GOVERNO DO ESTADO - AÇÕES
AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0526 (2)
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AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0526 (1)

O ministro do STF Kassio Nunes Marques assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um discurso em defesa da democracia e do sistema eletrônico de votação brasileiro. Responsável por comandar a Corte nas eleições de 2026, Nunes Marques afirmou que o modelo brasileiro de urnas eletrônicas representa um “patrimônio institucional da democracia” e destacou a confiabilidade do sistema eleitoral do país. “No tocante à recepção e à apuração dos votos, nosso sistema é o mais avançado do mundo”, declarou o ministro durante a cerimônia de posse, diante tanto do presidente Lula quanto de nomes de destaque do bolsonarismo, como a ex-primeira-dama Michelle. A fala ocorre em meio à persistência de ataques e questionamentos ao sistema eletrônico de votação por setores políticos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que indicou Nunes Marques ao Supremo Tribunal Federal. O ministro também ressaltou que o reconhecimento internacional do modelo brasileiro não impede aperfeiçoamentos permanentes no processo eleitoral. Além de Nunes Marques, o ministro do STF André Mendonça assumiu a vice-presidência do TSE. (g1)

Nos bastidores da posse, a suspensão da dosimetria dominou as conversas entre parlamentares e lideranças da oposição. Em off, interlocutores que conversaram com ministros do STF afirmam que hoje há maioria na Corte para manter a lei, com articulação do próprio relator, Alexandre de Moraes. O principal foco de resistência seria o ministro Cristiano Zanin, embora, segundo essas fontes, as negociações ainda estejam em curso. Relator da matéria na Câmara, Paulinho da Força (Solidariedade) disse ter saído “tranquilizado” de uma reunião com Moraes, que teria indicado expectativa de votação em plenário até o fim de maio. O núcleo bolsonarista, de Flávio Bolsonaro à Michelle Bolsonaro, marcou presença em peso na cerimônia. (Meio)

Flávia Tavares: “Kassio Nunes Marques toma posse como presidente do TSE e assume a responsabilidade pelas eleições 2026. Indicado por Jair Bolsonaro, mas com trânsito livre no governo Lula, o ministro terá seu maior teste: ele é o ‘martelinho de ouro’ que vai pacificar Brasília ou o ‘10% de Bolsonaro no STF’ que vai agir sob medida para o campo que o patrocinou?” Leia a análise completa no Cá entre Nós. (Meio)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue correndo atrás da popularidade a poucos meses da eleição. Dessa vez, o presidente anunciou o fim da chamada “taxa das blusinhas”, imposto de importação de 20% aplicado sobre compras internacionais de até US$ 50. A taxação havia sido implementada em agosto de 2024 após aprovação do Congresso e sanção de Lula. De acordo com o Ministério da Fazenda, o fim da taxa já ocorre a partir desta quarta-feira. (CNN Brasil)

Mais cedo, Lula afirmou que o governo só criará um Ministério da Segurança Pública após a aprovação da PEC da Segurança pelo Senado, onde a proposta enfrenta dificuldades para avançar. A declaração foi feita durante o lançamento do programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, iniciativa do governo federal voltada ao combate às facções criminosas, lavagem de dinheiro e tráfico de armas. (g1)

As negociações em torno de uma delação premiada do banqueiro e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, sobem cada vez mais alto no telhado do STF à medida que novas revelações vêm à tona por meio de investigações da Polícia Federal. Desta vez, o publicitário Thiago Miranda, sócio do portal Leo Dias e dono da agência Mithi, confirmou à PF os detalhes de um esquema para atacar o Banco Central e defender o Master por meio de influenciadores digitais. De acordo com ele, a ação foi discutida diretamente com Vorcaro. Segundo o publicitário, a ofensiva fazia parte de um plano mais amplo de “gestão de crise” e “marketing de guerrilha” . O projeto foi batizado internamente de “Projeto DV”. (Globo)

O publicitário Marcello Lopes, o Marcellão, escolhido para coordenar a comunicação da pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), aparece como integrante da equipe de estrategistas do tal “Projeto DV”. A equipe ainda contava com Thiago Miranda, responsável pelo projeto, e Anderson Nunes, da agência Unltd Network. Marcellão teria recebido R$ 650 mil adiantados de Vorcaro. Ele negou participação na campanha contra o Banco Central e afirmou que os valores recebidos se referem a serviços prestados anteriormente. (Folha)

Os planos elaborados por Thiago Miranda, Marcellão e Anderson Nunes para recuperar a imagem de Vorcaro eram ousados. Entre as ações estava a produção de uma série para streaming inspirada em sua trajetória para plataformas como Netflix ou Globoplay. O plano citava exemplos como produções sobre o ex-jogador de basquete Michael Jordan e o ciclista Lance Armstrong para “recontextualizar” personagens públicos. (Estadão)

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que o partido mantém, por enquanto, o interesse em ter o senador Ciro Nogueira no palanque da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro em 2026, apesar do avanço das investigações do caso Banco Master. “Hoje ainda queremos. Até que se prove alguma coisa contra ele. Se provarem alguma coisa contra ele, a conversa muda”, disse Valdemar. Ciro Nogueira se tornou o primeiro parlamentar atingido diretamente pela Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e favorecimento ao Banco Master. (Estadão)

Em outra frente, a situação é tensa no PL paulista. A ala bolsonarista raiz resiste à escolha para concorrer ao Senado do presidente da Alesp, André Prado (PL), ungido por Eduardo Bolsonaro com aval de Flávio. Favorito de Valdemar e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), Prado é visto como um “político do Centrão” pela direita mais radical, que prefere o viceprefeito Ricardo Mello Araújo (PL). (Folha)

O Senado aprovou nesta terça-feira uma versão modificada da medida provisória que renova automaticamente a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de bons condutores. O texto que segue para a sanção do presidente Lula foi alterado na Câmara dos Deputados, incluindo a exigência de exames médicos no processo de renovação — a MP original dispensava os motoristas de todos os procedimentos previstos no Código de Trânsito Brasileiro. Também foi substituída a forma de atualização monetária do preço público dos exames, que será influenciada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou outro índice oficial que venha a substituí-lo. (g1)

CORTINA E CIA COLCHÕES
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