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CORTINA E CIA COLCHÕES
Durante a sessão legislativa desta quarta-feira (22), na Câmara Municipal, a vereadora Gabriela Garrido(PV) iniciou o seu discurso, se solidarizando com a prefeita de Livramento de Nossa Senhora, Joanina Sampaio, vítima de um recente atentado. “A violência crescente em todas as áreas, inclusive na política, atinge majoritariamente mulheres. Espero que ela esteja bem, principalmente emocionalmente. Que as autoridades descubram de onde saiu essa coisa tão agressiva e baixa, que não cabe na política de um estado democrático de direito”, declarou.
Garrido também relatou sua agenda oficial em Salvador, onde tratou da crise na malha aérea local com a Secretaria Estadual de Turismo. Segundo a vereadora, o Governo do Estado já esgotou as possibilidades de isenção tributária, mas o gargalo reside na saúde financeira das companhias aéreas. No entanto, trouxe uma perspectiva positiva: “Uma aeronave da Gol, que pernoita aqui em Vitória da Conquista, provavelmente será alocada para suprir o trecho que a Azul deixará de operar”. Ela ainda destacou o potencial do turismo de negócios e a criação de um circuito do café, integrando fazendas da região para fortalecer a economia local.
Outro ponto do discurso foi o problema dos lixões a céu aberto em áreas residenciais, especificamente entre os bairros Felícia e Morada dos Pássaros. A vereadora alertou que o descarte irregular de resíduos da construção civil tem gerado graves problemas de saúde pública e infraestrutura. “Os moradores se queixam da presença de ratos, escorpiões e cobras. Além disso, o acúmulo de lixo causa erosão e, quando chove, a lama desce para as portas das casas. O município precisa tomar providências e notificar os proprietários desses terrenos, muitas vezes usados para especulação imobiliária”, pontuou.
A parlamentar reforçou que Vitória da Conquista possui apenas dois locais licenciados pela Secretaria de Serviços Públicos para descarte de entulho, quantidade insuficiente para a demanda da cidade. Para ela, a solução passa pelo fortalecimento da fiscalização e punição dos donos de áreas privadas.
“Precisamos dar condições para que a SESEP consiga fiscalizar e impor multas. Essas multas precisam ser aplicadas aos proprietários, porque não é justo utilizarmos dinheiro público para limpar terrenos privados”, concluiu Gabriela Garrido.
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