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Delegados, Escrivães, Investigadores, Peritos Técnicos e Peritos Oficiais da Polícia Civil da Bahia, lotados nas coordenadorias da região Sudoeste do Estado, realizaram uma assembleia conjunta itinerante, na manhã desta segunda-feira (16), em Vitória da Conquista.

Insatisfeitos com as políticas adotadas por Rui Costa, os policiais estão focando na legalidade – fazer somente o que está na lei e nada mais.

Na assembleia eles analisaram o ‘movimento legalidade’, em que existe somente a prática de atos legais, deixando a administração resolver seus problemas, passando a ela os emblemáticos pontos, meios para realização das tarefas; Unidade das classes de profissionais da Polícia Civil; rumos do movimento em contrapartida ao que eles classificam como “descaso do Governo”; aperfeiçoamento da “cartilha legalidade” e continuidade das Assembleias itinerantes.

Fonte: Blitz Conquista

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Cerca de 45 funcionários da polícia civil e penal, entre eles investigadores, escrivães e e coordenadores de Vitória da Conquista, Jequié e Itapetinga foram, em comitiva, para a capital Salvador, para mobilização contra a PEC da Previdência Estadual. Eles participarão da assembleia do Sindicato dos Policias Civis do Estado da Bahia (SINDPOC). A categoria reivindica tratamento isonômico em relação aos policiais militares.

Segundo o Sindicato, a PEC 159, aprovada pela deputados estaduais na última sexta (31), compromete a aposentadoria dos policiais civis e penais. A Assembleia da categoria que acontece nesta terça-feira(04), a partir das 9h, serão avaliados os indicativos de paralisação de 48 horas e de greve geral.

Em entrevista ao Redação Brasil, na manhã desta terça-feira (04), José Carlos Ribeiro, policial civil de Conquista, reforçou o pedido isonomia em relação a PM. ” Nessa PEC foi dois pesos e duas medidas. Os policias militares tiveram os benefícios e os civis não”, frisou.

Ele afirmou ainda que, mesmo sabendo que a PEC já foi aprovada, a categoria continuará na luta. “Todo funcionalismo público do estado está enlutado com essa PEC da maldade recém aprovada”, contou.

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  Os policiais militares da Bahia vão realizar uma assembleia para discutir as pautas de reivindicações da categoria, na tarde desta quarta-feira (11). O encontro vai acontecer na sede do Clube Adelba, atrás do Shopping Paralela, a partir das 15h. A expectativa é de que cerca de 5 mil militares participem do encontro.

O coordenador regional da Associação dos Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), Augusto Júnior, contou que 11 pontos integram a lista das reivindicações, e destacou a construção de um plano de carreira, de um código de ética e a reforma do estatuto da corporação como os pontos principais do encontro.

“O que estamos discutindo não é aumento de salário para os policiais militares, mas o cumprimento de um acordo que foi firmado pelo governo do estado, em 2014, e que até hoje não foi cumprido”, disse.

Segundo ele, o acordo tratava de questões como a equiparação no pagamento das gratificações, o pagamento de periculosidade para os policiais militares, e isenção de ICMS para aquisição de arma de fogo para PMs e Bombeiros Militares, entre outros pontos. Atualmente, a corporação tem cerca de 32 mil policiais.

“O que nós propomos é uma reunião para passar para a categoria em que pé estão as negociações, mas quando a gente chega em uma assembleia e diz que o governo não está sentando para negociar o que pode acontecer é imprevisível, porque quem define os rumos da assembleia é a categoria”, lembrou Júnior.

A última assembleia da categoria aconteceu o dia 16 de agosto deste ano, e terminou com uma carreata formada por cerca de 3,5 mil policiais e bombeiros que saíram da sede da Adelba até o Centro Administrativo da Bahia (CAB).

Na segunda-feira (9), representantes da Aspra estiveram no Ministério Público Federal (MPF), no Ministério Público da Bahia (MP-BA), e no Tribunal de Justiça da Bahia (T-BA) para pedir a intermediação desses órgãos na negociação da categoria com o governo do estado. Os policiais afirmaram que encaminharam dois ofícios nos últimos dois meses pedindo uma reunião com o governo, mas que não tiveram resposta.

Procurada, a Secretaria Estadual da Administração (Saeb) ainda não se pronunciou.

Fonte: Correio da Bahia

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Na pauta do Siserv já consta a discussão sobre a greve. E os diretores dos outros dois sindicatos devem aderir o indicativo.

Os três sindicatos estão campanha salarial, mas o governo municipal se recusa iniciar as negociações.

Já aconteceram reuniões com os sindicatos para tratar de outras cláusulas, mas reuniões para debater o reajuste salarial estão sendo constantemente desmarcadas pelo governo, sempre às vésperas.

Na última sexta-feira (31), a Secretaria de Educação desmarcou a primeira reunião sobre as clausulas econômicas faltando apenas duas horas. Segundo nota lançada pelo SIMMP,a secretaria alegou não ter propostas. O Simmp já enviou 7 ofícios à secretaria para iniciar as negociações, o primeiro documento foi protocolado no dia 1º de março.

Se a direção dos sindicatos decidirem pelo indicativo de greve, a decisão será levada para aprovação das categorias em assembleia.

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O clima está cada vez mais tenso no sindicato dos professores municipais de Vitória da Conquista, com direito até mesmo a troca de tapas entre diretores, um autêntico UFC que marcou a assembleia agendada para discutir a campanha salarial no auditório da Câmara de Vereadores. Nesta semana, a maior parte dos diretores sindicais renunciaram ao cargo e acusaram a presidente da entidade, Ana Cristina, de autoritarismo e truculência na gestão do Simmp. Em seu site oficial, o sindicato convocou todos os profissionais da Educação da Rede Municipal de Ensino de Vitória da Conquista e filiados para esclarecer sobre a renúncia de membros da executiva.

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