Foto: Allan Victor
Nesta segunda-feira (6) o UP Notícias recebeu o vereador de Vitória da Conquista, Diogo Azevedo (PSDB). Em entrevista, o político comentou sobre a sua suspensão como edil por “infidelidade partidária” e alegou que a decisão tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE – BA) foi monocrática.
Diogo Azevedo atribuiu a decisão a uma suposta perseguição política movida pela prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil) após a sua saída do partido e o anúncio de sua pré-candidatura como deputado federal pelo PSDB. Para o vereador, não houve instrução processual na decisão judicial e a instância estadual do PSDB irá se posicionar até esta sexta-feira (10) sobre o recurso que será impetrado.
“O que a senhora desembargadora fez sem nem escutar testemunhas, sem nada. Inclusive o Ministério Público Eleitoral, vou falar isso. Nos autos ele disse que só iria se manifestar após escutar as testemunhas. O próprio Ministério Público falou isso. E ela vai contra com isso. Então, ‘tá tudo provado, tem áudio da prefeita para mim. Eu não vou expor o áudio aqui, mas se necessário eu vou expor para Vitória da Conquista toda escutar”, explicou.
O vereador ainda acrescentou que em áudio, a prefeita teria declarado expressamente que iria “tomar o seu mandato” e prejudicá-lo em sua campanha como pré-candidato. Ele sustenta que suas solicitações não foram atendidas e pessoas ligadas a ele foram demitidas ou perseguidas, inclusive com a carta de demissão de um ex-membro do governo alegando que houve perseguição política como motivação para o desligamento.
Confira a entrevista completa com Diogo Azevedo: