

De acordo com o Decreto Municipal nº 20.816, que está em consonância com as decisões do Decreto Estadual nº 20.260, o comércio de gêneros alimentícios se enquadra como serviço essencial, e, portanto, o seu funcionamento está autorizado no fim de semana. Porém, é preciso observar os protocolos de segurança já impostos pelo Município para prevenção e combate ao novo Coronavírus.

Nesse sentido, a Sesep também tem fiscalizado o cumprimento dessas medidas em bares e restaurantes, tanto da zona urbana quanto da zona rural. As ações são realizadas em parceria com a Vigilância Sanitária e a Polícia Militar, que também avalia o cumprimento da restrição dos horários de funcionamento desses estabelecimentos.

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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, anulou nesta segunda-feira ( 8) todos as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato.

Com a decisão, o ex-presidente Lula recupera os direitos políticos e volta a ser elegível.

Fachin declarou a incompetência da Justiça Federal do Paraná nos casos do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e do Instituto Lula.

A decisão foi tomada em pedido de habeas corpus formulado pela

defesa em 03.11.2020 e se aplica aos seguintes casos: Ações Penais n.

5046512-94.2016.4.04.7000/PR (Triplex do Guarujá), 5021365-

32.2017.4.04.7000/PR (Sítio de Atibaia), 5063130-17.2018.4.04.7000/PR

(sede do Instituto Lula) e 5044305-83.2020.4.04.7000/PR (doações ao

Instituto Lula). Com a decisão, foram declaradas nulas todas as

decisões proferidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba e determinada

a remessa dos respectivos autos para à Seção Judiciária do Distrito

Federal.

Agora, os processos serão analisados pela Justiça Federal do Distrito Federal, à qual caberá dizer se os atos realizados nos três processos podem ou não ser validados e reaproveitados.

A decisão atinge o recebimento de denúncias e ações penais. *G1.com

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Pelo menos 26 mandados judiciais, entre prisões temporárias, preventivas e medidas protetivas, foram cumpridos pela Polícia Civil da Bahia na manhã desta segunda-feira (8). As ações fazem parte da “Operação Resguardo”, deflagrada neste Dia Internacional da Mulher, contra suspeitos de ameaça, tentativa de feminicídio, lesão corporal, descumprimento de medida protetiva, estupro, importunação e outros crimes.

Entre os alvos de prisão, dois foram presos em flagrante e outro, detido na capital baiana, estava foragido da Justiça de Sergipe.

De acordo com a delegada-geral da Polícia Civil baiana, Heloísa Brito, se trata de uma operação interagências, com 270 agentes dos Departamentos de Polícia Metropolitana (Depom), de Polícia do Interior (Depin), de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Inteligência Policial (DIP) e da Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter) envolvidos. Ao longo da força-tarefa, que deve encerrar o expediente às 18h, eles buscam fiscalizar o cumprimento de medidas e cumprir mais de 100 mandados expedidos contra suspeitos de crimes contra a mulher.

 

Toda a operação foi coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com trabalho em curso há cerca de um mês, e integrado com as demais polícias civis de todo o país.

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta segunda-feira (8) que não usará o que chamou de “meu Exército” para executar lockdowns ou outras medidas restritivas pelo país para frear o avanço da Covid-19.

 

“Vou só dar um recado aqui: alguns querem que eu decrete lockdown. Não vou decretar. E pode ter certeza de uma coisa: o meu Exército não vai para a rua para obrigar o povo a ficar em casa. O meu Exército, que é o Exército de vocês. Então, fiquem tranquilos no tocante a isso daí”, disse Bolsonaro ao interagir com apoiadores na porta do Palácio da Alvorada.

 

A conversa foi registrada e divulgada por um canal simpático ao presidente. Bolsonaro tem feito reiterados ataques a medidas restritivas e aos governadores, que, por sua vez, têm aumentado a pressão sobre o presidente diante da ineficiência do governo federal no combate à pandemia. “Parece que está voltando a onda, o lockdown. Se coloque no lugar do chefe de família que não tem o que levar para casa”, disse Bolsonaro aos apoiadores.

 

Mais cedo, em suas redes sociais, o presidente publicou um vídeo em que um homem é abordado e discute com policiais militares que o abordaram para que cumprisse decreto de restrição de circulação em um município que não é identificado na postagem. Aos apoiadores, Bolsonaro também ironizou manifesto de religiosos e intelectuais que assinam a “carta aberta à humanidade” denunciando ao mundo o que se passa no Brasil.

 

“O Brasil é uma câmara de gás a céu aberto. É preciso que grupos, instituições e entidades se manifestem pela vida, contra um genocídio que atinge nosso povo”, disse o padre Júlio Lancellotti, 72, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, um dos que subscrevem o texto.

 

“Tem um grupo da elite brasileira, de esquerda, me denunciando na ONU, Tribunal Penal Internacional, como genocida, dizendo que o Brasil é uma câmara de gás. Um total desrespeito para com os judeus. Não sabem o que que é isso. Agora, eu pergunto: quem é que obrigou o pessoal a ficar em casa, destruiu milhões de empregos?”, disse Bolsonaro. * Bahia Notícias.

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