Os beneficiários do Auxílio Brasil com Número de Inscrição Social (NIS) com final 1 começam a receber neste sábado (17) o pagamento no valor mínimo de R$ 600. Esta é a segunda parcela com este valor, que vigorará até dezembro, conforme emenda constitucional promulgada em julho pelo Congresso Nacional. Originalmente, o pagamento ocorreria apenas na segunda-feira (19).
A Caixa informou que a partir deste mês as parcelas que eram pagas às segundas-feiras passam a estar disponíveis no sábado anterior. O total de beneficiários atendidos pelo programa é de 20,2 milhões neste semestre a partir deste mês.
O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve vantagem ampla sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) entre eleitores que recebem o Auxílio Brasil mesmo após a liberação da segunda parcela do benefício adicional que o programa começou a pagar em agosto. Pesquisa feita pelo Datafolha nesta semana mostra que Lula tem 56% das intenções de voto entre beneficiários do programa, e Bolsonaro, 28%. Os dois mantiveram os mesmos números do levantamento anterior, realizado há duas semanas, após o pagamento da primeira parcela.
Entre os não beneficiários, o petista oscilou de 44% para 42% das preferências, dentro da margem de erro da pesquisa, e o presidente se manteve estável, com 34%. Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) tiveram oscilações positivas nos dois grupos, também na margem.
A vantagem de Lula sobre Bolsonaro, de 28 pontos porcentuais entre os que recebem o Auxílio Brasil, cai para 22 pontos entre os eleitores que estão fora do programa social. Segundo o Datafolha, 24% dos entrevistados recebem a renda assistencial ou moram com um beneficiário do programa.
O instituto entrevistou 5.734 pessoas em 285 municípios entre terça (30) e quinta-feira (1º). A margem de erro do estudo é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Criado pelo governo Bolsonaro há um ano, o Auxílio Brasil atende 20 milhões de famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. Ele substituiu o Bolsa Família, programa que Lula lançou em seu primeiro mandato e virou marca registrada das administrações petistas.
O auxílio é uma das principais apostas do presidente para recuperar sua popularidade e responder às preocupações dos eleitores com o futuro da economia em sua campanha pela reeleição, mas as pesquisas sugerem que o impacto eleitoral do programa foi reduzido.
Desde o início dos pagamentos, Bolsonaro ganhou pontos entre eleitores de baixa renda, onde se concentram os beneficiários do programa. Mas a vantagem de Lula sobre o presidente continua muito grande nesse segmento, que reúne mais da metade do eleitorado.
Entre os eleitores com renda familiar mensal de até dois salários mínimos (R$ 2.424), Lula tinha 56% das intenções de voto em maio e agora tem 54%. Bolsonaro tinha 20% das preferências nesse segmento e alcançou 25% nesta semana, de acordo a pesquisa do Datafolha.
A avaliação que os beneficiários do Auxílio Brasil fazem do desempenho do presidente à frente do governo melhorou nos últimos meses, aproximando-se da que o conjunto da população faz. Nos dois casos, porém, a avaliação do governo é predominantemente negativa.
Segundo o Datafolha, 42% dos eleitores consideram o governo Bolsonaro ruim ou péssimo, 31% o julgam ótimo ou bom e 27% o acham regular. Entre os que recebem os pagamentos do Auxílio Brasil, 41% reprovam o governo, 28% o aprovam e 30% o consideram regular.
Até julho, o Auxílio Brasil pagava R$ 400 por beneficiário. O valor total foi elevado para R$ 600 com a criação do benefício adicional, mas seu destino ainda é incerto. Por lei, o pagamento extra só está garantido até dezembro. Lula e Bolsonaro prometem mantê-lo se forem eleitos.
Pesquisas anteriores do Datafolha mostraram que a maioria dos eleitores que recebem o auxílio acha os valores pagos pelo governo insuficientes, mesmo após a introdução do benefício adicional, e acredita que ele só foi criado porque o presidente quer se reeleger.
Famílias que fazem parte do programa social também poderão contratar empréstimos consignados atrelados ao benefício, comprometendo até 40% de sua renda com os pagamentos.
O governo prevê que o consignado começará em meados de setembro. Segundo o Ministério da Cidadania, é preciso aguardar a regulamentação do órgão para, só depois, assinar contrato com as entidades que poderão oferecer o empréstimo.
A pesquisa do Datafolha mostra que a maioria não pretende tomar o crédito. Segundo o instituto, 67% dos que recebem o auxílio disseram que não pretendem contratar empréstimos na modalidade criada pelo governo. Somente 27% se disseram interessados em tomar o dinheiro nessas condições. Outros 6% disseram que não sabem o que farão.
De acordo com a lei que criou o Auxílio Brasil, podem se cadastrar para receber os pagamentos famílias em situação classificada como extrema pobreza, com renda familiar mensal per capita de até R$ 105, ou pobreza, com ganhos de até R$ 210 por integrante da família.
Conforme o Datafolha, o interesse pelo empréstimo consignado é maior entre os beneficiários com idade entre 35 e 44 anos, chegando a 32%, e entre os que possuem renda familiar mensal de dois a cinco salários mínimos (R$ 6.060), segmento em que alcança 29%.
A possibilidade dos empréstimos foi criticada por especialistas e entidades de defesa do consumidor que viram na medida um estímulo ao endividamento de famílias muito vulneráveis, que já encontram dificuldades para garantir seu sustento e por isso entraram no programa.
Mas há também situações em que o crédito pode ser vantajoso, para beneficiários que queiram abrir negócio próprio ou evitar a perda de bens dados em garantia de outros financiamentos. Juros e outras condições serão definidos pelas instituições financeiras, não pelo governo.
A pesquisa mostra que o interesse é maior entre beneficiários do Auxílio Brasil que integram segmentos menos vulneráveis do mercado de trabalho: assalariados com registro em carteira de trabalho (29%), autônomos e profissionais liberais (30%) e pequenos empresários (38%).
A proposta do Orçamento de 2023 enviada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (31) não inclui previsão de aumento para o Auxílio Brasil. O valor médio incluído no texto é de R$ 405 – abaixo dos R$ 600 pagos atualmente.
O valor atual, de R$ 600, foi aprovado pelo Congresso na PEC que concedeu benefícios em meio ao período eleitoral. Esse valor mensal, no entanto, só vale até dezembro deste ano.
Com isso, pela versão de Orçamento de 2023 enviada ao Congresso, o benefício volta a um patamar próximo dos R$ 400 originais no próximo ano.
Na mensagem enviada ao Congresso junto com a proposta orçamentária, o governo diz que “envidará esforços” para alcançar o auxílio de R$ 600 em 2023 – mas não indica quais alternativas serão buscadas.
“O governo federal reconhece a relevância da referida política pública e a importância da continuidade daquele incremento para as famílias atendidas pelo Programa. Nesse sentido, o Poder Executivo envidará esforços em busca de soluções jurídicas e de medidas orçamentárias que permitam a manutenção do referido valor no exercício de 2023, mediante o diálogo junto ao Congresso Nacional para o atendimento dessa prioridade”, acrescentou.
O secretário especial de Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, afirmou que um acréscimo de R$ 200 no Auxílio Brasil significaria um aumento de gastos obrigatórios de R$ 52 bilhões em 2023 *G1.com
Será paga nesta quinta-feira (11) a parcela de agosto do Auxílio Brasil aos beneficiários que tenham o Número de Identificação Social (NIS) com final 3.
A liberação dos pagamentos teve início na nesta terça-feira (9) para os beneficiários com o NIS final 1. Os demais grupos receberão os pagamentos até o dia 22
A Caixa Econômica Federal paga hoje (19) a parcela de abril do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. O valor mínimo do benefício é R$ 400. As datas seguirão o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês.

O beneficiário poderá consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Atualmente, 17,5 milhões de famílias são atendidas pelo programa. No início do ano, 3 milhões foram incluídas.
O Auxílio Gás também é pago hoje às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 3. O benefício segue o calendário regular de pagamentos do Auxílio Brasil.
Com duração prevista de cinco anos, o programa beneficiará 5,5 milhões de famílias, até o fim de 2026, com o pagamento de 50% do preço médio do botijão de 13 quilos, conforme valor calculado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Neste mês, o benefício corresponde a R$ 51.
Pago a cada dois meses, o Auxílio Gás tem orçamento de R$ 1,9 bilhão para este ano. Só pode fazer parte do programa quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como vítimas de violência doméstica.
O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas ou acadêmicas.
Podem receber o benefício as famílias com renda per capita até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza.
A Agência Brasil elaborou guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão critérios para integrar o programa social e detalhamento dos nove tipos diferentes de benefícios.
A Caixa Econômica Federal paga hoje (15) a parcela de fevereiro do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 2. O valor mínimo do benefício é R$ 400. As datas seguirão o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês.
O beneficiário poderá consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Atualmente, 17,5 milhões de famílias são atendidas pelo programa. No início do ano, 3 milhões foram incluídas no Auxílio Brasil.
A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.
Benefícios básicos
O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas e acadêmicas.
Podem receber o benefício as famílias com renda per capita até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza.
A Agência Brasil elaborou guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão critérios para integrar o programa social, nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro.
Neste mês, não haverá pagamento do Auxílio Gás, que beneficia 5,5 milhões de famílias até o fim de 2026. O benefício, que equivale a 50% do preço médio do botijão de 13 quilos, só é pago a cada dois meses e retornará em março.
O novo benefício social Auxílio Brasil tornou-se oficialmente o principal programa de transferência de renda do país. No mês de janeiro, os pagamentos do programa foram iniciados no dia 18 de janeiro, juntamente com o Auxílio gás.
Auxílio Brasil 2022: Pagamento mês de fevereiro
Quem tem direito?
De acordo com as regras terão direito aos pagamentos:
As famílias em situação de extrema pobreza são aquelas que possuem renda familiar mensal per capita de até R$ 105,00, e as em situação de pobreza renda familiar mensal per capita entre R$ 105,01 e R$ 210,00.
Como receber?
Os benefícios poderão ser pagos por meio das contas abaixo relacionadas:
Como consultar os valores?
O beneficiário poderá consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Benefícios básicos
O Auxílio Brasil possui três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas ou científicas e acadêmicas.
De acordo com as regras, podem receber o benefício as famílias com renda per capita até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e aquelas com renda per capita até R$ 200, consideradas em condição de pobreza.
A Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes), informa que o Auxilio Brasil é o substituto do bolsa família e quem já recebia o benefício do Bolsa Família não precisa se preocupar, o benefício será automaticamente substituído. O Governo Federal, através do decreto no 10.852 de 08 de novembro de 2021, garantiu que o benefício cairá na conta neste mês de novembro.
Mas, atenção! Aqueles que estão com as informações desatualizadas do Cadastro Único há mais de dois anos ou queiram se cadastrar, devem procurar o Cras mais próximo de sua residência, a Prefeitura da zona oeste, que fica localizada no centro Cultural Glauber Rocha, as subprefeituras dos distritos de José Gonçalves, Bate Pé e Inhobim, ou procurar a Secretaria de Desenvolvimento social, que fica localizada na av. Juracy Magalhães, no182.
Para atualização cadastral ou novo cadastro não esqueça de levar os seguintes documentos: o responsável pela família deve levar o CPF ou título de eleitor (exceção para indígenas e quilombolas) e para os demais membros da família pode ser certidão de nascimento, certidão de casamento, CPF, carteira de identidade (RG), carteira de trabalho ou título de eleitor. Se possível, é importante também que a família leve comprovante de endereço e comprovante de matrícula escolar das crianças e jovens.
Para mais informações ligue para : 77 3429-9437.