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As ações de combate à dengue seguem em todo o município de Vitória da Conquista, principalmente nas localidades onde há maior incidência de notificações e casos confirmados de dengue, chikungunya e zika. Na tarde da última quinta-feira (30), por exemplo, a equipe de bloqueio da Coordenação de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou bloqueio com bomba intercostal fumacê nas ruas do loteamento Alto da Boa Vista. A ação foi necessária por conta do número de notificações na localidade, que registrou 11 casos suspeitos de dengue entre os dias 19 e 25 de janeiro.

Este trabalho ocorre durante todo ano, e tem por objetivo eliminar os mosquitos na sua fase de reprodução, evitando a contaminação de mais pessoas pela doença. “A gente recebe a lista de bairros com notificações e realiza o trabalho com o fumacê”, explica o supervisor geral de Endemias, Albino dos Anjos. Ele aproveitou para esclarecer a diferença deste trabalho para o carro fumacê. “Com a bomba intercostal, nossos agentes podem entrar nos estabelecimentos, se aproximar das residências e assim alcançar um número maior de mosquitos, já o carro fumacê só passa na rua e só pode ser solicitado em período de surto da doença”.

A ação ocorre sempre no final da tarde ou no início da manhã. “Este horário é melhor por conta do sol e também há a possibilidade de encontrar os moradores em suas residências. Enquanto a equipe está fazendo este trabalho, o morador deve abrir as janelas para o inseticida entrar em suas casas”, orienta o agente de endemias, Joval dos Santos Junior.

Quem ficou surpreso com a visita da equipe de bloqueio em sua obra foi o engenheiro Catiego Sousa Xavier. “Este trabalho é muito importante, até porque, ano passado, a gente sofreu bastante, pois, tivemos um grande número de funcionários afastados pela dengue. Então é melhor prevenir do que passar por isso novamente”.

Cuidados

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) segue com as ações do Plano de Enfrentamento da Dengue e Demais Arboviroses, executado em parceira com o Comitê Técnico Intersetorial das Arboviroses Urbanas, formado por representantes da sociedade civil e de entidades como o Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e de Endemias (Sindacs), o Ministério Público Estadual, o Núcleo Regional de Saúde, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a Defesa Civil, entre outras instituições.

A população também deve colaborar no combate ao mosquito Aedes aegypti dentro de casa, com eliminação de qualquer acúmulo de água parada que possa servir de criadouro para o mosquito. Medidas simples, como o descarte adequado de lixo, limpeza de caixas d’água e eliminação de recipientes que acumulam água, são fundamentais para reduzir a proliferação do mosquito. Denúncias de situações de risco podem ser feitas ao Centro de Controle de Endemias, pelo número: (77) 3429-7421.

Vacinação

Outra forma de prevenção é a vacina contra a dengue disponível nas unidades de saúde para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. Segundo o MS, essa é faixa etária que concentra o maior número de hospitalização por dengue, depois de pessoas idosas, grupo para o qual a vacina não foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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A Rede Municipal de Saúde de Vitória da Conquista possui 46 Unidades Básicas de Saúde (UBS), sendo 28 na Zona Urbana (com 35 equipes de Saúde da Família e 10 equipes de Atenção Primária), 18 na Zona Rural (22 equipes de Saúde da Família e uma equipe de Atenção Primária). A maioria delas funciona a partir das 7h e segue até as 17h, com intervalo de uma hora para o almoço dos servidores.

As unidades de saúde são responsáveis pelo cuidado à saúde da população da sua área de abrangência, ou seja, se o morador mora no bairro Bruno Bacelar, por exemplo, ele deve procurar a Unidade de Saúde da Família (USF) Bruno Bacelar para seu acompanhamento.

Nas unidades de Saúde os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) contam com a oferta de diversos serviços, a exemplo de vacinação, procedimentos, consultas médicas, de enfermagem e odontológicas.

Quase todas as unidades atendem de segunda a sexta-feira, durante o dia, exceto quatro unidades da Zona Urbana que funcionam com horário estendido (das 7h às 22h), de segunda a sexta-feira, e aos sábados, das 8h às 13h.

*Veja os horários:*

*Unidades de horário estendido:*
Centro de Saúde Régis Pacheco
Horário: de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h (não fecha para o almoço) e aos sábados das 8h às 13h.

Centro de Saúde Admário Silva Santos
Horário: de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h (não fecha para o almoço) e aos sábados das 8h às 13h.

USF Nova Cidade
Horário: de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h (não fecha para o almoço), e aos sábados das 8h às 13h.

USF Nelson Barros (B. Kadija)
Horário: de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h (não fecha para o almoço), e aos sábados das 8h às 13h.

*Unidades Básicas de Saúde:*
Policlínica de Atenção Básica Panorama
Horário: 7h às 17h – não fecha para o almoço

Policlínica de Atenção Básica São Vicente (CAE II)
Horário: 7h às 17h – não fecha para o almoço

*Unidades de Saúde da Família zona urbana:*

USF Bruno Bacelar
Horário: 7h às 12h e das 13h30 às 16h30

USF Solange Hortélio (B. Brasil)
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

USF Urbis V
Horário: 7h às 17h – não fecha para o almoço

USF José Gomes Novais (Vila Serrana)
Horário: 7h às 17h – não fecha para o almoço

USF Nossa Senhora Aparecida
Horário: 8h às 12h e das 14h às 17h

USF Dr. João Melo Filho (B. Ibirapuera)
Horário: 7h às 17h – não fecha para o almoço

USF Dr. Hugo de Castro Lima (B. Guarani)
Horário: 7h às 17h – não fecha para o almoço

USF Urbis VI
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

USF Jardim Valéria
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

USF Jardim Valéria III
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

USF Parque Comveima I
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

USF Cidade Modelo
Horário: 7h às 17h – não fecha para o almoço

USF Morada dos Pássaros
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

USF Recanto das Águas
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

USF Vila América
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

USF Nestor Guimarães
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

USF Patagônia
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

USF Pedrinhas
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

USF Miro Cairo
Horário: 7h às 12h e das 13h às 17h

Unidade de Saúde Primavera
Horário: 8h às 16h – não fecha para o almoço

Unidade de Saúde Ipê
Horário: de segunda a quinta, das 8h às 12h e das 13h às 16h, e sexta-feira das 8h às 14h

*Unidade Escola:*
UBS Campinhos
Horário: 7h às 12h e das 13h às 16h

*Unidades de Saúde da Família da Zona Rural*

Na Zona Rural, o horário de atendimento acontece de segunda a sexta-feira, sendo determinado pelo tempo de deslocamento da equipe da sede do município até as localidades rurais.

 

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Após saírem notícias em veículos locais afirmando que o Hospital Municipal Esaú Matos, em Vitória da Conquista, havia anunciado a suspensão dos atendimentos a pacientes classificados com fichas azuis e verdes nas áreas de obstetrícia e pediatria, direcionando-os para a Atenção Básica, conforme protocolo de regulação. A prefeita municipal se manifestou sobre o assunto em nota.

Leia a nota na íntegra: 

*NOTA DE ESCLARECIMENTO*

Ao contrário do que vem sendo divulgado, o Hospital Municipal Esaú Matos não irá restringir o atendimento a pacientes. O que a Fundação Pública de Saúde de Vitória da Conquista, responsável pela administração do Hospital, está promovendo é uma reorganização da rede de atendimento, definida em conjunto com as diretorias da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a Coordenação de Atenção Básica. Casos de baixa complexidade devem ser direcionados às unidades básicas de saúde, conforme preconizado pelas normas do Sistema Único de Saúde (SUS).

É importante destacar que o Esaú Matos sempre seguiu a classificação de risco estabelecida pelo Protocolo de Manchester, priorizando os atendimentos conforme a gravidade de cada caso. Essa prática não é novidade e continuará sendo adotada. No entanto, a medida atual visa aperfeiçoar o fluxo de atendimento, garantindo que a unidade, que é referência em urgência e emergência para mais de 100 cidades da região, não fique sobrecarregada com atendimentos que podem ser resolvidos em outras instâncias da rede de saúde.

Essa reorganização busca agilizar o atendimento dos casos de maior complexidade, evitar filas desnecessárias e garantir mais eficiência no cuidado de todos os pacientes. As unidades básicas de saúde estão preparadas para atender casos de baixa complexidade com qualidade, evitando deslocamentos desnecessários e garantindo mais comodidade à população.

Secom, 28 de janeiro de 2025

 

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Em 2024, a prevenção à dengue ganhou mais uma aliada, a vacina Qdenga, produzida pelo laboratório japonês Takeda Pharma e aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O imunizante está disponível para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias), faixa etária que concentra um grande número de hospitalização por dengue.

O esquema vacinal é composto por duas doses com intervalo de três meses entre elas. Caso a criança ou adolescente tenha sido diagnosticado com dengue, é necessário aguardar seis meses para iniciar o esquema vacinal. Havendo contaminação por dengue após a primeira dose, deve-se manter a data prevista para a segunda dose, desde que haja um intervalo de 30 dias entre a infecção e a segunda dose.

Em Vitória da Conquista, a primeira e a segunda dose estão disponíveis em todas as unidades de saúde. Para ter acesso, a criança ou adolescente deve estar acompanhada dos pais ou responsável, apresentar documento de identificação e a caderneta de vacinação. Segundo dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SiPNI), foram aplicadas, em 2024, 1.071 doses do imunizante (primeira dose).

Gerusa acompanha sua filha no momento da vacina

Gerusa Rosa Araújo levou sua filha Luiza, de 13 anos, para tomar a primeira dose da vacina na Unidade de Saúde da Família Nova Cidade. “Nós precisamos vacinar porque está aumentando muito o numero de casos de dengue na cidade, então, temos que trazer nossos filhos para precaver, porque é uma doença que leva a óbito”, explica Gerusa. Ela lembrou que além da vacina, em casa o cuidado deve ser redobrado. “Para o mosquito Aedes aegypti não proliferar, é  importante manter as vasilhas de água tampadas e os pratinhos de planta com terra”, opinou.

A dengue é um problema de saúde pública no Brasil, principalmente no verão. É uma doença infecciosa transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, que causa sintomas tanto leves quanto graves, e pode levar à morte. O mal-estar ocasionado pela doença pode durar até dez dias, mas dependendo do caso, permanece por semanas.

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A campanha municipal “Janeiro Verde, agora é lei”, de prevenção ao câncer de colo de útero, tem abordado em suas ações a importância da prevenção, como a realização do preventivo a partir dos 25 anos, uso de preservativo nas relações sexuais e a importância da vacina de HPV, disponível gratuitamente para meninas e meninos a partir dos 9 anos.

A vacina HPV  quadrivalente é produzida pelo Instituto Butantã

Disponível em todas as salas de vacina das unidades de saúde das zonas Urbana e Rural, o imunizante faz parte do Calendário Nacional de Vacinação para a idade de 9 a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias) para meninas e meninos, além de adolescentes até 19 anos não vacinados. A vacina é aplicada em dose única e previne contra os principais tipos de vírus HPV causadores do câncer do colo de útero e outras neoplasias relacionadas a esse vírus como câncer de pênis.

Segundo dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SiPNI),  em 2024 foram aplicadas 2.142 doses da doença. Esse número corresponde a uma cobertura de 63,50% do público feminino nascido entre 2010 e 2015, e 54,09% do público masculino nascido no mesmo período. Segundo a coordenadora de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Sarah Farias, a cobertura da vacina está longe do ideal, que é de 90%.

“Está vacina está  disponível em todas as unidades de saúde do município, tanto na Zona Urbana, quanto na Zona Rural. A HPV quadrivalente, incorporada no Calendário Vacinal em 2014, protege contra os tipos de HPV 6, 11, 16 E 18. A prevenção primária, por intermédio da vacinação contra o HPV  é, portanto, essencial para a prevenção dos canceres relacionados a esse vírus” explicou Sarah.

Quem não perdeu tempo e já se vacinou contra o HPV foi Ketlen Moreira da Silva, de 16 anos, moradora do Nova Cidade, que compareceu à unidade de saúde de sua área e garantiu a sua proteção. “Esta é uma vacina que vai te proteger do câncer até a vida adulta, essa que é uma doença traiçoeira, que pode matar ou trazer dificuldade para a gestação de nós mulheres. Por isso, vim tomar minha dose de proteção”, disse.

Ketlen ouve a explicação da técnica de enfermagem Daniela Pinheiro

HPV e Câncer do Colo de Útero – O câncer do colo do útero é causado por uma infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV), um vírus transmitido sexualmente, muito comum em homens e mulheres. Cerca de 80% das mulheres sexualmente ativas são contaminadas com esse vírus em algum momento da vida. Essa infecção, na maioria das vezes, não causa nenhum sintoma e é eliminada naturalmente pelo organismo. Em alguns casos, o vírus permanece no organismo e, após vários anos, poderá causar uma lesão pré-cancerosa, chamada lesão precursora do câncer do colo do útero. Não tratada, ela poderá evoluir para o câncer. Existem mais de 200 tipos de vírus HPV, mas apenas alguns podem causar câncer.

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A vacina da dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, que está em análise na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), protege contra o sorotipo 3 do vírus, versão que tem preocupado especialistas do Brasil. A informação foi dada por Gustavo Mendes, diretor de Assuntos Regulatórios, Qualidade e Ensaios Clínicos do instituto.

Embora o imunizante seja tetravalente, ou seja, tenha sido desenvolvido para gerar proteção contra os quatro sorotipos – DENV-1, DENV2, DENV-3 e DENV-4 -, os cientistas não conseguiram cravar a eficácia contra os DENV-3 e DENV-4 nos primeiros testes. Isso porque, por não circularem de forma significativa no país durante o período do estudo, não houve casos suficientes causados pelas duas cepas para comparação. No entanto, a equipe envolvida no ensaio clínico fez novos testes, e os resultados indicaram que a proteção se mantém para os DENV-3 e DENV-4.

O sorotipo 3 foi o responsável por uma epidemia grande de dengue no Brasil entre 2000 e 2002, mas estava há 17 anos sem circulação no país. Agora, voltou a ser detectado. A preocupação é porque ele é considerado mais virulento, ou seja, pode causar formas mais graves da doença, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, embora a infecção por determinado sorotipo gere uma proteção permanente contra ele mesmo, o paciente continua suscetível a novos casos de dengue pelas três outras versões. Logo, pessoas contaminadas podem ser infectadas novamente, o que costuma ser mais grave.

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O Hospital Municipal Esaú Matos, em Vitória da Conquista, enfrenta uma série de denúncias relacionadas a atrasos nos pagamentos de honorários médicos contratados via pessoa jurídica. Alguns profissionais relatam atrasos superiores a três meses, sem qualquer retorno por parte da diretoria geral da unidade.

Nesta quarta-feira (22), uma equipe de médicos, que preferiu não se identificar, informou ao Blog do Sena que os atrasos salariais são constantes, além de apontarem para uma estrutura inadequada de atendimento e falta de materiais básicos, incluindo roupas para cirurgias.

A situação é tão grave que um dos profissionais mencionou ter sido obrigado a suspender cesarianas em diversas ocasiões devido à ausência de materiais estéreis e, por vezes, pela falta de médicos anestesistas. Os médicos destacam o desrespeito com a categoria e alertam que a população é a principal prejudicada, resultando na saída de muitos profissionais da unidade e gerando um déficit que impacta diretamente na qualidade do atendimento.

Essas denúncias dos médicos somam-se a outros problemas enfrentados pelo hospital no último ano. Em dezembro de 2024, houve relatos de falta de fonoaudiólogos durante o período festivo, o que levou à permanência prolongada de recém-nascidos internados por ausência de avaliação especializada. Além disso, em novembro de 2024, surgiram especulações sobre a possível privatização do Hospital Esaú Matos, com a Prefeitura de Vitória da Conquista estudando transferir a gestão para a iniciativa privada, gerando preocupação entre os servidores e a população usuária dos serviços.

A situação relatada pelos profissionais evidencia um cenário de dificuldades dentro do hospital, que deveria ser uma referência no atendimento materno-infantil da região. O Hospital Esaú Matos é referência em UTI neonatal e gestação de alto risco. Administrado de 1993 a 2001 pela Santa Casa de Misericórdia, o Esaú teve a municipalização oficializada em 10 de outubro de 2001, com a gestão passando para a Secretaria Municipal de Saúde.  O hospital foi o ponto de partida para o surgimento da Fundação Municipal de Saúde (FSVC), responsável pela administração da unidade.

Atualmente, além de Vitória da Conquista, o Esau Matos presta serviços para 76 municípios pactuados, com pronto atendimento em obstetrícia, atendimento especializado em casos de gestação de alto risco, centro obstétrico, UTI neonatal (a primeira na Bahia de caráter público), semi-intensiva, unidade de cuidado intermediário neonatal Canguru, sala de esrabilização neonatal, pronto socorro pediátrico, ambulatório para a realização de pequenas cirurgias eletivas, centro Diagnóstico por imagem (CDI), além de centro para cirurgias ginecológicas e pediátricas. Matéria: Blog do Sena.

Em nota, a nossa equipe de reportagem a Fundação Pública de Saúde faltou sobre o assunto. Leia a nota na íntegra: 

A Fundação Pública de Saúde Vitória da Conquista, gestora do Hospital Municipal Esaú Matos, informa que o pagamento dos médicos contratados como pessoa jurídica está em processo de regularização. A instituição aguarda está trabalhando para efetuar os pagamentos, cumprindo com suas obrigações financeiras, como sempre o fez.

Para além disso, é importante destacar que, especialmente no período de transição do ano fiscal, pode haver contratempos. Porém, mesmo diante desse cenário, a direção da Fundação está empenhada em regularizar os pagamentos o mais breve possível.

A Fundação segue aberta e acessível a todos os profissionais, com total disponibilidade da direção, incluindo o diretor médico, o diretor administrativo e o setor financeiro, para dialogar e tratar de quaisquer questões.

Dessa forma, reforça o seu compromisso com a transparência e o respeito em todas as tratativas e, desde já, agradece pela compreensão de todos os envolvidos nesta situação.”

Secom, 23 de janeiro de 2025.

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) divulgou nesta terça-feira (21), o Boletim Epidemiológico das Arboviroses referente à 3ª Semana Epidemiológica, que corresponde ao período de 12 a 18 de janeiro. Neste período, foram registrados 79 casos  suspeitos para dengue, dois para chikungunya e nenhum para zica.  Foram confirmados dois casos de dengue e 77 notificações seguem em investigação. Nesta semana não houve confirmação para chikungunya e dois casos seguem em investigação.

Nas primeiras três semanas epidemiológicas de 2025, foram registrados um total de 212 casos suspeitos de dengue, sendo 14 casos confirmados e 34 descartados pelo critério laboratorial. Estão em investigação 164 casos suspeitos de dengue. Os dados são coletados no Sistema Nacional de Notificação (Sinan).

Cuidados

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) segue com as ações do Plano de Enfrentamento da Dengue e Demais Arboviroses, executado em parceira com o Comitê Técnico Intersetorial das Arboviroses Urbanas, formado por representantes da sociedade civil e de entidades como o Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e de Endemias (Sindacs), o Ministério Público Estadual, o Núcleo Regional de Saúde, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a Defesa Civil, entre outras instituições.

A população também deve colaborar no combate ao mosquito Aedes aegypti dentro de casa, com eliminação de qualquer acúmulo de água parada que possa servir de criadouro para o mosquito. Medidas simples, como o descarte adequado de lixo, limpeza de caixas d’água e eliminação de recipientes que acumulam água, são fundamentais para reduzir a proliferação do mosquito. Denúncias de situações de risco podem ser feitas ao Centro de Controle de Endemias, pelo número: (77) 3429-7421.

Vacinação

Outra forma de prevenção é a vacina contra a dengue disponível nas unidades de saúde para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. Segundo o MS, essa é faixa etária que concentra o maior número de hospitalização por dengue, depois de pessoas idosas, grupo para o qual a vacina não foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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Foi registrado na manhã desta segunda-feira (20), uma extensa fila com centenas de pessoas aglomeradas aguardando para conseguir atendimento no Facilita Saúde, equipamento da prefeitura municipal, que fica localizado na Praça Vítor Brito, em Vitória da Conquista.

Os pacientes aguardavam para realizar serviços como marcação de consultas e exames. A situação foi registrada em vídeo por um cidadão e o blog do Redação compartilhou.

Veja:

Após a nossa reportagem, a prefeitura municipal explicou, através de nota, que  a situação ocorreu “por conta da abertura de agenda do próximo mês que ocorre sempre no dia 20 de cada mês”.

Leia a nota na íntegra:

*Nota ao Blog do Redação*

“A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que a fila desta manhã no Facilita Saúde ocorreu por conta da abertura de agenda do próximo mês que ocorre sempre no dia 20 de cada mês. Apesar de os usuários terem a possibilidade de buscar os serviços ao longo de todo o mês, muitos usuários preferem buscar o seu agendamento justamente no dia que an agenda é aberta.

Para evitar que este problema venha se repetir, na manhã desta segunda-feira, foi realizada uma reunião com a equipe da Diretoria de Regulação, Avaliação, onde foi definido um novo fluxo de agendamento para consultas e exames especializados que será divulgado em breve para população. A nova medida tem o objetivo de reduzir as filas e o tempo de espera, garantindo que as demandas dos pacientes sejam atendidas de forma mais eficiente.

A SMS informa ainda, que tem direcionado recursos e implementado diversas estratégias para melhorar o acesso da população aos serviços de saúde como o investimento em um novo sistema de informatização para otimizar o atendimento do Facilita Saúde que entrará em funcionamento em breve.

*Facilita Saúde* – situado na Praça Vitor Brito, a poucos metros da Estação de Transbordo Herzem Gusmão e das paradas de ônibus da Zona Rural, o programa reúne, no mesmo local, desde outubro de 2023, os serviços do SUS mais utilizados pelos cidadãos, como a Central de Marcação, Farmácia da Família, Cartão SUS, Programa de Tratamento Fora do Domicílio (TDF) e o setor de Autorização de Internação Hospitalar (AIH) ou de Autorização de Procedimento Ambulatorial (Apac).

Secom, 20 de janeiro de 2025”

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O Ministério da Saúde planeja ampliar a vacinação contra a dengue para novos públicos além de crianças de 10 a 14 anos, público atual no Sistema Único de Saúde (SUS). A expansão deve ocorrer até o fim de 2025, com a inclusão de novas vacinas no Plano Nacional de Imunizações (PNI) em 2026, incluindo o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan, que aguarda aprovação da Anvisa. As informações são da coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles

Se autorizado, o imunizante do Butantan será o primeiro no mundo a proteger contra a dengue com uma única dose, o que promete facilitar a adesão da população. O Brasil já é pioneiro no uso de vacinas contra a doença em seu calendário oficial, e a expectativa é fornecer 50 milhões de doses anualmente para ampliar a cobertura vacinal.

O pedido de registro foi enviado à Anvisa em dezembro de 2024, e sua aprovação reforçará a estratégia nacional de combate à dengue, uma das doenças mais comuns e preocupantes no país. A vacinação em massa deve ajudar a reduzir os surtos sazonais e o impacto sobre o sistema de saúde.

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