Muita gente, hoje, se preocupa em ir à academia para malhar os músculos do corpo, mas o cérebro também pode – e precisa! – ser exercitado. Com exercícios estimulantes, é possível melhorar habilidades como memória, concentração, raciocínio e criatividade. Agora, isso é possível em Vitória da Conquista, onde está sendo inaugurada uma unidade SUPERA Ginástica para o Cérebro.

Durante a semana de inauguração, do dia 14 a 19 de outubro, a população poderá conhecer mais sobre o funcionamento do cérebro em palestras, participar de aulas demonstrativas e interagir com jogos e outras ferramentas para exercitar o cérebro. É necessário agendar um horário com antecedência pelo telefone.

A unidade fica na Av. São Geraldo, 810 – Centro. Os telefones para contato são (77) 3025-7020 ou (77) 98126-8676.

Mas como funciona uma academia para o cérebro?

O curso na academia do Método SUPERA é diferente de tudo o que você já viu. As aulas acontecem uma vez por semana e têm duas horas de duração.

O material didático exclusivo é diferenciado; os halteres dão lugar ao ábaco, principal ferramenta do curso que serve para fazer cálculos de forma prazerosa e bem diferente. Com o aprendizado, o aluno desenvolve o raciocínio e a coordenação motora.

E as atividades aeróbicas? Em uma academia de ginástica para o cérebro, elas ganham outro nome: as neuróbicas. São atividades que fazem com que seu cérebro saia da zona de conforto, criando novas conexões. Quer exemplos? Escovar os dentes com a mão não dominante, andar de costas, mudar o relógio de pulso, fazer um novo trajeto para o trabalho…

Além disso, em uma academia para o cérebro, os alunos usam jogos de tabuleiro, individuais ou em grupo, desenvolvendo habilidades cognitivas e socioemocionais, como estratégia, relacionamento e autoconfiança.

As apostilas com exercícios exclusivos, dinâmicas em grupo e vídeos motivacionais também fazem parte das aulas da academia, contribuindo para a aplicação de uma metodologia eficaz na estimulação cerebral.

Os professores são capacitados para orientar os alunos no uso dos “equipamentos”, estimulando-os a pensar nos desafios propostos e a solucioná-los sozinhos.

Confira a entrevista ao Redação Brasil 

Com fotos e informações do Blog do Rodrigo Ferraz