Camara de Vereadores - Titulo Cidadão
CORTINA E CIA COLCHÕES
VickPark 1

A quinta temporada do reality musical The Voice Kids já tem data para voltar ao ar: a partir do próximo dia 13 de setembro. Em novo formato, por conta da pandemia do Coronavírus,  os técnicos Claudia Leitte, Simone & Simaria e Carlinhos Brown voltam aos estúdios da Globo, junto com os apresentadores André Marques e Thalita Rebouças, para julgar as 24 crianças na fase Eliminatória do programa.

O primeiro episódio deve ser especial, com uma retrospectiva do que aconteceu na quinta temporada até aquele momento.

Nos episódios seguintes, para manter a segurança de todos em meio à pandemia, as crianças participarão diretamente de suas casas, com os técnicos julgando-os do estúdio. Mesmo com as mudanças, os programas continuarão sendo ao vivo.

A semifinal e a grande final serão exibidas, respectivamente, nos dias 4 e 11 de outubro. Na primeira, doze crianças participam, mas apenas seis vão para a final, com dois representantes de cada time. Os programas também serão ao vivo e, durante as apresentações, os espectadores poderão votar e escolher quem será o grande vencedor.

A conquistense Analú Sampaio faz parte do time de Claúdia Leite e já mobilizou milhares de fãs de Vitória da Conquista através das redes sociais, para ficarem na torcida pela cantora mirim.

Confira o Instagram de Analu:

https://www.instagram.com/p/CDhi-qcg13N/?utm_source=ig_web_copy_link

 

 

Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM

Ex-secretário de Educação do Governo Guilherme Menezes e atualmente vereador, Valdemir Dias (PT), durante esses quase quatro anos de mandato, tem se destacado como um dos principais parlamentares na luta pela Educação e em defesa dos profissionais da área.

Na última quinta-feira(06), Valdemir realizou mais um grande debate sobre o tema, trazendo para o centro da discussão os desafios e perspectivas da educação pública e privada frente ao novo cenário imposto pela pandemia do Coronavírus.

O debate foi transmitido ao vivo pela página do Facebook do vereador e contou com a participação de grande nomes da educação conquistense como Angélica Rosa, Clóvis Piáu, Giliard Brito, Maria Gamaleila, Marcelo Prado, Gênesis Rocha e Wesley Piáu.

Na oportunidade, os convidados elogiaram e agradeceram o papel desempenhado por Valdemir na Câmara. “A gente tem que parabenizar sua atuação e comemorar o trabalho que você tem feito”, disse Wesley Piáu. “Você é o nome que representa mudança na Câmara. Nosso agradecimento e apoio incondicional ao seu trabalho”, reforçou Clóvis.

Marcelo Prado também destacou a importância do debate e defesa da categoria. “Valdemir trouxe uma discussão importante mostrando que está ao lado da classe trabalhadora. Eu não vi ninguém fazendo essa discussão, então isso deixa claro o seu papel como vereador, como representante da classe trabalhadora”, frisou.

O vereador reforçou o seu apoio aos profissionais de educação. “Estou muito feliz com essa experiência. Foi uma noite incrível ao lado desses grandes mestres. Continuo a disposição de todos os profissionais que fazem a educação na nossa cidade: professores, monitoras, merendeiras, nutricionista, coordenadores, diretores estagiários…Todos que promovem o conhecimento e cuidam das nossas crianças e jovens”, frisou.

BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM
Novo Paraiso

Considerada uma das três legislações mais avançadas do mundo, a Lei Maria da Penha Lei Maria da Penha completa 14 anos nesta sexta-feira (07). Sancionada em agosto de 2006, a Lei criou mecanismos para prevenir e coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, tendo como referência a Constituição Federal e os tratados internacionais ratificados pelo Estado Brasileiro a exemplo da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher.

A Lei define os tipos de violência contra as mulheres, determina que as ações penais possam ser fundamentadas mesmo sem a representação da vítima, as medidas protetivas de urgência e busca assegurar apoio às mulheres por meio de serviços como o CRAM (Centro de Referência no Atendimento à Mulher), a Casa Abrigo, o CREAS (Centro de Referência e Assistência Social), além dos Centros de Saúde e IML.

Nesses 14 anos, a Lei sofreu alterações visando ampliar as garantias em defesa das mulheres a exemplo da concessão da medida protetiva de urgência pela autoridade policial e não apenas pela Justiça. Outra mudança foi obrigar o agressor a ressarcir o SUS pela violência contra a mulher; o agravamento da pena se a vítima for uma pessoa com deficiência ou se a agressão causar a deficiência.

As alterações asseguram prioridade na matrícula às (aos) filhas (os) de mulheres vítimas de violência doméstica, em qualquer escola próxima de casa, e obrigam os profissionais de saúde pública/privada a notificar a polícia em até 24 horas qualquer caso suspeito ou confirmado de violência doméstica.

OUÇA:

 

Matéria: SECOM.

 

Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM

Uma mulher foi agredida durante um assalto no bairro Patagônia em Vitória da Conquista. Segundo informações concedidas pela vítima ao Jornal Band News nesta sexta-feira (7), quando ela saiu de casa dois homens armados se aproximaram e anunciaram o assalto. Ao perceberem que mulher não estava com o celular, um dos bandidos deu um soco no rosto da vítima.

A mulher relata que está medo de sair de casa e pede providências para que a polícia realize rondas no local.

 

Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM

Entidades representativas dos policiais civis aprovaram na última quarta-feira (5), a paralisação de 24h marcada para o próximo dia 11 de agosto. A decisão ocorreu durante uma Assembleia Geral Extraordinária virtual. Mais de 250 servidores, entre delegados, investigadores, escrivães e peritos participaram da reunião remotamente. De acordo com o último boletim emitido pelo Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (SINDPOC), a Polícia Civil não está sendo transparente com os dados relacionados ao novo coronavírus dentro da corporação.

Segundo o presidente do SINDPOC, Eustácio Lopes, as pautas discutidas na reunião estão relacionadas a falta de higienização das delegacias e viaturas e a falta de testes para os agentes na capital baiana e no interior. Atualmente, mais de 450 agentes foram contaminados, sendo registradas seis mortes.

Ainda segundo o SINDPOC, o número de pessoas infectadas pela COVID-19 não para de crescer e as delegacias se tornaram um local de transmissão. Diante do quadro, os servidores aprovaram também a expedição de ofícios que serão entregues na Governadoria e na Secretaria de Relações Institucionais (Serin) solicitando a implantação do protocolo de biossegurança para prevenção da COVID-19, liberação dos testes nas unidades policiais e pagamento do adicional de insalubridade. Com informações do 97News.

Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM

O desfile cívico-militar da Independência do Brasil, que ocorre todo dia 7 de setembro, é tradição no município de Vitória da Conquista. Anualmente, as escolas da rede pública municipal e estadual, entidades e órgãos de representação militar e civil abrilhantam o evento com muito patriotismo e alegria.

No entanto, diante do atual contexto de crise sanitária e de saúde ocasionado pela pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura de Vitória da Conquista comunica o cancelamento do desfile de 2020, como mais uma medida preventiva à Covid-19.

O cancelamento visa a segurança da saúde da população, uma vez que o ato cívico-militar reúne, aproximadamente, 22 mil pessoas na Avenida Integração. Em 2019, além dos expectadores, aproximadamente 5 mil pessoas, entre alunos, militares, entidades civis, maçonaria, órgãos de representatividades diversas, participaram diretamente do cortejo do desfile.

“Sabemos que o 7 de setembro é a data magna da Independência do Brasil, mas estamos vivenciando um grave momento de saúde pública mundial. E assim, zelosos e atentos aos protocolos estabelecidos pelas autoridades em saúde pública e controle sanitário, estamos cancelando o desfile cívico do ano de 2020″, explica o secretário municipal de Educação, Esmeraldino Correia.

Fonte: Site Oficial PMVC.

BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM
Novo Paraiso

A Lei Maria da Penha completou 14 anos de sancionada nesta sexta-feira (07). Para debater o tema, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) promoveu uma sessão especial, realizada por meio do Sistema de Deliberação Remota (SDR). A iniciativa foi proposta pelo mandato da vereadora Nildma Ribeiro (PCdoB) e contou com o apoio da Casa. A Lei Maria da Penha é considerada uma das legislações mais avançadas do planeta que tem como objetivo punir e coibir a violência doméstica e familiar. A legislação é considerada um marco na proteção à mulher.

A lei define os tipos de violência, institui as medidas protetivas de urgência, cria a Rede de Enfrentamento e Atenção à Mulher, entre outras ações. A Lei 11.340/06 ficou conhecida como Lei Maria da Penha, uma homenagem à Maria da Penha Maia Fernandes. Ela sofreu duas tentativas de feminicídio por parte do próprio companheiro e lutou por vinte anos para ver seu agressor preso. Maria da Penha se tornou um símbolo da luta das mulheres por segurança e justiça.

Necessidade de maior estrutura para os órgãos competentes – Abrindo os trabalhos, a vereadora Nildma Ribeiro (PCdoB) ressaltou o aniversário de 14 anos da Lei Maria da Penha e salientou que a crise gerada pela pandemia da Covid-19 também resultou em agressões de todos os tipos, e em sua maioria à mulheres e adolescentes. Nildma também lembrou que são necessárias mais ações para as mulheres no município e a DEAM – Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher – bem como os demais órgãos de proteção às mulheres, precisa de uma melhor estrutura. Por fim, a parlamentar afirmou que o estado deve garantir que a Lei funcione com mais eficácia para todas.

 

A Lei funciona, mas é preciso cobrar mais efetivação – A professora e advogada Luciana Silva disse que nesses 14 anos da Lei Maria da Penha houve avanços importantes para a sociedade: “Às vezes tem pessoas que dizem que a Lei não tem efetividade, mas não devemos culpar a lei, e sim, precisamos cobrar a efetividade dela”. Ela lembrou que a Lei Maria da Penha previne e combate a violência doméstica e que “é preciso discutir em diversos ambientes para que ela seja implementada de forma efetiva”. Luciana contou que nesses 14 anos várias alterações foram realizadas na lei, “entre elas o descumprimento da medida protetiva”. Ela citou ainda a indicação da criação das Varas de Violência Doméstica. “Antes os crimes dessa natureza iam para os juizados especiais e hoje tem uma lei própria”. Por fim, a advogada lembrou do aumento dos casos durante a pandemia e lembrou que a Delegacia Digital é um mecanismo que está sendo usado e surtindo efeito.

Muito a percorrer – A diretora da União de Mulheres de Vitória da Conquista, Lídia Rodrigues, apontou que, apesar dos avanços já conquistados, ainda há um longo caminho a percorrer na busca pela defesa dos direitos da mulher, inclusive no direito a não ser violentada fisicamente. “A gente tem ainda muito a percorrer. Todos os dias temos mais de um caso de violência durante toda essa pandemia. As mulheres estão sem espaço para pedir socorro”, alertou Lídia.

Ela apontou ainda que as mulheres muitas vezes são vítimas de vários tipos de violência. “A violência doméstica é a parte mais visível da violência”, apontou ela, ressaltando ainda os casos de violência patrimonial, psicológica e moral. Lídia Rodrigues explicou que a Lei Maria da Penha envolve uma série de ações em defesa da mulher. “Está inserida nela um conjunto de políticas públicas que devem ser realizadas pelo município, pelo estado e pela federação. São essas políticas públicas que vão dar efetividade à Lei”, detalhou. Ela lamentou, no entanto, que as mulheres ainda sejam desprezadas na estrutura social brasileira. “Nesses 14 anos a lei continua esbarrando na estrutura patriarcal que existe no Brasil. É uma sociedade que despreza as mulheres”, finalizou.

 

Atendimento ampliado durante a pandemia – Dayana Evelinne, representante do Centro de Referência Albertina Vasconcelos (CRAV), destacou que a lei trouxe avanços, mas ainda existem muitos desafios. Ela frisou que os números de violência contra a mulher aumentaram durante a pandemia. Segundo Evelinne, entre março e julho deste ano já são mais de 200 medidas protetivas expedidas. Ela avalia que as mulheres estão com dificuldades para denunciar. A profissional relatou que o CRAV manteve suas atividades mesmo com a pandemia e criou um novo canal para atendimento remoto através do WhatsApp. Ela ainda explicou que o município está construindo uma casa abrigo, fruto de recursos articulados junto ao governo federal.

14 anos depois e as reivindicações continuam iguais – A delegada do Núcleo da Criança e do Adolescente da Polícia Civil de Vitória da Conquista, Rosilene Moreira Correia, relatou que esteve em Brasília debatendo a criação da Lei, em 2006, e hoje vê as mesmas reivindicações, por parte das mulheres, sendo feitas. Rosilene ressaltou que ficou 12 anos à frente da DEAM de Vitória da Conquista, e hoje, no NCA, se espanta com o número de adolescentes violentadas pelos namorados. A delegada afirmou que as redes sociais se tornaram um mecanismo importante para a denúncia, visto que a impunidade gera medo e insegurança para as mulheres agredidas e salientou a importância dos órgãos competentes na cidade.

É preciso mudar a cultura machista que vivemos – A Secretária Estadual de políticas para as Mulheres, Julieta Palmeira, afirmou que a Lei Maria da Penha é uma conquista das mulheres, “e mais que isso, uma conquista da sociedade”. Lembrou que não existe sociedade desenvolvida enquanto a mulher estiver nessa situação de violência e desigualdade. “A grande questão desses 14 anos da Lei Maria da Penha é que nos encontramos em uma situação ainda mais grave nesse período de pandemia”, lembrou, afirmando que “vivemos duas pandemias nesse momento: “a pandemia da Covid-19 e da violência doméstica que é uma questão de saúde pública”. Ela contou que a Covid-19 tem trazido aumento da violência e das subnotificações. “Precisamos cuidar do fortalecimento da rede de acolhimento, em Conquista falta uma casa de abrigo temporário e precisamos, ainda, de qualificação da própria rede”, contou. Finalizou contando que está em diálogo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado para que seja implantada, o quanto antes, a Delegacia Digital. “Desejo que a gente consiga enfrentar esse desafio de enfrentamento à violência, pois, além da lei, precisamos mexer na cultura machista que vivemos”, finalizou.

As mulheres não devem se calar – A vereadora Viviane Sampaio (PT) ressaltou a importância de as mulheres denunciarem seus agressores. “A gente precisa não se calar, denunciar”, estimulou ela, ressaltando ainda a necessidade de solidariedade. “Precisamos cada vez mais ser solidárias, que as redes de proteção e enfrentamento sejam ampliadas”, analisou. A vereadora disse também que a Lei Maria da Penha é um marco para a luta contra a violência contra a mulher. “Foi realmente um marco para as mulheres contra a violência. Temos muito o que comemorar, mas a luta não para, ela continua. Existe necessidade de serem implementadas muitas políticas em relação à Lei Maria da Penha”, disse ela, ressaltando que os números que envolvem a violência contra a mulher continuam crescendo. Sampaio destacou ainda que a pandemia também provocou aumento de casos de violência contra a mulher, criando uma demanda específica para o período.

Matéria: Site Oficial PMVC.

Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM
Na sessão especial realizada virtualmente nesta sexta-feira, 07, em comemoração aos 14 anos da Lei Maria da Penha, os vereadores ocuparam a tribuna virtual da Câmara para falar sobre o tema e debater ações de combate à violência contra a mulher em Vitória da Conquista. Diversos pontos foram abordados, como a necessidade de incluir homens nesse debate desde a sua formação básica de educação, e as medidas de inibição a essas agressões em tempos de pandemia da Covid-19 no Brasil.

O vereador Danillo Kiribamba (PCdoB) ressaltou que a luta das mulheres deve ser apoiada pelos homens. Ele frisou que o enfrentamento ao machismo deve ser uma luta coletiva. O vereador ainda cobrou dos governos mais políticas públicas para as mulheres.

Mulheres das zonas Urbana e Rural devem ser incentivadas a denunciar os agressores – O vereador Jorge Bezerra (Republicanos) afirmou que este debate nem deveria existir, porque os homens devem respeitar as mulheres. O vereador ressaltou que os governos federal, estaduais e municipais, precisam investir em políticas públicas em favor das mulheres em situação de violência, além de conscientizar as mulheres da cidade e da Zona Rural a denunciarem as agressões às quais são submetidas. Por fim, Jorge afirmou que se não fosse por sua esposa, provavelmente não estaria exercendo o mandato de vereador e pediu que os homens tratem suas esposas, filhas, noras e as mulheres em geral, com respeito e dignidade.

O vereador Valdemir Dias (PT) parabenizou a Casa do Povo pela discussão proposta e disse que “não podíamos nos furtar desse momento e, sim, que sempre temos algo a comemorar e nesses 14 anos houve muitos avanços, mas também sempre se pode avançar mais”. Ele lembrou que a pandemia exigiu o isolamento social e isso trouxe o agravamento da violência contra as mulheres. “O aumento de mais de 40% em relação a agressão em mulheres”, contou, criticando a postura do Governo Federal com relação ao cuidado com as mulheres e citou o desmonte da Casa da Mulher Brasileira, implementada pela ex-presidente Dilma.

União entre homens e mulheres – Em seu pronunciamento, o vereador David Salomão (PRTB) lamentou o discurso que enquadra o presidente Bolsonaro, que ele ressaltou ter sido eleito democraticamente, como machista e homofóbico. Ele aproveitou o momento para desejar às mulheres baianas e conquistense um abraço e ressaltou que é preciso haver união entre os homens e as mulheres. “Quero desejar às mulheres da Bahia e de Vitória da Conquista, o nosso forte abraço. Guerreiras, todas elas, ao lado dos homens”, disse o parlamentar.

O vereador Professor Cori (PT) ressaltou que a lei define que violência contra a mulher é qualquer ação ou omissão baseada no gênero [mulher] que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial. Ele frisou que os casos de feminicídio cresceram 22,2%, entre março e abril deste ano, em 12 estados do país, comparado ao ano passado (dados de um relatório produzido a pedido do Banco Mundial). O parlamentar avalia que é necessário rever o sistema de educação, pois não podemos aceitar o aumento da violência contra a mulher. Ele ainda destacou que cada cidadão, especialmente os homens, devem refletir sobre as próprias condutas em relação às mulheres e buscar mudanças.

População negra e carente sofre mais com a violência – O vereador Bibia (MDB) afirmou que todos, sem exceção, devem fazer parte da defesa das mulheres e isso deve começar desde a educação das crianças, com os meninos sendo instruídos a tratarem as mulheres com respeito. O parlamentar ressaltou que as estatísticas mostram que a população preta e parda sofre mais com a violência e acaba refletindo isso nas mulheres. Por fim, pediu que ações de combate às agressões, por meio de debates e palestras, sejam feitas nas comunidades periféricas e em locais como igrejas e centros educacionais.
Matéria: Site Oficial CMVC.
Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM

As temperaturas frias de Vitória da Conquista estão sendo divulgadas em toda imprensa nacional; os principais telejornais do país têm destacado o frio da Suíça Baiana.

Nesta sexta-feira (07), o jornal Bom Dia Brasil da Rede Globo conversou  ao vivo com o repórter Luan Ferreira da TV Sudoeste; ele ressaltou que as temperaturas que têm ficado próximo dos 10 graus e com sensação térmica bem abaixo disso.

A apresentadora Ana Paula Araújo cometeu a gafe ao dizer que não era comum fazer frio por aqui, ainda disse que as pessoas nem deveria ter roupa pra enfrentar tanto frio.

O inverno conquistense já foi destaque no Hora 1, Jornal Hoje e também no Jornal Nacional.

Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM

A pandemia do Coronavírus ainda não acabou. Vitória da Conquista registrou ontem (06), o recorde de 204 novos casos de Covid-19 no município, com 67 mortes e 609 pessoas que estão com o vírus ativo na cidade.

Ainda assim, a Polícia Militar tem registrado inúmeros casos de ‘Coronafest’ em diversos locais da zona urbana e rural de Vitória da Conquista.

Segundo o repórter Ricardo Gordo, na última quarta-feira (5), aconteceu mais uma festa na porta de um condomínio do bairro Alto da Boa Vista. Homens que participavam da aglomeração desacataram os policiais e foram presos.

OUÇA os detalhes com o repórter Ricardo Gordo.

BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM
Novo Paraiso