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O Sindicato do Magistério Municipal Público de Vitória da Conquista – SIMMP realizou na manhã desta terça-feira ( 28), uma manifestação em prol de pautas que envolvem a busca por direitos para os professores que integram a rede municipal de educação.  Os professores paralisaram as atividades em apoio ao sindicato que cobrou uma resposta da Prefeitura Municipal para a categoria sobre as ações da Campanha Salarial 2026.
Veja: 

Em resposta a manifestação do professores, a  Prefeitura se posicionou através de nota falando sobre os reajustes previstos para os educadores.

De acordo com a nota, a Prefeitura já acordou com o Sindicato o pagamento do reajuste salarial com data referente à 1º de janeiro, o que era uma das reivindicações dos professores. No entanto, ainda não houve um acordo acerca do percentual de reajuste, devido a isso, o projeto de lei não foi enviado para a Câmara Municipal para aprovação, o que é um procedimento legal obrigatório.

Confira a nota na íntegra:

Nota à Imprensa

A Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Smed) e da Secretaria Municipal de Gestão e Inovação (Semgi), esclarece que o Governo Municipal, conforme tinha anunciado na Jornada Pedagógica, encaminhou o projeto de alteração da data-base dos professores de 1⁰ de maio para 1⁰ de janeiro, o qual já foi aprovado pela Câmara Municipal e sancionado pela prefeita Sheila Lemos.

Agora, o Município está em negociação com o Sindicato do Magistério Municipal Público (Simmp), bem como com os demais sindicatos, para chegar a um entendimento sobre o percentual de aumento de cada categoria, para que o projeto possa ser enviado à Câmara, com a data de pagamento, *dos professores*, retroativa a 1⁰ de janeiro. A data-base do Sindacs e do Sirserv é 1⁰ de maio.

É importante destacar que todo projeto de ajuste salarial de servidor público precisa ser enviado pelo Poder Executivo para aprovação do Poder Legislativo, depois sancionado, para só então ser liberado o pagamento, sendo esse um procedimento constitucional e obrigatório. Tão logo as partes envolvidas cheguem a um consenso sobre a questão salarial, o PL seguirá, sem demora, para aprovação da Câmara.

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