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Na noite da última sexta-feira (11), o governador Jerônimo Rodrigues esteve em Vitória da Conquista lado dos deputados Waldenor Alves Pereira Filho (PT-BA), José Raimundo Fontes (PT) e diversos correligionários para participar de uma celebração religiosa presidida pelo arcebispo metropolitano Dom Vítor Agnaldo de Menezes, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora das Vitórias.

Na ocasião, foram mostradas as vestes sagradas recebidas por Dom Vítor diretamente do Papa, no Vaticano, um momento de profunda relevância para a Igreja Católica. “Tive um encontro especial hoje, em Vitória da Conquista, com o arcebispo Dom Vítor Agnaldo de Menezes. Durante a missa, tive a honra de acompanhar a apresentação das vestes sagradas recebidas diretamente do Papa, em Roma. Que essa bênção fortaleça cada vez mais nossa caminhada”, destacou o governador em publicação nas redes sociais. Jerônimo Rodrigues compartilhou diversas imagens da celebração

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O município de Itarantim, localizado no Centro Sul da Bahia, registrou três homicídios em um intervalo de menos de sete dias. As vítimas foram mortas por disparos de arma de fogo dentro de suas residências, em diferentes bairros da cidade, que possui cerca de 17 mil habitantes, segundo dados do IBGE.

 

De acordo com informações, o caso mais recente ocorreu na madrugada desta quinta-feira (10), no centro da cidade. Uma adolescente de 17 anos, identificada como Nathalia Santana Almeida, foi atingida por disparos após um homem invadir o imóvel onde ela estava, de acordo com informações da Polícia Civil.

Na madrugada da quarta-feira (9), Aline Lima Sousa, de 33 anos, foi morta no bairro Bob Kenedy. Relatos iniciais indicam que quatro indivíduos armados entraram na residência e efetuaram diversos disparos contra a vítima.

 

O primeiro homicídio foi registrado no último sábado sábado (5), quando Kaique Santos Fernandes, de 19 anos, foi morto dentro de casa, também na região central. Testemunhas relataram que um homem armado teria entrado no local e efetuado os disparos.

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Na segunda-feira (7), o Deputado Federal Waldenor Alves Pereira Filho (PT/BA), acompanhado do vereador conquistense Andreson – Dr. Andreson – Ribeiro Alves (PCdoB), esteve em Salvador, cumprindo uma agenda de reuniões com secretários estaduais. Os encontros tiveram como foco prioridades para Vitória da Conquista, com ênfase em Mobilidade Urbana, Desenvolvimento Industrial e Saneamento Básico.

Na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Waldenor Pereira dialogou com o titular da pasta, Ângelo Mário Cerqueira de Almeida, reforçando a importância de concluir a obra de requalificação da área do Distrito Industrial dos Imborés. Entre os pedidos, destacou-se a proposta de ampliar o Centro de Indústrias. Na região do Centro Industrial, também foi solicitada a duplicação do trecho da Rodovia BR-116, além da construção de uma rotatória no local conhecido como “Trevo da Morte”, devido ao elevado número de acidentes registrados na área.

Durante o encontro na Secretaria de Estado de Relações Institucionais (Serin), foram reiteradas as solicitações por projetos de infraestrutura e desenvolvimento para Vitória da Conquista, incluindo a pavimentação de estradas, reformas e construções de Escolas e Praças, com o objetivo de atender às principais demandas da população.

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Junto com o governador Jerônimo Rodrigues, o deputado Waldenor Pereira esteve presente em reunião com o ministro dos Transportes Renan Filho e com representantes da ANTT, onde foi apresentado o projeto para concessão das BRs 116 e 324 na Bahia.

Veja: 

 

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Ficou confirmado na tarde desta quinta-feira (10), que o corpo encontrado pendurado no bairro Conveima 2, em Vitória da Conquista, é do motorista de aplicativo Marcos Ferraz Santos, de 31 anos.

O corpo foi localizado na Rua B, nas proximidades de um sítio e estava sem camisa, vestido apenas com uma bermuda bege e pendurado por uma corda.

Marcos foi visto pela última vez no final da tarde da última quarta-feira (09), quando saiu de casa, no bairro Ipanema, para trabalhar.

Conforme noticiado pelo blog do Redação, na manhã de hoje, (10), o seu veículo foi localizado sem pneus e com os vidros quebrados, com possíveis marcas de tiros, no bairro Conveima.

 

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O motorista de aplicativo Marcos Ferraz Santos está desaparecido após sair de casa para trabalhar, na última quarta-feira (09), em Vitória da Conquista. O carro que ele usava foi encontrado destruído no bairro Conveima I, na manhã desta quinta-feira (10).

Marcos é morador do bairro Ipanema e saiu de casa na parte da tarde para fazer suas corridas. Desde então, os familiares não conseguiram mais contato com ele.

O veículo foi encontrado sem as duas rodas dianteiras e com o vidro do lado do motorista quebrado, o que sugere algum tipo de violência contra Marcos.

Sua última corrida teria partido do bairro Vila América, desde então, não houve mais nenhum contato com o motorista. A família e colegas de profissão estão em desespero com a falta de notícias. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. Com informações do Sudoeste Digital.

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O ano de 1964 seria marcado para sempre na história brasileira. A coincidência do dia 1º de abril ser o marco da idade das trevas da sociedade pindoramica veio por um acaso, mas a simbologia do dia com o fato histórico pode estar mais ligado do que refletimos. O primeiro momento em que vemos na história ocidental o nome “Idade das trevas” vem do período em que os dórios invadiram a península balcânica e transformaram uma sociedade em ascensão em uma dominada pelo medo e a violência. Assim, consequenciou o período da diáspora grega, onde com medo os helenos passaram a utilizar seu conhecimento marítimo e passaram por um processo de êxodo populacional que marcaria a queda de seu desenvolvimento no território e o espalhamento da cultura grega nas sociedades do mediterrâneo. Este é o momento em que os historiadores utilizam as odisseias de Homero para entender melhor o que se passava naquele contexto marcado por um declínio e submissão.

Para a arqueologia e a historiologia, os contos populares e as ficções são de extrema importância para entender o pensamento social daquele povo ou cultura estudada. Como no exemplo que expliquei, foi fundamental os contos homerísticos no estudo da formação da sociedade daquela época. No cenário político e social que se encaminhava o Brasil no ano de 1964 e após, não seria diferente utilizar a cultura para entender o que acontecia na realidade escondida pela elite que usurpou até os direitos mais básicos de uma República Democrática. E dentre vários Homeros que o Brasil foi capaz de produzir na ditadura, Glauber Rocha foi o que fez mais questão de mostrar para seu povo e o mundo o que realmente acontecia na “República” das Bananas.

Glauber Rocha e o verdadeiro cinema brasileiro

Glauber Rocha nasceu no dia 14 de marçode 1939 em uma família protestante de Vitória da Conquista — BA e foi alfabetizado em seus primeiros anos de vida pela mãe Lúcia Rocha. Ingressou no colégio Padre Palmeira e no ano de 1947 mudou-se para a capital baiana, Salvador. Se formou no Colégio 2 de Julho e depois ingressou na Faculdade de Direito da Bahia — hoje a UFBA. Em sua vida escolar já começava seus estudos de teatro e escrevia e atuava e na faculdade, entrou para um grupo de cineastas amadores.

Sua carreira no cinema começou no curta Um Dia Na Rampa, quando colaborou na produção de Luiz Paulino dos Santos, além de produzir outros como diretor principal como O Pátio (1959) e Cruz na Praça (1960). Glauber tomou uma decisão ousada quando largou o curso de direito e decidiu investir na carreira de cineasta, mas foi nessa decisão que o diretor já mostrava o que seus filmes mais tinham de característico: o risco que o diretor sempre levava em suas histórias e posições.

Glauber Rocha sempre demonstrou em suas entrevistas que queria um novo cinema no Brasil. Uma reformulação pela cultura, um cinema que mostrasse a realidade crua e que fosse anti-imperialista. Assim ele criaria um movimento que seria um marco cultural como o da Semana de Arte de 22, uma arte que não só fosse brasileira, mas uma arte que fosse cruelmente brasileira. O Cinema Novo.

“Mas esse problema de colonização cultural é um problema complexo do Brasil porque inclusive a vanguarda da intelectualidade brasileira, é colonizada pela ideologia norte-americana. De forma que o problema de cinema é um problema trágico porque os empresários não compreendem o problema industrial, os intelectuais são colonizados, o governo encara o cinema com desconfiança.”

O protesto do cineasta no Festival de Veneza de 1980 mostra muito bem isso. Após perder para Louis Malle, o diretor foi nas câmeras em “bom” italiano dizer algumas verdades sobre a nova fase do cinema que andava de lado a lado com a ascensão do neoliberalismo:

“Eles que são pobres e decadentes, reacionários!(…)Porque meu filme é muito superior a isso! Meu filme fala do futuro, do novo mundo. Com uma ideologia e uma linguagem novas. Foi demais para esses críticos decadentes que gostam de Louis Malle, de Hitchcock e de toda esta merda que está aí!”

O protesto do cineasta no Festival de Veneza de 1980 mostra muito bem isso. Após perder para Louis Malle, o diretor foi nas câmeras em “bom” italiano dizer algumas verdades sobre a nova fase do cinema que andava de lado a lado com a ascensão do neoliberalismo:

“Eles que são pobres e decadentes, reacionários!(…)Porque meu filme é muito superior a isso! Meu filme fala do futuro, do novo mundo. Com uma ideologia e uma linguagem novas. Foi demais para esses críticos decadentes que gostam de Louis Malle, de Hitchcock e de toda esta merda que está aí!”

Seu primeiro longa foi Barravento (1962), premiado no Festival de Karlovy Vary, Tchecoslováquia. Seu primeiro filme de longa metragem seria o que Rocha mais trabalharia nos seus filmes mais premiados e reconhecidos da carreira, no caso, a vida das comunidades esquecidas da Bahia e a tentativa de quebrar as correntes da submissão das classes mais prejudicadas brasileiras. O filme foi um choque para os críticos brasileiros e a elite. Mas não seria nem perto do barulho do próximo filme do baiano.

Deus e o Diabo na Terra do Sol: a vida do sertão nordestino na visão dialética

Três meses após o golpe militar brasileiro, Glauber Rocha lançaria o que muitos consideram sua obra prima. Deus e o Diabo na Terra do Sol é a mistura de vários elementos que compõem a cultura nordestina. Mas de jeito nenhum é romantizada ou estereotipada, o que foi o caso de várias representações dessa cultura principalmente por uma classe intelectual sudestina e elitista.

Um dos maiores exemplos de como o sertanejo nordestino era visto como um ser diferente aos olhos do Estado está na obra Os Sertões (1902) de Euclides da Cunha. O carioca vindo de uma base militar e extremamente aristocrático em sua escrita, descreve os acontecimentos da quarta invasão do exército na Guerra de Canudos (1896–1897) de maneira especificamente científica. Apesar de em sua época o Brasil estar sofrendo uma influência do positivismo e eugenismo — e Euclides ser um homem de sua época — o jeito em que o ex-militar descreve os jagunços, é quase como se o mesmo estivesse descrevendo um rato de laboratório:

“Convindo em que o meio não forma as raças, no nosso caso especial variou demais nos diversos pontos do território as dosagens de três elementos essenciais. Preparou o advento de sub-raças diferentes pela própria diversidade das condições de adaptação. Além disso (é hoje fato inegável) as condições exteriores atuam gravemente sobre as próprias sociedades constituídas, que se deslocam em migrações seculares aparelhadas embora pelos recursos de uma cultura superior. Se isto se verifica nas raças de todo definidas abordando outros climas, protegidas pelo ambiente de uma civilização, que é como o plasma sangüíneo desses grandes organismos coletivos, que não diremos da nossa situação muito diversa ? Neste caso — é evidente — a justaposição dos caracteres coincide com íntima transfusão de tendências e a longa fase de transformação correspondente erige-se como período de fraqueza, nas capacidades das raças que se cruzam, alterando o valor relativo da influência do meio. Este como que estampa, então, melhor, no corpo em fusão, os seus traços característicos. Sem nos arriscarmos demais a paralelo ousado, podemos dizer que, para essas reações biológicas complexas, ele tem agentes mais enérgicos que para as reações químicas da matéria.”
E apesar de fazer elogios aos moradores de Canudos como homens fortes e considerar isso de todos os sertanejos do nordeste, estava bem longe do que Euclides considerava como raça pura — a branca neste caso (lembrando que Euclides da Cunha foi formado pela escola politécnica militar, ou seja, suas influências são positivistas que no caso, tentava descrever uma sociedade avançada aos padrões europeus).

Com o tempo, a cultura do sertão foi jogada como secundária para uma recém república que começou um breve processo de urbanização. Foi aí que cada vez mais o sertanejo foi mostrado como um estereótipo de várias visões preconceituosas e negativas, como o exemplo do personagem Jeca Tatu de Monteiro Lobato.

O processo que estava ocorrendo de subjugação dos que viviam à margem do Estado nunca foi um problema para uma intelectualidade que sempre surgiu de famílias influentes do Brasil. Mas o Cinema Novo de Glauber Rocha vinha justamente para quebrar a visão que a elite dava sobre o Brasil, e sim mostrar a visão do povo.

Deus e o Diabo na Terra do Sol é bastante teatral e místico, mas a experiência do teatro de Rocha é o que deixa as coisas mais interessantes e visualmente mais complexas. O uso da religião católica é presente explicitamente e implicitamente. No caso explícito, as figuras religiosas estão sempre presentes para demonstrar a forte presença da cultura católica do sertão nordestino — e principalmente de forma crítica — e no implícito a dialética do purgatório.

O purgatório seria a síntese do céu e o inferno, a virtude e o pecado. As almas que precisam passar ainda por um processo de purificação e que, entretanto, não irão para o inferno. Porém, o purgatório é um lugar de sofrimento em que a alma precisa superar para chegar no paraíso.

A igreja católica não descreve o purgatório como um Estado de Espírito. Todavia, o clero da Idade Média e a Divina Comédia de Dante popularizaram o purgatório como um espaço, apesar de metafísico, um lugar. A perspectiva que o diretor escolheu foi a mais comum, a segunda, afinal o que importa para o filme não é a explicação da igreja pela teologia e sim pelo povo.

E o sertão, nesse caso nordestino, é realmente mostrado como um purgatório real. Onde apesar do sofrimento parecer um inferno, o estado em que os protagonistas Manuel e Rosa estão vivendo é de um abandono e de várias tentativas de uma salvação.

A salvação que os protagonistas encontram se mostram dialéticas também. O messianismo pregado por Sebastião e o Cangaço de Corisco.

Após matar o coronel da região, Manuel e Rosa fogem da roça de onde moravam para tentar achar algum destino para suas vidas. O messiânico Sebastião entra em cena mostrando para um povo carente que ele iria levá-los para uma terra sem seca e sofrimento. Manuel já perdeu sua face de herói da história quando se une ao movimento, liderando a parte da força de uma seita que o líder era um religioso que ocultava sua face perversa. A dialética entra quando percebemos que Sebastião apesar de ser um homem que lidera um destino para a vida daqueles sofridos jagunços, é na verdade um louco que em algumas cenas realiza sacrifícios humanos como o de um bebê e de uma mulher, nesse caso Rosa. A mulher então consegue matar Sebastião e fugir com Manuel para frente, realmente vivendo apenas o cenário da secura e solidão daquele sertão esquecido pelo Estado.

Novamente eles encontram um possível refúgio, dessa vez seguem um lado que seria a antítese do messianismo, o cangaço. No bando de Corisco, Manuel ganha o apelido de Satanás e aceita a promessa imediatista dos cangaceiros de acabar com os ricos para que um dia os pobres não passem fome. Porém, a face perversa dialética aparece novamente, o cangaceiro Corisco se mostra um homem que também é perverso e cruel. E em um confronto com o pistoleiro Antonio das Mortes, todo o cangaço, menos Manuel e Rosa, é morto e resulta na fuga novamente dos protagonistas.

Corisco, Manuel e Rosa

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Após testes operacionais, sistema está em operação

Com investimento de R$ 99,5 milhões, oriundos dos recursos próprios, a Embasa concluiu os testes operacionais do novo Sistema Integrado de Abastecimento de Água (SIAA) Anagé, que atenderá cerca de 40 mil habitantes do território Sudoeste Baiano, região historicamente afetada pela escassez hídrica. Nesta primeira fase, a obra contempla as cidades de Anagé, Caraíbas, Maetinga e Presidente Jânio Quadros, além de localidades rurais na área de influência desses municípios.

O novo sistema percorre 75,8 quilômetros em rede adutora para levar água tratada de Anagé até Presidente Jânio Quadros, passando pelos municípios de Caraíbas e Maetinga. Para isso, foi construída uma nova estação de tratamento com capacidade para tratar 130 litros de água por segundo e uma nova captação na Barragem de Anagé, com vazão de 126,5 litros por segundo. Também foram construídas cinco estações elevatórias, estação de tratamento de lodo e implantado reservatório com capacidade para armazenar até um milhão de litros.

Para o diretor de Empreendimentos da Embasa, Christiano Bressy, a obra significa um marco importante para a qualidade de vida da população e desenvolvimento social em uma região com escassez hídrica, que assola os mananciais de abastecimento. Uma 2ª etapa, cujo projeto está em andamento, interligará a captação na Barragem do Champrão e ampliará a oferta futura de água para os municípios de Condeúba, Cordeiros e Piripá.

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (8/7), a Operação Carga Oculta para desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro através de uma empresa de fachada.

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão temporária em São Paulo e Pernambuco, além do bloqueio de até R$9 milhões em bens dos investigados.

A investigação teve início em junho, após uma apreensão recorde de quase cinco toneladas de maconha e haxixe em um caminhão na BR-116. As apurações revelaram que o grupo usava uma transportadora, registrada em nome de familiares de um dos líderes, para ocultar o transporte das drogas em meio a cargas lícitas e dissimular a origem dos lucros.

Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de capitais.

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Um grave acidente registrado na manhã desta terça -feira (08) está causando lentidão no trânsito da BR-116, nas proximidades do distrito de Lagoa das Flores, em Vitória da Conquista.

Segundo informações de um usuário da via, a colisão aconteceu por volta das 8h e envolveu uma picape e uma carreta, provocando a interdição parcial da pista no sentido Lagoa Santa Salvador.

O tráfego está completamente parado no trecho, exigindo atenção redobrada dos motoristas que passam pelo local. Equipes já se encontram na área prestando atendimento à ocorrência.

Ainda não há informações sobre feridos ou a dinâmica exata do acidente. A situação segue sendo monitorada pelas autoridades.

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