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Nesta quinta-feira (19), as Farmácias da Família I e II, do Bairro Brasil e Praça Vitor Brito, irão funcionar até às 15h para atendimento ao público, depois desse horário haverá um treinamento com as equipes do serviço, que faz parte da constante melhoria de assistência à saúde da população.

O atendimento das farmácias será retomado normalmente na próxima sexta-feira (20), a partir das 8h.

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Com a atualização do vacinômetro, feita pela Coordenação de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), até ontem (16), já haviam sido vacinadas, em Vitória da Conquista, 361.197 pessoas com 1ª dose ou dose única e 313.741 com duas doses.


Dos adultos vacinados, 303.793 receberam 1ª dose ou dose única, 289.176 tomaram as duas doses e 135.573 se vacinaram com a dose reforço adicional ou dose única da Janssen.

Do grupo de adolescentes de 12 a 17 anos, 30.135 tomaram a 1ª dose da vacina e 15.773 completaram o esquema vacinal com a a 2ª dose. Já do público infantil, entre 5 e 11 anos, foram vacinadas com a 1ª dose 27.269 crianças e 8.792 delas já tomaram as duas doses. Cabe lembrar que esses dois grupos não recebem a 3ª dose, pois ainda não houve autorização do Ministério da Saúde.

A 4ª dose foi liberada para idosos de 70 anos ou mais e para as pessoas imunocomprometidas maiores de 18 anos, e, até o momento, foram vacinadas 871 pessoas desses grupos prioritários.

Para realizar todas as etapas da vacinação contra a Covid-19 no município, a SMS já utilizou 811.139 doses de imunizantes recebidos do Governo Federal. Vale ressaltar que a cobertura vacinal com a 1ª dose no município, ultrapassa 100% da população total de Vitória da Conquista, estimada pelo IBGE/2021 em 343.643 pessoas, pois moradores de outras cidades, como estudantes universitários, também se vacinaram no município.

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O número de casos de dengue disparou no Brasil, e o reagente usado para fazer o exame que confirma a doença está esgotado na rede pública e privada.

De acordo com o Ministério da Saúde, a entrega de novos kits moleculares para o diagnóstico de dengue, chikungunya e zika está prevista para junho, mas os insumos para tratamento têm sido enviados.
Segundo o último boletim epidemiológico federal (semana 18), as notificações prováveis triplicaram em relação ao mesmo período do ano passado (alta de 146,5%, passando de 307.133 para 757.068 casos).
Os casos notificados à União pelos municípios e estados subiram 56,7% (de 542.970 para 850.657 pacientes) e os confirmados aumentaram 65,7% (de 254.836 para 422.342 contaminados).
A recomendação do Ministério da Saúde no momento é que os casos de dengue sejam “confirmados por critério laboratorial ou por critério clínico-epidemiológico”, segundo documento da pasta.
Para locais onde não for possível fazer exames laboratoriais, “a recomendação é seguir os protocolos de diagnóstico por critério clínico, notificando o caso suspeito com o diagnóstico por critério clínico-epidemiológico”.
A nota diz ainda que na “impossibilidade de realização de confirmação laboratorial específica ou para casos com resultados laboratoriais inconclusivos, deve-se considerar a confirmação por vínculo epidemiológico com um caso confirmado laboratorialmente”.
Em São Paulo, o número de confirmações de dengue manteve-se estável, mas os óbitos por dengue subiram de 41 para 77 (aumento de 87,8%). O estado registrou em 2022, até 2 de maio, 107,4 mil casos de dengue contra 104 mil casos no mesmo período do ano anterior.
A Secretaria de Estado da Saúde paulista disse que “encaminhou ofícios para o órgão federal para envio de novos testes, mas não houve sinalização de nova entrega” e que a “aquisição e distribuição dos testes para detecção da dengue são de responsabilidade do Ministério da Saúde”, cabendo ao governo estadual “apenas redistribui o item”.
Ainda segundo a pasta, a falta do exame não impede o diagnóstico clínico nem o tratamento do paciente pelos municípios e que a “suspensão de coleta de sorologia para os casos não graves já é prevista nas diretrizes para prevenção e controle das arboviroses urbanas no estado”.
O CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) do estado põe em ranking as cidades com casos acima do esperado para seu histórico sazonal de dengue.
Essa lista é usada para definir onde a coleta de amostras para confirmação do diagnóstico por sorologia será suspensa, mesmo quando há o reagente disponível.
O ranking não é divulgado, segundo o estado, por ser um quadro de atualizações muito dinâmico -é preciso estar há quatro semanas consecutivas com alta de casos acima do esperado, e a entrada e saída de cidades é constante.
É o caso Barretos, município no interior, a 233 km da capital paulista, que esta semana foi declarado com epidemia de dengue pelo estado.
Com a alta de de casos suspeitos, os testes deixaram de ser realizados na cidade. O secretário municipal de saúde da cidade, Kleber Rosa, disse que agora os pacientes que procurarem a rede pública de saúde apresentando três sintomas ou mais da doença receberão o tratamento direto.
“Mesmo sem o teste específico para dengue iremos continuar fazendo os hemogramas para o controle das plaquetas dos pacientes”, afirmou Rosa.
Em Ribeirão Preto, que manteve índices de dengue baixos nos últimos dois anos, o total de pacientes com sintomas de dengue também disparou.
No pronto-atendimento do plano de saúde privado Unimed Ribeirão, a procura diária por testagem para a doença cresceu sete vezes em relação ao mesmo período do ano passado e pelo menos desde segunda a rede está sem reagentes.
Em nota, a rede disse que “o não-abastecimento dos insumos laboratoriais específicos para o teste NS1 é momentâneo”, “generalizado em função da alta demanda dos casos de dengue na região nos últimos dias” e que houve “atraso na entrega dos fornecedores deste insumo para todos os laboratórios”.
Os pacientes com sintomas de dengue estão sendo submetidos aos testes capazes de confirmar o diagnóstico e de orientar os tratamentos, tais como hemograma e testes de anticorpos, que seriam “suficientes para orientar a conduta clínica, sendo o exame NS1 de natureza apenas complementar (confirmação diagnóstica).”
Para o médico Amaury Lelis Dal Fabbro, professor do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da Universidade de São Paulo (USP), ainda que seja possível o diagnóstico, a falta de reagentes pode afetar o sistema de vigilância epidemiológica da dengue.
Segundo ele, exames virológicos e sorológicos de dengue ajudam a lidar com uma sintomatologia “razoavelmente inespecífica”, que pode eventualmente ser confundida com outras viroses. “É essencial para o sistema de vigilância epidemiológica confirmar os casos, ou pelo menos um certo número de casos para ter certeza do tipo de vírus que está circulando na população”, disse Fabbro.
Os dois tipos básicos de exames de sangue específicos são o sorológico, que identifica os anticorpos contra a dengue e confirma o diagnóstico, e o virológico, que mostra qual vírus da dengue infectou o paciente e está circulando naquele momento –é este que está em falta no país.
“Esta informação [de sorologia] é fundamental para virologia, porque cada sorotipo tem comportamento diferente na população e é fundamental que haja disponibilidade de exames”, afirmou o médico.
Denis Henrique da Silva, 43, vendedor e engenheiro civil, está com sintomas de dengue desde a semana passada. “Senti muitas dores no corpo, na articulação, sem força para fazer nada, febre. Uma experiência que nunca tive, nem quando peguei Covid fiquei assim”, afirmou.

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As campanhas de vacinação contra influenza e sarampo continuam nesta semana de 8h às 12h e de 14h às 16h, em dez unidades de saúde: Dr. Admário Santos, Panorama, Dr. João Melo Filho (bairro Ibirapuera), CAE II (bairro São Vicente), Dr. Hugo de Castro (bairro Guarani), Nestor Guimarães (bairro Jurema), Recanto das Águas, Conveima e Jardim Valéria I. Somente na unidade Pedrinhas, a vacinação ocorre no turno da manhã, das 8h às 12h.

Neste momento, está em curso a segunda etapa das campanhas. Contra influenza podem ser vacinadas as crianças de seis meses a menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), além de gestantes e puérperas. Também podem se vacinar os idosos de 60 anos ou mais e trabalhadores da Saúde ativos que não conseguiram se vacinar na primeira etapa.

Já a vacinação contra o sarampo contempla as crianças de seis meses a menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), além dos trabalhadores da saúde ativos, de até 59 anos. Para os dois grupos a vacinação é indiscriminada, independentemente da situação vacinal.

Os demais grupos incluídos na segunda etapa da campanha contra influenza serão convocados à medida que forem recebidas novas remessas de vacinas para atender à demanda. As informações serão sempre divulgadas nos canais oficiais da Prefeitura.

As vacinas contra influenza e sarampo podem ser aplicadas ao mesmo tempo, sem necessidade de aguardar intervalo entre elas. Para se vacinar, basta procurar a unidade de saúde tendo em mãos o documento de identificação pessoal e a caderneta de vacinação. Os trabalhadores da Saúde, gestantes e puérperas também devem apresentar documentação comprobatória.

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A vacinação contra Influenza prossegue de segunda (9) até sexta-feira (13), para as crianças de seis meses a menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes e puérperas, incluindo pessoas com comorbidades.

Os idosos de 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde ativos que não conseguiram se vacinar na primeira etapa, ainda podem se vacinar. Basta procurar as unidades de saúde que estão fazendo a vacinação contra Influenza, portando a documentação necessária.

A vacinação acontece das 8h às 12h e das 14h às 16h, nas unidades de saúde Dr. Admário Santos, Panorama, Dr. João Melo Filho (bairro Ibirapuera), CAE II (bairro São Vicente), Dr. Hugo de Castro (bairro Guarani), Nestor Guimarães (bairro Jurema), Recanto das Águas, Conveima e Jardim Valéria I. Na unidade Pedrinhas, a vacinação ocorre somente no turno da manhã, das 8h às 12h.

De acordo com a coordenadora de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Elane Patrícia Fernandes, os demais grupos incluídos nesta segunda etapa da campanha serão convocados à medida que forem recebidas novas remessas de vacinas para atender toda a demanda.

A campanha de vacinação contra a influenza e a vacinação contra a Covid-19 estão acontecendo ao mesmo tempo e ambas vacinas poderão ser administradas de maneira simultânea ou com qualquer intervalo com as demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, na população a partir de 12 anos de idade.

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Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou nesta sexta-feira (6) que mantém a indicação de uso da vacina contra Covid da Janssen (empresa da Johnson & Johnson).
A manifestação do órgão regulador foi feita um dia após a Agência de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos (FDA na sigla em inglês) anunciar a limitação do uso desse imunizante devido ao risco de uma rara síndrome de coagulação do sangue.
“Até o momento, os benefícios superam os riscos para todas as vacinas aprovadas pela Anvisa. Assim, neste momento, a Agência não identifica a necessidade de ações regulatórias quanto à vacina da Janssen ou qualquer outra”, disse a Anvisa.
A agência brasileira disse que cabe ao Ministério da Saúde definir “a priorização de um imunizante em detrimento de outro” na campanha de vacinação.
O estoque de vacinas da Janssen em posse do Ministério da Saúde, ainda não entregues a estados, é hoje de 8,8 milhões de doses.
A pasta comandada por Marcelo Queiroga ainda não se manifestou sobre e o uso da vacina da Janssen.
Em nota, a Anvisa disse que teve uma reunião com a FDA para avaliar os dados sobre a vacina.
“Durante a reunião, foi informado que não há nova preocupação de segurança, mas diante do risco raríssimo de TTS [ trombose com síndrome de trombocitopenia], o FDA entende que a utilização de outras vacinas naquele país devem ser priorizadas”, disse o órgão brasileiro.
A agência também disse que vacinas de adenovírus possuem risco de TTS, já descrito em bula aprovada pela Anvisa. “São casos raríssimos, que geralmente ocorrem após exposição à primeira dose com vacina desta plataforma”, afirmou a Anvisa.
“Quanto à restrição do uso, as contraindicações já aprovadas constam em bula, incluindo a de não administrar dose de reforço a quem apresentou TTS na primeira dose”, afirma ainda a nota.
A agência dos EUA disse que a injeção da Janssen pode ser administrada nos casos em que as vacinas contra a Covid-19 autorizadas ou aprovadas não estiverem acessíveis ou se um indivíduo estiver menos interessado em usar os outros imunizantes.
A vacina é uma das três contra a Covid-19 liberadas para uso nos Estados Unidos. As outras duas são Moderna e Pfizer.
Em janeiro, a FDA alterou a ficha técnica da vacina da Janssen para incluir o risco de trombocitopenia imune, meses depois que o regulador de medicamentos da União Europeia tomou medidas semelhantes.
A agência disse nesta quinta que o risco de TTS justifica a limitação do uso da dose única depois de conduzir a investigação dos casos relatados.
“É um evento raríssimo”, afirma Renato Kfouri, pediatra, infectologista e diretor da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações). “Mas grave. Essas tromboses têm uma letalidade alta. Tromboses às vezes no sistema nervoso, com AVC.”
Contudo, o número de casos de Covid prevenidos é muito maior do que o risco dos eventos adversos, afirma Kfouri.

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A Santa Casa de Misericórdia de Vitória da Conquista vai inaugurar um novo ambulatório na próxima sexta-feira (6), e o provedor da Santa Casa, Abimael Alves Brito conversou com o repórter João Melo sobre o assunto e detalhou as novas funcionalidades deste novo ambulatório.

Ouça os detalhes na reportagem:

 

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A Prefeitura de Vitória da Conquista realiza, neste mês, a 2ª edição da campanha Maio Materno, buscando a valorização dos cuidados às gestantes e puérperas na Rede Municipal e a garantia da integralidade da assistência pré-natal.

A abertura acontece nesta quarta-feira (4), no Planetário Professor Everardo Públio de Castro, de 8h30 às 15h30, com uma programação voltada para os casais, a fim de fazer uma construção coletiva de Educação Perinatal – processo de preparar as famílias sobre a gravidez, o parto e o pós-parto (puerpério).

No evento, serão discutidos temas como: a importância do pré-natal e da nutrição para uma gestação saudável; aspectos emocionais da gestação, parto e puerpério; sinais de parto; saúde bucal na gestação; prevenção de ISTs; exercícios preparatório para o parto; manobra de desengasgo; papel do acompanhante; amamentação e cuidados com recém-nascido.

A ação contará com a participação de uma equipe multiprofissional composta por enfermeiro, odontólogo, psicólogo, fisioterapeuta, nutricionista, doula, educador do Núcleo de Educação Permanente do SAMU 192 e residentes de medicina da Faculdade Santo Agostinho (Fasa).

Durante este mês maio, os profissionais das Unidades de Saúde, Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF-AB) e HabSUS realizarão atividades educativas e assistenciais com gestantes e suas parcerias, além de ações de planejamento e educação permanente voltadas à qualificação do pré-natal. Outros setores da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), como Vigilância em Saúde e Saúde Mental intensificarão as ações com as gestantes, e a Fundação de Saúde de Vitória da Conquista (FSVC) também realizará diferentes ações no Hospital Esaú Matos.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes) também participa da campanha, realizando atividades nos territórios dos CRAS, com participação das equipes e dos profissionais do Programa Primeira Infância no SUAS (PIS). A coordenação de Políticas Públicas para Mulheres também apoiará a campanha.

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Em suas andanças por Vitória da Conquista o repórter João Melo conversou com seu Mateus, ele conta que procurou atendimento médico para a filha nos hospitais públicos de Vitória da Conquista durante o feriado, mas não encontrou.

Ouça a reportagem completa:

 

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O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) registrou 36 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas. Além disso, mais 6 pessoas morreram em decorrência na doença.

Dos 1.540.547 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.510.294 já são considerados recuperados e 29.831 tiveram óbito confirmado.

No estado baiano, 63.157 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

VACINAÇÃO
Até o momento, 11.489.703 pessoas vacinadas com a primeira dose na Bahia, 10.621.616 com a segunda dose ou dose única e 5.356.219 com a dose de reforço. Do público de 5 a 11 anos, 868.475 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 298.474 já tomou a segunda dose.

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