Neste sábado (01), feriado do Dia do Trabalhador, o governador Rui Costa foi até o município de Bom Jesus da Lapa, onde entregou as obras de ampliação de leitos de enfermaria, leitos de UTI adulto e neonatal e construção do centro de imagem do Hospital Municipal Carmelita Dutra. As intervenções foram coordenadas pelas Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) e são resultado de um investimento de R$ 3,9 milhões. Na ocasião, Rui destacou as ações desenvolvidas na região em diversas áreas.
VEJA:
O Brasil deve receber em maio, caso as estimativas sejam concretizadas, 34,5 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, segundo o último cronograma divulgado pelo Ministério da Saúde. As informações são do portal G1.
A previsão soma doses das vacinas Oxford/Fiocruz, CoronaVac/Butantan, Pfizer/BioNTech e, também, as recebidas pelo consórcio Covax, iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que tem como objetivo garantir um acesso mais igualitário às vacinas.
O documento atualizado na quarta-feira (28) teve um aumento de 2 milhões de doses. A previsão anterior, do dia 24 de abril, indicava a chegada de 32,4 milhões de doses.
De acordo com o Ministério da Saúde, neste fim de semana são esperadas 4 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca compradas via consórcio Covax Facility: serão 220 mil no sábado (1º), e no domingo (2) outras 3,8 milhões de doses.
O novo cronograma informa que serão entregues em maio 21,5 milhões de doses da Fiocruz (AstraZeneca/Oxford); 5,6 milhões do Butantan (CoronaVac); 4 milhões da Covax Facility (AstraZeneca); mais 842,4 mil da Covax Facility (Pfizer/BioNTech); e 2,5 milhões da Pfizer/BioNTech.
Segundo o vacinômetro do Ministério da Saúde, desde o começo da campanha de vacinação 59,8 milhões de doses já foram distribuídas aos estados.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) dará início, neste sábado (1º), à vacinação da 1ª dose da vacina Oxford/Fiocruz para os idosos na faixa etária de 61 anos ou mais. A vacinação acontece das 9h às 13 horas, ou enquanto houver doses disponíveis.

Os pontos para pedestres localizados são: quadra da Igreja Batista Nova Sião (Alto Maron), Escola Municipal Professora Fidelcina Carvalho Santos (Urbis VI), Colégio Paulo VI (Ibirapuera), Paróquia Rainha da Paz (Patagônia), salão paroquial da Santa Luzia (Urbis V) e quadra esportiva da Fainor (Candeias).
Também no drive-thru da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no bairro Candeias.
A SMS ressalta a obrigatoriedade do documento de identificação com CPF, sendo permitida a presença de apenas um acompanhante.
A 1ª dose da vacina contra a Covid-19 será retomada, nesta sexta-feira (30), para as pessoas com 62 anos ou mais, das 9h às 16h. A vacina será aplicada no drive-thru, na Universidade Federal da Bahia (Ufba), no bairro Candeias, e nos pontos fixos para pedestres: quadra da Igreja Batista Nova Sião (Alto Maron), Escola Municipal Professora Fidelcina Carvalho Santos (Urbis VI), Colégio Paulo VI (Ibirapuera), Paróquia Rainha da Paz (Patagônia), salão paroquial da Santa Luzia (Urbis V) e quadra esportiva da Fainor (Candeias).

2ª DOSE: Também será retomada a aplicação da segunda dose da Oxford/Fiocruz, das 9h às 16h, no Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSO), no bairro Kadija, por meio do drive-thru.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) reforça que as pessoas não devem deixar de tomar a segunda dose da vacina. Ela é indispensável para garantir a imunização completa.
Com o desprezo do governo federal e da população pelos riscos da Covid-19, passando pela insistência do presidente em investir em remédios sem eficácia contra a doença até a demora na compra de vacinas, entre outros tropeços, o Brasil ultrapassou nesta quinta-feira (29) a marca de 400 mil mortes provocadas pelo coronavírus, 14 meses após a deteccão da doença no Brasil e apenas 37 dias depois de registrar 300 mil óbitos.
Às 12h41 desta quinta, o consórcio de veículos de imprensa formado por Folha, O Estado de S. Paulo, O Globo, G1, Extra e UOL registrava 400.021 mortes no país, com mais de 14,5 milhões de casos desde fevereiro de 2020. É o segundo maior saldo absoluto de mortos no mundo, superado apenas pelos mais populosos Estados Unidos (574 mil), onde a epidemia já dá sinais de declínio.
Sob a premência dos números e com a pressão de uma CPI para investigar sua gestão da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem sido aconselhado a atenuar seu discurso a respeito da maior crise sanitária em cem anos.
Enquanto cruzavam as marcas de 100 mil cadáveres (em 8 de agosto de 2020), 200 mil (em 7 de janeiro deste ano) e de 300 mil (em 24 de março), os brasileiros ouviam da maior autoridade do país que o Sars-Cov-2 é uma “fantasia da grande mídia”, uma “gripezinha” e um “mimimi”.
As frases de Bolsonaro coincidem com a escalda de mortes e, com falhas de gestão em todos os níveis e o fatalismo de parte da população, ajudam a explicar por que o Brasil virou preocupação mundial na pandemia.
A pequena inflexão no discurso presidencial, simbolizada pelo uso esporádico em público da máscara de proteção que tanto criticava e pela ênfase na vacinação ainda podem estancar o agravamento da crise, mas não são suficientes, a essa altura, para reverter o quadro nem apagar um saldo de mortos que supera, por exemplo, o total das baixas de soldados britânicos na Segunda Guerra Mundial.
Colapsos simultâneos dos sistemas de saúde pelo país já ocorrem, com falta de insumos que vão de de oxigênio a medicação para intubação. Acelerar a vacinação, com a encomendas de vacinas tardiamente fechadas e as entregas frequentemente atrasadas, ainda não é uma realidade.
Apenas recentemente Bolsonaro passou a trabalhar pela vacinação. “Estamos fazendo e vamos fazer de 2021 o ano da vacinação dos brasileiros. Somos incansáveis na luta contra o coronavírus”, disse em pronunciamento e rede nacional no fim de março. Nem sempre foi assim. Com a Coronavac, vacina que vem garantindo a imunização dos brasileiros, o presidente colocou em dúvida a eficácia da droga por sua origem chinesa (algo que o ministro Paulo Guedes ecoou nesta semana) e travou guerra com o governador João Doria (PSDB), seu ex-alido que adquiriu o produto.
Os primeiros efeitos da vacinação começam a emergir quando a pandemia já se encontra aprofundada, com grande circulação do vírus pelo país, e um cronograma incerto pela frente. Três ministros da Saúde tentaram conduzir a crise: dois deles -Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich- saíram do posto por divergências com Bolsonaro. O terceiro, o general do Exército Eduardo Pazuello, mais alinhado ao presidente ficou quase um ano no cargo. Saiu pela má gestão e como um dos investigado na CPI da Covid-19.
Cabe agora ao médico paraibano Marcelo Queiroga, o quarto ministro, conter a múltipla crise. Com discurso mais modulado, em que reafirma seu apreço à ciência, Queiroga ainda não promoveu grandes mudanças na gestão da pandemia.
O país, em nenhum momento, conseguiu algum grau duradouro de controle sobre a doença. Mesmo ao pairar em patamares mais baixos, como de setembro a novembro de 2020, com médias móveis de mortes variando acima de 300 óbitos por dia, o Brasil registrava mais de 20 e 30 mil casos diários (também em média móvel).
O rastreamento e isolamento de casos da doença (e de suspeitos), pilares para o controle e preconizado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) desde o início, nunca foram colocados em prática no Brasil. Até mesmo a testagem para diagnóstico continua pouco acessível para muitos, segundo especialistas.
Apesar do cenário já grave no ano passado, o maior volume de óbitos veio em 2021. Em menos de quatro meses completos do ano atual, o Brasil já soma 203.367 mortes. Em 2020 inteiro, com as primeiras mortes no país em março, foram 194.975 óbitos.
Em parte, de acordo com pesquisadores, a maior letalidade se deve às novas variantes do Sars-CoV-2, com maior potencial de infecção e, consequentemente, com disseminação mais rápida. Uma delas é a P.1, identificada inicialmente em Manaus, capital que acabou servindo como sentinela para a gravidade das duas ondas -até aqui- da pandemia.
Somam-se a isso as ações ou a demora em agir do governo Bolsonaro. “Tudo agora é pandemia. Tem que acabar com esse negócio. Lamento os mortos, todos nós vamos morrer um dia. Não adianta fugir disso, fugir da realidade, tem que deixar de ser um país de maricas”, disse ele, no dia em que o país registrava mais de 162 mil mortes, em novembro de 2020.
O governo brasileiro também andou na contramão do mundo ao dar status de remédio que cura à cloroquina, integrante do chamado “Kit Covid”, mesmo diante de estudos padrão-ouro (com grupo controle, randomizados e duplo-cego) mostrando a ineficácia do medicamento.
Não bastassem as palavras e as indicações incorretas, o presidente constantemente desrespeitou regras sanitárias básicas, ao não usar máscara e promover e incentivar aglomerações com apoiadores –o que continua a fazer.
Por fim, enquanto o mundo corria por vacinas, o governo brasileiro recusava ofertas de doses que poderiam ter começado a ser aplicadas ainda em 2020.
O presidente continua se recusando a ser inoculado, afirmando que só tomará a vacina após todos os brasileiros estarem imunizados. “Eu sou chefe de Estado, tenho que dar exemplo. O meu exemplo é este: já que não tem para todo mundo ainda, o mundo todo não tem vacina ainda, tome na minha frente”, disse.
Nos bastidores, o assunto ainda é tratado com cuidados. O ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, afirmou, sem saber que estava sendo gravado, que tomou escondido a vacina contra a Covid e que tenta convencer Bolsonaro a se vacinar.
Vitória da Conquista registrou, até esta quarta-feira (28), o total de 26.343 casos confirmados da Covid-19. Destes, 25.302 estão recuperados e 620 continuam em recuperação – 75 internados e 545 internados em tratamento domiciliar. Desde o mês de março de 2020, 421 pessoas foram a óbito por complicações causadas pela doença.
No momento, são investigados outros 1.485 casos notificados com suspeita de Síndrome Gripal/Covid-19, que aguardam por classificação final (definição de caso como positivo, descartado ou Síndrome gripal não especificada).

A Secretaria de Saúde também confirmou o óbito de quatro pacientes por complicações causadas pela Covid.
418º óbito – Homem de 65 anos, morador do bairro Jatobá, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica e Hipertensão Arterial Sistêmica. Óbito ocorreu em 25 de abril, no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC).
419º óbito –Mulher de 51 anos, moradora do bairro Felícia, sem comorbidades relatadas. Foi internada na UPA no dia 24 de abril e veio a óbito em 27 de abril.
420º óbito – Homem de 53 anos, morador do loteamento Santa Mônica, portador de Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial Sistêmica. Foi internada no dia 22 de abril no HGVC, onde ocorreu o óbito em 26 de abril.
421º óbito – Mulher de 70 anos, moradora do bairro Nossa Senhora Aparecida, portadora de Hipertensão Arterial Sistêmica. Óbito ocorreu em 27 de abril. Estava internado no HGVC desde o dia 20 de abril.
Ocupação de Leitos – Neste momento, 108 pacientes estão internados em parte dos 148 leitos disponíveis (78 enfermarias e 70 leitos de UTI) na rede SUS para tratamento de pacientes com confirmação ou suspeita de infecção pelo novo Coronavírus. Pelo oitavo dia houve redução no número de moradores de Vitória da Conquista internados por Covid-19.
Além de moradores de Conquista, também estão internados residentes dos seguintes municípios: Aracatu, Barra da Estiva, Barra do Choça, Belo Campo, Bom Jesus da Lapa, Brumado, Caatiba, Caculé, Caetité, Candiba, Cândido Sales, Carinhanha, Condeúba, Firmino Alves, Guanambi, Ibicui, Ibotirama, Itapetinga, Ituaçu, Jussiape, Lagoa Real, Livramento de Nossa Senhora, Malhada de Pedras, Paratinga, Planalto, Poções, Porto Seguro, Tanhaçu, Tremedal, Valparaíso -SP, além de Comercinho – MG.
Clique aqui para acessar o boletim epidemiológico completo.
Call Center– A Secretaria Municipal de Saúde disponibiliza um Call Center para tirar dúvidas da população sobre a Covid-19 e atender pessoas que apresentem sintomas suspeitos.
• Telefones fixos:(77) 3429-3468/3429-3469/3429-3470
• Celulares:(77) 98834-9988 / 98834-9900 / 98834-9977 / 98834-9911 / 98856-4242 / 98856-4452 / 98856-3722/ 98825-5683/ 98834-8484
• Call Center Noturno:(77) 98856-3397/98856-5268
• Call Center do Trabalhador de Saúde:(77) 98856-3345 / 98809-2919 / 98809-2965
O Secretário de saúde Fábio Vilas-Boas acaba de anunciar em seu Twitter que 6.800 doses da vacina contra Covid-19 irão pousar no aeroporto internacional de Salvador na manhã desta quinta-feira.
VEJA A PUBLICAÇÃO:
Tem vacina chegando hoje! Com emoção. Às 9:45h pousam na Bahia 6.800 Coronavac e 329.500 AstraZeneca. pic.twitter.com/sstuDTj9WS
— Fábio Vilas-Boas (@fabiovboas) April 29, 2021
Vacinas diferentes estão sendo aplicadas na mesma pessoa em Vitória da Conquista. A denúncia foi feita pela vereadora Viviane.
Seguem as informações na íntegra repassadas para nossa equipe de reportagem:
“Existem casos de vacinação contra a Covid-19 com doses de fabricantes diferentes, entre a primeira e segunda dose, para a mesma pessoa aqui em Vitória da Conquista. Apesar, da Prefeitura Municipal tentar abafar a situação, essas denúncias já chegaram na imprensa e também ao nosso mandato.
Sabemos que a Secretaria Municipal de Saúde tem conhecimento sim dessas ocorrências e é muito grave a falta de transparência. Esse tipo de erro deve ser devidamente comunicado, existe um protocolo estabelecido que deve ser seguido em situações como essa, mas o que tem sido feito é uma tentativa para esconder o erro, colocando em risco essas pessoas, que não estão, portanto, devidamente imunizadas.
Deixo o alerta para que as famílias, principalmente de idosos acamados, olhem o cartão de vacinação para verificar se foram utilizadas vacinas do mesmo fabricante na primeira e segunda dose. Caso constate o erro, não aceite a troca do cartão e registre a incoerência na unidade de saúde do seu bairro.
Nosso mandato irá acompanhar essas denúncias, estamos à disposição da população e vamos encaminhar representação ao Ministério Público para que todos os envolvidos sejam ouvidos e esses fatos sejam devidamente apurados o quanto antes. Estamos em uma pandemia e devemos enfrentar casos como esses com seriedade e profissionalismo!”.
Nossa equipe de reportagem entrou em contato com a SECOM para saber um posicionamento da prefeitura municipal de Vitória da Conquista.
Mesa redonda virtual realizada nesta terça-feira (27/4) reuniu mais de 20 instituições da sociedade civil para apresentação de propostas de trabalho à Comissão de Legislação Participativa (CLP) da Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado federal Waldebor Pereira (PT). O evento acabou levantando questões que vão desde reivindicações das populações indígenas, LGBT, negra, em situação de rua e segmentos sociais e até a problemática de acesso dos ciclistas do país.
Atualmente tramitam na CLP cerca de 70 sugestões legislativas enviadas por 40 entidades cadastradas. São de ONGs, sindicatos, associações e órgãos de classe. Tais sugestões podem se tornar propostas de leis complementares e ordinárias até sugestões de emendas ao Plano Plurianual (PPA) e à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
“Esta é uma comissão que liga o povo aos seus representantes e pode incluir até apoio no orçamento, através de emenda parlamentar. É muito importante porque é um espaço para a sociedade dizer o que ela almeja” destacou Márcia Meres, do Instituto Solidário Estudantil do Empreendedor Individual, que parabenizou e desejou uma boa gestão para o novo presidente, Waldenor Pereira.

O presidente da CLP destacou o papel da Comissão como um fórum para os movimentos sociais intervirem e participarem do sistema de produção das normas e no processo legislativo da Câmara dos Deputados. Também a vice-presidente do colegiado Luiza Erundina (PSOL/SP), frisou o caráter representativo da LCP, mesmo com os limites do poder legislativo. “E esse processo constrói em várias dimensões, principalmente como soberano, que é o povo, o poder popular. E é exatamente isso que fizemos hoje aqui”, ressalta.
A presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, Noemia Porto, frisou que a CLP é uma das portas de entrada da democracia brasileira porque possibilita a apresentação da ideia e propostas pela população. E pontuou que a preocupação agora é como número de desempregados e a situação do mercado de trabalho no país, o que tem levado milhares de pessoas à insegurança alimentar”.

Ana Carboni, presidente da União de Ciclistas do Brasil, lembra que 14 milhões de brasileiros usam a bicicleta como meio de transporte. “Mas apenas 5,58% dos municípios têm planos de mobilidade urbana. Precisamos de obras de infraestrutura de ciclovias, editais para pesquisas da sociedade civil de mobilidade ativa e a pacificação no trânsito, com a redução da velocidade máxima nas cidades”.
Para Luciana Dytz, presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais, o trabalho está prejudicado pela falta de orçamento e pessoal. “Trabalhamos com causas como INSS, Minha Casa Minha Vida e defendemos a população pobre. Temos uma proposta de emenda constitucional, na fase de coleta de assinaturas, que propõe que, por dez anos o orçamento da defensoria tenha aumento de 60 milhões. Assim, conseguiríamos chegar até onde está quem precisa de nós”.

“Queremos o comprometimento do legislativo com a população LGBT, negra, em situação de rua, grupos que estão muito atingidas nesse tempo de pandemia. Precisamos dessa contribuição para que possamos garantir a vida dessas pessoas, que também não tenha mais a retirada de direitos. Temos que avançar nas políticas que fortaleçam a democracia e a liberdade”, sugere Fernanda Costa Lima, da União Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
Lideranças indígenas também marcaram presença, dentre as quais o baiano Cacique Babau, da aldeia Tupinambá Serra do Padeiro, que denunciou omissão da Funai na defesa e demarcação de terras no território indígena Tupinambá de Olivença, e de outros povos indígenas. Bepnoti Amauri Kayapó e do Povo Kayapó do Norte do Pará, pediram apoio do Congresso para debater a tese do marco temporal, os Projetos de Lei 191/2020 e 490/2007 e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215. “Queremos uma data para estarmos juntos em uma audiência pública dessa Comissão e conversarmos em Brasília sobre os projetos que prejudicam os indígenas de várias regiões do país”, pede o líder Kayapó.
Também participaram representantes da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares; Federação Nacional dos Terapeutas; Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo; Sindifisco Nacional; Associação Brasileira de Propriedade Intelectual; Federação Brasileira das Entidades Sindicais dos Servidores Públicos do Ministério Público, Tribunal de Contas, Advocacia Geral da União, Procuradoria Geral da República, Defensoria Pública, Serventuário, Extrajudicial e do Poder Judiciário; Instituto Cuidar Jovem; Federação Brasileira das Entidades Sindicais dos Servidores Públicos do Ministério Público, Tribunal de Contas, AGU, PGR, DPU, Serventuário Extrajudicial e do Poder Judiciário (Febraj); Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Estado de Minas Gerais; Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo; Instituto Doméstica Legal; Coordenação Nacional das Associações de Quilombolas; Sindicato das Indústrias de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento do Ar no Estado de São Paulo; Frente Unificada da Cultura; Cáritas Brasileira; Sindcine; Central de Movimentos Populares e Ong SOS Segurança dá Vida; Sind. Servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo e CNTE. *Fonte: Blog do Sena.