Se estivesse viva, a vereadora completaria 39 anos hoje

Dois suspeitos de estarem no carro de onde partiram os tiros que vitimaram a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e o motorista Anderson Gomes tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça do Rio de Janeiro. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

As ordens de prisão foram assinadas ontem (26) e, no entanto, não foram expedidas por envolvimento com a morte de Marielle e Anderson, mas por um assassinato em novembro de 2015.

A ligação entre William da Silva Sant’Anna e Renato dos Santos, réus pelo homicídio de 2015, e a morte de Marielle é o depoimento de uma suposta testemunha, que diz ter ouvido conversa em que o miliciano Orlando Araújo, o Orlando Curicica, e o vereador Marcello Siciliano (PHS) discutiam plano para matar Marielle.

A vereadora e o motorista foram mortos no dia 14 de março, no Rio de Janeiro. De acordo com o jornal, a testemunha também atuava como miliciano, até 2015, em um grupo rival de Curicica. Por isso, integrantes do Ministério Público suspeitam que a acusação de participação no caso Marielle pode ser só um acerto de contas entre as quadrilhas.

Se estivesse viva, a vereadora completaria 39 anos hoje. A data foi lembrada por familiares e amigos da parlamentar, em publicações nas redes sociais.