Mais um caso de Monkeypox foi confirmado na Bahia nesta quinta-feira (4). O registro é de um indivíduo residente em Salvador. Com esta confirmação, a Bahia chega a treze casos da doença, sendo dez em Salvador, dois em Santo Antônio de Jesus e um em Ilhéus. Além dos confirmados, a Bahia tem notificados 69 suspeitos. O boletim completo com os municípios em que os casos foram notificados está disponível no link.
Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre e tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.
Nesta sexta-feira (5), haverá uma ação de vacinação contra a Covid-19 e contra Influenza na quadra esportiva da Fainor, no Bairro Candeias, com oferta de vacinas para adolescentes, adultos e trabalhadores da saúde. A vacinação será das 9h às 16h, ou enquanto durar o estoque.

Serão ofertadas as seguintes vacinas: 1ª e 2ª dose da Pfizer para todas as pessoas com mais 12 anos de idade que ainda não se vacinaram; a 3ª dose para adolescentes e adultos que tomaram a duas doses anteriores até o dia 5 de abril (há quatro meses); a 4ª dose para adultos com 43 anos ou mais e trabalhadores da saúde que tomaram três doses há quatro meses; e a vacina contra Influenza para o público geral.
Aproveitando a oportunidade, as pessoas poderão tomar as vacinas contra Covid-19 e Influenza no mesmo dia, pois não é necessário intervalo entre elas.
Para tomar a 1ª dose da vacina contra Covid-19 é necessário ter em mãos o documento pessoal com CPF e comprovante de residência de Vitória da Conquista. Para as demais doses, somente o documento pessoal e cartão de vacina. Os trabalhadores da saúde devem apresentar também declaração de vínculo ativo da instituição de saúde onde trabalha, contracheque do mês anterior ou crachá.
Para se vacinar contra Influenza, é preciso levar o documento pessoal com CPF ou cartão SUS e caderneta de vacinação.
O índice de infestação do mosquito Aedes aegypti em Vitória da Conquista diminuiu para 1,2%, de acordo segundo Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2022, realizado no mês de julho, pelo Centro de Controle de Endemias (CCE) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Se comparado ao primeiro levantamento, realizado no mês de abril, que apontou uma taxa de 2,7%, houve uma redução de 1.5 ponto percentual.
Apesar de ainda ser classificado como um risco de alerta, que está entre 1% e 3,9%, segundo o Ministério da Saúde, o resultado é considerado positivo. “Reduziu bastante e isso se deve à intensificação do trabalho dos agentes de combate às endemias e às condições climáticas que também nos favoreceu, com menos chuvas. Estamos trabalhando com mutirões de bloqueio aos sábados e isso tem nos ajudado muito”, afirmou a coordenadora de Controle de Endemias da SMS, Gabriela Andrade.
Para realizar o LIRAa, os agentes de combates às endemias inspecionaram 6.127 residências e pontos estratégicos e em 78 desses locais foram encontrados focos de reprodução do mosquito, o que representa o índice geral de infestação obtido.
Entre os 78 bairros e loteamentos visitados no perímetro urbano, sete apresentaram índice de infestação de alto risco, acima de 3,9%. São eles: Recanto das Águas (8,8%), Cruzeiro (8,3%), Cidade Maravilhosa (5,2%), Nossa Senhora Aparecida (5,0%), Patagônia (4,6%), Campinhos (4,1%) e Vila da Conquista (4,0).
Ocorrências de casosDo início do mês de janeiro até o fim do mês de julho, o CCE registrou no município 2.271 notificações de casos suspeitos de arboviroses, com 395 deles confirmados laboratorialmente, sendo 177 pessoas com diagnóstico positivo para dengue, 211 para chikungunya e sete para zika.
Outros casos 1.063 foram descartados laboratorialmente para essas doenças, 461 tiveram resultados inconclusivos e 352 pessoas aguardam o resultado laboratorial.
Caso necessite fazer denúncias de possíveis focos do mosquito ou solicitar a visita dos agentes de endemias, entre em contato com Centro de Controle de Endemias pelo (77) 3429-7421.
Nesta terça-feira (2), a vacinação contra a Covid-19 prossegue nas unidades de saúde, para todos os públicos, com 1ª a 4ª dose disponíveis. O horário de vacinação é das 9h às 12h e das 14h às 16h30, com a exceção de algumas, que atendem em horário diferenciado.

Atenção para as datas de retorno: a 2ª dose estará disponível para todas as pessoas com retorno marcado até o dia 3 de agosto; 3ª dose para adolescentes e adultos que tomaram as duas doses anteriores até o dia 2 abril; e 4ª dose para adultos de 45 anos ou mais, imunocomprometidos e trabalhadores da saúde que tomaram a 3ª dose há quatro meses.
Confira os locais e horários abaixo.
CRIANÇAS
1ª dose Coronavac – Crianças de 3 e 4 anos
– UBS Régis Pacheco (Centro) – 9h às 12h | 14h às 16h30
1ª e 2ª dose Pfizer – Crianças de 5 a 11 anos
– UBS Régis Pacheco (Centro) – 9h às 12h | 14h às 16h30
2ª dose Coronavac – Crianças de 6 a 11 anos
– UBS Dr. Admário Santos (Bairro Brasil) – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Vila Serrana – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Nestor Guimarães (Jurema) – 14h às 16h30
Documentação: Para 1ª dose, é preciso apresentar o documento de identificação pessoal com CPF dos responsáveis e da criança (CPF ou cartão SUS); cartão de vacina; comprovante de residência de Vitória da Conquista. Caso a criança esteja acompanhada por outro responsável maior de 18 anos, os pais devem encaminhar autorização para vacinação por escrito.
Para a 2ª dose, somente o documento de identificação pessoal da criança e cartão de vacina.
ADOLESCENTES
1ª, 2ª e 3ª dose – Adolescentes de 12 a 17 anos
– USF Morada dos Pássaros
– USF Jardim Valéria I e II
Documentação: O adolescente deve estar acompanhado dos pais ou responsáveis no momento da vacinação. Para a 1ª dose é necessário apresentar o documento de identificação pessoal com CPF do adolescente e também do responsável e comprovante de residência do município. Para 2ª dose, somente o documento pessoal e cartão de vacina.
ADULTOS
1ª e 2ª dose Pfizer
– USF Panorama – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Nossa Senhora Aparecida – 9h às 12h | 14h às 16h30
2ª dose Coronavac
– USF Vila Serrana – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Nestor Guimarães (Bairro Jurema) – 14h às 16h30
– UBS Admário Santos (Bairro Brasil) – 9h às 12h | 14h às 16h30
3ª dose
– USF Urbis V – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Miro Cairo – 9h às 12h | 14h às 16h30
– UBS Dr. João Melo Filho (Bairro Ibirapuera) – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Nelson Barros (Bairro Kadija) – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Pedrinhas – 9h às 12h
– USF Nova Cidade – 9h às 12h
– USF Recanto das Águas – 9h às 12h
4ª dose – adultos 45+, imunossuprimidos 18+, trabalhadores da saúde
– UBS CAE II (Bairro São Vicente) – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Urbis V – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Miro Cairo – 9h às 12h | 14h às 16h30
– UBS Dr. João Melo Filho (Bairro Ibirapuera) – 9h às 12h | 14h às 16h30
– UBS Hugo de Castro (Bairro Guarani) – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Nelson Barros (Bairro Kadija) – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Pedrinhas – 9h às 12h
– USF Solange Hortélio (Urbis II) – 14h às 16h30
Reforço da Janssen
– USF Solange Hortélio (Urbis II) – 14h às 16h30
O primeiro reforço será para quem tomou a dose única da Janssen até o dia 2 de junho de 2022 e o segundo reforço para quem tomou a primeira dose de reforço há 4 meses (esta poderá ser administrada com a própria Janssen, a Pfizer ou Fiocruz, mediante disponibilidade de um desses imunizantes).
1ª, 2ª e 3ª dose – gestantes e puérperas
– USF Morada dos Pássaros – 9h às 12h | 14h às 16h30
– USF Jardim Valéria I e II – 9h às 12h | 14h às 16h30
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) recebeu, na manhã deste sábado (30), a informação do Lacen Bahia de que o segundo caso notificado de varíola dos macacos (monkeypox) também foi descartado por critério laboratorial, com resultado de PCR não detectável para o vírus.
A paciente, uma mulher de 40 anos, está bem e já foi liberada hoje do isolamento. O caso havia sido notificado pela rede municipal de saúde.
O terceiro caso notificado por um hospital da rede particular, de um homem de 27 anos, que apresenta um ótimo estado de saúde e ainda segue aguardando resultado em isolamento domiciliar.
Não foi notificado nenhum novo caso suspeito da doença nesse período.
Caso alguém apresente sintomas característicos da varíola dos macacos (monkeypox) – febre alta súbita, dor no corpo, adenomegalia (aumentos dos gânglios), fraqueza e dor nas costas, e com presença de erupções cutâneas – e que tenha viajado para área de circulação do vírus ou que teve contato com caso suspeito ou confirmado da doença, deve entrar em contato com a Vigilância Epidemiológica, por meio do telefone 3429-7405, ou procurar a unidade de saúde mais próxima para avaliação médica.
Nesta sexta-feira (29) tem vacinação contra a Covid-19, com todas as doses disponíveis, para crianças a partir de três anos, adolescentes e adultos nas unidades de saúde, das 9h às 12h e das 14h às 16h30, com a exceção de algumas, que atendem em horário diferenciado.
A 2ª dose está disponível para quem tem retorno agendado até o dia 30 de julho; 3ª dose para adolescentes e adultos que tomaram as duas doses anteriores até o dia 29 de março; e 4ª dose para adultos de 45 anos ou mais, imunocomprometidos e trabalhadores da saúde que tomaram a 3ª dose há quatro meses.
Confira a distribuição das unidades.
Crianças – A 1ª dose da Coronavac para as crianças de 3 e 4 anos, estará disponível, nos dois turnos, nas unidades de saúde Dr. Admário Santos (bairro Brasil) e Régis Pacheco. No turno da tarde, terá vacinação para esse público nas unidades Vila Serrana, Nestor Guimarães (bairro Jurema) e Urbis VI.
Para o público de 5 a 11 anos, terá a 1ª e 2ª dose da Pfizer na unidade Régis Pacheco (Centro). Já as crianças de 6 a 11 que precisam da 2ª dose da Coronavac, podem ser vacinadas na unidade de saúde Admário Santos (bairro Brasil), nos dois turnos, e nas unidades Nestor Guimarães (Bairro Jurema) e Vila Serrana, à tarde.
Adolescentes, gestantes e puérperas – Para esses grupos, terá a 1ª, 2ª e 3ª doses nas unidades de saúde Morada dos Pássaros e Jardim Valéria I e II, nos dois turnos. Os adolescentes devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis no momento da vacinação.
Adultos – A 4ª dose para os adultos de 45 anos ou mais, imunossuprimidos maiores de 18 anos e trabalhadores da saúde, será nas unidades de saúde CAE II (bairro São Vicente), Urbis V, Miro Cairo, Dr. João Melo Filho (bairro Ibirapuera), Hugo de Castro (Guarani) e Nelson Barros (Kadija). As unidades de saúde do Pedrinhas e Vila América fazem a vacinação pela manhã e na Solange Hortélio (Urbis II), à tarde.
Já os adultos que precisam tomar a 3ª dose devem se dirigir às unidades Urbis V, Miro Cairo, Dr. João Melo Filho (bairro Ibirapuera) e Nelson Barros (bairro Kadija), que atendem nos dois turnos, ou as unidades Pedrinhas, Vila América, Nova Cidade e Recanto das Águas, somente pela manhã.
A 1ª dose ou 2ª dose da Pfizer estará disponível para os adultos nas unidades Panorama e Nossa Senhora Aparecida. Para quem precisa tomar a 2ª dose da Coronavac, a vacinação será nas unidades Admário Santos (bairro Brasil) e Vila Serrana; e Nestor Guimarães (Jurema) das 14h às 16h30.
Reforço da Janssen – Na unidade Unidade Solange Hortélio (Urbis II), somente no turno da tarde, terá a primeira dose de reforço para quem se vacinou com a dose única da Janssen até o dia 28 de maio; e o segundo reforço para quem tomou a 1ª dose de reforço há quatro meses. A 2ª dose de reforço poderá ser administrada com a própria Janssen, a Pfizer ou Fiocruz, mediante disponibilidade de um desses imunizantes.
O Brasil tem 813 casos confirmados da varíola dos macacos (monkeypox), segundo dados do Ministério da Saúde. Hoje (26), a líder técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a doença, Rosamund Lewis, disse que a situação no país “é muito preocupante” e que os casos podem estar subnotificados por não haver testes suficientes à disposição. 

“É importante que as autoridades também tomem conhecimento da emergência de saúde pública e de interesse internacional, das recomendações e tomem as medidas adequadas”, declarou. Ela também disse que o surto pode ser interrompido com “estratégias certas nos grupos certos”. “Mas o tempo está passando e todos precisamos nos unir para que isso aconteça”, acrescentou.
No sábado (23), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou que a varíola dos macacos configura emergência de saúde pública de interesse internacional. “Temos um surto que se espalhou rapidamente pelo mundo, através de novas formas de transmissão, sobre as quais entendemos muito pouco, e que se encaixa nos critérios do Regulamento Sanitário Internacional”, declarou.
O Ministério da Saúde destacou, por meio de nota, que a doença é prioridade para a pasta, que faz constante monitoramento e analisa a todo momento a situação epidemiológica para definir orientações e ações de vigilância e resposta à doença no país. “Todas as medidas hoje anunciadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) já são realizadas pelo Brasil desde o início de julho de forma a realizar uma vigilância oportuna da doença”, diz o texto.
O órgão ressaltou também que, antes mesmo da confirmação de casos no Brasil, foi instalada “uma sala de situação para elaborar um plano de ação com o objetivo de estabelecer estados e municípios sobre a melhor forma de atender a população”. Ainda segundo o ministério, “testes para diagnóstico estão disponíveis para toda a população que se enquadre na definição de casos suspeitos para varíola dos macacos”.
No sábado (23), a pasta informou que articula com a OMS a aquisição da vacina contra a doença. Em nota, o Ministério da Saúde disse que as negociações estão sendo feitas de forma global com o fabricante para ampliar o acesso ao imunizante para os países com casos confirmados.
No Brasil, o maior número de casos está em São Paulo, com 595 infecções confirmadas. No Rio de Janeiro, são 109 pessoas com a doença, em seguida estão: Minas Gerais (42), Distrito Federal (13), Paraná (19), Goiás (16), Bahia (3), Ceará (2), Rio Grande do Sul (3), Rio Grande do Norte (2), Espírito Santo (2), Pernambuco (3), Mato Grosso do Sul (1) e Santa Catarina (3).
A varíola causada pelo vírus hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês) provoca uma doença mais branda do que a varíola smallpox, que foi erradicada na década de 1980.
Trata-se de uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias e pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies utilizadas pelo doente.
Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.
Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.
Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.
Nesta quarta-feira (27), as Farmácias da Família I e II, situadas no Bairro Brasil e Praça Vítor Brito, encerrarão o expediente um pouco mais cedo, às 15h. As equipes participarão de um treinamento com um especialista em nefrologia, para que em breve, seja iniciado um novo projeto de assistência aos pacientes com doenças renais nas farmácias.
Na quinta-feira (28), o atendimento das farmácias será retomado no horário normal, das 8h às 16h30.
De acordo com atualização da Vigilância Epidemiológica (Viep) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), até ontem (26) foram notificados três casos suspeitos de monkeypox (varíola dos macacos) em Vitória da Conquista. Os três possuem critérios para notificação e investigação laboratorial pelo Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen).
O terceiro caso suspeito notificado é de um paciente do sexo masculino, de 27 anos, que está cumprindo isolamento e não tem histórico de viagem. Os dois primeiros casos notificados na semana passada, são de duas pessoas adultas, um homem, de 18 anos e uma mulher, de 40, também sem histórico de viagens para outros países ou estados.
Todos eles estão bem e prosseguem no isolamento domiciliar de 21 dias, conforme protocolo, até confirmação e descarte do caso laboratorialmente.
As amostras das coletas sanguíneas para diagnóstico diferencial, bem como as coletas feitas por meio de swab das lesões ou fragmento de crostas, foram enviadas para o Lacen Bahia, que encaminha ao Laboratório da Fiocruz para análise. Os resultados ainda estão sendo aguardados.
As pessoas com quem os três pacientes tiveram contato também estão sendo monitorados pela Viep.
A SMS disparou alertas epidemiológicos para toda rede de saúde do município e já orientou a rede hospitalar sobre o fluxo de notificações suspeitas para dar prosseguimento à investigação epidemiológica.
Qualquer pessoa que manifeste sintomas característicos dessa doença como febre alta súbita, dor no corpo, adenomegalia (aumentos dos gânglios), fraqueza e dor nas costas, e com presença de erupções cutâneas, que tenha viajado para área de circulação do vírus ou que teve contato com caso suspeito ou confirmado da varíola dos macacos, deve entrar em contato com a Vigilância Epidemiológica, por meio do telefone 3429-7405, ou procurar a unidade de saúde mais próxima.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que os dois casos suspeitos varíola dos macacos (monkeypox) identificados no município estão sendo monitorados.
As duas pessoas, adultas, um homem e uma mulher, de famílias diferentes, sem histórico de viagens para outros países ou estados. passam bem e encontram-se em isolamento domiciliar, conforme o protocolo.
A SMS aguarda o resultado do exame laboratorial a ser emitido pelo Lacen Bahia. As duas pessoas não têm histórico de viagens para outros países ou estados
A doença
Os sintomas da varíola dos macacos são febre alta súbita, dor no corpo, adenomegalia (aumentos dos gânglios), fraqueza e dor nas costas.
A SMS orienta que qualquer pessoa que manifeste esses sintomas deve procurar imediatamente o serviço médico, seja nas unidades de saúde da Atenção Básica, na rede hospitalar ou na rede especializada (pública ou privada).
A SMS informa ainda que já disparou alertas epidemiológicos para a rede de atenção e realizou reuniões presenciais com a rede hospitalar e especializada e segue atenta para notificar os casos suspeitos precocemente e dar os devidos encaminhamentos clínico e epidemiológico, com o objetivo de romper a cadeia de transmissão por meio do isolamento.