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Em uma reunião fechada ocorrida nesta terça-feira (26), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), manifestou insatisfação com o presidente do seu partido, ACM Neto (BA), expôs a dificuldade interna da legenda em se unir em torno de seu candidato à sua vaga, Baleia Rossi (MDB-SP), e chegou a dizer que o DEM corre o risco de ganhar um apelido dado por adversários ao PT no passado, o “partido da boquinha”.
A reunião ocorreu pela manhã, no Palácio da Cidade, sede da Prefeitura do Rio de Janeiro, e teve a presença do prefeito Eduardo Paes (DEM) e de deputados federais de vários partidos, da esquerda e da direita.
Maia tenta emplacar Baleia como seu sucessor, mas enfrenta o favoritismo, até agora, de Arthur Lira (PP-AL), candidato apoiado por Jair Bolsonaro (sem partido) e que vem conseguindo apoio público inclusive de deputados do DEM.
A eleição para a renovação do comando da Câmara ocorrerá no dia 1º de fevereiro, às 22h.
De acordo com relatos obtidos pelo jornal Folha de S.Paulo, Maia demonstrou em sua fala na reunião insatisfação por ACM Neto não ter usado sua influência como presidente do partido e como ex-prefeito de Salvador para impedir as manifestações públicas de apoio a Lira por parte de integrantes do DEM da Bahia.
Ainda de acordo com esses relatos, o presidente da Câmara disse aos parlamentares ter telefonado para ACM Neto e dito que se o partido se render a cargos e emendas ao orçamento oferecidos pelo governo Bolsonaro e por Lira pode virar o “partido da boquinha”.
Maia confirmou à Folha ter usado a expressão “partido da boquinha”, mas disse que ela não foi uma crítica a ACM Neto.
“O que eu disse é que já tinha gente preocupada que o partido tivesse passando uma imagem de que estava negociando cargo e emenda por voto. Um amigo meu, que é admirador do DEM, falou isso. E eu alertei isso ao presidente do partido. E o Neto me garantiu que o partido vai ficar com o Baleia. E que vamos garantir o [apoio ao] bloco [de Baleia Rossi] e, depois do bloco, vamos garantir os votos do partido, mais de dois terços dos votos”, disse Maia.
A expressão foi usada em 1999 pelo então governador do Rio, Anthony Garotinho (PDT), que disse que o ex-aliado PT deveria mudar de nome no Rio, para PB (Partido da Boquinha). “Eles têm mais de 200 cargos no meu governo e estão querendo mais”, disse, à época.
Por ora o DEM está formalmente no bloco de apoio a Baleia, mas Lira tenta ampliar as dissidências para forçar o partido a migrar para o seu bloco. Um dos principais líderes da rebelião interna pró-Lira é Elmar Nascimento (BA), que tem indicado seu para a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) e que foi preterido por Maia na escolha do candidato à sua sucessão.
O DEM tem 29 dos 513 deputados. Para vencer a eleição, que é secreta, é preciso de mais da metade dos votos dos presentes.
A reunião desta terça evidencia uma crise na candidatura de Baleia, que tem buscado conter as dissdências em vários dos partidos que o apoiam. De acordo com a avaliação feita por Maia na reunião, o apoio majoritário da esquerda está garantido ao emedebista. O problema, disse, está no próprio DEM e no PSDB do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Como mostrou o Painel, FHC disse em mensagem encaminhada para o grupo de WhatsApp da bancada que trair a decisão da legenda e votar em Lira é dar adeus às expectativas de ganhar a eleição presidencial de 2022. Isso porque, em sua análise, ninguém confiaria mais na palavra dos tucanos. O PSDB tem 33 deputados.
Expoentes da ala que liderou a renovação do DEM (ex-PFL) após o declínio político de figuras como Jorge Bornhausen e Antonio Carlos Magalhães, avô do atual presidente da sigla, ACM Neto e Maia sempre atuaram unidos politicamente.
Nos bastidores, ACM e seus aliados mais próximos têm dito que não interferiram explicitamente para barrar o anúncio público de traições no partido com o objetivo de não prejudicar a candidatura à presidência do Senado de Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que tem o apoio do atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e de Bolsonaro. Segundo essa tese, o governo e o PP poderiam retaliar Pacheco caso houvesse interferência de ACM.
Maia afirmou ainda na reunião desta terça que o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), cassado em 2016 e hoje em prisão domiciliar, está atuando em favor da candidatura de Lira.
Maia foi aliado de Cunha até 2016, mas se afastou após ser preterido pelo emedebista na indicação para o cargo de líder do governo na Câmara, na ocasião. Lira também foi aliado próximo de Cunha no período em que o emedebista comandou a Casa.
A disputa pela presidência da Câmara tem movimentado intensamente o mundo político, pois o resultado do próximo dia 1º terá o poder de moldar de forma expressiva o cenário político futuro.
Além de definir qual é a pauta de votações, o presidente da Câmara é o segundo na linha sucessória da Presidência da República e, entre seus poderes, tem nas mãos a responsabilidade de definir monocraticamente se dá ou não sequência a um pedido de impeachment contra o chefe do Executivo (há, hoje, 56 deles aguardando análise).
Maia irá encerrar um período de quatro anos e meio como presidente da Câmara, tendo derrotado o centrão em duas das três eleições de que participou. Na última ele teve o apoio do grupo. Atualmente, o deputado tem adotado uma linha de forte oposição a Bolsonaro. Caso Lira vença, o presidente da República terá, pelo menos nesse início, um aliado no comando da Câmara.Fonte: AGazetaBahia.com
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O presidente do DEM, ACM Neto, avalia que 2021 será um ano muito difícil. Prestes a terminar o segundo mandato na prefeitura de Salvador, Neto prevê problemas para o presidente Jair Bolsonaro se ele não aposentar o tom de confronto nem reorganizar a articulação política com o Congresso. “Bolsonaro vai perder se apostar no radicalismo”, diz. “O Centrão, sozinho, não tem voto para entregar ao governo”.

O DEM comanda hoje a presidência da Câmara, com Rodrigo Maia (RJ), e do Senado, com Davi Alcolumbre (AP) e aguarda um veredito do Supremo Tribunal Federal sobre a possibilidade de reeleição da cúpula do Congresso. O adversário da vez é o deputado Arthur Lira (Progressistas-AL), chefe do Centrão e candidato à cadeira de Maia. Defensor de uma aliança de partidos de centro e centro-direita na disputa presidencial de 2022, Neto avalia que o apresentador de TV Luciano Huck pode ser “um bom quadro” para um projeto futuro e nega acordo para apoiar o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ao Planalto. “O DEM não está fechado com Doria nem com Huck nem com ninguém”.

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O prefeito de Salvador e presidente do DEM, ACM Neto, está avaliando se apoiará novamente o atual presidente da República Jair Bolsonaro nas próximas eleições presidenciais, que acontecerão em 2022. De acordo com ele, a decisão será feita a partir da observação de como ele guiará seu governo a partir de agora. “O partido caminhará numa linha de buscar uma candidatura de bom senso, de equilíbrio, de construção nacional”, declara em entrevista ao jornal O Globo.

Neto afirma que o Bolsonaro “dos extremos” não tem o apoio do partido por enquanto, mas, por não saber a condução que ele dará ao governo nos próximos anos, não acha que a primeira metade do mandato seja suficiente para uma decisão final. “Vai que ele surpreende e dá uma guinada no governo dele, buscando o equilíbrio, buscando o bom-senso, o diálogo e deixando de lado essas questões de extremos. Não estaria fechado a conversar com ele se essa fosse uma linha possível”, diz.

Para o presidente do DEM, o que mais implica na desaprovação atual do governo Bolsonaro é o seu “negacionismo em relação à pandemia” e distanciamento de políticas de sustentabilidade, já que, de acordo com ele, o partido é “favorável à preservação do meio ambiente”. Por outro lado, afirma que há pontos que os aproximam, como “os relacionados à agenda econômica”, conta. *Infosaf.com

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Vitória da Conquista recebeu as duas principais autoridades políticas baianas nesta sexta-feira (20).

Enquanto o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) veio apoiar a campanha à reeleição de Herzem Gusmão (MDB), o governador da Bahia Rui Costa (PT) veio prestigiar Zé Raimundo (PT) na disputa.

As visitas e o resultado da eleição do próximo dia 29 já são considerados ensaios para a disputa pelo Governo do Estado em 2020.

O prefeito de Salvador é o principal nome de oposição aos petistas, que devem tentar promover a volta de Jaques Wagner. A disputa do segundo turno promete ser acirrada, já que no primeiro turno Zé Raimundo teve pouco menos de 3 mil votos de vantagem sobre Herzem.

Com a eleição definida em Salvador o prefeito eleito Bruno Reios (DEM) também desembarcou na cidade ao lado do atual prefeito para apoiar Herzem. “Estou aqui para dizer que Conquista não pode recuar, não pode retroceder. Tem que avançar, olhar para frente. E tenho certeza, pela experiência que adquiriu nesses quatro anos, pelos projetos que estão em andamento, pela capacidade administrativa, o melhor para Vitória da Conquista é Herzem. Com Herzem reeleito, vamos ter uma Conquista muito melhor!”, afirmou Bruno Reis.

Já ACM Neto disse que o Estado inteiro está de olho no segundo turno na cidade e que acredita na eleição de Herzem. “Conquista é uma cidade muito importante para o futuro da Bahia e é por isso que estamos aqui para reforçar esse apoio a Herzem. Tenho certeza que o povo de Conquista vai votar 15, vai eleger Herzem, no dia 29 de novembro, para garantir que o futuro dessa cidade continue em boas mãos”, declarou Neto.

Do outro lado da disputa, Zé Raimundo participou de uma entrevista coletiva com Rui Costa. O governador criticou a forma com o atual prefeito conduz a administração do município e reforçou seu apoio ao correligionário. “É decidir entre quem colocou suas preferências pessoais e seus interesses políticos, quem não dialogou com ninguém a favor da cidade, e a outra opção é um professor, que dialogou com todo mundo e quer colocar como prioridade absoluta o povo de Vitória da Conquista”.

Rui também participou de uma carreata ao lado de Zé Raimundo e sua candidata a vice-prefeita Luciana. Eles circularam o entorno da Praça Sá Barreto na carroceria de uma caminhonete, de onde acenaram para os eleitores. Antes, Zé Raimundo ainda concedeu entrevista ao jornal Bahia Meio Dia da TV Sudoeste. *Agencia Sertão.

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Salvador pode ter acesso à vacina da empresa chinesa Sinovac Biotech contra a Covid-19, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo. Esse foi o desejo manifestado hoje (14) pelo prefeito ACM Neto, que se reuniu com o governador de São Paulo, João Dória, para tratar do assunto. A expectativa do governo paulista é que a população comece a ser vacinada ainda em dezembro deste ano.

“Expressei ao governador João Dória o desejo que Salvador tem de participar desse movimento em parceria com o estado de São Paulo. Vim à capital paulista justamente para conhecer o estágio em que esse processo se encontra. Assim que houver o registro, queremos disponibilizar doses dessa vacina para os soteropolitanos rapidamente”, declarou ACM Neto.

A vacina tem se mostrado segura até agora, sem registro de efeitos colaterais graves nos testes realizados, inclusive entre os idosos. ACM Neto tem dito que a capital baiana só voltará à normalidade quando a população for imunizada.

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No programa Redação Brasil desta segunda-feira (21), o Jornalista Deusdete Dias, em seu editorial, destacou a resposta do prefeito ACM Neto às críticas feitas pelo presidente nacional do PTB e ex deputado Roberto Jefferson.

O caso, que ganhou repercussão em todo o estado mostra, mais uma vez, o destempero e despreparo do ex-deputado com suas relações políticas e revela um pouco mais seu caráter.

“E ainda queriam fazer homenagem a este senhor aqui em Vitória da Conquista”. Destaca Deusdete Dias.

Confira o editorial do Redação Brasil com Deusdete Dias

Matéria do Bahia Noticias 

ACM Neto rebate ofensas de Roberto Jefferson: ‘Vindo dele, considero elogio’

 

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O prefeito ACM Neto disse hoje (10), que a liberação das praias de Salvador deve ser feita por meio de um sistema de fases. A princípio, somente alguns trechos da orla devem abrir para acesso de banhistas.

“Nós vamos provavelmente fazer um faseamento do retorno das praias. Estamos analisando algumas delas que poderiam voltar, provavelmente com funcionamento autorizado apenas durante a semana, de segunda a sexta, para a prática de atividades esportivas e banho de mar, excluindo a possibilidade de exploração econômica ou de permanência na praia na extensão da areia, com o sombreiro, o isopor com cerveja e etc.”, explicou o prefeito.

Neto ainda disse que vai anunciar novas flexibilizações entre amanhã (11) e segunda (14), mas que não pretende incluir as praias ainda nesta rodada de alterações. “Ainda não há uma data certa. Estamos estudando com a Guarda Civil, mas ainda não deve ocorrer no próximo anúncio”, disse ele.

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Com a celebração dos 198 anos da Independência do Brasil neste segunda-feira (7), políticos compartilharam mensagens em reverência à data nas redes sociais. Neste ano, os tradicionais desfiles foram suspensos para evitar aglomerações em meio à pandemia do novo coronavírus.

No Twitter, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), disse esperar que o momento faça a população refletir sobre o país que se deseja. “Eu acredito em um Brasil independente, respeitado, livre de ódio, rancor e preconceito. Um país verdadeiramente democrático, onde possamos conviver com as diversas religiões, culturas e preferências políticas. É o respeito ao contraditório”, pregou o petista.

 

Já o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), destacou as qualidades do povo brasileiro, que chamou de “heróico e gigante pela própria natureza”, em referência ao hino nacional. “Nesse 7 de Setembro, a minha homenagem é para os brasileiros que enfrentaram dias difíceis, para os 126 mil mortos pela Covid e para os que continuam fortes diante desse inimigo invisível”, compartilhou, ressaltando ainda que 2020 não tem sido um ano fácil.

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O prefeito ACM Neto (DEM) negou nesta terça-feira (18), ter se reunido com empresários da área de entretenimento e adiado para julho de 2021 a realização do Carnaval de Salvador. Ao chamar o que foi publicado por alguns veículos locais de “fake news”, ele cogitou a hipótese de suspender a festa em razão da pandemia de Covid-19. O anúncio sobre qualquer decisão, no entanto, deverá ser feito nos próximos dias.

“Isso é fake, sim. Não teve reunião. A última reunião que eu tive para tratar de Carnaval tem duas ou três semanas com os empresários. É muito provável, sim, que nós anunciemos nos próximos dias a suspensão do Carnaval de Salvador, porém isso ainda não está oficializado”, disse numa coletiva pela manhã.

Na entrevista, o prefeito soteropolitano disse que vem mantendo diálogo com gestores de outras capitais a fim de definir uma possível data para que a folia momesca ocorra ainda no ano que vem. “Já existem discussões mais concretas a respeito dessas datas. Mas, até o momento que haja uma definição final, eu não posso oficializar nada”, afirmou ACM Neto. De acordo com o chefe do Executivo municipal, o decisão a respeito do evento carnavalesco será tomada assim que a prefeitura definir qual será o formato da festa de Réveillon.

“Eu, na verdade, quero fazer coisas casadas. Eu tenho que falar do Réveillon. Nós não vamos fazer o Festival da Virada nos moldes tradicionais. Essa hipótese está descartada. Mas nós vamos apresentar um novo produto para a virada de ano em Salvador. Eu devo fechar ao longo dessa semana. Então, assim que eu conseguir fechar esse novo produto para a virada de ano e fazer as últimas conversas para o Carnaval, eu vou comunicar a vocês”, afirmou. Bahia.Ba

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O prefeito ACM Neto (DEM) comemorou a aprovação na Câmara da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que renova o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). A PEC, que garante que o Fundeb não seja extinto neste ano, seguirá para apreciação no Senado.

“O Poder Legislativo assumiu a liderança desse debate, assim como essa foi uma pauta que emergiu do Congresso e foi priorizada pelos parlamentares. Mostra que o Brasil avança em termos de maturidade, de consciência”, analisou o prefeito em coletiva de imprensa para anunciar medidas restritivas em novos bairros de Salvador na manhã desta quarta-feira (22).

Inicialmente, a votação estava prevista para segunda (20), mas acabou sendo adiada por falta de acordo. A proposta da relatora, deputada Dorinha Seabra (DEM-TO), aumentou progressivamente a participação da União no fundo – atualmente, a União colabora com 10% dos investimentos do fundo e a PEC prevê uma elevação para 23% até 2026. Mas o governo Jair Bolsonaro conseguiu alterar alguns pontos do texto, a exemplo do ritmo de aumento da verba federal e também a destinação dos recursos ao longo dos próximos cinco anos. O Fundeb, cuja verba é usada para custear salários de professores e reformas de escolas, é formado por impostos estaduais, municipais e federais.

Com a aprovação na terça (21), Neto diz esperar que o projeto seja aplicado “o quanto antes em todo o país”. “Não há outro caminho que não seja o investimento em educação”, destacou. Com informações do Bahia Notícias.

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