A Bahia se mantém livre da febre aftosa há vinte e quatro anos, através de duas etapas de vacinação anual. Em 2021, a primeira etapa de vacinação começa neste próximo sábado (01).
O diretor-geral da ADAB/ Maurício Bacelar, alerta que os produtores que não vacinarem os animais terão as propriedades interditadas e serão multados.
A campanha vai até o dia trinta e um de maio e é destinada aos bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias. A previsão é imunizar cerca de dez milhões de animais. O diretor-geral da ADAB ressalta que é preciso declarar a imunização do rebanho.
OUÇA:
Através da ação do Núcleo de Inteligência da ADAB (Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia), a autarquia flagrou, nesta quarta-feira (30), cinco caminhões carregados de gado na área rural do município de Tanhaçu. Dois deles conseguiram driblar a fiscalização e três foram interceptados evidenciando a utilização de GTA (Guia de Trânsito Animal) falsificada. A irregularidade está sendo monitorada por um grupo capitaneado pela agência que visa identificar e punir os envolvidos que têm atuado no “esquente” de guias frias em diversas regiões da Bahia. Os agentes cruzavam os dados de geração das guias com a circulação clandestina dos bovinos e seguiam para averiguação em uma fazenda no distrito de Sussuarana, quando encontraram os caminhões e efetuaram o flagrante. Como não ficou comprovada a origem do gado, na manhã de hoje (01), 105 bovinos foram levados ao abate no matadouro frigorífico de Brumado, protocolo sanitário adotado como forma de evitar a introdução e disseminação de diversas doenças em território baiano.
Dois outros caminhões carregados de gado continuam em Brumado, sob guarda da ADAB, até que seja apurada a veracidade das informações em relação à propriedade dos animais. Caso as guias não sejam verídicas, os 70 bovinos, também com idade em torno de 12 meses, serão sacrificados. “Os fatos nos levam a crer que se trata de uma quadrilha especializada para circular com guias falsificadas ou sem as GTAs, que se constituem em documento indispensável para sabermos dados sobre origem, vacinação e sanidade dos animais Sem isso, a sanidade de nossos rebanhos estará em risco”, diz o diretor-geral da ADAB, Maurício Bacelar.
Esquema prejudicado
A equipe tem rastreado a circulação de animais em movimentações suspeitas entre os municípios do oeste com a divisa de Goiás e Tocantins com cidades do Território do Sertão Produtivo, e também na divisa com Minas Gerais.
As ações incluem a vigilância em propriedades que participam de esquemas ilícitos de geração de estoque fictício de gado (boi de papel), e também em propriedades que recebem esse gado acompanhado com as GTAs frias, ou seja, animais de origem desconhecida.
Os envolvidos no comércio de gado clandestino na Bahia tiveram, somente esta semana, um prejuízo estimado em R$ 260 mil com o abate dos bovinos e o valor poderá ultrapassar R$ 400 mil, caso os outros 70 animais sejam sacrificados.
Funcionário afastado
“Apuramos incompatibilidade entre rota percorrida e a suposta propriedade de origem informada na GTA e também no local de emissão da guia, o que levou a equipe de inteligência a suspeitar da fraude. Em seguida, confirmamos que o gado, de fato, não havia saído da propriedade informada na GTA e que o cadastro localizado em Jaborandi, havia sido utilizado por terceiros, sem conhecimento do proprietário. Em alguns casos, é identificado o envolvimento de servidores dos escritórios da ADAB nos esquemas fraudulentos, levando ao seu afastamento imediato das funções e instauração de Processo Administrativo Disciplinar. Durante a operação desta semana, um servidor cedido por uma prefeitura da região foi afastado até a conclusão das apurações”, relata o coordenador do Núcleo de Suporte ao Cadastro Pecuário da agência, Antônio Maia.
As investigações vão continuar para identificar possíveis novas ramificações do crime. “Esse flagrante nos motiva a prosseguir com a operação de inteligência no combate à contravenção e desarticulação do modus operandi de grupos bem organizados, que inclui também auditoria em alguns de nossos escritórios. Certamente todos os envolvidos serão penalizados, podendo responder por crime de estelionato e formação de quadrilha”, ressalta Maurício Bacelar.
Algumas encomendas contendo sementes chegaram pelos Correios sem que o destinatário houvesse solicitado e as embalagens estão sendo tratadas como um mistério a ser desvendado em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso do Sul. Para afastar os riscos que ainda são imensuráveis, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), em parceria com a Superintendência Regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) alerta ao público sobre a importância do não aproveitamento das embalagens misteriosas, que não devem ser abertas ou jogadas no lixo, mas encaminhadas imediatamente aos órgãos competentes para passar por perícia.
As embalagens surgem com selos da China, porém o governo daquele país nega qualquer envio. De acordo com o diretor-geral da ADAB, Maurício Bacelar, “não há informações seguras da origem dos envelopes que podem estar trazendo sementes de plantas exóticas com o intuito de decorar os ambientes de forma promocional junto ou não com compras realizadas pela internet como se fossem brindes, e elas podem ser um grande perigo à saúde pública e à agricultura do nosso estado”. A investigação está em andamento nos quatro estados onde foram entregues as encomendas.
Algumas encomendas contendo sementes chegaram pelos Correios sem que o destinatário houvesse solicitado e as embalagens estão sendo tratadas como um mistério a ser desvendado em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso do Sul. Para afastar os riscos que ainda são imensuráveis, a ADAB (Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia), autarquia responsável pela fiscalização do trânsito, armazenamento e comercialização de sementes, mudas e plantas, em parceria com a Superintendência Regional do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) alerta ao público sobre a importância do não aproveitamento das embalagens misteriosas, que não devem ser abertas ou jogadas no lixo, mas encaminhadas imediatamente aos órgãos competentes para passar por perícia.
As embalagens surgem com selos da China porém o governo daquele país nega qualquer envio. “Não há informações seguras da origem dos envelopes que podem estar trazendo sementes de plantas exóticas com o intuito de decorar os ambientes de forma promocional junto ou não com compras realizadas pela internet como se fossem brindes, descritas como jóias, mas, ao mesmo tempo, pode ser um grande perigo à saúde pública e à agricultura do nosso estado”, frisa o diretor-geral da ADAB, Maurício Bacelar.
O sinal vermelho está por todo o Brasil e a vigilância sobre os envelopes é crescente também na Bahia, como explica o superintendente federal da Agricultura, Paulo Emílio Torres. “Os órgãos de defesa agropecuária estão em alerta para evitar o trânsito e plantio inadequado de mudas que não são certificadas e que poderão provocar grandes estragos. Pedimos que a população esteja vigilante e se reporte à ADAB ou à superintendência do Ministério no estado para que, rapidamente, possamos iniciar a análise do conteúdo das embalagens, em laboratório seguro e conveniado conosco, em todo o país os pacotes estão sendo periciados”.
A investigação está em andamento, nos quatro estados onde foram entregues as encomendas. “Como tudo ainda é uma incógnita, a preocupação com os pacotes passa ainda pelo receio que possam trazer doenças ou devastar plantações inteiras. Algumas pragas podem ser introduzidas na Bahia e provocar grandes prejuízos com a destruição de árvores adultas, causando desmatamento e prejuízos econômicos com destruição de pomares e ampliando o número de desempregados”, reforça Maurício.
Para garantir a segurança alimentar dos baianos, a ADAB (Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia) tem intensificado ações de fiscalização através de blitzes móveis e fixas por todo o estado, resultando em flagrantes situações de desrespeito às leis sanitárias que prezam pela inocuidade dos alimentos. No último final de semana, mais de 5 toneladas de carne foram apreendidas, em função do transporte inadequado, falta de documentação e temperatura dos produtos muito acima do padrão permitido.
No Extremos Sul baiano os fiscais apreenderam quase 2 toneladas de carne bovina em açougues e mercados “Produtos sem inspeção representam grande risco à saúde pública e cada vez mais a sociedade precisa estar vigilante”, frisa o diretor-geral da autarquia, Maurício Bacelar.
VEJA:
Durante os seis dias que a equipe esteve na região, foram visitados os municípios de Itabela, Guaratinga e Eunápolis. Na última localidade, uma surpresa deixou a equipe otimista. “Ficamos impactados com o que vimos, pois depois de muito rodar pela Bahia chegamos à uma cidade onde não registramos nenhuma ocorrência de carne de origem clandestina. É gratificante percebermos que nosso trabalho de fiscalização apresenta bons resultados”, diz o gerente da ADAB, Ednilton Brito.
Suporte à Vigilância
Já na região Sudoeste, a ADAB e a Polícia Militar realizaram ação conjunta em apoio à Vigilância Sanitária Municipal de Planalto, Encruzilhada e Itambé, após os municípios e a agência serem provocados pelo Ministério Público. “É grande a preocupação de órgãos sérios, comprometidos com o bem estar da população. As interdições foram realizadas pelas Vigilâncias Sanitárias e a agência colaborou com o suporte necessário no apoio tático para o cumprimeto da determinação do MP”, completa Maurício Bacelar.
Foram apreendidas 4 toneladas de carnes bovina, suína e caprina que, em seguida, foram encaminhadas à graxaria de Itapetinga para destruição.
As blitzes realizadas nas estradas do sudoeste resultaram na identificação de um caminhão de galinhas de descarte sem documentação sanitária e outro veículo com 27 bovinos jovens. “Os condutores não apresentaram a nota fiscal das aves nem a GTA (Guia de Trânsito Animal) dos bovinos que ficam impossibilitados de trafegar pois não há segurança sobre vacinação e procedência dos mesmos”, explica o médico veterinário Delcarlos Martinez. A carga de bovinos retornou à origem e os proprietários foram multados por cada animal transportado ilegalmente. Já as aves foram destinadas ao abate sanitário.
Foram vistoriados diversos estabelecimentos, e detectados produtos com acondicionamento inadequado, sem refrigeração, expostos sem qualquer atenção às leis sanitárias. Na zona rural de Encruzilhada, os fiscais multaram os responsáveis de um mercado por conta da comercialização de medicamentos veterinários sem registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária. “Nesse momento, torna-se ainda mais urgente que todos estejam alertas e passem a cumprir rigorosamente os padrões de higiene para evitar problemas sanitários maiores”, reforça Martinez, responsável pela equipe da ADAB na operação.
A ADAB, Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia disparou um alerta chamando atenção para os cuidados preventivos contra a raiva animal. No início do mês a ADAB comunicou às vigilâncias sanitárias dos municípios de Filadélfia e Ponto Novo a suspeita de raiva animal em propriedades rurais da região.
A morte de um bovino pela doença foi confirmada na última sexta-feira (15), em laudo divulgado pelo Lacen- Laboratório Central De Saúde Pública Da Bahia, por isso, o diretor-geral da ADAB Maurício Bacelar orienta que os criadores de animais como bois, vacas, cabras, porcos, bodes, cavalos e outros observem os rebanhos e comuniquem casos de sintomas suspeitos.
OUÇA:
O recadastramento sanitário obrigatório dos produtores e das propriedades rurais começou no dia 1º de fevereiro e segue até 15 de junho, informou a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab).
O objetivo do recadastramento é fortalecer as estratégias de defesa agropecuária, além de fortalecer a rastreabilidade e a vigilância epidemiológica contra enfermidades e pragas de interesse da defesa agropecuária e saúde pública.
O ato pode ser realizado no escritório da Adab mais próximo onde o imóvel está situado.
As propriedades de criação terão que recadastrar bovinos, bubalinos, asininos, muares, equinos, ovinos, caprinos, suínos e aves. Já as propriedades agrícolas deverão informar sobre todas as culturas em manutenção. Já as propriedades mistas informarão o que têm de cultivo e criações.
O recadastramento de propriedades agropecuárias apenas poderá ser realizado pelo proprietário ou por representante oficial. O produtor que não atender ao prazo e aos requisitos estabelecidos estará sujeito à inativação do cadastro, impedimento do trânsito de animais e produtos agropecuários, além das penalidades legais previstas em lei.
Fonte: G1/BA
Nesta quarta-feira (05), a ADAB (Agência de Defesa Agropecuária da Bahia) realiza em Vitória da Conquista um encontro sobre recadastramento obrigatório dos produtores rurais e proprietários rurais.
O diretor geral da ADAB, Maurício Bacelar estará presente. Ele vai estar acompanhado dos Diretores de Defesa Sanitária Animal, Augusto Chaves e Defesa Vegetal, Celso Filho. O encontro vai acontecer no Auditório do Ministério da Agricultura, entre às 8h e 17h.
O recadastramento sanitário obrigatório das propriedades e produtores rurais, com o objetivo de fortalecer as estratégias de defesa agropecuária, conforme previsto em Portaria publicada pela ADAB (Agência de Defesa Agropecuária da Bahia), em 30 de janeiro, teve início no último sábado (1°) e vai até o dia 15 de junho. O ato pode ser realizado no escritório da autarquia mais próximo onde o imóvel está situado. O lançamento oficial do recadastramento acontece com a presença de gerentes, nessa quarta (5), em Vitória da Conquista.
A decisão foi adotada para fortalecer a rastreabilidade e a vigilância epidemiológica contra enfermidades e pragas de interesse da defesa agropecuária e saúde pública. “O recadastramento é necessário para criar as condições de manutenção e evolução do status sanitário alcançado pelos diversos programas oficiais desenvolvidos pela ADAB, além da manutenção da credibilidade da defesa agropecuária da Bahia junto ao comércio nacional e internacional”, explica o diretor-geral da agência, Maurício Bacelar.
As propriedades de criação terão que recadastrar bovinos, bubalinos, asininos, muares, eqüinos, ovinos, caprinos, suínos e aves. Já as propriedades agrícolas deverão lançar informações sobre todas as culturas em manutenção e aquelas propriedades mistas informarão o que têm de cultivo e as criações. “O recadastramento de propriedades agropecuárias apenas poderá ser realizado pelo proprietário ou por representante oficial. A Portaria prevê penalidades aos produtores que não atenderem ao prazo para recadastramento, que inclui inativação do cadastro, ou seja, o impedimento do trânsito de animais e produtos agropecuários. “O recadastro vem para reforçar o grau de qualidade do sistema de informação de defesa agropecuária da Bahia e é indispensável para planejarmos nossas ações”, ratifica Maurício.
*Com informações da ADAB.
Durante os meses de Setembro e Outubro, a Campanha “Carne Clandestina, Saúde em Risco” fez sua parada na cidade de Planalto. A comunidade planaltense nos recebeu de forma acolhedora, se envolvendo nas ações de conscientização e nas trocas de informações.
Agora que vocês já nos conhecem, que tal nos encontrarmos pessoalmente para dialogar sobre o combate à carne clandestina?
Convidamos toda a população para comparecer à palestra Carne Clandestina, Saúde em Risco. Na oportunidade contaremos com a presença dos órgãos públicos da área sanitária e agropecuária.
É o momento para tirar as dúvidas dos consumidores e dos estabelecimentos comerciais, além de orientar a população sobre os procedimentos técnicos da produção e comercialização, bem como informar sobre as leis que regem o comércio de carne.
Data: 11 de Novembro de 2019
Horário: 9 horas
Local: Fórum da Comarca de Planalto – Belo Campo
Criadores, produtores, comerciantes, açougueiros, donas de casa, criançada e população! Toda a comunidade de Planalto pode ajudar no combate à carne clandestina.
Informe-se! Você é nosso principal fiscal nesta luta.
Para mais informações acesse o site www.carneclandestinanao.com.br ou visite nossas redes sociais!
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Facebook: @carneclandestinasauderisco
Uma tonelada de carnes e laticínios clandestinos foi apreendida na cidade de Planalto, no sudoeste da Bahia, na terça-feira (10).
As carnes foram encontradas em pontos de abate clandestino de animais, na área urbana do município. Já laticínios como queijos e manteiga que estavam fora da validade foram apreendidos em supermercados, recolhidos por estarem em condições impróprias para consumo e fora da validade.
A ação foi uma operação conjunta do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), junto com a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) e a Vigilância Sanitária.
Fonte: G1