No programa Redação Brasil desta segunda-feira (30), o jornalista Deusdete Dias comentou sobre as eleições proporcionais e o fim das coligações.

Criadas na década de 50, vedadas durante o período do regime militar e retomadas com o processo de redemocratização, as coligações partidárias acompanham de perto a história da democracia brasileira. Em poucas palavras, o motivo principal para se formar coligações é obter um maior tempo de propaganda no rádio e na TV e, ao fim, conseguir mais votos para a coligação de partidos, para que sejam eleitos os candidatos com as maiores votações nominais dentro dela – não só do partido. Ajudam no chamado coeficiente eleitoral.

Com a nova regra, válida já para as eleições de 2020, não mais existirão coligações partidárias para eleições proporcionais, que são aquelas utilizadas para a escolha de deputados federais, estaduais e vereadores, de modo que cada partido deverá lançar sua própria chapa visando a estes cargos. As coligações passam a existir apenas para as eleições majoritárias (prefeitos, governadores e presidente). A questão é polêmica e traz defensores e opositores.

Confira o editorial com Deusdete Dias