A vizinha cidade Anagé está em choque pela morte precoce de um jovem, Aos 19 anos, vítima de uma tragédia na BA-262, faleceu Kelvyn da Silva Souza. Ele faria 20 anos no próximo dia 15 de outubro. Pelas Redes Sociais foi possível observar as mensagens direcionadas a Kelvyn como essa em destaque: “Descanse em paz. Não dá pra acreditar”. O funeral acontece em Anagé, nesta segunda-feira (5).
Nesse momento de dor nos solidarizamos com amigos e familiares.
Ao menos 1,6 milhão de mesários devem trabalhar no 1º turno destas eleições. A estimativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considera a norma que determina, no mínimo, quatro mesários por seção eleitoral. No total, há 401.364 seções eleitorais no Brasil. Além disso, há também 406 locais específicos para justificativa de voto, onde devem ajudar quatro mesários cada. O total estimado, portanto, é de 1.607.080 mesários.
Os números foram fornecidos pelo TSE por meio da Lei de Acesso à Informação. O número exato de mesários só deve ser oficializado após o 1º turno das eleições, de acordo com o TSE. Em 2018, a estimativa foi de 1,9 milhão de mesários.
Para ser mesário, o eleitor precisa completar 18 anos até o 1º turno das eleições e tem de estar em dia com a Justiça Federal. Candidatos e os respectivos parentes não podem ser mesários. Os Tribunais Regionais Eleitorais estimulam que os eleitores se voluntariem para a atividade pelo programa “Mesário Voluntário”.
Neste ano, em razão da pandemia da Covid-19, os mesários foram convocados por e-mail ou por mensagem no WhatsApp. A mensagem continha uma senha que devia ser inserida no site do TRE e que confirmava a participação do mesário. Quando não houve resposta, a Justiça Eleitoral enviou uma carta a quem foi convocado ou se voluntariou para a função.
O estado com o maior número de mesários deve ser novamente São Paulo, onde 343.168 pessoas vão ajudar no primeiro turno das eleições. Os mesários devem atuar nas 85.792 seções eleitorais de SP. As justificativas devem ser feitas preferencialmente pelo site ou pelo aplicativo e-Título.
De acordo Boletim epidemiológico deste domingo (4), 10 novos casos da Covid-19 foram diagnosticados no município. Com os novos dados, o número de pessoas que já foram contaminadas pela doença passou para 8.180. Destas, 7.630 estão recuperadas e 402 pacientes estão em recuperação – 34 internados e 368 em tratamento domiciliar.

Outros 6.344 casos foram notificados como Síndrome Gripal não especificada e 5.942 aguardam por classificação final (definição de caso como positivo, descartado ou Síndrome gripal não especificada), sendo que 4.770 esperam pela investigação laboratorial e 1.172 casos aguardam resultado do exame RT-PCR das amostras que foram encaminhadas para análise no Lacen Municipal e Estadual.
Ocupação dos leitos – Hoje, 92 pacientes estão internados em parte dos 168 leitos disponíveis na rede SUS para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pelo novo Coronavírus, deste 98 são de enfermaria e 70 de UTI. Nenhum paciente de Vitória da Conquista segue internado, mas moradores dos seguintes municípios:
• Aracatu;
• Barra do Choça;
• Brumado;
• Belo Campo;
• Caatiba;
• Caetanos;
• Candido Sales;
• Carinhanha;
• Condeúba;
• Encruzilhada;
• Guanambi;
• Ibicoara;
• Ibicuí;
• Itamaraju;
• Itamari;
• Itambé;
• Itapetinga;
• Itarantim;
• Itororó;
• Jequié;
• Lafaiete Coutinho;
• Licínio de Almeida;
• Livramento de Nossa Senhora;
• Macaúbas;
• Malhada de Pedras;
• Mirante;
• Paramirim;
• Piatã;
• Pedra Azul;
• Planalto;
• Poções;
• Potiraguá;
• Presidente Jânio Quadros;
• Riacho de Santana;
• Urandi.
A Prefeitura Municipal publicou na noite deste domingo (4), o Decreto nº 20.570, que, entre outras medidas, amplia o horário de funcionamento de bares, restaurantes e shoppings centers. Além disso, o documento autoriza o serviço de buffet em eventos, desde que seja observado protocolo editado pela Secretaria Municipal de Saúde.

Aos sábados, todas as atividades comerciais poderão funcionar das 9h às 13h. Excepcionalmente no próximo sábado (10), este horário poderá ser estendido até às 18h.
Cinemas e teatros, inclusive seu serviço de bombonière e congêneres, poderão funcionar com público 60% da lotação máxima.

Essas medidas foram tomadas considerando a evolução do quadro epidemiológico da Covid-19 no município. Dados técnicos apresentados pela Secretaria Municipal de Saúde apontam que a taxa de crescimento de diário de novos casos confirmados no município foi de 0,99, a menor desde o início da pandemia. A taxa de Letalidade continua diminuindo semanalmente tendo chegado a 1,81 nesta semana.
A cantora conquistense Analú Sampaio venceu na votação popular, mas ficou de fora da final do The Voice Kids, programa da rede Globo. Analú se apresentou neste domingo (4), e interpretou mais uma bela canção da MPB.
A cantora mirim começou sua carreira com apenas 5 anos de idade no programa do Raul Gil. Hoje, ela faz parte do time da Cláudia Leite e do Mumuzinho.
Parabéns Analú!!!
Você já é sucesso!!
Uma agricultora se surpreendeu ao colher abóboras gigantes no quintal dela que fica no distrito de Matinha, zona rural de Feira de Santana. Um dos frutos pesou cerca de 40 kg, enquanto um normal pesa em torno de 2 kg.
Dona Severina de Jesus se habituou a plantar na roça em que ela nasceu e se criou, no povoado de Sítio do Padre. Ela contou que sempre plantou um pouco de tudo, como feijão, milho, aipim, hortaliças e também abóboras. Ao todo, a agricultora contou que colheu 12 abóboras gigantes.
“A gente toda vida plantou abóbora aqui, como na roça dos vizinhos todos, a gente nunca viu abóbora desse tamanho, nem em feira vendendo e nem exposição. Para mim, foi um fenômeno que apareceu, me assustei quando vi elas crescendo e não paravam de crescer”, contou dona Severina.
A abóbora é um dos alimentos mais versáteis do mundo. Nativa da América do Sul, estima-se que vem sendo cultivada há mais de 10 mil anos. Apesar de estar no grupo das hortaliças e muita gente pensar que se trata de uma verdura ou legume, ela é considerada um fruto rasteiro.
Existem muitas espécies e podem variar bastante na cor, no formato, na textura. A engenheira agrônoma Adriana Almeida disse que a semente, o tipo de adubação e até o volume de chuvas interferem bastante no crescimento das abóboras.
“Pode ter uma faixa de sol naquele local, que tem mais nutrientes ou que já foi adubado anteriormente. A abóbora está crescendo em ambiente favorável, em uma temperatura mais a menos, quantidade adequada de chuva. A partir de um determinado estágio de crescimento, ela cobre o solo então nenhuma outra planta consegue competir com ela”, explicou Adriana. G1
O lutador baiano Carlos Boi conquistou sua primeira vitória no UFC na madrugada deste domingo (4) no horário de Brasília. Na Ilha da Luta, ele venceu o cabo-verdiano Yorgan de Castro por decisão unânime dos juízes (30-27, 30-27 e 29-28), pelo peso pesado. Boi havia perdido na estreia da franquia em julho para o moldavo Sergey Spivak.
“Eu amo fazer isso. Luto para me divertir. Muita gente fala m***, mas eu sou pra valer, amem ou odeiem. Eu tenho uma violência dentro de mim e eu coloco pra fora aqui dentro”, afirmou.
Carlos Boi ainda aproveitou e desafiou o também brasileiro Raphael Bebezão. Os dois começaram uma rixa. O baiano, nascido em Feira de Santana, considera uma traição do compatriota que trocaou de equipe ao assinar contrato com o UFC.
“Tem um cara que está fugindo de mim no Brasil há muito tempo. Raphael Bebezão, vamos lutar, cara!”, completou no discurso pós-vitória. Ainda não há uma data e nem adversário definidos para a próxima de luta de Carlos Boi. *Bahia Notícias
Depois de o médico da Casa Branca, Sean Conley, afirmar neste sábado (3) que Donald Trump, 74, está “passando bem”, o chefe de gabinete do presidente dos EUA, Mark Meadows, disse a jornalistas que o líder republicano está passando por um período “muito preocupante” e que as próximas 48 horas serão vitais para a recuperação do americano.
As informações contraditórias -divulgadas com minutos de diferença e cercadas de polêmicas- deixaram o mundo sem saber qual é o real estado de saúde do presidente americano.
A declaração de Meadows foi inicialmente repassada sob condição de anonimato a um grupo de jornalistas que tem acesso direto aos eventos oficiais e é responsável por distribuir informações da Casa Branca aos demais repórteres.
Ao longo do dia, porém, diferentes veículos de imprensa dos EUA confirmaram que o chefe de gabinete era o responsável pela informação.
“Os sinais vitais do presidente nas últimas 24 horas foram muito preocupantes e as próximas 48 horas vão ser críticas em termos de seu tratamento”, disse Meadows a jornalistas logo após Conley dar uma entrevista coletiva que ia pelo caminho contrário.
O médico da Casa Branca afirmou instantes antes que não teve febre nas 24 horas anteriores, mas foi evasivo ao ser questionado sobre o uso suplementar de oxigênio pelo presidente e deixou dúvidas sobre a data exata do diagnóstico de Covid-19 dado ao líder republicano.
“Estamos extremamente felizes com o progresso do presidente”, disse, em frente ao hospital militar Walter Reed, para onde Trump foi transferido no fim da tarde de sexta-feira para receber atendimento médico imediato caso seja necessário. Não há, entretanto, segundo o médico, uma previsão de alta para o líder americano.
De acordo com Conley e outros membros da equipe que atende o presidente, Trump teve febre baixa, tosse e congestão nasal, mas o médico da Casa Branca deu respostas vagas quando questionado se o republicano precisou de oxigênio suplementar.
Mais de uma vez, Conley afirmou que Trump não estava usando oxigênio neste sábado, mas, diante de perguntas mais específicas dos jornalistas presentes, ele evitou cravar uma resposta definitiva.
“Quinta-feira, sem oxigênio. Nenhum neste momento, e ontem [sexta-feira (2)], enquanto estávamos todos aqui, ele não estava recebendo oxigênio”, disse o médico.
A afirmação levantou dúvidas sobre o uso de oxigênio suplementar pelo presidente ainda na Casa Branca, antes da internação no hospital militar. O jornal The New York Times afirmou já neste sábado que Trump precisou receber oxigênio na sexta na residência oficial da Presidência e que, por isso, ele foi internado.
Ontem (03/10) por volta das 23:36hs A Guarnição PM foi informada que 02 (dois) irmãos haviam se afogado na localidade Boca do Campo – Município de Tanque Novo.
As vítimas já foram identificados como , Valmir da Silva 33 anos e Ailton Silva 43 anos, residentes na mesma localidade. Foi constatada a veracidade e familiares foram ao local, reconheceram os mesmos e tomaram as providências cabíveis.
Os corpos foram removidos e encaminhados para o Instituto médico legal da cidade de Guanambi para serem necropsiados , ainda não a detalhes de como ocorreu essa tragédia , a suspeitas é de que um estava se afogando e o outro foi tentar salvar onde acabou os dois morrendo afogados, o ocorrido será investigado pela Polícia Civil.
Um dos nossos maiores escritores, Ignácio de Loyola Brandão, escreve esta carta aberta ao ministro da educação, publicada no jornal O Estado de São Paulo:
29 de setembro de 2020 | 08h58
Ministro Milton Ribeiro, deixe-me apresentar. Sou escritor, publiquei 46 livros, jornalista desde 1952, hoje cronista e pertenço a duas Academias, a Brasileira e a Paulista. Este breve curriculum se deve a quê? Aos professores que tive.
Todos de primeira linha, dedicados, cultos, apaixonados. Desde 1975, junto a outro escritor e acadêmico da Brasileira, Antonio Torres, atravessamos o Brasil. Convidados por professores, discutimos a formação de leitores e literatura. Estive várias vezes no Mackenzie, sua escola, levado por quem? Por professores que adoram seu ofício.
Ao longo destes 50 anos, conhecemos e nos relacionamos com mais de dois ou três mil professores que desdenharam outras profissões. Poderiam ter sido médicos, engenheiros, advogados, ministros, astronautas, cientistas, artistas, executivos, banqueiros, e daí em diante. Preferiram ser mestres. Ninguém vai ser professor sem paixão pelo ensino.
Deste modo, ao ler sua entrevista neste jornal, recentemente, levei um susto com sua escorregadela: “Hoje, ser professor é ser quase que uma declaração que a pessoa não conseguiu fazer outra coisa”. Ou seja, são pessoas que fracassaram. Em seguida, percebendo, o senhor tentou consertar: “É preciso a gente olhar com carinho maior para os professores”. Ou seja, uma no prego e outra na ferradura. Um tapa, um beijo. Afago e beliscão.
Existem zilhões de profissões. Mesmo assim, o que se depreende de sua fala é que milhões acabaram sendo professores por incapacidade, preguiça, deficiência mental, incompetência, ignorância, burrice, analfabetismo? Exagero?
Como escritor, trabalhando com a imaginação exacerbada, conhecendo o absurdo da realidade tornei-me, segundo me definem curiosamente, “vidente”, profeta. Está em meu livro Desta Terra Nada Vai Sobrar…, publicado em 2018: “O Ministério da Educação foi eliminado, porque o governo decidiu que quem quiser estudar, estude onde quiser, como quiser, como puder, onde conseguir, se tiver vontade.” Antecipei Bolsonaro e o desmantelamento do Ensino. Há dois anos vivemos o caos educacional.
O senhor, Ministro, pertence a uma escola de elite em São Paulo, reconhecida pela qualidade. Quer dizer que os professores que dão aulas ali, e em todas as escolas do Estado, do País, foram dar aulas porque não acharam mais o que fazer? Ou é gente que sonhou e se formou para isso, estudou, batalhou à exaustão, conseguiu nível de excelência? Ou porque idealizaram mudar cabeças, melhorar o País e isso se consegue com educação?
Sei – e o senhor sabe – que o número de professores no país, em 2017, passava de 2,5 milhões, segundo revelou Carolina Gonçalves, da Agência Brasil. A maior parte dos professores é da educação básica, seguindo os do ensino superior, além dos que estão na zona rural.
Será que este número enorme é de gente que não conseguiu outro trabalho? Não puderam ser célebres no cinema, nem cientistas, caminhoneiros, artistas, garis, bombeiros, mestres de cozinha, modelos, publicitários, jornalistas, bailarinos, futebolistas, taxistas, assessores de políticos, de imprensa horticultores, balconistas, metalúrgicos, motoboys, vidraceiros, caftens, marceneiros, pedreiros, chapeiros de hambúrguer, agrimensores, bicheiros, pianistas, donos de papelaria ou de pastelaria?
Andou pelo Brasil, Ministro? Saiu dessa confortável poltrona em que o vejo sentado na foto do jornal? Esteve nas escolas rurais de Pirenópolis, interior do Goiás, onde professoras madrugam para dar aulas a filhos de camponeses? Embarcou nos barcos bibliotecas que partem de Macapá levando livros para escolas ribeirinhas sobre o Amazonas? Esteve com as professoras que conseguiram ensinar alunos rebeldes, tresloucados, filhos de marginais, na Casa Meio Norte, em Teresina, hoje modelo premiado?
Esteve – como estive – na escola da aldeia dos índios da tribo Canindé, no Ceará, e viu os jovens mantendo tradições e manipulando computadores com o pé no futuro? Ou acha, como o presidente, que os índios estão só queimando matas? Conviveu com professores dando aulas ao ar livre em Rio Branco, Acre, rodeados por jovens?
Testemunhou o trabalho monumental, voluntário, dos professores que a cada ano são voluntários nas Feiras de Livros de Ribeirão Preto, que chega à sua 20ª edição? Ou do esforço feito em Passo Fundo pelas Jornadas de Literatura de Tania Rösing e sua equipe? Jornadas extintas por dificuldades financeiras. Assombre-se, elas reuniam em cada sessão – e eram três por dia – seis mil professores formadores de leitores.
Ministro, não ignore o fundamento de uma nação, o professor. Esse que é mal pago, desconsiderado, violentado, processado por pais, agredido por alunos. Sou escritor por ter tido professores dignos. Percorra a nossa história e verá quantas figuras fundamentais (ou não) foram formadas por eles. Peça desculpas a essa gente, base da nação. Seu cargo é mais importante que o do presidente da nação. Não misture alhos com bugalhos, libere-se dos preconceitos e entre para a história colocando ordem na casa.
LOYOLA É JORNALISTA E ESCRITOR, AUTOR ‘ZERO’ E ‘NÃO VERÁS PAÍS NENHUM’