O ar em Belém já carrega a densidade elétrica que precede as grandes transformações. Não é apenas o calor úmido e constante, um abraço perene da floresta, mas uma tensão expectante que se infiltra no meu acadêmico, nas ruas, nos mercados e nas conversas à beira do rio Guamá, haja vista que faltam exatamente 30 dias para a abertura da 30ª Conferência das Partes (COP30), e a capital paraense, porta de entrada da maior floresta tropical do planeta, se prepara para sediar não apenas mais uma cúpula climática, mas o que muitos analistas e diplomatas já definem como a “COP da Verdade”.
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