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A Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) promoveu na noite dessa segunda-feira, 4, uma audiência pública para debater Políticas Públicas Municipais de Efetividade Constitucional dos Direitos Culturais. A iniciativa foi do vereador Chico Estrella (PTC). O plenário ficou lotado de artistas, produtores, autoridades, secretários municipais, além dos vereadores Subtenente Muniz (Avante), Orlando Filho (PRTB), Edjaime Rosa Bibia (MDB) e Ricardo Babão (PCdoB).

Durante a audiência, artistas e populares apresentaram demandas e sugestões à proposta apresentada como mais incentivo à produção artística local, retorno de projetos culturais como o Natal da Cidade, mais ações voltadas para o esporte, valorização do patrimônio cultural e natural do município, regulamentação para as leis Aldir Blanc e Paulo Gustavo em nível local, críticas à derrubada do Clube Social, mais diálogo entre o coletivo e a prefeitura, investimentos em economia criativa.

Mandato está à disposição do setor cultural – Chico Estrella afirmou que seu mandato tem recebido diversas demandas dos mais variados grupos populares denunciando carência de medidas públicas para os artífices da cultura, seja nas áreas da arquitetura, escultura, pintura, dança, música, literatura e cinema. “É dever do legislador entender que no parlamento circulam as ideias e no prédio do governo se realizam as tarefas”, disse. Estrella frisou que seu mandato está à disposição do setor cultural.

Ele explicou que a audiência é um momento para apresentar à comunidade o Pacote de Leis Municipais Ordinárias da Cultura (CLIQUE AQUI), carinhosamente chamada de Pacote Leis Xangai da Cultura, escrito pelo advogado Alexandre Aguiar em colaboração com Carlos Eduardo. Após intenso debate, o pacote com as propostas de leis foi entregue ao secretário municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Xangai.

Pacote de leis se baseia em cinco pontos – O Advogado Alexandre Aguiar iniciou sua fala agradecendo ao vereador Chico Estrella (PTC) pela iniciativa de realizar a audiência pública. Ele ressaltou a importância da criação de políticas públicas efetivas que visem aos direitos culturais, neste sentido, disse ele, é razoável considerar que precisamos essencialmente dar o pontapé inicial para a erradicação da pobreza através da prática cultural. “A dimensão cultural é elemento-chave nas relações humanas. Com transformação e superação teremos formas para captar investidores externos, garantir o bem-estar das pessoas através da economia criativa”, afirmou.

Segundo Aguiar, é sugerido que a prefeita Sheila Lemos organize o pacote de leis referentes à cultura e encaminhe à Câmara de Vereadores para que aprecie essas leis, apelidadas carinhosamente de Pacote Leis Xangai da Cultura, que possuem o objetivo de atender os princípios estabelecidos no Art. 216-A da Constituição Federal, na esfera Municipal. “O pacote de leis Xangai de Cultura traz efetividade aos direitos de leis culturais, além de projetos que criem a Fundação Municipal de Cultura e de proteção do patrimônio cultural”, ressaltou.  Por último, o advogado especificou a necessidade de criação da Fundação de Cultura e detalhou os cinco pontos dos Projetos de lei que fazem parte do pacote de leis Xangai de Cultura, entre eles a criação da empresa pública de audiovisual e incentivo fiscal ao cinema e apoio ao direito do cinema.

“Sem orçamento não se faz absolutamente nada” – O professor Dirlei Andrade Bonfim questionou até que ponto esse arcabouço legal pode fazer a cultura funcionar. Ele lembrou que idealizou um projeto que resultou num decreto municipal que criou o Troféu Conquistense de Música. O prefeito, na época, era Murilo Mármore. Em sua fala, relatou reunião, em maio de 2021, com a prefeita Sheila Lemos (UB), na qual foi apresentado o Projeto Conquista 2050, pensando a cultura da cidade no século XXI. Ele lamentou o momento em que a cultura, em nível nacional, passa por um momento difícil com a extinção do Ministério da Cultura e avalia que o contexto dificulta o debate em nível municipal. Dirlei ainda ressaltou que a cultura sempre foi o “patinho feio” nas gestões públicas, sempre recebendo os menores investimentos. “Sem orçamento não se faz absolutamente nada”, falou. O professor ainda cobrou a criação de uma Secretaria Municipal focada apenas na Cultura, em contraposição ao que existe hoje, que abarca lazer, esporte e turismo.

“Precisamos pensar no futuro da cultura em nossa cidade” – A artista plástica Valéria Vidigal iniciou a fala afirmando que é fundamental unir os artistas de todos os eixos culturais para discutir o futuro da cultura no âmbito de Vitoria da Conquista. “Mais do que falar do que já aconteceu, precisamos pensar no futuro da cultura em nossa cidade”, disse. Após isso, ela fez um parâmetro histórico da inserção da cultura no Brasil através da semana de 22, quando o país “passou a ser olhado de maneira diferente” e destacou a importância da mudança de mentalidade através da união dos artistas locais para um debate maior sobre o futuro da cultura em Vitória da Conquista.

“A arte é a expressão da alma de cada um, é um marco para Vitória da Conquista ter tantos talentos e um verdadeiro berço cultural”, salientou. Por último, a artista convidou a todos os presentes a participarem da reunião do Conselho de Cultura que acontece toda primeira segunda-feira de cada mês e para estabelecer os critérios dos passos da cultura no município.

Conquista sempre foi carente de leis culturais exequíveis – O servidor público Afonso Silvestre defendeu o aprimoramento das leis de cultura em âmbito municipal. Ele explicou que foi conselheiro de cultura na gestão anterior e ajudou a construir o projeto apresentado na audiência. Segundo Afonso, trata-se de uma primeira discussão sobre esse conjunto de leis proposto para a cultura conquistense. Ainda ressaltou que Conquista sempre foi carente de leis culturais exequíveis e avalia que se trata de um descaso, mas por falta de conhecimento. Afonso deu o exemplo do tombamento da Casa Régis Pacheco. O prédio data da década de 1910 e foi tombado na década de 1990 por meio de um decreto municipal, mas não seguiu o que prevê a legislação federal sobre o tema. A restauração veio somente em 2007, mas sem indicação de uma finalidade para o espaço, o que aconteceu anos depois. Para ele, esses longos intervalos entre ações destinadas a um prédio com marcante importância histórica para o município ilustra a carência de leis mais consistentes para o setor.

Nunca foi realizada uma Feira Literária em Conquista – O jornalista Jeremias Macário de Oliveira iniciou o pronunciamento elogiando o Pacote Leis Xangai da Cultura como um projeto arrojado para Vitória da Conquista. Destacou que, neste sentido, é fundamental somar forças para alavancar esse projeto de leis. O jornalista criticou a falta de políticas públicas para a cultura em Vitória da Conquista e lamentou a destruição da cultura no âmbito federal, através da destruição do Ministério da Cultura.

Macário salientou também a necessidade de desmembração da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer. “Precisamos de uma secretaria voltada especificamente para a cultura”, disse. Jeremias ainda destacou a falta de privilégio de alguns eixos da cultura, como a literatura, por exemplo. “A literatura é a prima pobre das outras artes, infelizmente nunca foi realizada uma Feira Literária na terceira maior cidade do interior da Bahia”, lamentou. Por último, ele falou sobre a importância de discutir cultura com a população da periferia e com as comunidades do município “Não fazer apenas uma cultura elitista, mas que dialogue com o povo e leve entendimento à população”, finalizou.

Conquista terá Conferencia de Cultura no mês de maio – O cantor e secretário Municipal de Cultura, Xangai, afirmou que o pacote de leis precisa ser aprovado e efetivado. Ele reconheceu as palavras de Dirlei sobre o momento crítico por que passa a cultura brasileira com a extinção do Ministério da Cultura. O secretário ressaltou a importância de investimento na cultura, afirmando que a cada a R$ 1 real investido na cultura, o retorno é de cerca de R$ 13,00. Ele também informou que será realizada uma Conferência de Cultura no mês de maio, com a participação de Juca Ferreira, ex-ministro da Cultura. Xangai ainda brindou a plateia com uma apresentação cultural.

É preciso dá um ‘start’ na cultura de Conquista – Em sua fala, o advogado Carlos Eduardo ressaltou a emoção em participar da audiência sobre os Direitos Culturais juntamente com os mestres da cultura em Vitória da Conquista. Ele falou sobre a importância de dar um start na cultura local através da implantação da Fundação Municipal de Cultura e com a criação da empresa pública de cinema e audiovisual, “Até hoje nós estávamos órfãos das questões culturais, mas a situação pode mudar através da implantação do Pacote de Leis Ordinárias Xangai de Cultura. Existe neste momento uma grande expectativa para que este projeto se realize”, destacou. Ele falou sobre o Projeto de Leis como um meio para gerar renda e emprego para o município e, através da cultura, tornar Vitória da Conquista referência no contexto baiano e nacional; “vamos estabelecer o nome de nossa cidade para a cultura nacional”, finalizou.

Pacote de leis vai dotar poder público de base para fomentar a cultura – O professor Doutor Itamar Aguiar afirmou que é preciso deixar de considerar a cultura como “sobremesa” e as outras ocupações como “pratos principais”. Ele avalia que o setor da cultura acaba sendo encarada como algo descartável. O professor ressaltou que o pacote de leis apresentado na audiência foi debatido e aprovado pela gestão anterior do Conselho Municipal de Cultura. O pacote vai dotar o poder público municipal dos elementos necessários ao estímulo da cultura, além de dar base para se buscar recursos externos à cultura conquistense, e assim possibilitar condições a quem faz cultura na cidade. Itamar reforçou os cinco pontos do pacote apresentado por Alexandre Aguiar. Em sua fala, relembrou que o cineasta Orlando Sena chegou a elaborar um projeto de criação de um polo de cinema para Conquista, por meio de uma parceria entre a Prefeitura Municipal e a Uesb. Ele explicou que de acesso a esse projeto vem tentando articular a criação de uma empresa de cinema conquistense.

Vereadores destacam importância de investimentos em cultura – O vereador Ricardo Babão (PCdoB) falou da necessidade de elaborar projetos culturais para a atração de recursos. Ele relembrou iniciativas marcantes do calendário cultural e se prontificou a apoiar os projetos.

Cultura conquistense está numa situação crítica – O vereador Edjaime Rosa – Bibia (MDB)  fez um apanhado dos eventos culturais que existiam no município e afirmou que a atual gestão municipal quer retomar uma agenda cultural. “Precisamos levantar recursos para incentivo à cultura nos bairros e escolas, e para isso precisamos nós unir para este debate”, disse.

CMVC - AGOSTO
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Depois de anunciar que a edição especial deste ano do Festival de Inverno Bahia (FIB) terá 12 atrações no palco principal, a organização do evento não para de inovar. Pela primeira vez, o público que estiver em Conquista vai assistir a um feat que é a cara do nordeste brasileiro.

Elba Ramalho e Fagner subirão juntos ao palco do FIB, na sexta (26), com uma homenagem ao Rei do Baião. Com o repertório do álbum ‘Festa’, lançado em 2021, os dois vão interpretar canções que fizeram sucesso na voz de Luiz Gonzaga. ‘Danado de Bom’, ‘Deixa a Tanga Voar’ e ‘A Morte do Vaqueiro’ são parte do repertório.

Mas, como a mistura de ritmos é uma das marcas do Festival, o pagode não poderia estar de fora do line-up. A torcida do Harmonia do Samba já pode se uniformizar, porque Xanddy e sua turma farão o melhor sábado do mundo. Com 26 anos de carreira, essa será a estreia do grupo no Festival de Inverno e promete aquecer o público com a quebradeira no segundo dia do evento.

A venda oficial de ingressos para o #FIB22 está sendo realizada pela plataforma Sympla e em quatro pontos fixos de Vitória da Conquista: Loja Taco, Central de Ingressos Shopping Conquista Sul, Central de Ingressos Galeria Panvicon e Banca Central. O pagamento pode ser feito através de dinheiro ou cartão de débito e/ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até 6x sem juros.

A produção do Festival de Inverno Bahia é assinada pela Icontent, empresa de entretenimento da Rede Bahia, em parceria com a TV Sudoeste. *Mega Rádio VCA.

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Após o sucesso da estreia do show do seu primeiro álbum Cisco no Olho durante o Festival Lusoteropolitana, Ana Barroso volta a se apresentar no Teatro Sesi Rio Vermelho, em Salvador (BA). Em duas sessões, nos dias 04 e 05 de março, a partir das 20h, a atriz, cantora e compositora trará as nove faixas autorais presentes no disco, além de outras canções que fazem parte do seu universo de referências. Contando com a parceria fiel de músicos que fizeram parte das gravações de Cisco no Olho, Babuca Grimaldi no violão, e Sebastian Notini na percussão, o repertório inclui a musicalidade essencialmente brasileira, como o baião e suas variantes destiladas em poesias sobre a Bahia, sentimento e Brasil. Ana é mulher, mãe, do sertão da Bahia, um elo entre o original e a tradição, expressando a beleza e a peleja que a vida incorpora na sua e em outras existências. Cisco no Olho Cisco no Olho às vezes revela uma desculpa para disfarçar um choro, uma emoção, um arrebatamento. Ana parte desse esconderijo para, com sua música, sugerir uma busca pela liberdade. “Quero dizer para gente tirar o cisco e chorar. O choro alivia, reorganiza. É preciso ganhar algum tipo de impulso para recomeçar todos os dias”, explica. O projeto do disco foi realizado através da Lei Aldir Blanc e contou com os arranjos de Felipe Guedes.  Ouça agora: Cisco no Olho - Ana Barroso (2021)   SERVIÇO: Show Cisco no Olho com Ana Barroso Local: Teatro Sesi Rio Vermelho (Rua Borges dos Reis, 9 – Rio Vermelho, Salvador – BA) Datas: 04 e 05 de março de 2022 Horário: 20h Ingressos: R$30 (inteira) / R$15 (meia)

Vendas: Sympla (https://www.sympla.com.br/cisco-no-olho---salvador__1498152)

CMVC - AGOSTO
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O Carnaval é a festa mais popular do Brasil. Porém, não tem uma data fixa como outros feriados do país. Às vezes acontece em fevereiro, às vezes em março. Você já se perguntou por que a data do feriado de Carnaval sempre muda? O que pouca gente sabe é que a data da folia, de origem pagã, é determinada com base no calendário da Igreja Católica. Os elementos variáveis são as datas estabelecidas para a Páscoa, a mudança das estações do ano e o calendário lunar. Portanto, para definir a data do Carnaval é preciso saber em que dia será a Páscoa, data cristã que marca a ressurreição de Jesus Cristo, – que também não tem uma data fixa.

Quando cai o Carnaval? O Carnaval foi incorporado no calendário católico para designar a véspera da Quarta-Feira de Cinzas, na qual se inicia a abstenção de carne. Dessa forma, a festa marca o período de liberdade anterior à Quaresma – período de 40 dias até a Sexta-Feira Santa, dois dias antes da Páscoa. O cálculo da data do Carnaval é o seguinte: sete dias antes da Páscoa é celebrado o Domingo de Ramos – comemoração que relembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. O Domingo de Ramos dá início à Semana Santa que terminará com a ressurreição de Cristo na Páscoa. Exatamente 40 dias antes do Domingo de Ramos é a terça-feira de Carnaval. Com isso, a folia é celebrada 47 dias antes da Páscoa, ou seja, sete domingos antes da Páscoa.

 

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O Show beneficente “Canto por Ka” acontece no Centro de Cultura, em Vitória da Conquista no próximo dia 23 de fevereiro, e irá contar com diversos artistas da região.

O evento beneficente acontece em prol da jovem Ká, ela está fazendo tratamento de um câncer colorretal com metastase.

 

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O cantor e compositor Armandinho este no bar Cai Um em Vitória da Conquista neste final de semana, e fez uma festa de música boa com músicos conquistenses.

 

VEJA:

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Dando continuidade às ações de divulgação dos Salões de Artes Visuais da Bahia – edição 2022, entre 21 e 25 de fevereiro de 2022, uma equipe da Fundação Cultural do Estado da Bahia estará nos municípios de Vitória da Conquista e Jequié, no sudoeste baiano, para dialogar com artistas locais e visitar ateliês e espaços culturais na região.

 

Os Salões de Artes Visuais da Bahia visam apresentar ao público a diversidade da produção baiana em Artes Visuais, divulgar e valorizar o trabalho dos artistas de diversas regiões do estado e estimular a reflexão sobre temas atuais da área. O edital dos Salões tem previsão para ser lançado em abril. Nesta nova edição, em 2022, além dos Prêmios de Aquisição no valor de R$ 10 mil cada, será realizada exposição coletiva das obras premiadas e selecionadas, em Salvador. Esta ação busca potencializar ainda mais a visibilidade dos artistas selecionados ao conectá-los a outros tantos artistas em circulação pela cidade.

 

SERVIÇO

 

Divulgação dos Salões de Artes Visuais 2022 em Vitória da Conquista e Jequié

 

Quando: 21 a 25 de fevereiro de 2022

Onde: Vitória da Conquista – Centro de Cultura Camillode Jesus; Atelier Valéria Vidigal; Galeria Mix Atelier (Museu de Kard); Memorial Régis Pacheco

Jequié – Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães

Gratuito

 

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A cantora e compositora Larissa Gomes se juntou ao cantor Rafinha O Big Love, para gravar “Online Ausente”. A música conta a história de alguém que vive sendo ignorado nas redes sociais, principalmente no WhatsApp, onde a pessoa se encontra ‘online’, mas não responde as mensagens nem atende as ligações, ou seja, é o mesmo que estar ‘ausente’.

O single “Online Ausente” já está disponível em todas as plataformas digitais e conta também com clipe no canal do YouTube de Larissa.

 

Confira: https://orcd.co/onllineausente

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Um marco importante para a cultura de Vitória da Conquista (BA), com um caráter extremamente relevante do ponto de vista histórico. Assim se resume o lançamento do single “Pot-pourri de Martin Parangolá”, do grupo Vozes do Beco, formado pelas cantoras do Terreiro de Xangô, localizado no “Beco de Dôla”.

A música faz parte de um projeto maior: a gravação de um álbum com canções inéditas do grupo, que representa a riqueza cultural e a tradição do Beco, prestes a ser reconhecido com o primeiro quilombo urbano da região Sudoeste da Bahia.

O “Beco de Vó Dôla” é uma comunidade que se localiza no coração do bairro Pedrinhas, estigmatizado pela violência, mas que representa grande parte da riqueza cultural de Conquista, principalmente na história dos seus antigos carnavais. Era de lá que desciam para a avenida escolas de samba, blocos afro e outras agremiações que fizeram parte da folia momesca da cidade em meados dos anos 70.

A história do Beco já rendeu artigos, dissertações de mestrado e sua mística tem encantado quem conhece o lugar e toda a sua beleza.

Ouça “Pout Porri de Martin Parangolá” – Vozes do Beco (2022)

FICHA TÉCNICA

Produção Executiva: Ricardo Marques e Betão

Produção Musical e Arranjos: Luciano PP

Músicos:

Paulo Macedo – viola

Luciano PP – violões

Adair Timba – percussão

Garotinho – percussão

Gravação: Estúdio Luart – Luciano PP e Artur Pires

Fotografia: Date Sena

Capa: Luciana Flores

Assessoria de Imprensa

VAGALUME PRESS

Ana Paula Marques

(77) 98101-1254

vagalumepress@gmail.com

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