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Um disputado leilão realizado neste sábado (2) no Museu Carde, em Campos do Jordão (SP) vendeu por R$ 1 milhão dois Chevrolet Opala restaurados ao estilo restomod, que mantém a identidade clássica, mas com atualizações de mecânica, visual e tecnologia.

O exemplar verde, de 1979, foi leiloado primeiro. Recebeu mais de 25 lances. Na sequência, o Opala amarelo foi produzido em 1976. Foram pelo menos 30 ofertas. No fim, cada um deles foi vendido por R$ 500 mil, superando também os R$ 437 mil levantados na venda do Omega em dezembro de 2025.

Além de levar para casa o Opala, os novos donos dos cupês poderão receber os carros diretamente na fábrica da Chevrolet, em São Caetano do Sul (SP), onde o modelo foi originalmente produzido. Por fim, uma S10 que venceu o Rali dos Sertões foi arrematada por R$ 450.000.

Como são os Opala

O Opala é considerado um dos maiores ícones da indústria automotiva brasileira. E a GM escolheu exatamente a versão mais emblemática para restaurar. Estamos falando do Opala SS.

Os dois veículos foram restaurados pela BTS Performance. Porém, ao contrário do Omega, a dupla de Opala recebeu releitura moderna, chamada de restomod. Estamos falando da atualização do motor 4.1 de seis cilindros em linha a gasolina com injeção eletrônica FuelTech, câmbio Tremec de cinco marchas, amortecedores Bilstein e freios a disco de alta performance.

Na cabine, o painel original passou a ser iluminado com LEDs. Outras modernizações incluem cintos de três pontos, direção hidráulica, ar-condicionado, rádio com Bluetooth e bancos de couro.

Opala do projeto Vintage teve montagem seguindo padrões modernos — Foto: Divulgação

Como são os Opala que estão à venda

Como dito acima, os dois Opala foram restaurados com toques de modernidade. A começar pelo visual, a General Motors deu liberdade para que Batistinha, dono da BTS, elaborasse algo criativo e diferenciado.

No caso do carro verde, a tonalidade da carroceria nunca existiu na linha do cupê, tampouco os acabamentos preto fosco que tomam conta de várias partes — até dos componentes que eram originalmente cromados.

A dupla ainda foi foi remontada com maior precisão do que quando deixou a fábrica de São Caetano do Sul (SP) nos anos 1970. Os “gaps” de encaixe tinham tolerâncias maiores naquela época, mas a GM replicou, de forma artesanal, o mesmo critério de montagem dos carros novos.

Indo além, rodas de liga leve de 15 polegadas, pneus especiais, volante esportivo da Lotse e bancos de couro legítimo são outras atualizações importantes destes projetos.

O objetivo era incorporar um estilo mais jovial e inovador aos Opala, mas sem descaracterizá-los. Quanto à mecânica, Batistinha teve ainda mais liberdade: o motor 4.1 de seis cilindros em linha recebeu injeção eletrônica e coletor de inox.

A suspensão foi recalibrada, os freios a disco são de alta performance e a transmissão Tremec agora é tem cinco marchas (originalmente eram quatro).

Alguns dos clássicos que estarão no Chevrolet Vintage — Foto: Divulgação

CAPA: Chevrolet Opala SS 1976 amarelo dianteira — Foto: Divulgação
Fonte: Auto Esporte

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