O repórter do Redação Brasil Mateus Araújo conversou com o estudante do curso de Engenharia André Araújo.
Ele, junto com outros colegas da UFBA em Salvador, participa do projeto ‘Axé Fly’ que constrói, projeta e valida aeronaves cargueiras. A equipe de André irá está representar o Brasil numa competição mundial que será realizada na Flórida, Estados Unidos no próximo mês de março. Ele pede o apoio da comunidade conquistese para ajudar a equipe chegar até País.
Ouça na reportagem:
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Uma pesquisa recente conduzida pelo Datafolha sobre as chamadas apostas online revelou que 17% dos beneficiários do Bolsa Família, um programa de transferência de renda do governo federal voltado para pessoas de baixa renda, afirmaram participar ou já terem participado de apostas esportivas na internet.
Dentro desse percentual, que se assemelha à média da população em geral (15%), quase um terço relatou gastar ou ter gasto mais de R$ 100 por mês em plataformas de apostas. Entre os beneficiários do programa, seis em cada dez apostadores afirmaram apostar mais de R$ 50 por mês, enquanto entre aqueles que não recebem a bolsa, a proporção é de 4 em cada 10.
Uma análise da Folha de S.Paulo destacou que o fenômeno das apostas online está difundido por todo o país, com maior adesão entre os jovens e homens.
No mês de dezembro, o Bolsa Família destinou uma média de R$ 680,61 para mais de 21 milhões de famílias. A pesquisa foi realizada em 5 de dezembro de 2023, envolvendo 2.004 entrevistas presenciais em 135 municípios, com participantes de 16 anos ou mais de todas as regiões do Brasil. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo, com um nível de confiança de 95%.
Vale ressaltar que a oferta de sites de apostas esportivas foi autorizada no Brasil em 2018, mediante uma lei aprovada durante o governo de Michel Temer (MDB). No entanto, o tema ainda não foi devidamente regulamentado pelo Executivo.
Comerciantes e clientes que frequentam a feirinha do bairro Brasil, na zona Oeste de Vitória da Conquista precisam enfrentar o mal cheiro e insegurança dos banheiros que ficam localizados na feira.
De acordo com uma comerciante que não quis se identificar a situação é precária: “Os banheiros estão horríveis, vaza água, mal cheiro, é preciso uma reforma geral aqui nos banheiros”. Disse. Outros comerciantes também relataram a dificuldade que enfrentam principalmente nos dias de feira para utilizar os banheiros.
De acordo com a Prefeitura Municipal, a feira está passando por uma reestruturação mas não especificou quando começa a reforma dos banheiros.
Veja:
o secretário de Turismo da Bahia, Maurício Bacelar, esclarece que o Estado lidera a entrada de turistas estrangeiros na região. “Com voos da Europa (Lisboa, Madri e Varsóvia) e da América do Sul (Buenos Aires, Montevidéu e Santiago), o aeroporto de Salvador é a principal porta de entrada dos turistas estrangeiros no Nordeste. Em 2023, o número de voos internacionais para a Bahia aumentou 73%, em comparação ao ano anterior, com a circulação de 272,4 mil passageiros”, pontuou.
Segundo o secretário, Salvador recuperou 88% das linhas do exterior, que funcionavam no período pré-pandemia, enquanto Recife e Fortaleza recuperaram 80%. “Em função da falta de aeronaves e de mão de obra, a concentração de voos internacionais no eixo Rio-São Paulo foi reduzida, abrindo espaço para um número maior de operações nos aeroportos de Salvador e Porto Seguro. Os dados são da Secretaria de Turismo da Bahia (Setur-BA) e da Vinci Airports, [empresa] que administra o terminal aeroviário da capital baiana”.
Fortes chuvas registradas neste final de semana na zona norte do Rio de Janeiro e em municípios da região metropolitana causaram pelo menos 11 mortes, segundo informações divulgadas na tarde deste domingo (14) pelo Corpo de Bombeiros. Uma pessoa estava desaparecida.
O Corpo de Bombeiros atendeu a cerca de 230 ocorrências relacionadas a chuvas no estado. Também houve registros de transtornos nos sistemas de transporte público e de energia elétrica.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), decretou situação de emergência no município. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial na tarde deste domingo.
Paes pediu para que a população, especialmente de bairros da zona norte, evite se deslocar pelas ruas e avenidas da cidade. “Não força a mão, não força ficar passando em área alagada. Você coloca em risco a sua vida, atrapalha os agentes públicos. A previsão é de menos chuva ou chuva mais fraca hoje”, afirmou Paes.
Ele também disse que o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari, na zona norte, ficou sem energia elétrica. A água inundou o subsolo da unidade de saúde.
Um alagamento chegou a interditar o trânsito em um trecho da avenida Brasil, uma das principais vias da cidade. O fluxo de veículos foi totalmente liberado no final da manhã, de acordo com o COR (Centro de Operações Rio). A chuva ainda fechou estações de trem e metrô.
Outro impacto dos temporais foi a suspensão de concursos públicos. A Prefeitura do Rio anunciou que as provas dos processos seletivos Acadêmico Bolsista e Projeto Acolher, que aconteceriam neste domingo, foram adiadas. Novas datas devem ser divulgadas em breve.
A capital entrou no estágio 4 do monitoramento de riscos divulgado pelo COR —a escala vai até 5. O nível deste domingo significa que a recomendação é para que a população evite deslocamentos e fique em locais seguros.
IMPACTOS NO TRANSPORTE
A concessionária SuperVia disse que a estação de trens Osvaldo Cruz, na capital, foi fechada para embarque e desembarque em razão dos alagamentos neste domingo.
A operação do metrô também sofreu impacto. As estações Pavuna, Engenheiro Rubens Paiva, Acari Fazenda Botafogo e Coelho Neto foram fechadas temporariamente.
“As equipes de manutenção estão mobilizadas para atuar, após o escoamento da água, e restabelecer o mais breve possível o sistema metroviário”, afirmou o MetrôRio.
Em razão dos alagamentos, a Prefeitura do Rio pediu o cancelamento do ensaio técnico de carnaval previsto para este domingo na Sapucaí. O prefeito Paes ainda afirmou que recebeu uma ligação do ministro Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional), que teria se colocando à disposição da cidade.
“Estamos prontos para enviar uma equipe da Defesa Civil Nacional para dar apoio no atendimento à população atingida e nos procedimentos necessários para a solicitação de recursos federais”, afirmou Góes, em material divulgado pela pasta. Ainda não há detalhes sobre quantas pessoas comporiam a equipe da Defesa Civil, nem de que outras formas o governo deve auxiliar.
De férias, o governador Cláudio Castro (PL) afirmou no sábado que estava coordenando secretarias e que estava em contato com prefeituras para “lidar com as intensas chuvas”. Neste domingo, postou nas redes sociais uma mensagem expressando sua solidariedade “às famílias e amigos sete cidadãos que perderam suas vidas”. Ele completou dizendo que “o momento exige união” e que segue “trabalhando para prestar toda assistência e evitar mais perdas”.
O Dia do Compositor é comemorado em 15 de janeiro e é uma data especial para homenagear os talentosos artistas responsáveis pela criação de melodias, letras e arranjos que dão vida à música.
O Dia do Compositor celebra a arte e o ofício de compor músicas, reconhecendo o trabalho árduo e a criatividade necessários para transformar emoções e histórias em canções que nos emocionam e inspiram.
Essa data é uma oportunidade para valorizar o legado dos grandes compositores e encorajar as novas gerações a se dedicarem à composição musical.
Oswaldo Viveiros Montenegro ou apenas Oswaldo Montenegro é um músico brasileiro. Além de cantor, compõe trilhas sonoras para peças teatrais, balés, cinema e televisão. Tem uma das parcerias mais sólidas da MPB ao lado de Madalena Salles, que o acompanha com suas flautas.
OUÇA:
Instituições associadas à Federação Brasileira de Bancos (Febraban) encerram nesta segunda-feira (15) a realização de transferências via DOC (Documento de Ordem de Crédito), um dos mais tradicionais meios de pagamento bancário. A medida é válida para pessoas físicas e jurídicas.
Os agendamentos da modalidade poderão ser feitos até as 22h. De acordo com a Febraban, a extinção definitiva do sistema ocorrerá no dia 29 de fevereiro — data máxima para que os bancos processem transferências já programadas.
Além do DOC, as instituições também deixarão de oferecer a Transferência Especial de Crédito (TEC), que são operações realizadas exclusivamente por empresas para o pagamento de benefícios a funcionários.
O departamento das divisões de base do ECPP-VC, informa que a categoria sub-20, irá retornar às atividades na próxima quarta-feira(17), às 15:30h, no Estádio Edvaldo Flores. A equipe iniciará a preparação para a disputa do Campeonato Baiano.
Para atletas interessados em fazer avaliações, os mesmos deverão comparecer munidos dos seguintes documentos:
•RG;
•Eletrocardiograma
•Laudo Médico
•short e meia verde.
As avaliações acontecerão todas as quartas e sextas-feiras, no Estádio Edvaldo Flores, comparecer pontualmente às 15:30h.
Desde que atacou brutalmente Israel em 7 de outubro do ano passado, o grupo terrorista Hamas contava com a ignição de um conflito de maiores proporções no Oriente Médio a partir da previsível retaliação dura de Tel Aviv contra a Faixa de Gaza, que comandava desde 2007.
Cem dias depois da mais recente guerra entre o Estado judeu e um ente árabe, o objetivo não se confirmou da forma prevista pelo Hamas, mas nem por isso o risco de uma escalada da guerra no âmbito regional está descartado. Ao contrário.
O foco, contudo, não é o Irã, como temiam analistas. O Estado persa, por toda a retórica inflamada e o apoio a prepostos regionais como o Hamas, não parece disposto a ir a vias de fato e enfrentar os Estados Unidos, que viriam em socorro a Israel em caso de um ataque e mostraram os dentes militares para provar isso.
A coisa muda de figura em duas outras frentes. A mais importante, no norte de Israel, onde forças de Binyamin Netanyahu têm enfrentado, diariamente desde o início da guerra em Gaza, o Hezbollah, grupo fundamentalista apoiado por Teerã e aliado dos terroristas palestinos.
A briga é antiga e remonta à invasão israelense do Líbano em 1982, que na prática deu origem à agremiação liderada pelo xeque Hassan Nasrallah. O empate técnico no mais recente embate direto entre os rivais, em 2006, deixou aberta a possibilidade de uma revanche.
Com a nova crise, Israel tem feito ultimatos ao Hezbollah para que deixe a faixa neutra determinada pela ONU no sul do Líbano, retraindo-se para além do rio Litani. Tel Aviv fez esse movimento, respeitando a ainda contestada Linha Azul.
Nasrallah fala grosso, mas na prática tem evitado uma guerra aberta. “O Hezbollah precisa da causa palestina para justificar a recusa em desmantelar sua ala militar”, afirma Hilal Khashan, professor de ciência política da Universidade Americana de Beirute. No Líbano, o grupo também é um importante partido político.
O grupo se apoia no formidável arsenal de mísseis e foguetes, que Khashan estima em até 200 mil, para manter uma posição pública de força. “Mas o arsenal intimida mais em teoria do que na prática”, diz o professor, lembrando que a maioria das armas tem pouca precisão, e as que têm precisam ser retiradas de depósitos secretos e posicionadas em lançadores.
“Isso as expõem a ataques israelenses, já que o Hezbollah não tem uma defesa antiaérea decente”, afirmou Khashan. Isso, somado ao temor de os Estados Unidos fazerem valer suas ameaças de atacar quem interferir na guerra em Gaza, tem mantido os libaneses na defensiva.
O tempo, avalia o acadêmico, “está chegando ao fim”. Ele considera que, com a redução anunciada nas operações ao norte de Gaza por Israel e ações como assassinato de um líder do Hamas em Beirute, o cenário está armado para um tira-teima.
Com uma capacidade de engajamento de Tel Aviv aprimorada ao norte, algo que não era possível com a ação intensa contra o Hamas nos primeiros meses da guerra, é possível que Netanyahu já não tema a abertura de uma nova frente de combate total.
Por outro lado, é incerto o apoio da opinião pública israelense a uma guerra declarada pelo país. Apesar de Netanyahu ter suporte apenas marginal hoje, ele lidera um combate que lhe foi imposto pelo mega-ataque de 7 de outubro, de resto um vexame político e militar debitado de sua conta. Iniciar uma nova ação é outra história.
Já numa terceira frente da guerra, a escalada já é uma realidade. Antes considerado um teatro secundário, o mar Vermelho virou o centro de preocupações mundiais com o apoio dado ao Hamas pelos rebeldes pró-Irã houthis do Iêmen. Via de 15% do comércio marítimo mundial, a região viu o trânsito cair até 40% devido aos ataques a embarcações acusadas de ligação com Israel.
Na sexta (12), os EUA e o Reino Unido deixaram de agir reativamente com sua força-tarefa naval e lançaram ataques contra posições do grupo no país árabe, do qual ele domina uma boa porção no oeste, junto às costas do mar Vermelho. Neste sábado (13), Washington repetiu o feito, ainda que em menor escala.
Os houthis ensaiaram uma reação pontual e prometeram vingança, deixando em aberto a possibilidade de uma escalada ainda maior na violência. O presidente Joe Biden jura que não quer se envolver mais, mas que os bombardeios foram essenciais para deter mais ataques rebeldes.
Parece uma tática de enxugamento de gelo. O arsenal de mísseis houthis, com material antigo chinês e mais moderno do Irã, parece bastante disponível para novas ações. Aqui, menos do que algum risco existencial a Israel, a questão é a aposta dos rebeldes em trazer os EUA para a briga.
Isso pode elevar a animosidade, já grande em países árabes e de maioria muçulmana, como a Turquia, contra Washington. Isso já seria uma vitória estratégica do Irã —sem que o país dos aiatolás tenha de disparar um tiro, mesmo demonstrando limites estratégicos na crise.
Não lateral, há a questão da Cisjordânia, o território parcialmente governado pela Autoridade Nacional Palestina, rival do Hamas. Ali, as mortes e prisões de moradores têm sido diárias, na busca por elementos radicais, e a tensão é a maior em anos.
Concorre para o atoleiro a indefinição pública de Israel acerca de seus objetivos e, na hipótese de desmantelar o Hamas em Gaza, sobre o que ocorrerá com o território obliterado e seus 2,3 milhões de habitantes.
O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, falou superficialmente sobre devolver o controle político da Faixa aos palestinos, excluindo o Hamas, mas sem deixar claro a quais palestinos ele se referia.
Biden enviou quatro vezes seu secretário de Estado, Antony Blinken, para sinalizar que está preocupado com isso. Até aqui, não recebeu mais do que evasivas israelenses em troca, e esse prolongamento aumenta a fatura que os conflitos subjacentes à destruição de Gaza cobrarão dos EUA.
Gallant havia previsto no início do conflito uma guerra de três meses. Já se passaram dez dias do prazo, e a solução é tão elusiva quanto antes.
Igor Gielow/Folhapress