O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarca nesta semana para Buenos Aires, onde participa da Cúpula do Mercosul, marcada para quarta (2) e quinta-feira (3) de julho. Esta será a primeira viagem de Lula à Argentina após a posse do presidente Javier Milei.
O encontro ocorre em meio a tensões geopolíticas globais e à expectativa pela conclusão do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. ( Continue lendo → → → )
Javier Milei foi declarado presidente da Argentina no final da manhã deste domingo (10) pelo Congresso, o que faz parte do rito institucional da passagem de governo. O presidente eleito fez um juramento em uma cerimônia de posse no Congresso Nacional.
Milei foi eleito ao derrotar o peronista Sergio Massa nas urnas em novembro.
Veja um trecho do discurso:
“Hoje começa uma nova era na Argentina. Hoje damos por terminada uma longa e triste história de decadência e começamos o caminho da reconstrução do nosso país”, disse Javier Milei.
“Os argentinos, de forma contundente, expressaram uma vontade de mudança que já não tem retorno. Não há retorno. Hoje enterramos décadas de fracassos e disputas sem sentido. Brigas que só conseguiram destruir o nosso país e nos deixar na ruína. Hoje começa uma nova era na Argentina, de paz e prosperidade”, discursou o presidente.
E acrescentou que “nenhum governo recebeu uma situação pior do que a que estamos recebendo”. Milei disse que “a solução implica, por um lado, um ajuste fiscal (…) que, diferentemente do passado, cairá sobre o Estado e não sobre o setor privado”.
Os recentes gestos feitos pelo presidente eleito da Argentina, o ultraliberal Javier Milei, a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram vistos com bons olhos por integrantes do Palácio do Planalto. Nos últimos dias, Milei não só afirmou que Lula seria “muito bem vindo” em sua posse, como escalou uma de suas futuras ministras para ir a Brasília conversar com auxiliares do petista.
No domingo (26), a deputada eleita e chanceler designada da Argentina, Diana Mondino, se reuniu, no Itamaraty, na capital federal, com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira.
No encontro, Diana entregou uma carta de Milei a Lula, na qual o argentino convida o petista para a sua posse. O evento está marcado para 10 de dezembro, em Buenos Aires.
No documento, ao qual a coluna teve acesso, o presidente eleito da Argentina diz esperar que o tempo em comum de ambos como presidentes seja de “construção de laços”.
Para ministros palacianos, os gestos de Milei mostram que ele está “saindo do palanque”. Apesar dos gestos, auxiliares de Lula ainda consideram difícil o petista ir à posse.
Durante a campanha eleitoral na Argentina, Milei teceu críticas e ofensas a Lula. O ultraliberal chegou a chamar o presidente brasileiro de “corrupto” e “comunista”.
Conforme noticiou a coluna, Lula avalia enviar com seu representante o vice-presidente Geraldo Alckmin, Mauro Viera ou apenas o embaixador do Brasil na Argentina.
Em partida que começou atrasada em cerca de 28 minutos devido a uma briga generalizada nas arquibancadas do Maracanã, a Seleção Brasileira foi derrotada pela Argentina, por 1 a 0, nesta terça-feira (21), no Rio de Janeiro, em partida válida pela 6ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. O gol que decidiu o clássico foi marcado pelo zagueiro Nicolás Otamendi aos 17 minutos do 2° tempo.
Com mais uma derrota, a terceira seguida, após perder para Uruguai e Colômbia, a equipe do técnico Fernando Diniz estacionou nos sete pontos e ocupa a 6ª colocação das Eliminatórias Sul-Americanas. No total, a Seleção está há quatro jogos sem vencer, contando o empate contra a Venezuela antes das três derrotas. Já a Argentina lidera o qualificatório sul-americano com 15 pontos ganhos.
Vale lembrar que após a expansão da Copa do Mundo de 32 para 48 seleções, os seis primeiros colocados das Eliminatórias Sul-Americanas se classificam para o Mundial e o sétimo joga uma qualificatória contra representantes da África, Ásia e América do Norte. No momento, os sete primeiros colocados, em ordem, são: Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador, Venezuela, Brasil e Paraguai. Chile, Peru e Bolívia aparecem nas últimas três posições.
Agora, a Seleção volta a campo apenas em março de 2024 para amistosos contra Espanha e Inglaterra. Pelas Eliminatórias, o próximo adversário do Brasil é o Equador, em casa, pela 7ª rodada.
1° TEMPO
O clássico começou bastante tenso e com uma sequência de jogadas ríspidas. Antes dos 13 minutos, Gabriel Jesus e Raphinha já haviam recebido cartões amarelos. Em 20 minutos de partida, foram 13 faltas, sendo 10 da Seleção e três da Argentina.
Sem grandes chances criadas de ambos os lados, a primeira finalização do Brasil aconteceu aos 38 minutos após boa cobrança de falta de Raphinha. O canhoto bateu com perigo, na entrada da área, e exigiu excelente defesa de Emiliano Martinez, que mandou para escanteio.
ROMERO SALVA EM CIMA DA LINHA
Aos 43 minutos, o Brasil quase abriu o placar com Gabriel Martinelli. Após cobrança de escanteio, o goleiro Martinez afastou e a bola sobrou para Martinelli, que ajeitou e bateu dentro da área. O zagueiro Romero salvou a Argentina em cima da linha.
2° TEMPO
O Brasil voltou para a segunda etapa com a entrada de Nino no lugar de Marquinhos, que saiu com um problema na coxa esquerda. Foi a estreia do zagueiro do Fluminense com a camisa da Seleção.
MARTINELLI PERDE GRANDE CHANCE
Após Gabriel Jesus arrancar pela esquerda, aos 12 minutos, a bola sobrou para Martinelli, que, cara a cara, chutou rasteiro em cima de Martínez.
QUEM NÃO FAZ, LEVA
Cinco minutos depois da chance de Gabriel Martinelli, a Argentina abriu o placar. Lo Celso cobrou escanteio pela direita e o zagueiro Otamendi ganhou de Gabriel Magalhães e André para cabecear no ângulo de Alisson.
Perdendo por 1 a 0, o técnico Fernando Diniz tirou Gabriel Magalhães, Raphinha, Gabriel Martinelli e Bruno Guimarães para as entradas de Joeliton, Endrick, Raphael Veiga e Douglas Luiz.
Aos 36 minutos, a vida do Brasil se complicou ainda mais após Joeliton ser expulso por acertar o rosto de Rodrigo De Paul.
Aos 42′, parte da torcida presente no Maracanã começou a entoar gritos de “time sem vergonha” para a Seleção. Pouco tempo depois, também foram ouvidos gritos de “olé” durante trocas de passes da Argentina.
FICHA TÉCNICA
Brasil 0x1 Argentina;
Eliminatórias Sul-americanas – 6ª rodada;
Data: 21/11/2023 (terça-feira);
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Árbitro: Piero Maza (Chile);
Assistentes: Claudio Urrutia e Miguel Rocha (Chile)
VAR: Juan Lara (Chile)
Cartões amarelos: Gabriel Jesus, Raphinha, Carlos Augusto;
Cartão vermelho: Joeliton;
Gols: Otamendi aos 17 minutos do 2° tempo.
Brasil: Alisson, Emerson Royal, Marquinhos (Nino), Gabriel Magalhães (Joeliton) e Carlos Augusto; André e Bruno Guimarães (Douglas Luiz); Raphinha (Endrick), Gabriel Jesus, Rodrygo e Gabriel Martinelli (Raphael Veiga). Técnico: Fernando Diniz.
Argentina: Emiliano Martínez, Molina, Cristian Romero, Otamendi e Acuña (Tagliafico); Enzo Fernández (Paredes), De Paul, Mac Allister e Lo Celso (Nicolás González); Messi (Di Maria) e Julián Álvarez (Lautaro Martinez). Técnico: Lionel Scaloni.
O libertário Javier Milei (foto) foi eleito presidente da Argentina no segundo turno das eleições presidenciais, na noite deste domingo, 19 de novembro.
Sergio Massa admitiu a derrota.
Milei é eleito presidente da Argentina com uma plataforma radical, centrado na dolarização da economia argentina, com a abolição do peso e do Banco Central, assim como em cortes de gastos do Estado, historicamente inflado, mesmo comparado ao Brasil.
Ele chegou ao jogo político ao liderar as primárias, o pré-primeiro-turno, em agosto, com cerca de 30% dos votos, ou 7 milhões de votos, e manteve uma performance estável no primeiro turno, em 22 de outubro.
Milei ganhou apenas 800.000 votos entre as primárias e o primeiro turno.
Neste segundo turno, o libertário precisou moderar o discurso para angariar voto do eleitorado mais ao centro. Mesmo entre os eleitores originais de Milei, apenas 60% apoiavam a dolarização, um índice muito baixo.
Crucial para a moderação da campanha libertária foi o aliança com o ex-presidente Mauricio Macri e a sua ex-candidata e terceira colocada do primeiro turno, Patricia Bullrich.
Desde a formação da aliança, feita na surdina menos de três dias após o primeiro turno, Milei passou a moderar em seu discurso e negar que queira privatizar os sistemas de educação e de saúde ou cortar subsídios, um contraste com a primeira fase de sua campanha.
Algo a destacar foi o uso preponderante da palavra “esperança” na reta final da campanha para se contrapor à campanha do medo promovida por Massa.
O libertário usou aquela palavra em seu discurso de encerramento de campanha na Grande Buenos Aires, na cidade de Ezeiza, na quarta-feira, 15 de novembro, e também em conversa com jornalistas ao votar na tarde deste domingo.
Macri também usou o termo em uma de suas últimas entrevistas à televisão antes do segundo turno.
Apesar de ter terminado o primeiro turno atrás do peronista, que tinha obtido 36% dos votos na ocasião, analistas de opinião pública não acreditam que o libertário tenha virado a disputa.
“Milei sempre esteve na frente. Esta é uma eleição em que estruturalmente o voto de oposição sempre esteve na frente. Quem teria que virar esse cenário era o Massa”, diz Andrei Roman, CEO do instituto de pesquisa Atlas Intel, que previu a liderança de Massa no primeiro turno.
Somados, os votos de Milei e Bullrich no primeiro turno ultrapassavam os 50%.
Monitoramento interno da Atlas Intel na última semana da eleição identificava um cenário estável, com Milei a frente de Massa acima da margem de erro mas por pouco.
O libertário teve um crescimento ontem, sábado, 18 de novembro, que ficou dentro da margem de erro mas acima do visto no restante da semana.
“Essa movimentação do sábado [18] é um pouco maior, ainda dentro da margem, mas parece ser um fortalecimento relativo do Milei entre eleitores que estão decidindo de última hora”, disse Roman à reportagem horas antes do resultado.
Um dos maiores jogadores da história, Lionel Messi afirmou que a Copa do Mundo do Catar seria seu último Mundial. Após o título, no entanto, o camisa 10 ainda não pensa em deixar a seleção. “Quero jogar mais algumas partidas como campeão mundial. Todo mundo quer isso, é o mais desejado por todos. Tive a sorte de ter conquistado tudo na minha carreira, e era isso que me faltava. Quero levar lá para desfrutar com todos”, comemorou.
O troféu veio em um jogo épico. Messi abriu o placar, de pênalti, e Di María ampliou, ainda no primeiro tempo. Mas, na segunda etapa, Mbappé fez dois gols e empatou. Na prorrogação, o camisa 10 argentino recolocou a Argentina à frente, só que o astro francês voltou a marcar, e deixou tudo igual. A consagração dos hermanos veio nos pênaltis, com vitória por 4×2.
“É uma loucura que tenha acontecido dessa maneira. Eu queria muito. Eu sabia que Deus ia me dar, eu senti que ia ser isso. Agora é aproveitar”, disse Messi.
O astro, que foi eleito o melhor jogador da Copa do Catar, não escondeu a emoção ao segurar a taça do Mundial. E assumiu já pensar na recepção em Buenos Aires. A seleção deve desembarcar no país nesta segunda-feira (19), pela noite. “Olha o que é essa taça, é linda. Sofremos muito, mas conseguimos. Mal podemos esperar para estar na Argentina para ver o quanto isso vai ser louco”.
O mundo do futebol está novamente em luto. Campeão do Mundo com a seleção italiana e carrasco do Brasil em 1982, o ex-jogador Paolo Rossi morreu hoje (9), aos 64 anos. A informação foi dada pelo canal RAI, e confirmada pelos jornais ‘Corriere Dello Sport’ e ‘Gazzetta Dello Sport’. A causa da morte ainda não foi informada.
Eleito o melhor jogador do Mundial e artilheiro da competição, Paolo foi quem marcou os três gols da vitória que eliminou a seleção brasileira, apontada como uma das maiores da história, daquele Mundial.
Nos últimos anos, Rossi atuou como comentarista nos canais Mediaset e Rai, da Itália. Ele deixa sua esposa, Federica, e três filhos: Sofia Elena, Maria Vittoria e Alessandro. Nascido na cidade de Prato, na região da Toscana, o ex-atacante foi revelado pelas categorias de base da Juventus. Foi emprestado ainda aos 19 anos para o Como. No entanto, sua primeira passagem de destaque foi pelo Vicenza, onde venceu o título da segunda divisão e foi artilheiro na surpreendente campanha que deu ao pequeno clube o vice-campeonato italiano na temporada seguinte.
O início promissor, que rendeu suas primeiras convocações à seleção italiana e a participação na Copa de 78, foi freado em 1980 por uma suspensão de três anos pela acusação de envolvimento em um esquema de manipulação de resultados conhecido como Totonero. A punição foi posteriormente reduzida para dois anos, o que possibilitou sua convocação para o Mundial de 1982. O desempenho de Rossi na Espanha, entretanto, esteve longe do ideal nos três jogos da Itália na primeira fase daquela Copa do Mundo. Ele passou e branco nos três empates da Azzurra, que só não voltou mais cedo para casa pelo critério de gols marcados. Após cair num grupo com Argentina e Brasil, o fim da linha parecia u uma questão de tempos para os italianos, mas foi aí que o Bambino d’Oro passou a deixar seu nome marcado na história do futebol.
Uma boa exibição na vitória por 2 a 1 contra a Argentina foi apenas uma amostra do que estava por vir. Rossi fez a partida de sua vida contra a seleção brasileira, que muitos consideram uma das melhores equipes da história do futebol, e protagonizou a eliminação da Canarinho com três gols num jogo que, para nós, se tornou conhecido como a Tragédia do Sarriá, nome do estádio em Barcelona no qual o jogo foi disputado.
Marcou outros dois tentos na semifinal contra a Polônia e também deixou sua marca no gol que abriu o placar da vitória italiana por 3 a 1 sobre a Alemanha Ocidental, na decisão. Após o Mundial, voltou a se destacar pela Juventus, onde foi bicampeão italiano e também venceu Copa dos Campeões da Europa [atual Liga dos Campeões da Uefa], em 1985. Se transferiu ao Milan também em 1985, onde teve uma passagem apagada, e encerrou a carreira no Verona, na temporada 1986/87, antes de completar 31 anos, após uma lesão ligamentar no joelho.
Em 2004, foi eleito por Pelé como um dos 123 melhores futebolistas vivos, em lista promovida pela Fifa para celebrar o centenário da entidade máxima do futebol. *Uol.com
O corpo de Diego Armando Maradona começou a ser velado por volta das 6h desta quinta-feira (26) na Casa Rosada, a sede do governo da Argentina.
Nas primeiras horas, a entrada do público no local tem sido marcada por pequenos tumultos devido à quantidade de pessoas. O velório deve ocorrer até as 16h. Imagens mostram uma multidão formar fila na Plaza de Mayo, em frente à Casa Rosada, para prestar uma última homenagem ao ídolo argentino.
Por volta das 7h30, houve um princípio de confronto entre a polícia e torcedores que foi controlado. Algumas grades que cercam a Casa Rosada chegaram a ser arremessadas por torcedores.
Muitos tentavam entrar ao mesmo tempo no local, mas o fluxo é controlado na porta do palácio presidencial.
Dentro do palácio presidencial, torcedores emocionados jogam flores e camisetas sob o caixão, que está fechado e coberto pela bandeira da Argentina e por camisas da seleção e do Boca Juniors.
O governo do presidente Alberto Fernández declarou luto oficial de três dias, e estima-se que cerca de 1 milhão de pessoas participem do funeral. Fonte: G1.
VEJA:
Raissa é estudante de medicina e atualmente mora em Buenos Aires na Argentina, ela conversou com o programa Redação Brasil sobre a situação do país em relação a pandemia Coronavírus (COVID-19). Segundo Raissa, já foram identificadas mortes em Buenos Aires.
OUÇA:
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Próxima parada Maracanã! A Seleção Brasileira garantiu vaga na final da Copa América 2019 ao despachar a Argentina na noite desta terça-feira (2). Empurrado pela torcida verde e amarela, o Brasil manteve a invencibilidade diante dos hermanos no Mineirão, em Belo Horizonte, e venceu por 2 a 0. O gols da classificação foram marcados por Gabriel Jesus e Firmino.
Garantido na decisão do torneio, o Brasil aguarda a definição do outro finalista. O adversário será o vencedor do confronto entre Chile e Peru, que se enfrentam nesta quarta-feira (3) em Porto Alegre.

O JOGO
Um clássico quente, pegado e com muita luta pela bola. Como era de se esperar, o duelo entre Brasil e Argentina começou em ritmo eletrizante. Disputando cada centímetro de campo, as duas seleções protagonizaram um início de jogo de marcação intensa. Apostando nos toques rápidos, a Seleção Brasileira criou os espaços para Gabriel Jesus abrir o placar aos 18 minutos. Após grande jogada individual de Daniel Alves, que se livrou de dois argentinos, Firmino recebeu aberto na direita e cruzou na medida para o camisa 9 estufar a rede, 1 a 0. A Argentina tentou responder pelo alto e, aos 29 minutos, Aguero cabeceou no travessão. Bem postado em campo, o Brasil controlou as ações, segurou as investidas dos hermanos e manteve a vantagem até o intervalo.
Em desvantagem, a Argentina se lançou ao ataque e o duelo ficou mais aberto no segundo tempo. Aproveitando os espaços cedidos, o Brasil quase ampliou a vantagem aos 10 minutos com Coutinho, que acabou finalizando por cima do gol de Armani. No minuto seguinte foi a vez dos argentinos assustarem e Messi acertou a trave de Alisson. Mortal no contra-ataque, o Brasil sacramentou a vitória aos 25 minutos em excelente jogada de Gabriel Jesus. Em velocidade, o camisa 9 se livrou de dois marcadores e retribuiu a assistência para Firmino, livre, empurrar para o gol vazio, 2 a 0. Na raça e liderado pela elegância de Daniel Alves, o Brasil não deu chances aos argentinos e carimbou a vaga na final da Copa América 2019.
BRASIL: Alisson; Dani Alves, Marquinhos (Miranda), Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Arthur e Coutinho; Everton (Willian), Gabriel Jesus (Allan) e Firmino. Técnico: Tite

Fonte: CBF