A irmã do bebê Noah, de 11 meses, sequestrado por dois homens este mês, exibiu marcas de lesões numa das mãos e acusou um homem de tê-la agredido após as recorrentes postagens dela na internet. De acordo com Sabrina Lavinsky, o suposto agressor seria de São Paulo, para onde ela retornou após o desfecho do sequestro. A polícia apura possível relação com o caso do sequestro.
RELEMBRE O CASO – Ossadas foram encontradas em um imóvel ligado a Gildemar Alves dos Santos, conhecido como Gil, um dos suspeitos de envolvimento no sequestro do bebê Noah, de 11 meses. A casa, localizada no bairro Guarani, em Vitória da Conquista, foi atingida por um incêndio na noite de quinta-feira (15).
O material encontrado foi apontado como ossos humanos, mas a perícia deverá confirmar sua natureza e procedência. A possibilidade de os restos terem sido retirados de algum cemitério ainda depende de investigação.
A polícia apura se o incêndio foi provocado como retaliação pelo sequestro ou como tentativa de destruir provas. O imóvel funcionava como um terreiro. A presença de objetos religiosos, por si só, não esclarece a origem do material encontrado nem a motivação do crime.
Gildemar e Maianderson da Silva foram presos em Ibicuí na noite de quarta-feira (14), sob suspeita de participação no sequestro. Os nomes dos dois foram divulgados pela imprensa. Segundo as informações sobre a ocorrência, um carro e uma arma apontados como utilizados no crime foram apreendidos na ação.
Noah foi sequestrado na noite de terça-feira (13), enquanto brincava com os irmãos em uma praça em Ponto de Astério, no município de Firmino Alves. A criança foi encontrada na manhã seguinte, em uma cabana de praia em Ilhéus, com o cabelo pintado.
Após audiência de custódia, a Justiça decidiu manter a prisão dos dois investigados. As circunstâncias do sequestro e a participação de cada suspeito seguem sob investigação.