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CORTINA E CIA COLCHÕES

Um avião com 60 passageiros e quatro tripulantes caiu nesta quarta-feira (29) após colidir com um helicóptero militar perto do Aeroporto Nacional Reagan, em Washington D.C., nos Estados Unidos. Segundo autoridades locais, a outra aeronave transportava três soldados.

Até o momento, 18 corpos foram resgatados. Não há registro de sobreviventes, até então. As causas do acidente também são desconhecidas até o momento.

Equipes de resgate confirmaram que o avião caiu no rio Potomac e que barcos do Corpo de Bombeiros estão mobilizados na área.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou pelas redes sociais neste domingo (26) que ordenou que o governo americano adote medidas de retaliação contra a Colômbia, após o país sul-americano se recusar a receber voos militares com pessoas deportadas.

Trump alegou que a ação “colocou em risco a Segurança Nacional e a Segurança Pública dos Estados Unidos”. Assim, determinou:

  • Tarifas emergenciais de 25% sobre todos os bens da Colômbia que entram nos Estados Unidos. Em uma semana, as tarifas de 25% serão elevadas para 50%
  • Proibição de viagens e revogações imediatas de vistos para autoridades do governo colombiano e todos os aliados e apoiadores.
  • Sanções de visto para todos os integrantes do partido, familiares e apoiadores do governo colombiano.
  • Inspeções aprimoradas de alfândega e proteção de fronteiras de todos os cidadãos colombianos e cargas por motivos de segurança nacional.

O republicano afirmou ainda que vai impor sanções previstas pelo Ato de Emergência Internacional e Poderes Econômicos (IEEPA, na sigla em inglês).

A lei concede ao presidente autoridade para declarar uma emergência nacional em períodos de paz e usar medidas econômicas como resposta. O presidente disse que medidas relacionadas ao Tesouro, ao setor bancário e financeiras serão completamente impostas.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (22) um decreto que suspende a entrada de migrantes pela fronteira sul do país. Essa é a medida contra a imigração mais drástica tomada pelo republicano em seus primeiros dias de volta ao cargo.

O texto do decreto não foi divulgado, mas a Casa Branca disse em nota que a ordem executiva “suspende a entrada de migrantes que participam de uma invasão dos Estados Unidos pela fronteira sul” e ordena que agências do governo federal tomem todas as medidas necessárias para “imediatamente repelir, repatriar e remover imigrantes ilegais”.

Segundo o governo, a medida também vale para quem entra nos EUA pedindo asilo, o que contraria a legislação americana. Assim, é quase certo que o decreto será questionado na Justiça, como já acontece com a ordem anunciada na terça (21) que suspendeu a concessão automática de cidadania a filhos de imigrantes em situação irregular nascidos nos EUA.

A nota da Casa Branca desta quarta diz que a Constituição americana autoriza o governo federal a suplantar a autoridade dos estados quando há uma invasão em curso —ao longo de toda a campanha eleitoral, Trump descreveu com frequência o aumento na entrada de migrantes nesses termos. Dessa forma, o presidente estaria autorizado a intervir diretamente em estados que fazem fronteira com o México, como a Califórnia e o Texas.

O governo Trump coloca ainda a culpa na crise atual no ex-presidente Joe Biden, dizendo que o antecessor “não foi capaz de proteger os americanos de milhões de imigrantes ilegais entrando nos EUA, invadindo suas comunidades, e custando bilhões de dólares aos governos locais”.

Especialistas apontam com frequência que a imigração, embora exija recursos emergenciais no curto prazo, acabam por fortalecer a economia de um país a longo prazo, e que nos EUA trabalhadores migrantes são essenciais em setores como agricultura, construção civil e serviços de saúde.

Nesta quarta, a imprensa americana também relata que o governo Trump se prepara para enviar 1.500 soldados da ativa das Forças Armadas para a fronteira com o México nos próximos dias. Citando autoridades ouvidas em condição de anonimato, veículos como o jornal The New York Times afirmam que a medida deve ser anunciada nos próximos dias.

Se os soldados mobilizados atuarem diretamente para encontrar e prender migrantes em situação irregular, como defendido por Trump, será a primeira vez em décadas que as Forças Armadas americanas são utilizadas para cumprir papel de polícia.

Soldados da ativa já foram enviados para a fronteira sul por Trump em seu primeiro mandato e pelo governo Biden. Entretanto, eles atuaram apenas como apoio logístico aos agentes de segurança que trabalham no local —entre eles, 2.500 membros da reserva da Guarda Nacional, além de agentes do Departamento de Segurança Interna e policiais.

A legislação americana proíbe que membros da ativa das Forças Armadas atuem com poder de polícia dentro dos EUA. Entretanto, autoridades do governo Trump levantam a hipótese de invocar uma lei de 1807 que permite essa atuação em caso de “insurreição interna”.

 

Victor Lacombe/Folhapress

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O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, será empossado nesta segunda-feira, 20. A cerimônia terá a presença de integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de parlamentares brasileiros. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não irá ao evento, e o governo brasileiro será representado por Maria Luiza Viotti, embaixadora do País em Washington.

Bolsonaro não irá à posse pois está com o passaporte retido pela investigação por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A defesa do ex-presidente pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a devolução do documento, mas teve o pedido negado pelo ministro Alexandre de Moraes.

Neste sábado, 18, Bolsonaro afirmou que se sentia constrangido por não poder ir à posse do aliado. O ex-presidente concedeu entrevista coletiva no Aeroporto de Brasília, onde acompanhou o embarque aos Estados Unidos da sua mulher, Michelle Bolsonaro (PL), que irá ao evento. O filho do ex-presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), também acompanhará a posse.

O parlamentar teve encontros em Washington com o presidente argentino, Javier Milei, e com o expoente da extrema direita americana Steve Bannon. Também neste fim de semana, esteve em um jantar promovido pelo futuro vice-presidente, J.D. Vance, e em um baile de gala para celebrar a comunidade latino-americana e espanhola nos Estados Unidos. No local, encontrou o filho de Trump, Donald Trump Jr, que perguntou pelo ex-presidente Bolsonaro.

Além de Eduardo, 19 deputados federais confirmaram ao Estadão que estarão presentes na posse, além do senador Jorge Seif (PL-SC). O número é menor do que os 39 parlamentares de oposição que manifestaram interesse em comparecer ao evento

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Autoridades de Israel confirmaram que três reféns mantidas pelo Hamas foram entregues neste domingo (19) à Cruz Vermelha, como parte do acordo do cessar-fogo na guerra em Gaza, que começou a valer nesta manhã.
Romi Gonen, 24, Emily Damari, 28, e Doron Steinbrecher, 31, estavam presas há mais de um ano. Gonen estava no festival de música invadido pelo Hamas em 7 de outubro de 2023. Damari e Steinbrecher foram sequestradas dentro de suas próprias casas, no kibbutz (vilarejo agrário) Kfar Aza, no sul de Israel.
Elas foram entregues pelo Hamas à Cruz Vermelha e devem seguir para Israel em helicópteros do exército de Israel. Elas serão levadas para um hospital antes de voltarem para casa.
Em troca, Israel deve liberar 95 prisioneiros palestinos: 70 mulheres e 25 homens. As autoridades israelenses ainda não forneceram detalhes de quem são essas pessoas e como isso acontecerá.
A entrega está sendo transmitida ao vivo e acompanhada por dezenas de pessoas da Praça de Reféns em Tel Aviv.
Ao todo, 33 reféns israelenses devem ser liberados nesta primeira fase da trégua, que deve durar ao menos seis semanas. Durante esse período, haverá negociações para uma segunda fase, que incluiria a libertação de todos os reféns e estabeleceria as bases para o fim da guerra.
Primeira trégua em mais de 15 meses de guerra atrasou três horas. A previsão era começar às 8h30 (3h30 no horário de Brasília), mas o Hamas atrasou a entrega de uma lista com os nomes dos reféns para o governo de Benjamin Netanyahu até 11h15 (6h15 em Brasília). Nesse meio-tempo, houve um novo bombardeio em Gaza, que deixou ao menos 19 mortos.
A guerra entre Israel e o Hamas devastou a Faixa de Gaza e matou ao menos 46.800 pessoas, segundo o Ministério da Saúde do território palestino. O conflito começou quando o grupo extremista fez uma série de atentados a Israel em 7 de outubro de 2023. Morreram 1.200 e outros 251 foram sequestradas, segundo o Exército israelense.

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As Forças de Defesa de Israel afirmaram neste sábado (18) que o acordo de cessar-fogo assinado com o Hamas começará às 8h30 de domingo (19) no horário local (madrugada pelo horário de Brasília).

“O acordo entrará em vigor no domingo, 19 de janeiro, às 08:30 (horário de Jerusalém). Como parte dele, as tropas implementarão os procedimentos operacionais no campo, de acordo com os termos estabelecidos”, diz trecho do comunicado emitido pelo Exército israelense.

O acordo de cessar-fogo assinado entre o governo de Israel e o Hamas foi aprovado oficialmente após uma reunião do Conselho de Ministros israelense, nesta sexta-feira (17). Na votação, segundo o site Axios, 24 ministros votaram a favor, enquanto oito foram contrários.

O gabinete de segurança já havia recomendado a aprovação do acordo. A decisão veio após Israel e Hamas afirmarem que tinham acertado os últimos pontos depois que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ameaçou voltar atrás na trégua, diante dos desafios enfrentados dentro de seu próprio governo para a aprovação, já que alguns membos se posicionaram contra o cessar-fogo.

A primeira fase do acordo prevê a libertação total de 33 reféns, de forma gradual. As informações são de que pelo menos três devem sair já neste domingo (19), de acordo com a previsão de liberação dos reféns feita pelo Gabinete de Segurança de Israel, órgão formado após o início da guerra na Faixa de Gaza. Não foi detalhado quantos reféns serão libertados no domingo e também não houve divulgação dos nomes.

Cerca de cem pessoas que foram sequestradas pelo Hamas em 7 de outubro de 2023 ainda estão sob poder do grupo, e a devolução deles é um dos pontos do acordo, que prevê também que Israel liberte centenas de palestinos presos em Israel e interrompa os bombardeios na Faixa de Gaza.

Da parte israelense, o último passo agora é a aprovação do acordo também no Conselho de Ministros — há alas mais e menos radicais entre os ministros de Netanyahu, mas a previsão é que o conselho também aprove.

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A atriz e socialite Paris Hilton e o ator e escritor Billy Crystal estão entre as celebridades que perderam suas casas nos incêndios florestais que estão atingindo Los Angeles.

Mais de 2 mil construções foram destruídas por seis incêndios diferentes dentro e ao redor da cidade, que é repleta de mansões de estrelas de cinema.

Algumas das piores devastações aconteceram no bairro luxuoso e residencial de Pacific Palisades, onde mais de 15 mil acres foram afetados. Uma parte do bairro foi reduzida a cinzas.

O ator e diretor Mel Gibson disse que a casa em que ele morou por mais de uma década estava pegando fogo enquanto ele dava entrevista ao podcast de Joe Rogan.

O ator Jeff Bridges também está entre as estrelas mais recentes a confirmar que a casa da família que seus pais compraram em Malibu anos atrás, e que era propriedade sua agora, foi destruída no incêndio de Pacific Palisades, disse um porta-voz à agência de notícias PA.

Outros que confirmaram ter perdido casas foram Cary Elwes, de Stranger Things, Spencer Pratt e Heidi Montag, do reality show The Hills e a apresentadora Ricki Lake.

O ator Milo Ventimiglia traçou paralelos entre perder sua casa em Malibu queimar e o destino de seu personagem na série This Is Us: Histórias de Família.

Seu personagem Jack Pearson sofre de inalação de fumaça após sua casa pegar fogo.

“Não me passou despercebido, a vida imitando a arte”, disse o homem de 47 anos.

Ventimiglia e sua esposa evacuaram sua casa na terça-feira e assistiram pelas câmeras de segurança enquanto as chamas tomavam conta do local.

Sua esposa, Jarah Mariano, está prestes a dar à luz em breve. O ator ficou emocionado ao retornar e ver que havia perdido toda sua casa.

Em uma entrevista no canal americano CBS News, ele disse: “Você começa a pensar em todas as memórias em diferentes partes da casa e outras coisas, e então você vê as casas dos seus vizinhos e tudo mais ao redor e seu coração simplesmente se parte.”

O ator James Woods, de filmes como Nixon e Cassino, chorou ao falar à rede CNN sobre a perda de sua propriedade em Pacific Palisades. “Um dia você está nadando na piscina e no dia seguinte tudo se foi”, disse.

Ele chorou ao descrever como a sobrinha de oito anos de sua esposa ofereceu a eles seu cofrinho para ajudar a reconstruir sua casa. Fonte: BBC NEWS.

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Nesta terça (24), as lojas do comércio de Vitória da Conquista vão funcionar em horário especial para atender à demanda das compras do período de Natal.

As informações seguem o cronograma apresentado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Vitória da Conquista para atender à grande demanda no fluxo de clientes nos comércios da cidade neste final de ano.

Confira o horário especial nesta semana

  • Segunda (23/12): das 8h às 21h
  • Terça (24/12): das 8h às 17h
  • Quarta (25/12): fechado
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Com a vitória do Real Madrid sobre o Pachuca por 3 a 0, nesta quarta-feira, em Doha, no Catar, o time espanhol conquistou o nono título da competição e é o maior campeão do mundo. É a 12ª vez seguida que um europeu vence o torneio. A equipe espanhola já venceu o campeonato em todos os formatos.

O título coroa o ano brilhante de 2024 do time de Carlo Ancelotti, que venceu pela 15ª vez a Champions League e também conquistou seu 36º título do Campeonato Espanhol. O time também levantou as taças da Supercopa da Espanha e da UEFA.

A vitória do Real Madrid amplia a hegemonia dos times europeus no torneio. O Corinthians foi o último campeão fora da Europa ao vencer o Chelsea em 2012. Nas edições seguintes, venceram: Real Madrid (agora pela sexta vez), Bayern de Munique (duas), City (uma), Barcelona (uma), Liverpool (uma) e Manchester City (uma).

 

Veja lista completa de campeões do Mundial de Clubes:

 

 

  • Real Madrid: 9 (1960, 1998, 2002, 2014, 2016, 2017, 2018, 2022 e 2024)
  • Manchester City 1 (2023)
  • Milan: 4 (1969, 1989, 1990 e 2007)
  • Bayern de Munique: 4 (1976, 2001, 2013 e 2020)
  • Barcelona: 3 (2009, 2011 e 2015)
  • Boca Juniors: 3 (1977, 2000 e 2003)
  • Inter de Milão: 3 (1964, 1965 e 2010
  • Peñarol: 3 (1961, 1966 e 1982)
  • São Paulo: 3 (1992, 1993 e 2005)
  • Ajax: 2 (1972 e 1995)
  • Corinthians: 2 (2000 e 2012)
  • Juventus: 2 (1985 e 1996)
  • Manchester United: 2 (1999 e 2008)
  • Porto: 2 (1987 e 2004)
  • Santos: 2 (1962 e 1963)
  • Manchester City (2023)
  • Atlético de Madrid: 1 (1974)
  • Borussia Dortmund: 1 (1997)
  • Chelsea: 1 (2021)
  • Estrela Vermelha: 1 (1991)
  • Estudiantes: 1 (1968)
  • Feyenoord: 1 (1970)
  • Flamengo: 1 (1981)
  • Grêmio: 1 (1983)
  • Internacional: 1 (2006)
  • Liverpool: 1 (2019)
  • Olimpia: 1 (1979)
  • Racing: 1 (1967)
  • River Plate: 1 (1986)
  • Vélez Sarsfield: 1 (1994)
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O G20 inicia nesta segunda-feira (18), no Rio de Janeiro, marcando a primeira vez que o Brasil assume a presidência do bloco. Entre os principais temas em discussão estão a reforma das instituições de governança global, como a ONU, o enfrentamento da fome e as mudanças climáticas. Essas pautas refletem as prioridades do governo do presidente Lula (PT) na agenda internacional.

A reunião, que acontece no Museu de Arte Moderna do Rio e se estende até terça-feira (19), reúne líderes de 19 países, além de representantes da União Europeia e da União Africana.

Nos dias que antecederam o encontro, diplomatas presentes na cidade se dedicaram à negociação dos termos da declaração final. Entre os tópicos que enfrentaram maiores divergências estão o conflito entre Rússia e Ucrânia, propostas de taxação de grandes fortunas e debates sobre mudanças climáticas.

Considerado o principal fórum de cooperação econômica global, o G20, que antes se concentrava em temas macroeconômicos, expandiu sua atuação nos últimos anos. Hoje, a agenda abrange comércio, saúde, desenvolvimento sustentável, energia, meio ambiente, mudanças climáticas, agricultura e combate à corrupção. Nesta edição, o Brasil apresentou propostas como o G20 Social, que inclui participação da sociedade civil, e a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.

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