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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, no início da noite desta sexta-feira (21), em Vitória da Conquista, um homem com 4.000 comprimidos de ecstasy e aproximadamente 10 gramas de cristais de MDMA que estavam em uma mochila de viagem. A droga saiu de Florianópolis (SC) e seria levada para Fortaleza (CE).

As drogas foram encontradas, durante ações de combate ao crime da Operação CARNAVAL 2020 no Km 836 da BR 116, trecho de Vitória da Conquista, quando uma equipe da PRF abordou um ônibus interestadual que seguia para Fortaleza (CE).

Durante os procedimentos de fiscalização, os policiais perceberam sinais de nervosismo em um dos passageiros. Ele apresentou informações desencontradas acerca do destino e motivo da viagem, o que levou a equipe aprofundar a vistoria no ônibus.

Os agentes federais ao proceder uma revista minuciosa na mochila que estava sob a poltrona do passageiro encontraram os milhares de comprimidos de ecstasy e uma pequena porção de cristais de MDMA (abreviação de metilenodioximetanfetamina) que produz alterações no sistema nervoso central e são geralmente usados em festas frequentadas por jovens, provocando euforia e alucinações. Se usado em altas doses, pode provocar convulsões e parada cardiorrespiratória.

Questionado, o homem de 22 anos informou aos agentes que recebeu os produtos em Florianópolis e que foi contratado por três mil reais para fazer o transporte dos entorpecentes até a capital cearense.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão em flagrante e o infrator que é natural de Mauá (SP) foi apresentado a autoridade de plantão da Delegacia de Polícia Civil de Vitória da Conquista (BA). Inicialmente, ele responderá pelo crime previsto no artigo 33 da Lei 11.343/2006 (Tráfico de drogas). O crime de tráfico de drogas tem pena prevista de cinco a 15 anos de prisão.

Para informações, denúncias, comunicação de crimes e acidentes a PRF dispõe do número de emergência 191. A ligação é gratuita e atende 24 horas em qualquer parte do País.

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Um homem morreu após cair de uma altura de 8 metros, enquanto montava um palco no Espaço Cultural Glauber Rocha, nesta sexta-feira (21).

Segundo a polícia, a suspeita é que Mateus Nogueira Morais, de 23 anos, tenha sofrido um choque.

O SAMU 192 esteve no local e constatou a morte.

Fonte: Noticias VCA

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O ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega doou R$ 2 milhões em dinheiro vivo à campanha de Wilson Witzel ao governo do Rio, segundo reportagem da revista Veja. De acordo com a publicação, a informação foi confidenciada pela viúva de Adriano, Júlia Mello Lotufo, no último dia 1º, que teria manifestado sua preocupação de que Adriano seria morto em uma operação de “queima de arquivo” organizada pelo governador do Rio de Janeiro.

Oito dias depois, Adriano foi morto durante uma operação realizada pela Polícia Militar da Bahia, com a ajuda da equipe de inteligência da polícia fluminense. Desde então, Júlia está escondida e confidenciou a pessoas próximas que está com medo de sofrer represálias de “uma organização criminosa infiltrada na administração do Rio caso revele o que sabe”.

A partir de conversas com parentes e pessoas do círculo íntimo de Adriano, a revista descobriu que enquanto Adriano estava foragido, ele confidenciou à esposa ter dado R$ 2 milhões para a campanha de Witzel. Também revelou a ela quem pediu e quem recebeu as mochilas de dinheiro. Este foi repassado, nas palavras do próprio Adriano, “como uma espécie de investimento, um seguro que garantiria proteção para tocar seus negócios clandestinos sem ser importunado pelas autoridades, especialmente a polícia”.

Porém, em janeiro de 2019, no primeiro mês de mandato de Witzel, o Ministério Público do Rio acusou Adriano de chefiar o Escritório do Crime. Com isso, conseguiu uma ordem de prisão preventiva contra ele que passou a ser foragido. Segundo a reportagem, os amigos disseram a Adriano que Witzel queria usá­-lo como um troféu, “como prova da eficácia de sua política de segurança”. Por isso, ativou sua rede de contatos e pediu socorro, invocando a ajuda financeira que prestara na campanha.

Liberação do corpo

A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que o corpo de Adriano Magalhães da Nóbrega, ex-capitão do Bope morto em Esplanada, na Bahia, foi liberado do Instituto Médico Legal (IML). O corpo passou nesta quinta-feira por um exame cadavérico complementar e deve seguir ainda hoje para o Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, para ser sepultado.

Representantes do Ministério Público da Bahia, do Ministério Público do Rio, familiares s de Adriano, além de assistentes técnicos contratados pelos familiares acompanharam a necrópsia complementar, segundo o jornal Extra. Os laudos ficarão prontos em 15 dias.

Entre as questões que poderão ser esclarecidas estão a distância aproximada que os atiradores estariam de Adriano quando os disparos foram feitos, direção que os projéteis percorreram no interior do cadáver e calibre das armas utilizadas na morte do ex-capitão. De acordo com a Secretaria de Segurança da Bahia, Adriano morreu, no último dia 9, em Esplanada, no Norte da Bahia, após um cerco seguido de uma troca de tiros com homens do Bope baiano.

O exame complementar atendeu decisão do juiz Augusto Yuzo Jouti, que responde pelas comarcas dos municípios de Esplanada e Alagoinhas. De acordo com a ordem judicial, que foi expedida no último dia 18 de fevereiro, a perícia poderia ser acompanhada por médicos assistentes técnicos indicados pela família de Adriano e pelo Ministério Público da Bahia (MP).

Adriano foi morto há nove dias e, após seu corpo ser trasladado para o Rio, permanece sem liberação para sepultamento. Um laudo do Departamento de Polícia Técnica (DPT) da Polícia Civil baiana apontou que Adriano foi morto com dois tiros, sendo um no tórax e outro que atravessou o corpo e atingiu o pescoço.

Os promotores de Justiça Dario Kist e Gilber de Oliveira pediram que fosse determinada a “realização de um novo exame de natureza necroscópica no cadáver” para definir a direção que os projéteis percorreram no interior do corpo do ex-capitão do Bope.

Também sugerem que a nova perícia indicaria o calibre das armas utilizadas para os disparos, a distância aproximada entre os atiradores e Adriano, além de “outros achados considerados relevantes pelos experts para a completa elucidação dos fatos”.

Fonte: Correio da Bahia

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Por volta das 12h30 desta quinta-feira (20), quando em rondas no bairro Cidade Modelo, em Vitória da Conquista, a guarnição da CAESG 02, avistou um casal em atitude suspeita, ao proceder com a abordagem, dois indivíduos saíram da residência na qual os indivíduos estavam sentados. Ao proceder com a abordagem dos indivíduos que saíram, foi encontrado com um deles a quantidade de 05 pedras de substância análoga a crack. Ao ser questionado sobre a origem, o indivíduo afirmou ter mais da mesma substância escondidas em um terreno baldio ali próximo. Ao chegar ao local, o indivíduo desenterrou mais 04 saquinhos contendo 118 pedras de substância análoga ao craque e centenas de sacos para acondicionamento de drogas.

Todos foram conduzidos e apresentados, junto com material,  no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep).

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Contratado pela família de Adriano de Nóbrega, um perito particular informou que, a princípio, não há indícios externos de tortura no corpo do miliciano. Nóbrega era suspeito de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, e morreu em confronto com a polícia baiana em Esplanada no último dia 9 de fevereiro.

O corpo do miliciano passou por uma nova necropsia na tarde desta quinta-feira (20) no Instituto Médico Legal do Rio (IML). Em entrevista à GloboNews, o perito Talvane de Moraes contou que o exame durou cerca de quatro horas e meia e que a análise não é conclusiva. Ele coletou materiais que passarão por exames laboratoriais. Segundo o especialista, o corpo estava embalsamado, o que altera as condições do exame. Na última quarta (19), o IML do Rio de Janeiro informou à Justiça que o corpo já estava apodrecendo.

Além do exame feito pelo perito particular, especialistas da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do Ministério Público do estado também realizaram nova necropsia, a pedido do MP-BA. Até o momento, os órgãos não informaram se houve uma análise conclusiva.

Adriano de Nóbrega estava foragido há um ano. Após sua morte, políticos levantaram suspeitas sobre as circunstâncias da morte do miliciano.

Fonte: Bahia Notícias

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O diretor do Conjunto Penal Advogado Nilton Gonçalves,  Alexsandro Oliveira Silva, desmentiu as notícias veiculadas na mídia que afirmavam que mais de 200 detentos da unidade penal sairiam no período de Carnaval.

Em entrevista a jornalista Andréa Póvoas, no programa Redação Brasil, o diretor afirmou que “não existe saidão, não existe saída temporária no período de carnaval. Nunca foi cogitado isso, não há planejamento para isso”.

Ele destacou que há um benefício para os presos que estão finalizando sua pena. “O que nós temos é uma saída temporária que é benefício para os presos que estão terminando a sua pena e que cumpriram os requisitos. Hoje, pela tríagem,cerca de 210 presos tem esse direito, nos anos anteriores a gente estabelecia datas cívicas ou datas mais ligadas a família como o natal, dia de finados, sete de setembro, que permitiam que eles saíssem (aqueles que tem esse benefício)”.

Em 2020, o método foi alterado, o número total foi fracionado em grupos de 30/40 presos para que não causem pânico na população.

Alex detalhou que há uma série de requisitos para o preso tenha esse benefício, que é um direito oferecido pela lei, que permite que ele passe sete dias fora do presídio. Em Vitória da Conquista, haverá um monitoramento atráves de tornozeleira eletrônica para os detentos que forem contemplados.

Confira a Entrevista ao Redação Brasil

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⬛ *Vitória da Conquista-BA*

⬛ *17/02/2020*

⬛ *Natureza da ocorrência*: Tráfico de entorpecentes.

Em rondas pela avenida A, no bairro urbis 2 a guarnição a bordo da FOX 10 foi abordada por um transeunte que relatou ter presenciado uma situação de tráfico na rua áreas verdes 2 descrevendo características da residência. A Polícia deslocou a fim de averiguar a situação, encontraram a porta da citada residência entreaberta sendo possível visualizar em seu interior um indivíduo já conhecido por prática de tráfico com um prato em mãos contendo uma faca, determinada quantidade de substância análoga a crack e saquinhos plásticos, adentramos o imóvel e foi dada a voz de prisão ao indivíduo, em busca minuciosa no imóvel foi encontrada uma lata contendo 83 petecas de crack ja acondicionadas em sacos plásticos, mais embalagens e 2 pedaços de crack. Todo o material apreendido bem como o suspeito foram apresentados no DISEP.

*MATERIAL APREENDIDO*:

☑ 83 pedras substância análoga a crack.
☑ 2 pedaços de substância analoga a crack.
☑ 1 porçao grande de substância analoga a crack.

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Advogado baiano alerta que prisão pode chegar a até cinco anos. Queixas costumam aumentar até 20%

O Carnaval deveria ser um momento de alegria e diversão para todos, mas, infelizmente, para diversas mulheres, a folia torna-se um pesadelo. A prática de atos libidinosos – de cunho sexual, como toques inapropriados ou encoxadas – sem consentimento da vítima tende a ser amplificada durante a festa, embora casos de importunação sexual ocorram durante todo o ano nos mais diversos espaços. Em Salvador, a folia do ano passado terminou com cinco homens presos por causa da prática que se tornou crime. A pena é de um a cinco anos de prisão.

Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, dados obtidos através do Disque 100 (Disque Direitos Humanos) e do Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) indicam que nos meses de Carnaval as queixas de violência sexual costumam aumentar até 20%. Em 2018, por exemplo, o mês de fevereiro registrou 1.075 casos de violação contra mulheres. A relação diz respeito aos crimes de importunação sexual, assédio, estupro, exploração sexual (prostituição) e estupro coletivo.

O advogado, carnavalesco e escritor baiano Otto Pipolo ressalta que o número de denúncias de importunação deve crescer neste período em razão das diversas campanhas de conscientização realizadas durante a folia. “Além, é claro, da tipificação deste tipo de prática como crime, a partir de setembro de 2018. As mulheres, que são as principais vítimas, estão cada vez mais conscientes de seus direitos e não abrem mão de serem respeitadas. Campanhas como “Não é Não!” e “Respeita as Mina” são ações de extrema relevância para que o combate a este tipo de crime seja intensificado”, avalia Pipolo.

Autor do livro “Sistema Jurídico aplicado ao Carnaval e às demais manifestações culturais”, o advogado define que a folia desperta uma intensidade de sentimentos, mas os limites não podem ser extrapolados. “De certa forma, é aceitável que o indivíduo saia do seu status normal, mas essa intensidade, algumas vezes, está erroneamente associada a adoção de comportamentos reprováveis”, explica.

Pipolo reitera que não há elemento legal que ampare a prática de qualquer ato ilícito no período carnavalesco. “A sociedade não aceita mais determinados comportamentos antes considerados ‘normais’ e levanta-se contra quaisquer atos que atentem contra a vida, a dignidade, a honra e a integridade física e moral do ser humano”, pontua.

Quem presenciar algum caso de assédio durante o Carnaval ou em qualquer outro ambiente pode fazer a denúncia pelos telefones da Polícia Militar (190) e do Disque 180, além dos postos da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) e da Central de Flagrantes instalados nos circuitos da folia.

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Um acidente entre uma van e um ônibus, na noite do último sábado (15), na BA-265, no trecho entre Vitória da Conquista e Belo Campo deixou vários feridos e três mortos.

De acordo com informações de um morador de Barra do Choça que prestou socorro às vítimas, uma van de Anagé que levava passageiros para a festa de Belo Campo, envolveu-se num grave acidente. A van bateu na traseira do ônibus que estava no acostamento.

O estado de saúde dos feridos não foi divulgado, foram encaminhadas para hospitais em Belo Campo e para o Hospital de Base, em Vitória da Conquista.

Confira a relação dos feridos no acidente encaminhados aos hospitais.

01- Marco Silva Souza

02- Naiane Calixto dos Santos Batista

03- Daniela Costa Lima

04- Isaque Souza Amaral

05- Joana Matos dos Santos

06- Wanessa do Santos

07- Cleisson Oliveira Librino

08- Taina Santos Silva

09- Milena Silva Campos

10- Gislaine Prado Portugal

*O nome das vitimas fatais não foram revelados, informações de que são da cidade Anagé.

Todos estavam a bordo da Van com placa de Anagé. A van colidiu contra o fundo do ônibus. Os passageiros do ônibus não ficaram feridos.

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu aproximadamente 70 kg de maconha escondidos em malas de viagem transportados em ônibus de turismo que fazia o itinerário São Paulo-Natal, no Rio Grande do Norte. O flagrante ocorreu durante uma fiscalização da PRF no KM 828 da BR 116, em Vitória da Conquista. A apreensão aconteceu na quinta-feira (13), mas foi divulgada pela PRF nesta sexta (14).

Os agentes da PRF abordaram um ônibus e ao subir no veículo e conversar com os ocupantes, perceberam um nervosismo incomum em dois passageiros que estavam sentados próximos. De acordo com a assessoria da PRF, quando questionados, os dois homens apresentaram diversas informações inconsistentes sobre o destino e motivo da viagem, o que levou a equipe a aprofundar à fiscalização no ônibus.

Na bagagem do passageiro de 28 anos, foram encontrados 45 quilos de maconha, dentro de duas malas. Aos policiais, ele disse que a droga foi entregue na cidade mineira de Uberlândia e entregaria na rodoviária de Recife (PE). Disse ainda que receberia 2.000 reais pelo transporte do entorpecente.

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