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Presidente nacional do Democratas, ACM Neto lamentou neste domingo (16) o falecimento de Bruno Covas, prefeito de São Paulo.
“É muito triste ver o país ter que se despedir tão cedo de uma jovem liderança com a vocação pública de Bruno Covas. Político da minha geração, sei que ainda tinha muito a contribuir com São Paulo e com o Brasil”, afirmou o ex-prefeito de Salvador.
“Vamos continuar aqui com muita força, foco e fé, mas também com saudades de você, amigo Bruno. Um exemplo de político que deixou a marca do seu trabalho, perseverança, compromisso com a vida pública, e sempre leal com todos que tiveram o privilégio de sua convivência. Neste momento de profunda tristeza, quero prestar minha solidariedade aos familiares e amigos de Bruno Covas. Que Deus conforte a todos”, concluiu ACM Neto.

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As questões políticas à nível estadual e municipal, além das novas conjeturas que envolvem os políticos baianos foram destaque mais uma vez no programa Redação Brasil desta sexta-feira (14).

Dessa vez, os comunicadores Ricardo Gordo e Deusdete Dias falaram sobre as mudanças partidárias que envolvem as eleições de 2022.

Confira a reportagem:

 

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Nada mudou na relação entre o ministro da Cidadania, João Roma, e o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM). Eles romperam a amizade de mais de 20 anos depois que Roma aceitou o convite para ser ministro do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mesmo sob protestos de Neto, seu padrinho político.

Entrevistado do programa “Isso é Bahia”, parceria da rádio A Tarde FM com o Bahia Notícias, o ex-prefeito destacou que esse “é um assunto superado”quando questionado sobre a relação dos dois. “O que tinha para falar desse movimento de João Roma, eu falei no dia que João foi escolhido pelo presidente”, pontuou.

 

Na ocasião, Neto usou as redes sociais para dizer que considerava “lamentável” a decisão de Roma porque, na avaliação dele, “desconsidera a relação política e a amizade pessoal” que os dois construíram “ao longo de toda a vida”.

 

O ex-prefeito não queria que seu ex-chefe de gabinete assumisse o cargo para que a indicação não fosse vinculada a ele. Dias antes, Neto já havia dito que o DEM não descartaria a possibilidade de estar ao lado de Bolsonaro na eleição presidencial de 2022.

 

Além disso, como presidente nacional do Democratas, o ex-prefeito liberou a bancada do partido para votar de forma livre na eleição para a Presidência da Câmara. Esse movimento favoreceu o candidato Arthur Lira (PP-AL), nome do Palácio do Planalto na disputa e opositor de Baleia Rossi (MDB-SP), escolha do então presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), à sucessão.

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O presidente nacional do Democratas, ACM Neto, criticou hoje (26) o ataque feito pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à repórter Driele Veiga, da TV Aratu. Durante solenidade de inauguração de trecho duplicado da BR-101, em Conceição do Jacuípe, na região de Feira de Santana, o presidente, contrariado com uma pergunta, chamou a jornalista de “idiota”.

“Quero me solidarizar com a jornalista Driele Veiga, a quem conheço bem e sei da seriedade, competência e educação. É fundamental que, em uma democracia, o presidente da República compreenda e respeite o papel da imprensa”, disse Neto.

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O presidente nacional do Democratas, ACM Neto, e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta fizeram duras críticas contra o governo federal pelo atraso na vacinação contra a covid-19 no país e pela insistência no negacionismo, o que, na visão deles, tem afetado o combate ao coronavírus e pode provocar danos ainda maiores, principalmente neste momento em que a doença atinge seus maiores números em todo o Brasil.

As declarações ocorreram durante live de Neto com Mandetta pelo Instagram na noite desta terça-feira (2). A pauta principal foi a pandemia, que tem se agravado por todo o país e, inclusive, vitimou 1.726 pessoas nesta terça, o que representa o maior número diário de vidas perdidas de todo o período. A média de óbitos está acima dos 1.000 casos há mais de 40 dias.

Mandetta alertou para o risco de se ter uma “Manaus generalizada no Brasil”. “Tem a cepa nova, mas tem muito de comportamento. Estamos sem Ministério da Saúde, do mesmo modo que não temos perspectiva de vacina. Assim como o Ministério da Saúde não ter uma campanha de rede nacional dizendo ‘para, não faça aglomeração, use máscara, faça distanciamento’. Mas tem posição contrária”, disse o ex-ministro.

Ele lembrou também que o Brasil ficou de fora da primeira leva de vacinas entregues pela Covax, a aliança mundial criada para garantir uma distribuição de doses aos países em desenvolvimento. “O Brasil poderia ter pedido 50%, pediu 10% (em relação à cota da Covax). O Brasil não resolveu a parte da burocracia. São 8 meses desde que assinamos a cota do Covax”, criticou.

ACM Neto destacou que o Brasil perdeu muito tempo discutindo ciência x economia. Ele pregou a necessidade de uma união nacional e criticou a falta de liderança no país. “Num momento como esse, é deixar a divergência de lado, todo mundo tem que dar as mãos. Agora, não interessa se é de direita ou de esquerda. Quando olhamos os países que estão conseguindo superar isso com menos traumas, são nações que têm liderança. Israel, Reino Unido, EUA, com Biden, ou mesmo com o Chile, que já tem quase 16% da população imunizada. Percebemos o Brasil atrasado no processo de vacinação”, afirmou.

Ele defendeu que prefeitos e governadores possam comprar vacinas. “Na prática nenhuma prefeitura nem governo conseguiu concretizar a compra de vacinas. Se a Pfizer fez um protocolo que o governo federal não acha adequado, deixa prefeitos e governadores comprarem. A única solução é a vacina”, reforçou, enfatizando, ainda, que o momento não permite o retorno das aulas. “Em sã consciência, neste momento, não pode ter prefeito e governador que autorize a retomada das aulas”.

Mandetta ainda considerou uma “bobagem absurda” de que todo mundo pegar a doença e, assim, se terá uma imunidade de rebanho. “Vai ser uma tragédia monumental. A velocidade do vírus é maior. O vírus está entrando na faixa etária mais baixa. Essa doença é uma roleta russa. De março a abril vamos conviver com esses números, que já não são bons, com tendência de piora”, disse.

Ele ainda considerou uma “agressão” do governo Bolsonaro com os governadores a divulgação de valores repassados aos estados, mas sem contextualização. A grande maioria dos recursos, na verdade, era proveniente de repasses constitucionais. “Fiquei impressionado com a agressão com governadores”, frisou. “A gente poderia ter evitado muito do que perdemos se tivesse uma união nacional. Se não puder curar, controle. Se não puder curar e controlar, conforte. O governo propôs uma cura equivocada, apostou na falta de controle e não deu conforto às famílias”, criticou.

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Em uma reunião fechada ocorrida nesta terça-feira (26), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), manifestou insatisfação com o presidente do seu partido, ACM Neto (BA), expôs a dificuldade interna da legenda em se unir em torno de seu candidato à sua vaga, Baleia Rossi (MDB-SP), e chegou a dizer que o DEM corre o risco de ganhar um apelido dado por adversários ao PT no passado, o “partido da boquinha”.
A reunião ocorreu pela manhã, no Palácio da Cidade, sede da Prefeitura do Rio de Janeiro, e teve a presença do prefeito Eduardo Paes (DEM) e de deputados federais de vários partidos, da esquerda e da direita.
Maia tenta emplacar Baleia como seu sucessor, mas enfrenta o favoritismo, até agora, de Arthur Lira (PP-AL), candidato apoiado por Jair Bolsonaro (sem partido) e que vem conseguindo apoio público inclusive de deputados do DEM.
A eleição para a renovação do comando da Câmara ocorrerá no dia 1º de fevereiro, às 22h.
De acordo com relatos obtidos pelo jornal Folha de S.Paulo, Maia demonstrou em sua fala na reunião insatisfação por ACM Neto não ter usado sua influência como presidente do partido e como ex-prefeito de Salvador para impedir as manifestações públicas de apoio a Lira por parte de integrantes do DEM da Bahia.
Ainda de acordo com esses relatos, o presidente da Câmara disse aos parlamentares ter telefonado para ACM Neto e dito que se o partido se render a cargos e emendas ao orçamento oferecidos pelo governo Bolsonaro e por Lira pode virar o “partido da boquinha”.
Maia confirmou à Folha ter usado a expressão “partido da boquinha”, mas disse que ela não foi uma crítica a ACM Neto.
“O que eu disse é que já tinha gente preocupada que o partido tivesse passando uma imagem de que estava negociando cargo e emenda por voto. Um amigo meu, que é admirador do DEM, falou isso. E eu alertei isso ao presidente do partido. E o Neto me garantiu que o partido vai ficar com o Baleia. E que vamos garantir o [apoio ao] bloco [de Baleia Rossi] e, depois do bloco, vamos garantir os votos do partido, mais de dois terços dos votos”, disse Maia.
A expressão foi usada em 1999 pelo então governador do Rio, Anthony Garotinho (PDT), que disse que o ex-aliado PT deveria mudar de nome no Rio, para PB (Partido da Boquinha). “Eles têm mais de 200 cargos no meu governo e estão querendo mais”, disse, à época.
Por ora o DEM está formalmente no bloco de apoio a Baleia, mas Lira tenta ampliar as dissidências para forçar o partido a migrar para o seu bloco. Um dos principais líderes da rebelião interna pró-Lira é Elmar Nascimento (BA), que tem indicado seu para a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) e que foi preterido por Maia na escolha do candidato à sua sucessão.
O DEM tem 29 dos 513 deputados. Para vencer a eleição, que é secreta, é preciso de mais da metade dos votos dos presentes.
A reunião desta terça evidencia uma crise na candidatura de Baleia, que tem buscado conter as dissdências em vários dos partidos que o apoiam. De acordo com a avaliação feita por Maia na reunião, o apoio majoritário da esquerda está garantido ao emedebista. O problema, disse, está no próprio DEM e no PSDB do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Como mostrou o Painel, FHC disse em mensagem encaminhada para o grupo de WhatsApp da bancada que trair a decisão da legenda e votar em Lira é dar adeus às expectativas de ganhar a eleição presidencial de 2022. Isso porque, em sua análise, ninguém confiaria mais na palavra dos tucanos. O PSDB tem 33 deputados.
Expoentes da ala que liderou a renovação do DEM (ex-PFL) após o declínio político de figuras como Jorge Bornhausen e Antonio Carlos Magalhães, avô do atual presidente da sigla, ACM Neto e Maia sempre atuaram unidos politicamente.
Nos bastidores, ACM e seus aliados mais próximos têm dito que não interferiram explicitamente para barrar o anúncio público de traições no partido com o objetivo de não prejudicar a candidatura à presidência do Senado de Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que tem o apoio do atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e de Bolsonaro. Segundo essa tese, o governo e o PP poderiam retaliar Pacheco caso houvesse interferência de ACM.
Maia afirmou ainda na reunião desta terça que o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), cassado em 2016 e hoje em prisão domiciliar, está atuando em favor da candidatura de Lira.
Maia foi aliado de Cunha até 2016, mas se afastou após ser preterido pelo emedebista na indicação para o cargo de líder do governo na Câmara, na ocasião. Lira também foi aliado próximo de Cunha no período em que o emedebista comandou a Casa.
A disputa pela presidência da Câmara tem movimentado intensamente o mundo político, pois o resultado do próximo dia 1º terá o poder de moldar de forma expressiva o cenário político futuro.
Além de definir qual é a pauta de votações, o presidente da Câmara é o segundo na linha sucessória da Presidência da República e, entre seus poderes, tem nas mãos a responsabilidade de definir monocraticamente se dá ou não sequência a um pedido de impeachment contra o chefe do Executivo (há, hoje, 56 deles aguardando análise).
Maia irá encerrar um período de quatro anos e meio como presidente da Câmara, tendo derrotado o centrão em duas das três eleições de que participou. Na última ele teve o apoio do grupo. Atualmente, o deputado tem adotado uma linha de forte oposição a Bolsonaro. Caso Lira vença, o presidente da República terá, pelo menos nesse início, um aliado no comando da Câmara.Fonte: AGazetaBahia.com
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O presidente do DEM, ACM Neto, avalia que 2021 será um ano muito difícil. Prestes a terminar o segundo mandato na prefeitura de Salvador, Neto prevê problemas para o presidente Jair Bolsonaro se ele não aposentar o tom de confronto nem reorganizar a articulação política com o Congresso. “Bolsonaro vai perder se apostar no radicalismo”, diz. “O Centrão, sozinho, não tem voto para entregar ao governo”.

O DEM comanda hoje a presidência da Câmara, com Rodrigo Maia (RJ), e do Senado, com Davi Alcolumbre (AP) e aguarda um veredito do Supremo Tribunal Federal sobre a possibilidade de reeleição da cúpula do Congresso. O adversário da vez é o deputado Arthur Lira (Progressistas-AL), chefe do Centrão e candidato à cadeira de Maia. Defensor de uma aliança de partidos de centro e centro-direita na disputa presidencial de 2022, Neto avalia que o apresentador de TV Luciano Huck pode ser “um bom quadro” para um projeto futuro e nega acordo para apoiar o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ao Planalto. “O DEM não está fechado com Doria nem com Huck nem com ninguém”.

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O prefeito de Salvador e presidente do DEM, ACM Neto, está avaliando se apoiará novamente o atual presidente da República Jair Bolsonaro nas próximas eleições presidenciais, que acontecerão em 2022. De acordo com ele, a decisão será feita a partir da observação de como ele guiará seu governo a partir de agora. “O partido caminhará numa linha de buscar uma candidatura de bom senso, de equilíbrio, de construção nacional”, declara em entrevista ao jornal O Globo.

Neto afirma que o Bolsonaro “dos extremos” não tem o apoio do partido por enquanto, mas, por não saber a condução que ele dará ao governo nos próximos anos, não acha que a primeira metade do mandato seja suficiente para uma decisão final. “Vai que ele surpreende e dá uma guinada no governo dele, buscando o equilíbrio, buscando o bom-senso, o diálogo e deixando de lado essas questões de extremos. Não estaria fechado a conversar com ele se essa fosse uma linha possível”, diz.

Para o presidente do DEM, o que mais implica na desaprovação atual do governo Bolsonaro é o seu “negacionismo em relação à pandemia” e distanciamento de políticas de sustentabilidade, já que, de acordo com ele, o partido é “favorável à preservação do meio ambiente”. Por outro lado, afirma que há pontos que os aproximam, como “os relacionados à agenda econômica”, conta. *Infosaf.com

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Vitória da Conquista recebeu as duas principais autoridades políticas baianas nesta sexta-feira (20).

Enquanto o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) veio apoiar a campanha à reeleição de Herzem Gusmão (MDB), o governador da Bahia Rui Costa (PT) veio prestigiar Zé Raimundo (PT) na disputa.

As visitas e o resultado da eleição do próximo dia 29 já são considerados ensaios para a disputa pelo Governo do Estado em 2020.

O prefeito de Salvador é o principal nome de oposição aos petistas, que devem tentar promover a volta de Jaques Wagner. A disputa do segundo turno promete ser acirrada, já que no primeiro turno Zé Raimundo teve pouco menos de 3 mil votos de vantagem sobre Herzem.

Com a eleição definida em Salvador o prefeito eleito Bruno Reios (DEM) também desembarcou na cidade ao lado do atual prefeito para apoiar Herzem. “Estou aqui para dizer que Conquista não pode recuar, não pode retroceder. Tem que avançar, olhar para frente. E tenho certeza, pela experiência que adquiriu nesses quatro anos, pelos projetos que estão em andamento, pela capacidade administrativa, o melhor para Vitória da Conquista é Herzem. Com Herzem reeleito, vamos ter uma Conquista muito melhor!”, afirmou Bruno Reis.

Já ACM Neto disse que o Estado inteiro está de olho no segundo turno na cidade e que acredita na eleição de Herzem. “Conquista é uma cidade muito importante para o futuro da Bahia e é por isso que estamos aqui para reforçar esse apoio a Herzem. Tenho certeza que o povo de Conquista vai votar 15, vai eleger Herzem, no dia 29 de novembro, para garantir que o futuro dessa cidade continue em boas mãos”, declarou Neto.

Do outro lado da disputa, Zé Raimundo participou de uma entrevista coletiva com Rui Costa. O governador criticou a forma com o atual prefeito conduz a administração do município e reforçou seu apoio ao correligionário. “É decidir entre quem colocou suas preferências pessoais e seus interesses políticos, quem não dialogou com ninguém a favor da cidade, e a outra opção é um professor, que dialogou com todo mundo e quer colocar como prioridade absoluta o povo de Vitória da Conquista”.

Rui também participou de uma carreata ao lado de Zé Raimundo e sua candidata a vice-prefeita Luciana. Eles circularam o entorno da Praça Sá Barreto na carroceria de uma caminhonete, de onde acenaram para os eleitores. Antes, Zé Raimundo ainda concedeu entrevista ao jornal Bahia Meio Dia da TV Sudoeste. *Agencia Sertão.

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Salvador pode ter acesso à vacina da empresa chinesa Sinovac Biotech contra a Covid-19, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo. Esse foi o desejo manifestado hoje (14) pelo prefeito ACM Neto, que se reuniu com o governador de São Paulo, João Dória, para tratar do assunto. A expectativa do governo paulista é que a população comece a ser vacinada ainda em dezembro deste ano.

“Expressei ao governador João Dória o desejo que Salvador tem de participar desse movimento em parceria com o estado de São Paulo. Vim à capital paulista justamente para conhecer o estágio em que esse processo se encontra. Assim que houver o registro, queremos disponibilizar doses dessa vacina para os soteropolitanos rapidamente”, declarou ACM Neto.

A vacina tem se mostrado segura até agora, sem registro de efeitos colaterais graves nos testes realizados, inclusive entre os idosos. ACM Neto tem dito que a capital baiana só voltará à normalidade quando a população for imunizada.

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