O ex-prefeito de Salvador ACM Neto foi empossado, nesta terça-feira (11), como vice-presidente nacional do União Brasil. Além de Neto, o advogado Antônio Rueda foi oficializado presidente da legenda. O ato aconteceu no Iate Clube de Brasília.
Neto e Rueda foram eleitos durante convenção partidária realizada em 29 de fevereiro de forma unânime. O União Brasil conta hoje com uma bancada de 59 deputados federais e sete senadores.
No discurso de posse, ACM Neto falou das metas do partido. “Nós pretendemos crescer muito o número de prefeitos em todo o país, com destaque especial para o desempenho que teremos nas capitais. E é claro que tudo isso será a base para organizar o União Brasil, que continuará conversando e dialogando com os seus aliados, pensando em 2026. Então, desde hoje estamos nos preparando, para que o partido tenha um grande desempenho nas eleições de deputados, senadores, governadores, e para exercer um papel de protagonismo na eleição presidencial”, ressaltou.
Neto disse ainda que a sigla tem responsabilidade com o país. “A responsabilidade de criar pontes, a responsabilidade de ser um elo de construção de um diálogo mais amplo, mais plural, que não fique preso a um lado ou a outro”, pontuou.
O ex-ministro Geddel Vieira Lima alfinetou o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, nesta terça-feira (26), após uma entrevistaconcedida pelo deputado federal Elmar Nascimento.
Mesmo com o atual vice-presidente do União Brasil articulando o lançamento de um nome próprio para a disputa pela presidência em 2026, Elmar avaliou o apoio da legenda a uma possível reeleição do presidente Lula no pleito nacional.
“Creio que demanda um posicionamento do maior líder do União Brasil, o ex-prefeito ACM Neto, que segundo dizem está articulando fortemente uma candidatura própria do União em oposição a reeleição do presidente Lula. Qual posição prevalece? Como espectador da cena gostaria de saber Que a imprensa indague.”, escreveu em uma rede social.
Ex-prefeito de Salvador e secretário-geral do União Brasil, ACM Neto afirmou na noite desta segunda-feira (11) que vai apresentar aos senadores e deputados do partido o planejamento dos projetos que serão executados pela Fundação Índigo nos primeiros meses de 2024.
A reunião com os parlamentares do União Brasil será realizada na próxima quarta-feira (13), em Brasília. “O que vamos mostrar é o resultado desse trabalho de encontros e discussões que realizamos ao longo desse segundo semestre de 2023, que marca o início de minha gestão à frente da Fundação Índigo. Então, nós vamos apresentar esses projetos e, a partir daí, teremos muito trabalho porque queremos levá-los para todo o país”, afirmou ACM Neto em coletiva à imprensa, momentos antes de dar início à terceira edição do projeto “Caminhos Inovadores “, no Centro de Convenções de Salvador.
Até chegar à capital baiana, o projeto passou por duas das mais importantes cidades da Bahia: Feira de Santana e Alagoinhas.
De acordo com ACM Neto, que também é presidente da Fundação Índigo, os eventos realizados na Bahia foram muito importantes e serviram de laboratório para as propostas que serão apresentadas aos deputados e senadores do União Brasil. “A gente vai começar uma agenda sequencial, janeiro, fevereiro, março, abril e maio. Então, nós temos cinco grandes projetos, cada um começando em um mês, portanto, de maneira que a gente começa a dar os contornos do que vai ser o trabalho da Fundação Índigo em todo o Brasil a partir de agora”, disse ACM Neto.
*Palestrantes* – O evento de Salvador também contou com palestras do cantor e compositor Carlinhos Brown, do pesquisador comportamental Dado Schineider e da CEO e Partner da empresa Nossa Praia, Dilma Campos.
A Fundação Índigo, braço de formação política do União Brasil apresentou, nesta terça-feira (26), a agenda de atividades e eventos para a Bahia. A fundação tem como seu presidente ACM Neto, ex-prefeito de Salvador e secretário-geral do União Brasil, e é considerada um centro de formação, estudos e pesquisas sobre políticas públicas do partido.
Na Bahia, cinco cidades já estão com encontros programados até o final deste ano: Feira de Santana, Alagoinhas, Barreiras, Ilhéus e Salvador.
Em Feira de Santana, nesta quinta-feira (28), o evento da fundação recebe nomes como Christiane Pelajo, jornalista; Henrique Mandetta, ex-deputado e ex-ministro da Saúde filiado ao União Brasil; Dilma Campos; Leana Mattei e PC Bernardes.
A iniciativa terá parcerias com instituições de ensino acadêmico e a RenovaBR. Segundo Neto, o encontro tem o objetivo de preparar e formação de novos líderes políticos e gestores públicos com visão crítica da sociedade e não estarão relacionadas com vínculos eleitorais.
De grandes a nanicos, partidos políticos têm vivido brigas internas por poder que já resultaram em trocas de xingamentos, afastamentos de dirigentes e ações na Justiça.
Há disputas entre alas opostas na União Brasil, com 59 deputados, no Cidadania, com cinco deputados, na Rede Sustentabilidade, que elegeu dois representantes na Câmara dos Deputados, e no PRTB, que não tem deputados.
Resultado da fusão entre PSL e DEM, a União Brasil coleciona intrigas desde que foi criada, em fevereiro de 2022. Um grupo do DEM sempre foi crítico ao comando do partido, liderado pelo deputado Luciano Bivar (PE), que presidia antes o PSL. A legenda atingiu neste mês o ápice das brigas internas e integrantes da legenda desencadearam uma operação para tentar tirar Bivar da presidência.
A gota d’água, dizem integrantes da sigla, foi uma discussão ocorrida há cerca de duas semanas entre o deputado e ACM Neto, ex-prefeito de Salvador e secretário-geral da legenda. O motivo foram divergências sobre o diretório do Amazonas. Reunidos em Brasília, o presidente do partido apontou o dedo a Neto e proferiu, segundo relatos, uma série de ofensas e xingamentos.
ACM Neto passou então a organizar uma resposta partidária ao caso. Pressionado, Bivar tem falado em se licenciar do cargo. Caso ele não deixe o posto, parlamentares buscam antecipar a eleição para a executiva nacional da agremiação, marcada para o ano que vem, para impedir que ele tente a reeleição.
A briga sobre o diretório amazonense ocorreu porque a administração deliberou pela necessidade de reunião para definir a data da eleição do novo comando estadual. Mas Bivar baixou um ato monocrático convocando para o dia 18 de agosto uma convenção em Manaus na tentativa de eleger nomes ligados a ele no estado. Representantes do partido foram à Justiça e conseguiram rever o ato.
Depois da decisão e da briga que teve com o presidente do partido, ACM Neto organizou uma carta na qual questiona publicamente como Bivar conduziu a situação no Amazonas.
“Precisamos de uma Direção Nacional mais plural no União Brasil, onde o presidente nacional reúna com frequência o partido e as decisões estratégicas, municipais, estaduais e nacional, sejam tomadas pelo desejo da maioria”, diz nota assinada por oito integrantes da legenda, todos oriundos do DEM.
Já a Rede teve neste ano a primeira disputa entre duas chapas pelo comando da sigla desde 2013, quando foi fundada.
A briga se deu entre um grupo ligado à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e outro que já estava no comando do partido, liderado pela ex-senadora Heloísa Helena e pelo engenheiro ambiental Wesley Diógenes.
O segundo grupo acabou vitorioso e, na divisão de poder, a ala ligada a Marina ficou com a tesouraria. Mas na semana passada, a direção nacional da Rede decidiu afastar a tesoureira da legenda, Juliana Pereira de Sá, e convocar uma reunião da comissão de ética para avaliar a conduta dela.
O caso foi parar na Justiça. Como mostrou o Painel, a Justiça do Distrito Federal restituiu Juliana ao posto. Na ação, ela alegou ter sido afastada do cargo em reuniões que considera irregulares.
Segundo a tesoureira, ligada ao grupo de Marina e do deputado Túlio Gadêlha (PE), a articulação para substituí-la teria como pano de fundo a tentativa do grupo político majoritário da sigla para “deter o controle financeiro absoluto sobre o caixa partidário”.
O juiz Rômulo de Araújo Mendes atendeu ao pedido de Juliana e entendeu não haver previsão no estatuto da Rede para afastamento de filiados. Em nota, o grupo ligado a Heloísa e Wesley repudiou as alegações da tesoureira e disse que sua versão era uma “nuvem de fumaça”.
Já o Cidadania, que faz parte de uma federação com o PSDB, protagonizou troca de xingamentos e gritos numa reunião virtual há dez dias. O partido é comandado por Roberto Freire há mais de 30 anos e uma ala da legenda tenta tirá-lo da presidência. A executiva do Cidadania se reuniu no dia 19 de agosto e aprovou uma resolução para convocar eleições e tentar mudar a direção partidária.
Freire acabou discutindo com correligionários, em especial o secretário-geral da sigla, Regis Cavalcante, que é do grupo que questiona sua liderança. “Você não está dirigindo a reunião, então, por favor, respeite as pessoas. Cale a boca, Regis”, afirmou ao secretário-geral, em vídeo do encontro que acabou vazando.
O ex-deputado Daniel Coelho acusou Regis de tentar dar um golpe no presidente da legenda. Já o líder do Cidadania na Câmara, Alex Manente (SP), afirmou à Folha que trabalha para construir um acordo em meio às divergências.
“Eu tenho trabalhado para que tenhamos unidade e estejamos fortes para as eleições de 2024, onde o Cidadania terá a obrigação de ter uma boa eleição para ter boa perspectiva de sobreviver para 2026”, afirmou.
O PRTB, por sua vez, discute o espólio de Levy Fidelix, morto em abril de 2021. A viúva Aldineia Fidelix e o irmão de Levy, Júlio Cezar Fidelix, disputam o comando do partido há dois anos. Aldineia comandou o partido até agosto de 2022, quando Júlio ocupou a direção por decisão da Justiça.
No último dia 30, porém, uma convenção do partido decidiu tirar a família do ex-presidente do partido. Uma chapa liderada por Rachel de Carvalho venceu a disputa. Julio questiona a vitória na Justiça e tenta reaver o partido.
A “guerra” aberta entre os grupos de ACM Neto e do deputado federal e presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar, aumentou o clima de tensão na cúpula da União Brasil. O estopim foi a entrega de cartas internas a parlamentares. Em contato com o Bahia Notícias, o ex-prefeito de Salvador revelou as intenções do grupo em promover o documento.
Neto fez questão de ressaltar também que não pretende ser candidato em uma eventual disputa com Bivar. O mandato do atual presidente vai até maio de 2024. “A carta é uma reação à tentativa dele de rasgar o estatuto do partido. Não tenho pretensão de disputar a presidência não, mas de tornar o processo decisório mais democrático, inclusive com a ampliação da participação dos parlamentares no comando do partido”, disse ao BN.
A carta é a primeira produzida por oito membros da cúpula nacional do União que indagam Bivar por uma decisão adotada sem respeitar o estatuto da sigla. O documento foi assinado inclusive pelo o prefeito de Salvador, Bruno Reis.
Nosso principal questionamento é sobre a forma como o presidente nacional, deputado federal Luciano Bivar, está conduzindo o processo de convocação da convenção partidária no estado. Na última reunião da Executiva Nacional, realizada em julho, registrada em ata, ficou decidido que o assunto seria abordado em novo encontro do colegiado a ser convocado pelo presidente para o início de agosto”, diz a carta.
O documento disse ainda que o partido não pode se tornar um “cartório político” e pediu uma Direção Nacional “mais plural”.
Uma “guerra” aberta entre ACM Neto e o deputado federal Luciano Bivar aumentou o clima de tensão na cúpula da União Brasil. Segundo a Revista Veja, a briga aconteceu por decisões tomadas pelo o parlamentar sem consultar a cúpula do partido.
A guerra que acontece também na Justiça conta com cartas internas a parlamentares, além de disputas no diretório do Amazonas. Parte da briga foi registrada pelo site Radar Amazônico.
A carta é a primeira produzida por oito membros da cúpula nacional do União que indagam Bivar por uma decisão adotada sem respeitar o estatuto da sigla. O documento foi assinado inclusive pelo o prefeito de Salvador, Bruno Reis.
“Nosso principal questionamento é sobre a forma como o presidente nacional, deputado federal Luciano Bivar, está conduzindo o processo de convocação da convenção partidária no estado. Na última reunião da Executiva Nacional, realizada em Julho, registrada em ata, ficou decidido que o assunto seria abordado em novo encontro do colegiado a ser convocado pelo presidente para o início de Agosto”, diz a carta
O ex-prefeito de Salvador e presidente da Fundação Índigo, ACM Neto, reuniu nesta segunda-feira (6) deputados federais e estaduais do União Brasil para discutir as eleições de 2024. Além dos parlamentares, participaram o prefeito de Salvador, Bruno Reis, o prefeito de Camaçari, Elinaldo Araújo, o ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo de Carvalho e o ex-deputado e secretário-geral do União Brasil na Bahia, Luciano Ribeiro.
De acordo com os participantes, hoje o União Brasil tem diretório formado em 104 municípios, com meta de chegar a 417 cidades antes das convenções que vão definir as candidaturas para as eleições do próximo ano.
“Estamos intensificando o diálogo com nossas lideranças políticas visando a organização do partido no interior do estado. Queremos fortalecer o União Brasil nos municípios para 2024, e vamos avançar na formação dos diretórios para que tenhamos um partido cada vez mais forte para disputar as eleições”, disse Neto.
Participaram do encontro os deputados federais Paulo Azi, presidente estadual do partido, Leur Lomanto Jr, José Rocha e Dal Barreto. Além deles, também participaram os deputados estaduais Alan Sanches, Sandro Régis, Júnior Nascimento, Marcinho Oliveira, Robinho, Kátia Oliveira, Pedro Tavares, Luciano Simões Filho, Marcelo Veiga e Manuel Rocha.
Em entrevista ao repórter do Redação Brasil, Gerson Gonzaga, o ex prefeito de Salvador ACM Neto reforçou o apoio a prefeita de Vitória da Conquista Ana Sheila Lemos Andrade para as eleições 2024. A atual prefeita poderá ainda contar com o apoio do Partido Liberal PL nas Eleições 2024. Ouça na íntegra a entrevista:
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, foi escolhido para presidir a Fundação Índigo, braço de formação política do União Brasil. ACM Neto é secretário-geral do partido e a eleição dele para o órgão é comentada nos bastidores desde o final de 2022, após o segundo turno das eleições. Esse é o primeiro cargo exercido pelo ex-gestor desde então.
“Com a experiência que acumulei ao longo de todos esses anos na vida pública, assumo esse novo desafio de presidir a Fundação Índigo para contribuir com a discussão do futuro do país. Vamos percorrer o Brasil, construir uma agenda propositiva e debater os temas mais relevantes com todos os segmentos da sociedade, sempre de olho na importância de formar jovens líderes para oxigenar a política brasileira”, destacou durante a reunião. ACM Neto vai suceder o deputado federal Mendonça Filho (PE), que comandou a fundação ao longo do último ano.
“Na minha gestão, a Fundação vai ser o reflexo da visão aspiracional que nós temos para o Brasil”, acrescentou ACM Neto.
A posse da nova gestão será realizada na próxima semana, em Brasília. ACM Neto vai exercer mandato de três anos à frente do Instituto Índigo, desempenhando o cargo de Presidente até o final de abril de 2026.
FUNDAÇÃO
A Fundação Instituto Índigo é o braço de formação, estudos e pesquisas sobre políticas públicas e governança do União Brasil. O foco é a preparação de novos líderes políticos, gestores públicos e cidadãos capazes de exercer uma visão crítica do mundo e criar soluções para os desafios da sociedade.