Até às 14h desta terça-feira (26), o município registrou 17.034 casos confirmados da Covid-19. Desse total, 16.431 já estão recuperados da doença, enquanto que outros 341 pacientes estão em recuperação – 46 deles estão internados em Vitória da Conquista; três, em outros municípios; e 292 em tratamento domiciliar.

Ainda há 2.787 casos notificados por suspeita de infecção pela Covid-19 que aguardam por classificação final, sendo que 2.743 esperam pela investigação laboratorial e 44 pelo resultado do exame RT-PCR das amostras encaminhadas para análise no Lacen Estadual.
Foram confirmados hoje, os falecimentos de dois pacientes por complicações da Covid-19.
261º óbito – Mulher de 67 anos, moradora do bairro Guarani, portadora de Hipertensão, Anemia Falciforme e Diabetes Melito. Foi internada no dia 16 de janeiro no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), onde faleceu em 18 de janeiro.
262º óbito – Homem de 52 anos, morador do bairro Brasil, portador de doença cardiovascular crônica e Hipertensão. Estava internado desde o dia 6 de janeiro no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), onde faleceu em 19 de janeiro.
Ocupação de Leitos – Neste momento, 91 pacientes estão internados em parte dos 153 leitos disponíveis (83 enfermarias e 70 leitos de UTI) na rede SUS para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pelo novo Coronavírus. Além de moradores de Vitória da Conquista, também estão internados residentes dos seguintes municípios:
De acordo com o Boletim epidemiológico desta segunda-feira (25), já foram confirmados 16.931 casos da Covid-19 em Conquista. 16.406 desses casos são de pessoas já recuperadas da doença, enquanto que outras 265 estão em recuperação – 41 estão internados em Vitória da Conquista; três, em outros municípios; e 221 em tratamento domiciliar.

Ainda são investigados 2.933 casos notificados por suspeita de infecção pela Covid-19 aguardam por classificação final, dos quais: 2.886 esperam pela investigação laboratorial e 47 pelo resultado do exame RT-PCR das amostras encaminhadas para análise no Lacen Estadual.
Hoje, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou os óbitos de três pacientes que estavam internados e tiveram complicações causadas pela Covid.
258º óbito – Mulher de 66 anos, moradora do bairro Brasil, portadora de Hipertensão e Doença de Parkinson. Foi internada no dia 10 de janeiro no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), onde faleceu em 22 de janeiro.
259º óbito – Homem de 77 anos, morador do bairro Brasil, portador de Diabetes Melitos e Hipertensão. Estava internado desde o dia 6 de janeiro no Hospital São Vicente, onde faleceu em 25 de janeiro.
260º óbito – Homem de 72 anos, morador do bairro Cruzeiro, portador de Cardiopatia e Diabetes Melito. No dia 17 de janeiro foi internado no Hospital São Vicente, onde faleceu em 25 de janeiro.
Ocupação de Leitos – Neste momento, 88 pacientes estão internados em parte dos 153 leitos disponíveis (83 enfermarias e 70 leitos de UTI) na rede SUS para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pelo novo Coronavírus. Além de moradores de Vitória da Conquista, também estão internados residentes dos seguintes municípios:
A Secretaria Municipal de Saúde informa que, por questões operacionais, a vacinação dos trabalhadores da saúde da rede hospitalar que iria acontecer no 9º Batalhão de Polícia Militar foi transferida para o Boulevard Shopping, na Avenida Olívia Flores.
A ação acontecerá no mesmo horário, de 9h às 11h30 e de 14h30 às 17h, e é destinada aos profissionais que não dispõem de veículo (pedestres). Quanto a ação de vacinação por meio de drive-thru, permanece a mesma estratégia já montada no Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSO), também nesse mesmo horário.
É importante que os profissionais estejam atentos aos comunicados oficiais da Prefeitura, divulgados no site e redes sociais, sobre a duração e desenvolvimento da estratégia de vacinação, enquanto houver estoque disponível.

O governo francês publicou na última sexta (22) um decreto proibindo o uso em público de máscaras feitas em casa, por não considerá-las eficientes contra variantes mais contagiosas do coronavírus.
A avaliação é diferente da OMS (Organização Mundial da Saúde), que, também na sexta, afirmou que máscaras caseiras continuam sendo eficientes, desde que feitas com material adequado e utilizadas da forma correta. Segundo a líder técnica para Covid-19, Maria van Kerkhoven, as recomendações já publicadas pela OMS continuam válidas: as máscaras de tecido não cirúrgicas podem ser usadas por todas as pessoas com menos de 60 anos que não tenham problemas de saúde específicos.
Van Kerkhoven ressaltou que a agência está em contato com autoridades de saúde de vários países para revisar as regras, se necessário. Por enquanto, porém, não há comprovação científica de que as máscaras caseiras não protejam contra o vírus, reforçou a Academia Francesa de Medicina, que criticou a medida do governo.
A decisão da França segue medidas semelhantes tomadas pela Áustria e pelo estado alemão da Bavária, que tornaram obrigatório o uso de máscaras com maior fator de proteção (FFP2) no transporte público e em lojas.
De acordo com o decreto francês, as máscaras permitidas agora em público são de três tipos: as cirúrgicas (usadas em hospitais, geralmente com um dos lados azuis), as FFP2 (usadas para evitar a aspiração de partículas) e as chamadas máscaras de tecido industrial da “categoria 1”.
Não há uma padronização global sobre a eficácia de cada tipo de máscara.
Segundo a associação francesa de normas técnicas, as cirúrgicas filtram pelo menos 95% das partículas de 3 micrômetros e as máscaras de tecido categoria 1 filtram 90% das partículas, contra 70% para categoria 2. Já as FFP2 são as mais eficientes: bloqueiam 94% das partículas de mais de 0,6 micrômetro.
Embora o coronavírus Sars-CoV-2 tenha um diâmetro menor (de cerca de 0,12 micrômetro), ele é transmitido envolvido em saliva, em gotículas ou aerossóis que podem ter o diâmetro de 1 a 10 micrômetros, quando uma pessoa fala.
Para a União dos Sindicatos de Farmacêuticos da França, porém, as máscaras FFP2 não são indicadas para o dia a dia, porque, justamente por filtrarem mais, dificultam a respiração. A entidade afirma que elas se destinam principalmente a equipes de enfermagem e aos que ficam em contato próximo e frequente com doentes de Covid-19.
A entidade sindical adverte que tornar o uso desse produto obrigatório pela população pode levar a uma falta do equipamento em locais onde elas realmente são necessárias, como os hospitais e asilos. Essa é também uma preocupação da líder técnica da OMS.
“Ainda temos falta de equipamento de proteção no mundo, e os profissionais de saúde precisam ser a prioridade”, diz Van Kerkhove.
Fabricantes do equipamento dizem que a escassez de máscaras não deve ser um problema na França, onde 25 novas fábricas passaram a operar, elevando a oferta semanal de 3,5 milhões, antes da pandemia, para mais de 100 milhões de máscaras.
Ainda assim, há o problema do preço. Na Bélgica, uma unidade de máscara cirúrgica custa menos de R$ 2, enquanto cada máscara FFP2 custa em torno de R$ 22. O preço dez vezes maior é semelhante em países como o Reino Unido, a França e a Alemanha.
Na Bavária, antes de obrigar o uso da máscara o governo comprou 2,5 milhões de unidades para distribuir aos que não podem comprá-la.
Médicos se preocupam ainda com o risco de que o uso da máscara FFP2 dê uma falsa sensação de proteção, que faria as pessoas reduzirem seus cuidados contra o contágio. Além disso, de acordo com testes de laboratório, as versões que têm válvulas deveriam ser evitadas, porque não evitam que um usuário contaminado transmita o vírus para outras pessoas (veja vídeo).
Na França, que atualmente discute uma nova política ambiental, a sustentabilidade da nova regra do governo também foi posta em questão, já que, diferentemente das máscaras caseiras, as FFP2 são descartáveis.
BRASIL
De acordo com a infectologista Raquel Stucchi, pesquisadora da Unicamp e consultora da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia), não há nenhuma comprovação científica de que as máscaras caseiras de tecido não sejam efetivas contra as novas variantes do coronavírus. Por enquanto, há apenas uma suposição.
“O que mudou no vírus foi um pedaço dele, ele não mudou de tamanho. As maneiras de transmissão também continuam as mesmas. Dessa forma, as máscaras de modo geral continuariam bem eficientes”, afirma a cientista.
Segundo ela, como há muitas pessoas que usam a máscara de forma incorreta, não é possível dizer se as pessoas estão se infectando apesar do uso das máscaras, o que indicaria a necessidade de proteções melhores.
De acordo com a empresa de dados de mercado Statista, o número de pessoas que fazem uso constante da proteção varia bastante entre os países europeus. Enquanto na Espanha cerca de 96% declaram usar as máscaras sempre, o número cai para 66% no Reino Unido e 12% na Suécia.
Pesquisa Datafolha realizada no início de novembro verificou se os entrevistados de São Paulo, Rio e Recife usavam corretamente a máscara no momento do questionário. O maior respeito foi identificado em São Paulo, onde 81% usavam a proteção de maneira adequada e apenas 12% não estavam sem. Já a menor adesão à máscara foi registrada em Recife, onde 70% utilizavam a proteção.
Stucchi lembra que as máscaras devem ter pelo menos duas camadas de tecido de trama mais fechada para proteger contra o vírus, mas não podem dificultar a respiração. O equipamento deve cobrir boca e nariz e não deixar espaços nas laterais, ficando bem ajustado ao rosto. “Máscaras de crochê, que estão na moda, são bonitas, mas sem eficácia”, afirma.
Artigos científicos que investigam eficácia das máscaras contra o vírus apontam proteção semelhante entre máscaras de tecido e produtos industrializados. Um dos mais recentes, publicado em dezembro de 2020 na revista científica Aerosol Science and Technology por cientistas do CDC (Centros para o Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos), mostrou que máscaras feitas com três camadas de tecido têm poder para barrar 51% dos aerossóis que uma pessoa pode expelir em uma tosse. Uma máscara cirúrgica pode bloquear 59% dos aerossóis em uma mesma situação.
Um novo lote de vacinas contra a Covid-19 chegou à Bahia às 10h40 deste domingo (24). Desta vez, 119.500 doses do imunizante desenvolvido pela universidade de Oxford, em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca, desembarcaram no aeroporto internacional de Salvador, de onde seguiram para a sede do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer). A distribuição para as cidades do interior terá início a partir das 14h de hoje.
Uma vez que a segunda dose da vacina de Oxford pode ser tomada em até 90 dias, o Estado vai adotar a estratégia de usar todas as vacinas que chegaram neste domingo, como explicou o titular da Secretaria da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas. “Por possuir resposta imunológica precoce ampla, garantindo que se possa esticar o prazo de aplicação da segunda dose para 90 a 120 dias à frente, isso permitirá que apliquemos todas as doses sem que seja preciso guardar 50%, como ocorreu com a CoronaVac”, detalhou o secretário.
No Graer, foi montada uma estrutura para recebimento e armazenamento temporário de vacinas, que conta com refrigeradores e, também, com os cuidados de técnicos da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). É neste local que é feita a contagem e a separação para viabilizar o envio de doses para todo o território estadual.
A chegada do novo lote acontece após a liberação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é responsável pela análise e etiquetamento das duas milhões de doses importadas do Instituto Serum da Índia, um dos centros produtores da vacina de Oxford-AstraZeneca. Já o envio para os estados brasileiros foi feito pelo Ministério da Saúde.
VEJA:
Vacinação na Bahia
A imunização contra o novo coronavírus já foi iniciada em todos os 417 municípios baianos e as primeiras pessoas vacinadas receberam o imunizante Coronavac, que chegou na última segunda-feira (18), em um lote de 376.600 doses. Esta é a vacina desenvolvida pela dupla formada pelo Instituto Butantã e pela empresa chinesa Sinovac Biotech.
Como o Brasil vai imunizar a população com vacinas fabricadas por laboratórios diferentes e com indicações de uso igualmente diferentes, é o cartão de vacinação que vai garantir que a segunda dose aplicada seja a mesma que a primeira e no prazo determinado.
Caso tenha perdido o cartão, o cidadão receberá um novo cartão com a indicação de qual vacina contra a Covid-19 recebeu.
Secom
Chegou na tarde deste domingo (24), o quantitativo de 3.280 doses da vacina desenvolvida pela universidade de Oxford, em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca.
Até o momento, o município recebeu 7.320 doses da vacina contra a Covid-19 e já vacinou 3.011 pessoas. A estratégia, para aplicação do restante das doses de CoronaVac e da nova remessa de vacinas Oxford recebidas hoje, é continuar vacinando os profissionais das unidades de saúde e os da rede hospitalar.
A secretária municipal de saúde, Ramona Cerqueira, ressalta ainda que: “novas estratégias estão sendo definidas para fazer a vacinação nos próximos dias, seguindo as orientações do Ministério da Saúde em relação ao grupo prioritário da primeira fase”.
A vacinação vai acontecer, na próxima terça-feira (26), de 9h às 11h30 e de 14h30 às 17h, por meio de drive-thru (entrada permitida apenas para carros e motocicletas) no Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSO), além de um ponto estratégico montado no 9º Batalhão de Polícia Militar para vacinar os profissionais que não tiverem a disponibilidade de veículos.
Para receber a primeira a dose da vacina, o profissional deve levar a declaração de vínculo ativo com a instituição de saúde – modelo disponibilizado pela Secretaria de Saúde – assinado e carimbado pelo diretor da instituição, desde que ela faça parte da rede hospitalar do município. No momento da vacinação, o profissional de saúde recebe o cartão de vacinação que garante que a aplicação da segunda dose seja do mesmo laboratório da primeira e no prazo determinado.
A aplicação da vacina de Orxford prevê que a segunda dose pode ser administrada até 90 dias após a primeira dose, por isso, todas as doses serão utilizadas nessa segunda etapa da vacinação dos grupos prioritários da primeira fase da campanha.
Acaba de ser divulgada a atualização do Boletim Epidemiológico com informações sobre a infecção da Covid-19 em Vitória da Conquista. Neste domingo (24), são registrados 16.901 casos da doença na cidade. O número de recuperados é 16.400, enquanto outros 244 seguem em recuperação (43 estão internados em Vitória da Conquista; quatro, em outros municípios; e 197 seguem em tratamento domiciliar).

Foram registrados ainda 2.841 casos suspeitos do Novo Coronavírus. Desse total, 2.798 aguardam por investigação laboratorial; e 43, pelo resultado do exame RT-PCR – as amostras são encaminhadas para análise no Lacen Estadual.
A Vigilância Epidemiológica também informa que, após investigação da Câmara Técnica Estadual de Óbitos, foi constatado que o óbito nº 237, divulgado no dia 11 de janeiro, não teve como causa a Covid-19. Portanto, essa ocorrência foi retirada do Boletim.
Neste domingo, o Município registra três óbitos em decorrência de complicações do Novo Coronavírus.
255º óbito – Mulher de 51 anos, moradora do Bairro Simão, não relatou comorbidades. Estava internada para procedimento cirúrgico em Salvador e faleceu no dia 31 de outubro. Em investigação clínica e epidemiológica, confirmou-se óbito por Covid-19.
256º óbito – Mulher de 101 anos, moradora do Bairro Patagônia, portadora de hipertensão e diabetes. Testou positivo para Covid no último dia 22 e, em domicílio, veio a óbito neste domingo.
257º – Homem de 69 anos, não relatou comorbidades. Foi internado na UPA no dia 21 de dezembro e transferido para hospital em Salvador, vindo a falecer no dia 7 de janeiro. Neste domingo, foi informado o óbito à Secretaria Municipal de Saúde.
Ocupação de Leitos – A rede hospitalar do SUS no município dispõe de 153 leitos para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pelo novo Coronavírus. Desses, 83 são de enfermarias e 70 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Neste momento, estão internados 95 pacientes, que além de Vitória da Conquista também são oriundos dos seguintes municípios:
● Barra da Estiva;
● Barra do Choça;
● Boquira;
● Brumado;
● Caculé;
● Caetanos;
● Caetité;
● Cândido Sales;
● Caraíbas;
● Carinhanha;
● Caturama;
● Condeúba;
● Cordeiros;
● Guanambi;
● Ibicoara;
● Igaporã;
● Itabuna;
● Itambé;
● Itapetinga;
● Itarantim;
● Jacaraci;
● Jânio Quadros;
● Lagoa Real;
● Licínio de Almeida;
● Livramento de Nossa Senhora;
● Macarani;
● Malhada;
● Matinha;
● Palmas de Monte Alto;
● Paramirim;
● Planalto;
● Poções;
● Potiraguá;
● Rio do Pires;
● Tanhaçu;
● Tremedal;
● Franco da Rocha – SP;
● Jordânia – MG;
● Teófilo Otoni – MG.
Um lote de vacinas contra a COVID-19 acaba de chegar em Vitória da Conquista. Neste domingo (24), o município recebe 3.280 doses do imunizante desenvolvido para universidade de Oxford, em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca.
VEJA:
Um novo lote de vacinas contra a Covid-19 chegou à Bahia às 10h40 deste domingo (24). Desta vez, 119.500 doses do imunizante desenvolvido pela universidade de Oxford, em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca, desembarcaram no aeroporto internacional de Salvador, de onde seguiram para a sede do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer). A distribuição para as cidades do interior terá início a partir das 14h de hoje.
Uma vez que a segunda dose da vacina de Oxford pode ser tomada em até 90 dias, o Estado vai adotar a estratégia de usar todas as vacinas que chegaram neste domingo, como explicou o titular da Secretaria da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas. “Por possuir resposta imunológica precoce ampla, garantindo que se possa esticar o prazo de aplicação da segunda dose para 90 a 120 dias à frente, isso permitirá que apliquemos todas as doses sem que seja preciso guardar 50%, como ocorreu com a CoronaVac”, detalhou o secretário.
No Graer, foi montada uma estrutura para recebimento e armazenamento temporário de vacinas, que conta com refrigeradores e, também, com os cuidados de técnicos da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). É neste local que é feita a contagem e a separação para viabilizar o envio de doses para todo o território estadual.
A chegada do novo lote acontece após a liberação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é responsável pela análise e etiquetamento das duas milhões de doses importadas do Instituto Serum da Índia, um dos centros produtores da vacina de Oxford-AstraZeneca. Já o envio para os estados brasileiros foi feito pelo Ministério da Saúde.
Vacinação na Bahia
A imunização contra o novo coronavírus já foi iniciada em todos os 417 municípios baianos e as primeiras pessoas vacinadas receberam o imunizante Coronavac, que chegou na última segunda-feira (18), em um lote de 376.600 doses. Esta é a vacina desenvolvida pela dupla formada pelo Instituto Butantã e pela empresa chinesa Sinovac Biotech.
Como o Brasil vai imunizar a população com vacinas fabricadas por laboratórios diferentes e com indicações de uso igualmente diferentes, é o cartão de vacinação que vai garantir que a segunda dose aplicada seja a mesma que a primeira e no prazo determinado.
Caso tenha perdido o cartão, o cidadão receberá um novo cartão com a indicação de qual vacina contra a Covid-19 recebeu.