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CORTINA E CIA COLCHÕES
    Editorial de Deusdete Dias destaca retrocessos na legislação ambiental No editorial intitulado “Falei, tá falado!”, o jornalista Deusdete Dias trouxe à tona, nesta segunda-feira (03), data em que se celebra o Dia Nacional da Educação Ambiental, uma crítica contundente ao cenário atual das políticas ambientais no Brasil. O foco do comentário foi a recente aprovação, pelo Senado Federal, do Projeto de Lei 2.159/2021, que trata do novo marco legal do licenciamento ambiental. O texto agora retorna à Câmara dos Deputados para nova análise, mas já causa apreensão entre especialistas e ambientalistas. Segundo ambientalistas, a medida representa “o maior retrocesso ambiental dos últimos 40 anos”, ecoando o alerta de diversas organizações que consideram o projeto uma ameaça direta à preservação dos recursos naturais, à biodiversidade e à segurança ambiental do país. Deusdete foi enfático: “A natureza é sábia, nós é que somos imbecis”, declarou, em tom crítico. O jornalista citou como exemplo o recente desastre ambiental no Rio Grande do Sul, onde chuvas intensas e inundações deixaram milhares de desabrigados e expuseram a fragilidade da infraestrutura diante das mudanças climáticas. Para ele, ignorar os sinais da natureza e enfraquecer os mecanismos de proteção ambiental é caminhar para tragédias anunciadas. A educação ambiental, que deveria estar no centro das políticas públicas, continua sendo negligenciada por muitos gestores públicos. O editorial é um chamado à consciência coletiva e um apelo para que a legislação ambiental brasileira seja tratada com a seriedade e urgência que a crise climática exige. Como finalizou Deusdete: “Falei, tá falado!”.
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Editorial: Vereadores, cumpram seu papel! Por Deusdete Dias

No seu mais recente editorial, o jornalista Deusdete Dias abordou um tema que há muito exige reflexão: o verdadeiro papel dos vereadores e vereadoras no cenário político municipal.

Segundo ele, para que o mandato de um parlamentar municipal seja relevante, é essencial que este atue com eficiência, compromisso e, acima de tudo, com foco no interesse público. No entanto, o que se tem visto, com frequência cada vez maior, é uma desconexão entre o que se discute nas câmaras municipais e o que, de fato, compete a um vereador.

Há um limite constitucional bem claro: cabe ao vereador fiscalizar o poder executivo municipal — ou seja, o prefeito e seus secretários — além de legislar sobre temas de interesse local. Questões que envolvem o Estado ou a União são prerrogativas de deputados estaduais, federais e senadores. Portanto, quando vereadores desviam suas atenções para além de suas atribuições, perdem tempo e, pior, falham com seus eleitores.

Deusdete também fez um alerta quanto ao comportamento de parlamentares em diversas cidades do Brasil. Em vez de estarem atentos às pautas em discussão e agirem com ética e transparência, muitos têm protagonizado brigas em plenário, deixando de lado projetos que poderiam melhorar a vida da população.

A crítica é direta: onde vamos parar com esse desajuste entre os três poderes? A democracia exige equilíbrio e responsabilidade. Vereadores devem cumprir o seu papel constitucional: legislar, fiscalizar e, sobretudo, defender os interesses de sua cidade e de seu povo.

“Pronto! Falei, tá falado!”, encerra o jornalista, em tom firme e necessário.

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