O presidente destacou que “parcela expressiva” das vacinas contra a Covid disponíveis no Brasil depende de insumos do país asiático.

Depois de abandonar os caminhoneiros, Jair Bolsonaro, há pouco, durante a abertura da 13ª Cúpula do Brics, exaltou a parceria com a China.

Em rápido discurso, ele recordou o último encontro que teve, pessoalmente, com o presidente chinês, Xi Jinping, em 2019, “quando discutimos temas da parceria estratégica global entre os nossos dois países, bem como o bom estágio das nossas relações bilaterais em diversas vertentes, mais especialmente no âmbito comercial de investimentos”.

Bolsonaro, que com frequência desdenha do que já chamou de “vacina chinesa”, também elogiou especificamente a parceria com o país asiático durante a pandemia da Covid.

“Essa parceria [com a China] tem se mostrado essencial para a gestão da pandemia no Brasil, tendo em vista que parcela expressiva das vacinas oferecidas à população brasileira é produzida com insumo originários da China.”

Para os que, porventura, vivem em realidade paralela e não querem acreditar nas palavras do presidente,