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Nesta quarta-feira, completam-se 23 anos do atentado de 11 de setembro de 2001, um dos eventos mais marcantes da história contemporânea. O ataque coordenado pela Al-Qaeda abalou o mundo, resultando em quase 3.000 mortes e mudanças significativas nas políticas de segurança global, especialmente nas leis antiterrorismo.

O impacto mais visível do ataque foi a destruição das Torres Gêmeas, em Nova York, e o ataque ao Pentágono. Fotos históricas, preservadas pelo Arquivo Nacional dos EUA, ajudam a contar a história deste dia marcou a nossa história recente.

O atentado de 11 de setembro de 2001, realizado pela organização terrorista Al-Qaeda, envolveu o sequestro de quatro aviões comerciais. Dois deles colidiram contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, causando o colapso dos edifícios. Um terceiro avião atingiu o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA, e o quarto, com destino incerto, caiu em um campo na Pensilvânia após a intervenção dos passageiros.

O ataque resultou na morte de cerca de 3.000 pessoas e na destruição de uma área central de Manhattan, deixando o mundo em estado de choque. Esse evento não só mudou a paisagem da cidade, mas também marcou o início de um novo capítulo na luta contra o terrorismo global​.

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou nesta quarta-feira (11) que 1.418 suspeitos estão presos em flagrante por envolvimento nos ataques terroristas às sedes dos três poderes da República no último domingo (8).

Desse total, 222 foram detidos na Praça dos Três Poderes e 1.196, no acampamento em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília.

O CNJ apontou também que outras 599 pessoas foram liberadas, sem serem ouvidas, por “questões humanitárias”. Estão nesse número idosos, pessoas com problemas de saúde, em situação de rua e mães acompanhadas de crianças.

Segundo o CNJ, os presos que continuam detidos foram ouvidos pela Polícia Federal e pela Polícia Civil do Distrito Federal. O grupo também passou por triagem do Instituto Médico Legal (IML).

Eles foram encaminhados às penitenciárias do DF. No caso dos homens, ao Complexo Penitenciário da Papuda; no das mulheres, à Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia.

Os suspeitos foram detidos entre domingo (8) e segunda (9), após ataques terroristas no centro da capital federal. Eles são investigados por crimes como golpe de Estado, roubo, lesão corporal e outros.

Mais cedo, a Polícia Federal havia divulgado número inferior ao apresentado pelo CNJ na noite desta quarta. Segundo a PF, 1.159 teriam sido presas e direcionadas às penitenciárias locais, e 684 pessoas teriam sido soltas, também por questões humanitárias.

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