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Na noite de São João, nesta quarta-feira, o encerramento do Arraiá da Conquista 2026 ficará por conta de Joelma, Mestrinho, Beijo Apimentado e Jô Almeida. Além dos shows no palco principal, a programação no Parque de Exposições Teopompo de Almeida contará ainda com a transmissão da partida entre Brasil e Escócia, válida pela Copa do Mundo, às 19h. Os portões serão abertos às 18h.

24/06

Veja quem sobe ao palco na última noite do Arraiá da Conquista! 

Joelma

Uma das atrações mais aguardadas pelos conquistenses no palco do Arraiá da Conquista, a cantora Joelma nasceu em Almeirim, no Pará. A artista iniciou sua carreira profissional aos 19 anos e ganhou projeção nacional ao fundar, em 1999, a Banda Calypso ao lado do guitarrista Ximbinha. O grupo marcou os anos 2000 ao popularizar o ritmo calypso em todo o país, tornando-se líder em vendas de discos no Brasil e consolidando a artista como uma das maiores performers da música brasileira.

Joelma

Dona de uma presença de palco eletrizante, Joelma ficou conhecida pela habilidade de cantar e dançar simultaneamente, transformando seus shows em grandes espetáculos. Durante a trajetória na Banda Calypso, vendeu mais de 20 milhões de álbuns e recebeu três indicações ao Grammy Latino. Além da potência vocal, a artista também construiu uma identidade visual marcante, com cabelos loiros, botas de salto alto e coreografias cheias de energia.

Após o fim da Banda Calypso, em 2015, Joelma iniciou carreira solo e manteve o sucesso nacional. Em 2016, lançou o álbum “Joelma”, impulsionado pelo sucesso da música “Voando pro Pará”, que viralizou nas redes sociais. Empresária e referência cultural do Pará, Joelma segue levando a música e a cultura do Norte do Brasil para todo o país, arrastando multidões.

Mestrinho

Mestrinho é um renomado cantor, compositor e sanfoneiro brasileiro, reconhecido como “o discípulo de Dominguinhos”. Natural de Itabaiana, Sergipe, iniciou sua trajetória desde a infância por “herança” da família cheia de musicistas, combinando talento e vocação. Desde então, construiu uma carreira musical marcada pela valorização das tradições nordestinas. Seu estilo irreverente mescla ritmos como o forró pé-de-serra com MPB, samba e jazz.

Mestrinho

A carreira solo veio em 2014, aos 25 anos, com o lançamento do álbum “Opinião”. Já no ano de 2018, Mestrinho foi eleito o melhor cantor na categoria regional do 29º Prêmio da Música Brasileira. Em 2025, em parceria com João Gomes e Jota.pê, o artista ganhou o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa, com o disco ‘Dominguinho’,  que conta com regravações de sucessos como “Flor de Flamboyant”, “Mala e Cuia” e “Pontes Indestrutíveis”. Após participação memorável em 2025, Mestrinho se apresenta pela segunda vez no Arraiá da Conquista.

Beijo Apimentado

Beijo Apimentado

A banda Beijo Apimentado foi criada em Vitória da Conquista, em 1991, e iniciou sua trajetória musical animando shows e festas com uma mistura de ritmos, tendo o axé como principal influência. Ao longo dos anos, o grupo passou por transformações musicais e, em 2003, incorporou o sertanejo ao repertório, trazendo uma sonoridade mais moderna e pop, marcada pelo uso de acordeon e solos de instrumentos de sopro. Atualmente, a banda se dedica ao forró romântico, estilo que consolidou sua identidade artística.

Jô Almeida

Jô Almeida

Jô Almeida é uma cantora de forró natural de Vitória da Conquista, cuja inspiração musical surgiu ainda na infância, influenciada pelos familiares que tocavam na igreja, local onde também começou a cantar. Com quase dez anos de carreira, construiu uma trajetória marcada pela versatilidade e por um repertório eclético que anima o público em bares, eventos sociais e festas regionais. A artista já participou de importantes eventos culturais, como o Carnaval de Rio de Contas, o Arraiá da Conquista e o Festival de Inverno Bahia.

 

 

CORTINA E CIA COLCHÕES

Condutas relacionadas ao artefato são consideradas crime e podem resultar em pena de até seis anos de reclusão

A Polícia Civil da Bahia reforça à população que o porte, a posse, o armazenamento, o transporte e o emprego de artefatos do tipo espada continuam proibidos no estado. As condutas relacionadas a esses artefatos são enquadradas no artigo 16 da Lei Federal nº 10.826/2003 (Estatuto do Desarmamento).

Apesar dos avanços decorrentes do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Estado da Bahia, ainda não houve a implementação integral das medidas previstas. Entre elas estão a possível criação de um espaço específico para a prática conhecida como “Espadódromo” e a regulamentação de diretrizes relacionadas à aquisição, ao armazenamento e ao transporte de espadas produzidas industrialmente por empresas certificadas pelos órgãos competentes.

Diante disso, a Polícia Civil esclarece que seguem vedadas quaisquer condutas relacionadas ao uso, porte, posse, detenção, transporte ou emprego de espadas. Tais práticas configuram crime, com pena prevista de três a seis anos de reclusão, além de outras sanções legais cabíveis. Nesses casos, não há possibilidade de concessão de fiança pela autoridade policial.

Os indivíduos flagrados em situação de ilícito serão conduzidos à unidade policial para adoção das medidas legais cabíveis e permanecerão à disposição da Justiça.

Ascom-PCBA
Imagens: Divulgação / ASCOM PCBA

CORTINA E CIA COLCHÕES

A coleta de lixo voltou a funcionar com 100% do efetivo e da frota em Vitória da Conquista, após horas de negociação entre a Empresa Torre e a representação sindical, com acompanhamento da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop).

A paralisação nacional dos garis e margaridas teve início nesta segunda-feira (22) e continua mobilizando a categoria em diversos municípios do país.

A coleta já está sendo realizada na Central de Abastecimento (Ceasa) e em outros pontos da cidade, seguindo o cronograma regular do serviço.

A categoria reivindica a aprovação do Projeto de Lei nº 4.146/2020, que prevê a instituição do piso salarial nacional, aposentadoria especial e o reconhecimento das atividades exercidas pelos trabalhadores como insalubres.

Mesmo com o retorno integral do serviço, o Governo Municipal orienta a população a observar os dias e horários da coleta de resíduos em cada localidade e a depositar o lixo nos locais e horários corretos, evitando que os resíduos sejam espalhados nas vias públicas por animais, a exemplo de cães e urubus.

Para auxiliar os moradores, o município disponibiliza uma tabela com os dias e horários da coleta em cada bairro e localidade.

Esclarecemos ainda que as atividades de coleta serão realizadas normalmente durante o feriado do dia 24 de junho, com o objetivo de restabelecer integralmente o cronograma de atendimento e minimizar os impactos causados pela interrupção temporária dos serviços.

A previsão é que, nas próximas horas, todas as localidades do município sejam atendidas, garantindo a regularização completa da coleta de resíduos.

A Prefeitura de Vitória da Conquista segue acompanhando a prestação dos serviços para garantir a manutenção da regularidade da coleta e a limpeza urbana em todo o município.

*Secom, 23 de junho de 2026.*

CORTINA E CIA COLCHÕES

A greve dos trabalhadores da limpeza urbana na Bahia foi encerrada nesta terça-feira (23), após deliberação de assembleias da categoria e avanços nas negociações com as empresas do setor.

O anúncio foi feito pelo Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza do Estado da Bahia (Sindilimp-BA), confirmando a retomada gradual dos serviços de coleta de lixo e varrição em Salvador e nos demais municípios baianos.

A paralisação na capital baiana fazia parte de um movimento nacional dos garis e margaridas. Segundo a coordenadora-geral do Sindilimp-BA, Ana Angélica Rabello, a mobilização garantiu avanços locais imediatos para a categoria, como o pagamento de horas extras durante o São João e a concessão de uma folga.

Outras reivindicações permanecem em negociação, incluindo a adoção da escala de trabalho 5×2.

CORTINA E CIA COLCHÕES

Com ocupação máxima, a segunda noite do Arraiá da Conquista 2026, no Parque de Exposições Teopompo de Almeida, marcou mais um momento histórico para esse que já é o maior São João do interior da Bahia e um dos maiores do Nordeste. A programação deste domingo (21) contou com nomes que não deixaram ninguém parado e ritmos que mesclaram entre o tradicional forró, o arrocha e a sofrência.

A programação teve início com os shows de Ito Moreno, Renyvia e Priscila Senna, que levaram ao palco muito forró, arrocha e romantismo. Os artistas destacaram a grandiosidade da festa e o carinho do público conquistense, enquanto conquistenses e conquistados elogiaram a estrutura do evento e a variedade das atrações.

Para encerrar a noite, Pablo fez sua estreia no Arraiá da Conquista e atraiu uma multidão ao som dos grandes sucessos da sofrência. Em seguida, Targino Gondim levou ao público a tradição da sanfona e do forró nordestino para reforçar a importância das festas juninas para a cultura regional. Com apresentações que se estenderam até a madrugada, a segunda noite do Arraiá da Conquista consolidou o evento como um dos principais festejos juninos da Bahia.

A prefeita Sheila Lemos avaliou de forma positiva o primeiro dia do Arraiá da Conquista e destacou a grande participação do público e a tranquilidade durante a realização da festa. Para ela, a expectativa inicial deu lugar à satisfação com o resultado alcançado. “No primeiro dia sempre dá aquele friozinho na barriga, mas tivemos a casa lotada, praticamente nenhuma intercorrência e uma resposta muito positiva do público e dos artistas, que elogiaram a estrutura e a energia da festa”, afirmou.

Sheila Lemos  também ressaltou que a organização segue realizando ajustes para aprimorar ainda mais o evento e agradeceu o trabalho das forças de segurança. “Uma festa desse tamanho exige ajustes constantes, e algumas questões já estão sendo corrigidas. Tenho certeza de que, a cada dia e a cada ano, o Arraiá da Conquista será ainda melhor”, completou. Sheila destacou a atuação da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Guarda Municipal, além da contribuição da imprensa e da população.

Já o vice-prefeito Aloisio Alan descreveu o Arraiá da Conquista como um dos maiores e melhores eventos da Bahia. “É um evento em que todas as secretarias ficam muito felizes por apresentar uma festa desse nível. O município tem essa característica, e o Arraiá já entrou definitivamente no calendário do São João”, disse.

O secretário municipal de Cultura, Alecxandre Magno, destacou o sucesso do Arraiá da Conquista e o sentimento de pertencimento percebido entre o público. Segundo ele, “a cidade está cheia, o Parque de Exposições lotado, e a gente viu nos olhos das pessoas esse sentimento de pertencimento”. O secretário ressaltou ainda que, após alguns ajustes realizados em relação ao primeiro dia da festa, a organização conseguiu melhorar o funcionamento do evento. “Hoje corrigimos algumas coisas que não funcionaram ontem e conseguimos estar 100% com a produção fluindo e as bandas se apresentando nos horários previstos”, afirmou. Alexandre também destacou o protagonismo de Vitória da Conquista na região”.

CORTINA E CIA COLCHÕES

Os sonhos realmente se realizam no tempo certo.

O talentoso forrozeiro @tomgaiteiro viveu uma noite que ficará marcada para sempre em sua trajetória ao subir ao palco ao lado de @dorgivaldantas, uma das maiores referências da música nordestina.

Fã declarado de Dorgival desde os primeiros acordes que ouviu, Tom relembrou a emoção de acompanhar sua carreira por anos sem imaginar que um dia dividiria o palco com o artista. O que parecia um sonho distante se tornou realidade quando recebeu das mãos do próprio Dorgival a sanfona para tocar diante do público.

Além de tocar, Tom ainda teve a oportunidade de cantar ao lado do ídolo e ouvir palavras que jamais esquecerá: ser chamado de amigo por alguém que sempre admirou.

“Eu lembrei de tudo que aconteceu… aquele menino que sonhava em ter uma sanfona igual à dele, tocar na mesma sanfona dos DVDs e cantar um trecho das músicas dele ao lado dele… tudo isso aconteceu sem eu esperar”, destacou.

Emocionado, Tom agradeceu o carinho de Dorgival Dantas e, acima de tudo, a Deus por cada conquista em sua caminhada.

Uma história que inspira e reforça uma grande lição: nunca desista dos seus sonhos. Com dedicação, fé e perseverança, tudo acontece no tempo de Deus.

https://www.instagram.com/blogdoredacao/reel/DZ3W5INNw3P/

CORTINA E CIA COLCHÕES

A Câmara Municipal de Vitória da Conquista entregou, na sessão ordinária desta sexta-feira (19), a Moção de Aplauso nº 59/2026 à pesquisadora Aline Trancoso, em reconhecimento à conquista do Troféu Mulher Inspiração da Cafeicultura do Brasil 2026. A homenagem foi proposta pelo presidente da Casa, vereador Ivan Cordeiro (PL).

Aline recebeu a premiação durante o 9º Encontro Mineiro de Cafeicultoras, realizado em abril deste ano, destacando-se pelo trabalho desenvolvido na valorização dos cafés especiais e do território do Planalto da Conquista.

Mestre em Arquitetura Rural, Aline atua na interface entre agricultura, território e desenvolvimento regional. Atualmente, desenvolve pesquisa de doutorado voltada à delimitação da Indicação Geográfica (IG) dos cafés do Planalto da Conquista, iniciativa que envolve sete municípios da região.

Ao receber a homenagem, Aline destacou que o reconhecimento é resultado de um trabalho coletivo realizado junto aos produtores rurais do território.

“Estou muito feliz de estar aqui representando os produtores de café do Planalto da Conquista. O meu trabalho foi desenvolvido no doutorado com sete municípios da região e junto aos cafeicultores de Vitória da Conquista, Barra do Choça, Encruzilhada, Ribeirão do Largo, Planalto, Poções e Nova Canaã”, afirmou.

Ela ressaltou ainda que a pesquisa tem contribuído para o fortalecimento do desenvolvimento regional por meio do agroturismo e da valorização da identidade local. “É um trabalho que tem sido um legado desse território e tem nos ajudado a desenvolver a nossa região com base no agroturismo”, destacou.

Aline também revelou o desejo de expandir para Vitória da Conquista a Rota dos Cafés Especiais, iniciativa que já recebe visitantes em Barra do Choça. “Vitória da Conquista, para mim, é uma prioridade. Com fé em Deus, iniciaremos esse trabalho aqui também, fazendo com que a Rota dos Cafés Especiais passe a receber visitantes no município, que já realiza um trabalho maravilhoso em relação ao turismo”, disse.

A Moção de Aplauso reconhece a contribuição de Aline Trancoso para o fortalecimento da cafeicultura regional, para a valorização da produção de cafés especiais e para a promoção do desenvolvimento econômico e turístico do Planalto da Conquista.

Anuska Meirelles

CORTINA E CIA COLCHÕES
Em pronunciamento na sessão ordinária desta sexta-feira (19), a vereadora Leia de Quinho (PSD) fez um balanço das ações desenvolvidas durante o primeiro semestre legislativo e comemorou uma das principais conquistas do seu mandato: a pavimentação asfáltica de localidades da zona rural de Vitória da Conquista.
Ao agradecer à população pela confiança depositada em seu trabalho, a parlamentar destacou que a atuação do vereador vai além das sessões realizadas no plenário da Câmara. “O trabalho do vereador vai muito além do rito das sessões. É um trabalho de presença, de escuta, de diálogo, de casa em casa, de porta em porta, ouvindo as demandas da população e buscando soluções junto aos governos”, afirmou.
Leia ressaltou que encerra o semestre comemorando avanços obtidos em diversas comunidades, desde demandas cotidianas, como iluminação pública e limpeza urbana, até obras estruturantes que impactam diretamente a qualidade de vida da população.
A vereadora destacou especialmente a pavimentação de estradas e vias em distritos e povoados do município, uma reivindicação que, segundo ela, vem sendo defendida desde o início do mandato.
“Com a ajuda de Quinho, nosso líder político junto ao Governo do Estado, vamos conseguir proporcionar para a zona rural de Vitória da Conquista mais de 13 quilômetros de asfalto. A licitação já aconteceu e, após o São João, as obras serão iniciadas”, anunciou.
Segundo a parlamentar, a obra representa um marco para o município por contemplar várias localidades simultaneamente. “É um acontecimento histórico para Vitória da Conquista realizar pavimentação asfáltica de várias localidades de uma só vez”, destacou.
Leia também garantiu que continuará lutando para que outras comunidades rurais sejam contempladas nas próximas etapas do projeto. “Os distritos e povoados que não foram contemplados desta vez podem ter certeza de que a nossa luta continua”, afirmou.
Ao encerrar sua fala, a vereadora destacou que, apesar do início do recesso parlamentar, o trabalho junto à população seguirá normalmente. “A gente está saindo de recesso hoje, mas o trabalho do vereador continua. Estaremos disponíveis nos nossos meios de comunicação, nas nossas redes sociais e sempre à disposição da população pelo bem de Vitória da Conquista”, concluiu.
A parlamentar ainda agradeceu à secretária municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Lili Lemos, pelo convite para o Arraiá da Conquista, e à Prefeitura de Belo Campo pelo convite para os festejos de São Pedro do município.
Anuska Meirelles
CORTINA E CIA COLCHÕES

A ação foi realizada em conjunto com outros órgãos de segurança e fiscalização da cidade

A Polícia Civil da Bahia, por meio da 10ª Coordenadoria de Polícia do Interior (10ª Coorpin/Vitória da Conquista), realizou em conjunto com outros órgãos de segurança e fiscalização, uma ação em pontos comerciais de Vitória da Conquista, com o objetivo de reprimir, de forma qualificada e integrada, o comércio ilegal de fogos de artifício e artefatos explosivos clandestinos na cidade.

A ação faz parte da Operação Em Chamas, realizada em toda Bahia, voltada à prevenção de acidentes, à defesa dos direitos dos consumidores e à promoção de festejos juninos mais seguros para toda a população.

Em Vitória da Conquista, a fiscalização e conscientização foram realizadas em conjunto com a Defesa Civil, a Secretaria de Postura do município, o Corpo de Bombeiros Militar (CBM), a Polícia Militar e a Guarda Municipal, que visitaram estabelecimentos, lojas e pontos comerciais de fogos de artifício situados no centro e no bairro Brasil, vistoriando a comercialização e o armazenamento dos materiais.

“A medida preventiva tem a finalidade de inibir o comércio ilegal de fogos de artifício no período junino, promovendo a conscientização de comerciantes e da população sobre os riscos da venda e da utilização desses tipos de produtos, o que ajuda a reduzir os acidentes no período”, pontuou o coordenador da 10ª Coorpin, delegado Neuberto Costa, sobre a ação.

Imagens: Divulgação / Ascom-PCBA

CORTINA E CIA COLCHÕES

Quem é essa figura do influenciador…? O que faz…? “qualquer coisa para aparecer”…? É um reflexo direto da economia virtual e do mundo da atenção, onde a relevância é medida por cliques e likes, engajamento e visualizações, e não pela qualidade ou ética, profundidade e densidade do conteúdo.

Esse tipo de personagem, muitas vezes descrito como sensacionalista ou tóxico, surge da necessidade de se destacar em um ambiente virtual saturado, individualista e com algoritmos que premiam o conteúdo extremo.

O que faz essa figura? O “Atentional Seeker”, (Buscador de Atenção): É o influenciador que exagera situações, cria dramas artificiais ou se coloca em risco para gerar engajamento. O “Controversial Commentator” (Comentarista de Controvérsias): Foca em postar conteúdos inflamatórios ou odiosos para forçar discussões e viralizar. Motivação: A busca incessante por validação externa, fama rápida e monetização (publicidade), baseando sua autoestima no número de seguidores e curtidas. Os tais influenciadores digitais são particularmente vulneráveis porque a sua “vida pessoal” é também o seu produto de trabalho. A construção de uma imagem inatingível (falsa realidade) cria uma pressão interna e externa para nunca mostrar vulnerabilidade, o que, a longo prazo é insustentável psicologicamente, emocionalmente, mentalmente, fisicamente e humanamente. Simplesmente, vão parar, vão esgotar, estafar, exaurir, sucumbir, colapsar, morrer… Perfil Psicológico: Pode envolver comportamentos de busca de atenção extremos, que, se não gerenciados, evoluem para atos perigosos. Economia da Atenção: O algoritmo da maioria das plataformas recompensa o conteúdo que mantém o usuário engajado por mais tempo (drama, choque, raiva), incentivando comportamentos desumanos. Individualismo Extremo: A cultura da “marca pessoal” transforma o indivíduo em um produto, onde a moralidade é secundária ao sucesso da audiência. Sensacionalismo e Crueldade: A necessidade de “um up” (superar) o último absurdo leva a exposições de dor, bullying, ou desafios perigosos, criando um ambiente desumano. O “Mercado da Personalidade”: A tendência de tratar as pessoas como mercadorias com valor comercial (vistos apenas pelos “likes”), desumanizando o próximo. A analogia entre a “escravidão dos influencers” e as “novas senzalas do século XXI” reflete uma crítica social e acadêmica crescente sobre a precarização do trabalho e o esgotamento mental na economia digital, onde a busca incessante por engajamento e lucro pode levar a condições análogas a jornadas exaustivas e degradação da saúde mental. O Paralelo com a Indústria Cultural e o Capitalismo. Tudo Vira Mercadoria: A crítica central baseia-se na teoria da indústria cultural, que argumenta que, sob o capitalismo, a cultura e até mesmo as relações humanas são transformadas em mercadorias a serem compradas e vendidas. No mundo dos influenciadores, a própria vida pessoal, imagem e interações sociais tornam-se produtos a serviço do marketing e das marcas. Razão Instrumental: Conceitos da Escola de Frankfurt sugerem que a razão instrumental — focada na eficiência técnica e no domínio para o lucro — prevalece sobre o desenvolvimento humano. Isso se manifesta na otimização de cada momento da vida do influencer para a produção de conteúdo rentável, esvaziando a dignidade humana em favor do capital.

Sociedade do Espetáculo: A onipresença do marketing e a interdependência entre acúmulo de capital e acúmulo de imagens ilustram a “sociedade do espetáculo”, onde a aparência e a performance constante são cruciais para a sobrevivência econômica na plataforma. As Condições de “Escravidão” na Era Digital: Embora não se trate de escravidão em seu sentido legal (que envolve trabalho forçado, condições degradantes e restrição de locomoção, conforme o Código Penal brasileiro), o termo “escravidão digital” é usado em discussões acadêmicas para caracterizar a exploração e a ausência de direitos trabalhistas em um ambiente de controle algorítmico. Exaustão Algorítmica e Burnout: Pesquisas e relatos de criadores de conteúdo apontam para altas taxas de problemas de saúde mental, incluindo ansiedade, depressão e burnout. A pressão para postar constantemente, crescer a audiência e manter a relevância, sem garantias de retorno financeiro, é descrita como um ciclo vicioso e exaustivo. Precarização e Autonomia Ilusória: O modelo de trabalho em plataformas digitais, como a “uberização”, frequentemente mascara a subordinação sob a ideia de “empreendedorismo” e autonomia. Isso resulta em jornadas exaustivas, flutuação de renda e dificuldade em estabelecer limites entre vida profissional e pessoal. Pressão por Perfeição e Stigma: A apresentação de uma “vida perfeita” nas redes sociais cria uma pressão por padrões inatingíveis, contribuindo para problemas de autoestima e transtornos psicológicos, tanto para o público quanto para os próprios criadores. O estigma de que o trabalho de influencer não é um “trabalho de verdade” dificulta o reconhecimento de suas lutas. Assim, a discussão vai propor que, embora os influencers possam desfrutar de privilégios e autonomia aparentes, eles estão sujeitos a um sistema de exploração intensa que mercantiliza sua existência e impõe custos significativos à sua saúde e dignidade, o que gera o debate sobre uma nova forma de servidão moderna, classificado pelo Professor filósofo sul coreano Byung-Chul Han (2015), vai nos remeter para algumas reflexões sobre quem é esse ser da “sociedade virtual digital”, o influencer que se encaixa nessa descrição — operando na “sociedade do cansaço”, onde a autoexploração é romantizada e tudo vira mercadoria — é o perfil que Byung-Chul Han descreveria como o “sujeito de desempenho” tornado influenciador.

Este influenciador não atua apenas como vendedor, mas como o “arauto da positividade tóxica”, que transforma a vida, a produtividade e a saúde mental em um “negócio” de marketing pessoal, ignorando a dignidade humana em prol do engajamento e do lucro. A Romantização da Autoexploração: Vendem a ideia de que “querer é poder”, transformando a exaustão em um troféu de “produtividade”. Eles escravizam os operários (e a si mesmos) ao vender a crença de que ser seu próprio patrão é liberdade, quando na verdade é uma escravidão interna. A Mercadoria Humana: Tudo é conteúdo para marketing: a rotina de exercícios, o sofrimento pessoal, a alimentação, as férias. A dignidade humana é substituída pela estética do desempenho. A “Sociedade do Doping”: Promovem um estilo de vida que exige dopamina e alta performance contínua, muitas vezes incentivando o uso de estimulantes cognitivos ou a negação de pausas essenciais para “dar conta de tudo”. Foco no “Eu”: O influenciador dessa sociedade foca intensamente na preservação e triunfo do seu “eu” econômico, criando uma bolha de positividade que ignora crises sociais e empatias reais. No contexto do hipercapitalismo digital, esse influenciador é o agente que dissolve relações humanas em transações comerciais, transformando o “ser” em “ter/mostrar” Autoexploração: O Indivíduo como Escravo de si mesmo O mito da liberdade: Ao contrário do escravo tradicional, o sujeito atual se explora voluntariamente sob a crença de que está “realizando a si mesmo”. Empreendedor de si: Cada indivíduo é visto como um “empreendedor de si”, o que gera uma cobrança incessante para aumentar o desempenho, resultando em autoexploração e uma exaustão silenciosa. Violência Neuronal: O inimigo não é mais externo (disciplina/proibição), mas interno (positividade excessiva e cobrança). Isso leva ao esgotamento (Burnout), depressão e transtorno de déficit de atenção. A Sociedade do Desempenho e o Excesso de Positividade: O “Yes, we can”: A sociedade substituiu o “não” (proibição) pelo “sim” (poder fazer tudo). A positividade do “poder” é mais eficiente que a negatividade do “dever”.

Hiperatividade e Falta de Tédio: A busca por desempenho gera hiperatenção e multitarefa, destruindo a capacidade humana de contemplação (o “tédio profundo”), que, para o Professor Byung-Chul Han (2015), é essencial para a criatividade e a reflexão. Um não ao individualismo brutal, a Demência de Solidariedade e a “Agonia do Nós”. Hiperindividualismo: A ênfase na performance competitiva isola os indivíduos. O outro deixa de ser um parceiro para se tornar um concorrente ou um recurso para o próprio sucesso. Perda da Alteridade: Para o Professor Han (2022), vai dizer que a sociedade está se tornando, ainda mais narcisista, incapaz de aceitar a alteridade (o diferente). “O celular é um instrumento de dominação… age como um rosário, ou um crucifixo”, a um clic, do sim ou não, do bem e do mal”. A “agonia do Eros” destrói a verdadeira conexão com o outro, transformando relações em objetos de consumo. Solidão e Inimizade: O sistema capitalista de desempenho gera um cansaço solitário. Han propõe, em contrapartida, um “cansaçonós” — uma pausa coletiva que permita a retomada da comunidade. Sobre Relacionamentos (A Expulsão do Outro, 2016): “O inferno dos iguais é o que acontece quando o ‘outro’ desaparece e tudo se torna mais do mesmo”. Uma análise sociológica mais profunda dos fenômenos contemporâneos. A ideia de que o “influencer” pode “morrer” ou se perder na “sargenta do individualismo do lucro fácil” é uma metáfora que reflete debates reais sobre as consequências sociais do modelo de vida e trabalho promovido nas redes sociais. Numa discussão, ainda mais aprofundada, nos sugere que: Individualismo e Solidão: A busca incessante por engajamento e a construção de uma “marca pessoal” podem, paradoxalmente, aprofundar sentimentos de isolamento. Embora o marketing idealize a independência, o mundo digital, ao permitir que todas as necessidades (consumo, entretenimento) sejam atendidas online, pode tornar o encontro humano e a conexão social genuína menos frequentes e mais cansativos. Sociedade da Mercadoria e Consumo: Os influenciadores são peças-chave na sociedade de consumo, funcionando como a segunda maior fonte de informação para decisões de compra, atrás apenas de amigos e parentes. Segundo o Professor Han (2010), “A exploração é muito mais eficiente quando é disfarçada de liberdade.” “Na sociedade da informação, o influenciador se torna a mercadoria suprema. Ele transforma sua própria vida, seu corpo e seus sentimentos em objetos de consumo, promovendo a crença de que a exposição total é uma forma de liberdade, quando na verdade não se passa de uma grande prisão, só ele não enxerga.” Eles transformam o estilo de vida em produto e ou mercadoria e a felicidade em algo que pode ser adquirido, o que aprofunda a submissão aos critérios do sistema capitalista e da indústria cultural. “Escravidão Pós-Moderna” e “Novas Senzalas”: O uso de termos fortes como “escravidão pós-moderna” e “novas senzalas” sugere que, sob a aparência de liberdade e autonomia (ser
“seu próprio chefe”, trabalhar de casa), há uma nova forma de exploração. “O Capital, se encarrega de transformar tudo em mercadorias, uma sociedade de “teres humanos e não de seres humanos”. Na obra “A Sociedade do Espetáculo” (1967), do situacionista francês Guy Debord, é exatamente a análise clássica que descreve a transformação da vida humana em uma sucessão de mercadorias e aparências. Debord argumenta que o capitalismo avançou para um estágio onde a realidade foi substituída pela representação e o que vale não são as pessoas, mas o valor ($) que cada uma representa. Essa exploração se manifesta na pressão para manter um estilo de vida artificial e inautêntico, na dependência de algoritmos e marcas para sustento, e na subserviência a padrões sociais e de consumo que aprisionam os indivíduos em um ciclo de performance e aprovação externa. Em vez de uma “morte” literal, a sua frase sugere um esgotamento moral, social e psicológico desse modelo, que pode levar a crises de saúde mental, desinformação e a perda de um senso de comunidade e propósito mais profundo. A partir, do Professor Bauman (2015), vai nos dizer: “A rede social é uma armadilha. As pessoas não estão interessadas em ‘conectar’, em ter uma ponte. Elas estão, na verdade, do outro lado, apenas para não ficarem sós. Bauman (2020), argumenta que “o medo líquido (incerteza, fragilidade) permeia a existência”. Ele dirá que, nesse contexto de “modernidade líquida”, a tragédia familiar não é um acidente, mas o resultado de um sistema que se alimenta da transformação da vida humana em um produto consumível. É fácil adicionar amigos, mas é mais fácil ainda deletá-los.” Ou ainda, no seu clássico Vida para o consumo (2008), “Na sociedade de consumo, a capacidade de ser desejado é mais importante do que a capacidade de desejar. A vida de consumo é uma maratona de moda, não uma caça ao tesouro.” Ou ainda, no seu Modernidade líquida (2008),”A identidade, na modernidade líquida, não é algo herdado ou dado. Ela deve ser construída, e quando construída, precisa ser constantemente renegociada e atualizada. O ‘eu’ torna-se um produto, algo a ser exibido e comercializado.” Um dos principais fenômenos sociopsicológicos da economia digital atual. Os influenciadores digitais operam na interseção entre a sua identidade pessoal e o produto comercial, criando uma estrutura de trabalho onde a autenticidade é performada e a vulnerabilidade é frequentemente vista como um risco ao negócio. Vejam “risco ao negócio”, em nenhum momento fala-se em risco de vida, ou seja, à vida não importa, o que importa são os negócios, “tudo é mercadoria”, a vida humana, passa a ser um produto descartável, o que importa é a mercadoria, ou seja o negócio”. A “Vida-Produto” e o Esgotamento: Quando a vida pessoal se torna o produto (conteúdo), o descanso se torna ineficiência. Isso gera um ciclo constante de produção, facilitando o esgotamento profissional (burnout), ansiedade e problemas de saúde mental. Imagens Inatingíveis e a “Fake Reality”: A curadoria de uma vida perfeita cria uma falsa realidade. A pressão externa (seguidores, marcas) e interna (necessidade de manter o engajamento) para manter essa fachada inatingível impede a demonstração de vulnerabilidade genuína. O Capitalismo de Plataforma e a “Empresa-Eu”: A lógica capitalista de plataformas de redes sociais fomenta o “capitalismo de criadores”, onde a valoração do indivíduo é medida por taxas de clique e engajamento, não pelo caráter ou bem-estar. O influenciador transforma-se em uma “empresa-eu”, focada em desempenho e competição. A Insuportabilidade a Longo Prazo: A necessidade de “performar” um personagem perfeito é insustentável psicologicamente, pois o ser humano é vulnerável e inconstante. O distanciamento entre a vida real e a online pode levar a crises de identidade, onde o criador não sabe onde termina o personagem e começa a pessoa real. A questão central que nos traz à essa reflexão é se esse sistema é sustentável ou se, no limite, ele condena seus próprios participantes a uma existência vazia e solitária. O comportamento de boa parte dos influenciadores digitais, mas não se refere a uma única pessoa específica ou a um caso único, e sim a um perfil social generalizado no contexto da economia da atenção. A expressão refere-se ao influenciador que, impulsionado pela busca por “lucro fácil” e pela necessidade de engajamento a qualquer custo, transforma aspectos íntimos, trágicos ou problemáticos da sua vida pessoal em entretenimento. Principais aspectos dessa crítica: Individualismo e “Senzalas” do Séc. XXI: Sugere que influenciadores se tornam reféns (escravos) da necessidade de validação nas redes sociais, trabalhando intensamente para plataformas sob a promessa de fama e dinheiro rápido. Tragédia como Entretenimento: A denúncia destaca o uso de divórcios, doenças, brigas familiares e tragédias pessoais para gerar cliques, comentários e visibilidade. Precarização da Vida: O termo “escravidão pós-moderna” aponta para a perda de privacidade e a pressão psicológica constante para manter a relevância digital. O “influencer” que faz de tudo pela atenção é o subproduto de uma economia que transformou o olhar do outro em moeda de troca. Em um mundo virtual e individualista, o “eu” virou um produto que precisa de engajamento constante para existir. Como essa figura surge: A Democratização da Fama: Antes, a mídia era controlada por grandes canais. Hoje, qualquer um com um celular pode criar um palco. O algoritmo não julga a ética, apenas o tempo de tela. O Vício em Dopamina: O mecanismo de curtidas e comentários gera uma validação instantânea que alimenta o ego e a busca por atos cada vez mais extremos para manter o interesse do público. A “Espetacularização” do Eu: No vazio do isolamento moderno, a performance substitui a essência. Para não ser “cancelado” pelo esquecimento, o influencer recorre ao choque, à polêmica ou à superexposição da intimidade. Essa figura prospera porque o público, muitas vezes sedento por distração ou pelo prazer de julgar, consome esse conteúdo, fechando um ciclo onde a crueldade vira entretenimento e a atenção vale mais que a dignidade.

Essa crítica é comum a influenciadores que adotam a superexposição (o “exposed” de si mesmo) como estratégia de conteúdo principal, muitas vezes resultando em cancelamentos, crises de saúde mental ou desestruturação familiar. A análise se colocar a uma análise de um arquétipo crítico de influenciador digital contemporâneo, frequentemente discutido no contexto da “sociedade do espetáculo” e do marketing de influência, onde a busca por atenção e o lucro rápido prevalecem sobre a privacidade, a ética e a sanidade familiar. Esses perfis, muitas vezes citados em análises críticas como o de “influenciadores de tragédia” ou “marketing de superexposição”, caracterizam-se por: Transformar a vida privada em produto: A família, dramas pessoais e até momentos de luto ou crise são transformados em conteúdo monetizável (vídeos, stories, posts) para gerar engajamento. A “Escravidão Pós-Moderna”: A necessidade constante de produzir conteúdo para não perder relevância, tornando-se refém de métricas (curtidas, visualizações) e da pressão dos seguidores, uma espécie de servidão à atenção. Tragédia como conteúdo: A busca por likes a qualquer custo leva a situações extremas, como a exposição de crimes, a transformação de tragédias familiares em entretenimento e a superexposição da vida dos filhos, configurando um “trabalho” exaustivo e perigoso para a saúde mental e relações interpessoais. Individualismo e Lucro Fácil: A mentalidade de que “tudo vale a pena” para ganhar seguidores, muitas vezes associada à venda de produtos de procedência duvidosa, jogos de azar ou ostentação de uma riqueza que muitas vezes é uma ilusão do marketing, nada mais. Estes influenciadores “morrem” (no sentido figurado de perdem sua dignidade, humanidade ou autenticidade) nas “senzalas” da sociedade do século XXI, que podem ser interpretadas como o ambiente de alta pressão das redes sociais, onde se tornam
escravos de um algoritmo e de um público exigente.

Essas referências mostram que a tragédia familiar e pessoal citada é, na verdade, uma consequência estrutural de um modelo de negócio baseado na espetacularização da vida íntima, através de programas de reality show, ou exposição permanente dos influencers, sobre suas vidas transformadas em mercadoria, pelo capital. Essa visão realística sobre a “senzala digital” e a autodestruição em busca de cliques e likes, encontra eco em pensadores que analisam o esgotamento do indivíduo e a transformação da vida íntima em mercadoria. A premissa do influenciador que sacrifica a própria vida, família e sanidade no altar das redes sociais, movido pelo lucro fácil e pela necessidade de visibilidade, é um tema central na sociologia e filosofia contemporânea. Autores que analisam a “sociedade do espetáculo”, o “capitalismo de plataforma” e a “modernidade líquida” são algumas das melhores referências. E tem mais: quem é a figura do seguidor de influenciadores…? Quando analisada sob a ótica crítica da sociologia do trabalho e da filosofia e da economia política é frequentemente caracterizada como um agente imerso na alienação contemporânea e na sociedade do espetáculo. Este seguidor não é apenas um consumidor, mas um participante ativo — e muitas vezes passivo — na engrenagem que transforma comportamento e atenção em capital. O Seguidor como Alienado e “Escravizado” Escravizado pelo Capitalismo de Plataforma: O seguidor atua como o motor do influenciador. Ao dar “likes”, comentários e visualizar “stories”, ele gera engajamento e métricas que valorizam a mercadoria digital (o influencer). Ele é um produtor não remunerado de riqueza para as plataformas (Instagram, TikTok, YouTube) e para o influenciador. Consumo como Fuga e Padrão: O seguidor frequentemente adota o influenciador como referência, comprando produtos que prometem uma satisfação ilusória, agindo como um “consumidor alienado” que busca alívio de frustrações na compra contínua. O Jogo do Capital x Trabalho (Idiotas x Alienados). Algumas Considerações finais, longe da Conclusão, no processo cartográfico da Mercantilização do humano, ou ainda, degradação do humano, na era da psicose virtual. Essa é uma provocação ácida e muito pertinente sobre a configuração atual, da relação capital x vs. trabalho e da subjetividade. O que vem descrever — essa simbiose entre o influenciador (que performa uma vida mercadoria) e o seguidor (que consome essa ilusão enquanto se aliena de sua própria triste realidade alienante) — é o cerne de várias críticas contemporâneas. Com o auxílio de alguns Pensadores, que trouxemos para ilustrar o cenário das figuras dos seguidores (do influencers), um outro patético escravizado pelo neocapitalismo do espetáculo no trágico/jogo da velha.

**contribuição do Professor DsC Dirlei A Bonfim, Doutor em Desenvolvimento Econômico e Ambiental, Professor da Rede Estadual da Bahia, Professor Formador IAT/SEC/BA.*03/2026.1.**

CORTINA E CIA COLCHÕES