A diretoria do ECPPVC acertou mais um reforço para o sistema defensivo. Trata-se do zagueiro Gilson Lins, que já teve passagem pelo clube em 2018. Gilson, 31 anos, natural de Mairi-BA, tem passagens por clubes como ABC, URT, Mamoré, Cascavel, Gurupi, Comercial-MS e Aquidauanense, no qual disputou o campeonato estadual e a Copa do Brasil. Gilson tem sua chegada prevista para a manhã do próximo domingo(07).
Foram exatos 427 dias de espera. Mas, após um ano, um mês e 27 dias, neste domingo, o Flamengo pode finalmente voltar a liderar o Campeonato Brasileiro por mais de 24 horas.
A última vez que isto aconteceu foi na última rodada do Brasileirão de 2019, no dia 8 de dezembro, quando a equipe acabou derrotada pelo Santos por 4 a 0, mas já tinha garantido o título.
Com 64 pontos e na segunda colocação, o Rubro-Negro vai enfrentar o Bragantino no Nabi Abi Chedid, às 20h30, pela 35ª rodada. Líder da competição com 66, o Internacional só entrará em campo na quarta-feira, para enfrentar o Sport no Beira-Rio.
Ou seja, se vencer, o Fla ultrapassa o Colorado e assume a ponta provisoriamente. Mas, para se manter, vai precisar que o time gaúcho tropece contra o clube pernambucano.
Nesta edição do Campeonato Brasileiro, o Flamengo só esteve na primeira colocação no dia 21 de novembro, na 22ª rodada, quando a equipe venceu o Coritiba por 3 a 1. Só que durou pouco. No dia seguinte, menos de 24h depois, o Atlético-MG empatou com o Ceará em 2 a 2 e fechou a rodada na ponta.
O Bahia e Vitória já sabem quem serão seus adversários na primeira fase da Copa do Nordeste. Em sorteio realizado nesta quinta-feira (4), na sede da CBF, no Rio de Janeiro, ficou definido que o Tricolor caiu no Grupo A, juntamente com Ceará, Santa Cruz, CRB, Sampaio Corrêa, Confiança, Treze e 4 de Julho. Já o Leão ficou no Grupo B ao lado de Sport, Fortaleza, CSA, Botafogo-PB, ABC, Salgueiro e Altos. Vale ressaltar que um grupo enfrenta o outro.
A fase de grupos da Copa do Nordeste começa no dia 26 de fevereiro. A competição reúne 16 equipes divididos em dois grupos de oito e as equipes se enfrentam em oito rodadas. Os quatro melhoes de cada chave avançam para as quartas de final.
A tabela detalhada da competição regional será divulgada nos próximos dias pela entidade máxima do futebol brasileiro. O atual campeão do certame é o Ceará, que superou o Bahia na edição 2020.
Confira o calendário da competição:
Fase de grupos: de 27/2 a 12/4 (8 datas)
Quartas de final: 17/4 (1 data)
Semifinal: 24/4 (1 data)
Final: 1º/5 e 8/5 (2 datas)
Recém completados 16 anos, o ECPPVC realizará no jogo de estreia do Campeonato Baiano, marcado para o próximo dia 21, uma homenagem ao capitão Sílvio.
Um dos grandes ídolos da história do clube, o zagueiro e capitão Sílvio, terá sua camisa de nº4, aposentada pela diretoria do clube. A decisão será registrada no estatuto do clube e a partir desse momento nenhum outro jogador poderá vestir a camisa nº4, apenas o próprio Sílvio.
“Essa é uma forma de reconhecimento que encontramos para homenagear nosso capitão. Está presente desde a fundação do clube, desde então vem honrando nossa camisa, com muito respeito, comprometimento e dedicação. Para nós é uma honra tê-lo conosco durante esse tempo e por mais uma temporada que se inicia,” disse Ederlane Amorim.
Sílvio irá completar a 15ª temporada pelo Bode, são 383 jogos, 32 gols. Participou dos momentos mais marcantes do clube e nunca abandonou nos momentos mais difíceis.
No próximo sábado(06) o Bode fará mais um amistoso, dessa vez o adversário é a Seleção de Medina. A partida será no Est.Edvaldo Flores, às 16hs.

Do momento em que a bola saiu da cabeça de Breno Lopes e encontrou o fundo do gol, uma eternidade de duas décadas sem conquistar a Libertadores passou na frente dos olhos do torcedor palmeirense. Assim que ela beijou a rede do Maracanã, já não era mais preciso esperar.
Com gol de seu improvável herói, o Palmeiras venceu o Santos por 1 a 0 neste sábado (30), no Rio de Janeiro, e conquistou o bicampeonato continental.
Um prêmio ao trabalho que começou com Vanderlei Luxemburgo, responsável pela melhor campanha da fase de grupos, e que foi aprimorado pelo português Abel Ferreira, que repete Jorge Jesus e, pela segunda edição seguida, faz do futebol da América do Sul um pouco mais lusitano.
Havia muita expectativa para a primeira final paulista da história da Libertadores do ponto de vista técnico. Ela definitivamente não foi correspondida, possivelmente também prejudicada pelo fato de que os atletas iniciaram a partida sob um calor de 33ºC no Rio de Janeiro.
O resulatdo foi bem diferente da intensidade apresentada pelas duas equipes ao longo de toda a Libertadores, quando seus jogos foram quase todos disputados à noite.
Minutos depois do apito inicial do árbitro argentino Patricio Loustau, via-se que o ritmo do confronto seria cadenciado, como realmente foi. Isso, contudo, não diminui a tensão inerente a um clássico paulista, quase sempre mais friccionado do que tecnicamente vistoso. Duelo de Campeonato Paulista, mas transferido para o verão carioca, no Maracanã.
Nos primeiros 45 minutos, a estratégia de ambos foi a busca por recuperar a bola na intermediária defensiva ou no meio do campo e, com dois ou três toques, tentar chegar próximo do gol adversário. Um jogo mais direto, agilidade para decidir e marcar o que poderia ser o gol de um título continental em uma partida que não entregaria tantas oportunidades.
Santistas e palmeirenses preferiam guardar o combustível para uma eventual estocada. Se o lançamento era longo demais, os jogadores abriam mão de perseguir a bola até a linha de fundo. Desgaste sem necessidade.
A análise sobre o futebol apresentado, porém, não cabe ao torcedor. Sua relação com o futebol é passional, e sua paixão é o clube. Pouco importa que o jogo tenha sido tecnicamente ruim.
Até porque é um exercício que exige boa memória tentar lembrar de uma final de campeonato que tenha enchido os olhos do espectador. A alegria do torcedor independe do espetáculo.
Importava, ao palmeirense, que seu time conquistasse o bicampeonato da América no jogo mais importante do Palmeiras neste século, após uma espera de 20 anos para voltar a uma final de Copa Libertadores.
Transformar em realidade e glória a obsessão, cantada (quando havia essa possibilidade) nas arquibancadas do Allianz Parque durante as últimas duas décadas.
Aos santistas valia, além do tetracampeonato e a liderança como brasileiro com mais títulos no torneio, o reencontro sentimental com as gerações de alvinegros mais velhos que viram o clube da Vila Belmiro transformar o Maracanã em sua casa.
Enfim os mais jovens teriam a sensação do que viram e viveram seus avós e seus pais, testemunhas da época mais gloriosa do Santos, que celebrou no Maracanã um título mundial, além do milésimo gol de Pelé.
Alguns desses torcedores tiveram o privilégio de acompanhar a história desta final do lado de dentro do Maracanã. A convite dos clubes e autorizados pela Conmebol, se aglomeraram, às vezes sem máscara, e cantaram músicas de incentivo numa busca por tentar diminuir o vazio que virou o futebol na pandemia.
Ainda que esses cânticos tenham substituído o silêncio, produziram um evento melancólico nas arquibancadas do Maracanã, em um país onde mais de 222 mil pessoas morreram pela Covid-19.
Para os protagonistas do que acontecia no campo ser campeão poderia marcar a coroação das excelentes campanhas exibidas nesta Libertadores e também o triunfo de grandes histórias individuais, biografias muitas vezes sofridas e difíceis, que preparam esses profissionais para o acontecimento que os torna eternos.
Coube a Breno Lopes, herói improvável, o gol que o levará à eternidade. O responsável pela maior glória do Palmeiras desde que o clube do Palestra Itália foi campeão da América pela última vez.
O atacante mineiro entrou quieto e, logo após Cuca ser expulso por retardar o jogo na lateral em confusão com Marcos Rocha, cabeceou firme para as redes o cruzamento que veio da direita, de Rony, o líder palmeirense em assistências nesta Libertadores, com oito passes para gol.
Explosão dos poucos palmeirenses que estiveram no Maracanã, e dos muitos espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Um gol que deve ter sido celebrado em Portugal, acarinhado pelo Palmeiras de Abel Ferreira, campeão pela primeira vez na carreira, e logo de uma taça continental.
O treinador, que chegou em novembro e transformou o time em uma máquina de competir, falava na véspera sobre como o palco deste sábado tinha um significado especial na sua vida, pelo fato de decidir o jogo mais importante de sua trajetória onde tantas glórias foram escritas. Significado que se estende aos jogadores e ao torcedor palestrino.
A taça da Copa Libertadores ganha mais uma plaquinha na sua base de madeira, e ela é alviverde.
PALMEIRAS
Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez, Viña; Danilo, Zé Rafael (Patrick de Paula), Gabriel Menino (Breno Lopes), Raphael Veiga (Alan Empereur); Rony (Felipe Melo) e Luiz Adriano. Técnico: Abel Ferreira.
SANTOS
John; Pará (Bruno Marques), Lucas Veríssimo, Luan Peres, Felipe Jonatan (Wellington Tim); Alison, Sandry (Lucas Braga) e Diego Pituca; Soteldo, Marinho e Kaio Jorge (Madson). Técnico: Cuca.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 X 0 SANTOS
Final da Copa Libertadores da América 2020
Data: 30/01/2021 (sábado)
Horário: 17h
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro
Árbitro: Patricio Loustau (Argentina)
Assistentes: Ezequiel Brailovsky e Diego Bonfa (ambos da Argentina)
Quarto Árbitro: Dario Herrera (Argentina)
VAR: Mauro Vigliano (Argentina)
Cartões amarelos: Gustavo Gómez, Viña e Marcos Rocha (Palmeiras); Lucas Veríssimo, Diego Pituca, Soteldo e Alison (Santos)
Cartão vermelho: Cuca (Santos)
Gol: Breno Lopes (PAL), aos 53 minutos do segundo tempo. *Bahia Notícias.
O Bode realizou seu primeiro amistoso na pré temporada, na tarde desse sábado(30). O placar ficou Barcelona 2 x 3 ECPPVC, os gols do Alviverde foram de Maradona, Luan e Lucas(em observação). A partida serviu para o treinador Gabardo Júnior fazer algumas observações e avaliações. O elenco retorna as atividades na manhã da próxima segunda-feira(01).
#PreTemporada
#ECPPVC
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A busca pela glória eterna tem seu capítulo final na tarde deste sábado, quando Palmeiras e Santos entram no gramado do Maracanã, a partir das 17h (de Brasília), para decidir quem será o campeão da Copa Libertadores.
A finalíssima já teria um peso gigantesco por si só, mas ganhou o “plus” de ser protagonizada por dois clubes do mesmo estado, ainda mais no estádio mais histórico do Brasil, em jogo único.
E uma decisão completamente diferente de qualquer outra já vista na história da Libertadores. Uma final sem abraço, sem aglomerações, sem a presença do público, a parte que fez o futebol ser um esporte tão amado no Brasil e no mundo. Tudo isso, claro, por causa da pandemia do novo coronavírus, que já matou mais de 200 mil brasileiros e muitos mais ao redor do planeta.
O combo de tensão, expectativa e obsessão pelo maior troféu das Américas faz a rivalidade centenária entre Peixe e Verdão chegar ao ápice.
O Palmeiras busca conquistar sua segunda Libertadores na história, guiado pelo técnico Abel Ferreira, Weverton, Gustavo Gómez, Rony e companhia. A última vez que conquistou a América foi em 1999, quando comandado por Felipão, Marcos, Paulo Nunes e Alex.
A taça da Série B do Brasileiro 2020 é da Chapecoense. Com uma dose extra de sofrimento, o Verdão do Oeste venceu o Confiança por 3 a 1, na noite desta sexta-feira, na Arena Condá, pela 38ª rodada. A conquista do título inédito foi definida no saldo de gols.
Isso porque, o time catarinense empatou com o América-MG em número de pontos (73 cada), mas o gol anotado por Anselmo Ramon, aos 51 minutos do segundo tempo, em cobrança de pênalti de cavadinha, desempatou a disputa. No fim, a Chape ficou com um a mais (21 contra 20).
Além da Chapecoense, campeã da Série B, e do América-MG, vice-campeão, os outros dois times que garantiram as vagas na elite nacional de 2021 foram Cuiabá e Juventude. O time do Mato Grosso já tinha confirmado seu lugar, enquanto que os gaúchos sacramentaram o acesso com a vitória sobre o Guarani também nesta sexta-feira, em Campinas.
Depois de mais de 15 anos, Hulk está de volta ao futebol brasileiro. A porta de entrada é o Atlético-MG, que fechou contrato de dois anos, com possibilidade de renovação por mais uma temporada. Em postagem nas redes sociais, o atacante de 34 anos exaltou o compromisso acertado com o Galo. Elogiou o clube e garantiu gols e raça para ser campeão.
O Atlético Mineiro me deu a oportunidade de voltar a jogar no meu País depois de tanto tempo. Um clube com uma das melhores estruturas do mundo. Com um projeto fantástico. Uma torcida apaixonada e vibrante que abraça seus ídolos.
“Vou retribuir com aquilo que sempre fiz. Com muitos gols, muita raça e muita vontade de vencer… Venho para ser campeão. Hulk é Galo ”
Hulk, que defendeu o Brasil na Copa do Mundo de 2014, retorna ao futebol nacional após longa passagem pela Ásia e Europa. Revelado pelo Vitória, o jogador se transferiu para o Kawasaki Frontale, do Japão. No país asiático, ainda passou por Consadole Sapporo e Tokyo Verdy.
Em 2008, foi para o futebol europeu, contratado pelo Porto, de Portugal. Jogou ainda pelo Zenit, da Rússia, antes de voltar ao futebol asiático, em 2016, pelo Shanghai SIPG, da China. Defendeu a seleção brasileira na Copa de 2014.
Hulk não poderá ser utilizado na reta final do Campeonato Brasileiro 2020, uma vez que o prazo de inscrição de novos jogadores era até o fim de novembro do ano passado. Assim, ele estará disponível ao técnico Jorge Sampaoli para o Campeonato Mineiro, Copa do Brasil e, se a classificação se confirmar, Copa Libertadores, além do Brasileiro 2021. O Estadual começa em 28 de fevereiro, dias após o término da Série A, e o Galo deve utilizar um time alternativo de arranque.