A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) confirmou o falecimento de dois moradores da zona rural de Vitória da Conquista por complicações causadas pela Covid-19.

468º óbito – Homem de 69 anos, morador do povoado de Abelhas, com Insuficiência Renal Aguda e Hipertensão Arterial. Internado no dia 12 de abril, foi a óbito em 18 de maio, no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC).
469º óbito – Mulher de 71 anos, moradora do Povoado de Lagoa de Melquíades, portadora de Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus. Internada no dia 19 de abril no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), onde foi a óbito em 18 de maio.
Ocupação de Leitos – Neste momento, 121 pacientes estão internados em parte dos 148 leitos disponíveis (78 enfermarias e 70 leitos de UTI) na rede SUS para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pelo novo Coronavírus.
Além de moradores de Vitória da Conquista, também estão internados residentes dos seguintes municípios: Anagé, Barra da Estiva, Barra do Choça, Brumado, Caatiba, Canapolis, Cândido Sales, Carinhanha, Condeúba, Dom Basílio, Guanambi, Ibicoara, Iguaí, Itapetinga, Lagoa Real, Livramento de Nossa Senhora, Macaúbas, Maetinga, Malhada de Pedras, Nova Canaã, Piripá, Planalto, Poções, Rio do Antônio e Tremedal
Atenção! Nesta segunda-feira (17), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) aplicará a 2ª dose da vacina CoronaVac para as pessoas que estavam com data de retorno marcada, no cartão de vacinação, para o período de 3 a 9 de maio.
A vacinação acontece das 9h às 16h, no drive-thru do Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSO) e nos pontos fixos para pedestres: Quadra da Igreja Nova Sião, Escola Municipal Professora Fidelcina Carvalho Santos, Colégio Paulo VI, Paróquia Rainha da Paz, Salão Paroquial da Santa Luzia e quadra esportiva da Fainor.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a segunda dose da vacina é indispensável para garantir a completa imunização.
Em uma cerimônia ocorrida na tarde desta sexta-feira (14), no gabinete da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (DEM), foi sancionada a Lei nº 2.468, que denomina de Estação de Transbordo Herzem Gusmão Pereira o novo terminal de ônibus.
A homenagem foi divulgada no dia seguinte à morte de Herzem, que faleceu em 18 de março, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, após meses internado em decorrência de complicações causadas pelo Coronavírus. O projeto de lei foi aprovado por unanimidade na Câmara de Vereadores.
Durante seu pronunciamento, o presidente da Casa, Luís Carlos Dudé, afirmou que a lei atende a um desejo de toda a cidade. “Esse é um momento histórico para a cidade de Vitória da Conquista, que é um anseio da população de Vitória da Conquista”, afirmou.
A inauguração da nova estação também será uma homenagem ao prefeito, uma vez que foi marcada para o dia 2 de junho, data em que o gestor faria 73 anos se estivesse vivo.
As obras do novo terminal estão quase prontas, faltando apenas um arco que será colocado com o nome de prefeito. *Blog do Sena.
Um homem identificado como Maurício Pereira de Oliveira se jogou do viaduto da Avenida Olivia Flores, em Vitória da Conquista, na noite desta terça-feira (11). Ele foi socorrido pelo SAMU 192 e pelo regate da Via Bahia e encaminhado para um hospital da cidade. O fato foi destaque no plantão policial do programa Redação Brasil desta quarta-feira.
Ouça a reportagem:
O Complexo Esportivo Educacional de Jequié, no Médio Rio de Contas, foi entregue nessa terça-feira (11) à população. De acordo com a Secretaria de Educação do Estado, responsável pela obra, o investimento total foi de R$ 3,9 milhões. A inauguração do equipamento foi realizada pelo governador Rui Costa. O complexo conta com campo society, pista de atletismo, quadra de voleibol de areia, pista de salto, vestiários, piscina e ginásio esportivo.
Na ocasião, o governador demonstrou satisfação com a entrega. “Esse já é o terceiro complexo esportivo que eu entrego na Bahia. Vários outros estão com obras em processo de andamento ou em fase de conclusão, e alguns estão com obras para serem iniciadas. O objetivo desse tipo de equipamento é estimular a prática esportiva dos estudantes das redes municipal e estadual de ensino, pois acredito que, assim como a cultura, a arte e a educação, o esporte abre os horizontes da nossa juventude, guiando para seguirem a estrada do bem”, destacou.
Rui Costa também entregou a Praça Jitaúna/ Praça dos Esportes, que foi rebatizada com o nome Santa Dulce dos Pobres, em homenagem ao anjo bom da Bahia. O equipamento faz parte das obras de requalificação urbana da Avenida Tote Lomanto e seu entroncamento com a BR-116. A obra, executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), e realizada em uma área de 890 metros quadrados, teve um investimento de R$ 425 mil.
A estrutura da praça dispõe de quiosque duplo, área de convivência com bancos e arquibancadas, quadra de vôlei, pista de skate, ponto de ônibus, paisagismo e iluminação. Aindaem Jequié, o governador Rui Costa autorizou a publicação de edital de licitação para requalificação do campo do bairro Joaquim Romão e a construção de areninha de grama sintética no Centro Social Urbano (CSU), do bairro Jequiezinho. O investimento será de mais de R$ 1,8 milhão de acordo com o governo do estado.
Ainda em Jequié, o governador assinou ordem de serviço para que sejam realizadas melhorias nas estações de tratamento de água de Criciúma e de Água da Pedra. Rui Costa também autorizou a publicação de edital de licitação para melhorias operacionais e setorização do Sistema de Abastecimento de Água de Jequié, com um investimento de mais de R$ 1,1 milhão, de acordo com o governo do estado.
Também foi autorizado edital de licitação para elaboração de projeto executivo e execução da obra de reforço do abastecimento de água dos bairros Itaigara e Zimbrunes, na sede da cidade, com atendimento ao povoado de Salgado. O investimento é de R$ 900 mil. Fonte: Bahia Notícias.
O ECPPVC venceu a equipe do Atlético com o placar de 3 x 0. Com o resultado, o Bode termina a competição na sétima colocação do Baianão 2021.
A campanha de vacinação contra a Covid-19 será ampliada para a segunda fase, nesta quarta-feira (5), em Vitória da Conquista. Com 9.600 doses da vacina de Oxford/Fiocruz recebidas nesta terça-feira serão imunizados trabalhadores da Educação de 55 a 59 anos, e pessoas com doenças crônicas e condições clínicas especiais de 18 a 59 anos, incluindo, nesta etapa, apenas transplantados, pessoas com Síndrome de Down e Imunossupressão. Além disso, haverá a continuidade da vacinação dos idosos de 60 anos ou mais.
Para receber a primeira dose, os trabalhadores da Educação, que estão incluídos na faixa etária definida, deverão apresentar o contracheque de abril de 2021 e documento de identidade com CPF.
Já para as pessoas transplantadas, com Síndrome de Down e Imunossupressão, com idade entre 18 e 59 anos, é necessário apresentar relatório médico e/ou receita médica para uma destas doenças crônicas, além de documento pessoal com CPF.
Continuação – A vacinação de 1ª doses de idosos de 60 anos ou mais será continuada nesta quarta-feira e, em paralelo, estará acontecendo a vacinação de 2ª dose do imunizante Oxford/Fiocruz para aquelas pessoas com retorno marcado no cartão de vacina para o dia 5 de maio.
A vacinação de primeira e segunda doses estará ocorrendo, das 9h às 16h, no drive-thru na Universidade Federal da Bahia (Ufba), e nos pontos fixos para pedestres: quadra da Igreja Nova Sião, Escola Municipal Professora Fidelcina Carvalho Santos, Colégio Paulo VI, Paróquia Rainha da Paz, Salão Paroquial da Santa Luzia e quadra esportiva da Fainor.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) dará início, neste sábado (1º), à vacinação da 1ª dose da vacina Oxford/Fiocruz para os idosos na faixa etária de 61 anos ou mais. A vacinação acontece das 9h às 13 horas, ou enquanto houver doses disponíveis.

Os pontos para pedestres localizados são: quadra da Igreja Batista Nova Sião (Alto Maron), Escola Municipal Professora Fidelcina Carvalho Santos (Urbis VI), Colégio Paulo VI (Ibirapuera), Paróquia Rainha da Paz (Patagônia), salão paroquial da Santa Luzia (Urbis V) e quadra esportiva da Fainor (Candeias).
Também no drive-thru da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no bairro Candeias.
A SMS ressalta a obrigatoriedade do documento de identificação com CPF, sendo permitida a presença de apenas um acompanhante.
Com o desprezo do governo federal e da população pelos riscos da Covid-19, passando pela insistência do presidente em investir em remédios sem eficácia contra a doença até a demora na compra de vacinas, entre outros tropeços, o Brasil ultrapassou nesta quinta-feira (29) a marca de 400 mil mortes provocadas pelo coronavírus, 14 meses após a deteccão da doença no Brasil e apenas 37 dias depois de registrar 300 mil óbitos.
Às 12h41 desta quinta, o consórcio de veículos de imprensa formado por Folha, O Estado de S. Paulo, O Globo, G1, Extra e UOL registrava 400.021 mortes no país, com mais de 14,5 milhões de casos desde fevereiro de 2020. É o segundo maior saldo absoluto de mortos no mundo, superado apenas pelos mais populosos Estados Unidos (574 mil), onde a epidemia já dá sinais de declínio.
Sob a premência dos números e com a pressão de uma CPI para investigar sua gestão da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem sido aconselhado a atenuar seu discurso a respeito da maior crise sanitária em cem anos.
Enquanto cruzavam as marcas de 100 mil cadáveres (em 8 de agosto de 2020), 200 mil (em 7 de janeiro deste ano) e de 300 mil (em 24 de março), os brasileiros ouviam da maior autoridade do país que o Sars-Cov-2 é uma “fantasia da grande mídia”, uma “gripezinha” e um “mimimi”.
As frases de Bolsonaro coincidem com a escalda de mortes e, com falhas de gestão em todos os níveis e o fatalismo de parte da população, ajudam a explicar por que o Brasil virou preocupação mundial na pandemia.
A pequena inflexão no discurso presidencial, simbolizada pelo uso esporádico em público da máscara de proteção que tanto criticava e pela ênfase na vacinação ainda podem estancar o agravamento da crise, mas não são suficientes, a essa altura, para reverter o quadro nem apagar um saldo de mortos que supera, por exemplo, o total das baixas de soldados britânicos na Segunda Guerra Mundial.
Colapsos simultâneos dos sistemas de saúde pelo país já ocorrem, com falta de insumos que vão de de oxigênio a medicação para intubação. Acelerar a vacinação, com a encomendas de vacinas tardiamente fechadas e as entregas frequentemente atrasadas, ainda não é uma realidade.
Apenas recentemente Bolsonaro passou a trabalhar pela vacinação. “Estamos fazendo e vamos fazer de 2021 o ano da vacinação dos brasileiros. Somos incansáveis na luta contra o coronavírus”, disse em pronunciamento e rede nacional no fim de março. Nem sempre foi assim. Com a Coronavac, vacina que vem garantindo a imunização dos brasileiros, o presidente colocou em dúvida a eficácia da droga por sua origem chinesa (algo que o ministro Paulo Guedes ecoou nesta semana) e travou guerra com o governador João Doria (PSDB), seu ex-alido que adquiriu o produto.
Os primeiros efeitos da vacinação começam a emergir quando a pandemia já se encontra aprofundada, com grande circulação do vírus pelo país, e um cronograma incerto pela frente. Três ministros da Saúde tentaram conduzir a crise: dois deles -Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich- saíram do posto por divergências com Bolsonaro. O terceiro, o general do Exército Eduardo Pazuello, mais alinhado ao presidente ficou quase um ano no cargo. Saiu pela má gestão e como um dos investigado na CPI da Covid-19.
Cabe agora ao médico paraibano Marcelo Queiroga, o quarto ministro, conter a múltipla crise. Com discurso mais modulado, em que reafirma seu apreço à ciência, Queiroga ainda não promoveu grandes mudanças na gestão da pandemia.
O país, em nenhum momento, conseguiu algum grau duradouro de controle sobre a doença. Mesmo ao pairar em patamares mais baixos, como de setembro a novembro de 2020, com médias móveis de mortes variando acima de 300 óbitos por dia, o Brasil registrava mais de 20 e 30 mil casos diários (também em média móvel).
O rastreamento e isolamento de casos da doença (e de suspeitos), pilares para o controle e preconizado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) desde o início, nunca foram colocados em prática no Brasil. Até mesmo a testagem para diagnóstico continua pouco acessível para muitos, segundo especialistas.
Apesar do cenário já grave no ano passado, o maior volume de óbitos veio em 2021. Em menos de quatro meses completos do ano atual, o Brasil já soma 203.367 mortes. Em 2020 inteiro, com as primeiras mortes no país em março, foram 194.975 óbitos.
Em parte, de acordo com pesquisadores, a maior letalidade se deve às novas variantes do Sars-CoV-2, com maior potencial de infecção e, consequentemente, com disseminação mais rápida. Uma delas é a P.1, identificada inicialmente em Manaus, capital que acabou servindo como sentinela para a gravidade das duas ondas -até aqui- da pandemia.
Somam-se a isso as ações ou a demora em agir do governo Bolsonaro. “Tudo agora é pandemia. Tem que acabar com esse negócio. Lamento os mortos, todos nós vamos morrer um dia. Não adianta fugir disso, fugir da realidade, tem que deixar de ser um país de maricas”, disse ele, no dia em que o país registrava mais de 162 mil mortes, em novembro de 2020.
O governo brasileiro também andou na contramão do mundo ao dar status de remédio que cura à cloroquina, integrante do chamado “Kit Covid”, mesmo diante de estudos padrão-ouro (com grupo controle, randomizados e duplo-cego) mostrando a ineficácia do medicamento.
Não bastassem as palavras e as indicações incorretas, o presidente constantemente desrespeitou regras sanitárias básicas, ao não usar máscara e promover e incentivar aglomerações com apoiadores –o que continua a fazer.
Por fim, enquanto o mundo corria por vacinas, o governo brasileiro recusava ofertas de doses que poderiam ter começado a ser aplicadas ainda em 2020.
O presidente continua se recusando a ser inoculado, afirmando que só tomará a vacina após todos os brasileiros estarem imunizados. “Eu sou chefe de Estado, tenho que dar exemplo. O meu exemplo é este: já que não tem para todo mundo ainda, o mundo todo não tem vacina ainda, tome na minha frente”, disse.
Nos bastidores, o assunto ainda é tratado com cuidados. O ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, afirmou, sem saber que estava sendo gravado, que tomou escondido a vacina contra a Covid e que tenta convencer Bolsonaro a se vacinar.
Segue a nota na íntegra:
Em decorrência de uma abordagem realizada durante um plantão policial no Distrito Integrado De Segurança Pública (DISEP), a Ordem dos Advogados do Brasil Subseção de Vitória da Conquista, por meio da Comissão de Defesa das Prerrogativas e a Comissão dos Direitos da Mulher vem a público repudiar, com veemência, o ato de agressão física e violação de Prerrogativas praticado por um Policial Militar a advogada E.S.F*, 38, na madrugada de hoje (23).
Os fatos, conforme divulgado pela presidente da Comissão de Defesa das Prerrogativas, Naiara Marques Braga, evidenciam a atuação despreparada do Policial Militar. Segundo Marques, a advogada E.S.F, em exercício profissional, se encontrava no plantão policial acompanhando o seu cliente. Durante o momento, o Policial Militar tentou fotografar o conduzido, ato em discordância com a Lei de Abuso de Autoridade. Ao compreender por indevida a ação do PM, E.S.F se posicionou argumentando. Neste momento, o Policial Militar a empurrou e a impediu de exercer seu exercício profissional, sendo ainda, apoiado pela guarnição que o acompanhava e, por outros Policiais que estavam presentes, de forma a intimidar a Advogada.
De acordo com a Presidente de Defesa das Prerrogativas, após o ocorrido a advogada verbalizou a prisão em flagrante do PM, essa que foi ignorada pelo mesmo. Marques ainda ressalta que o fato ocorrido aconteceu na presença de Policias Civis Plantonistas, sendo noticiado à Autoridade Policial que também não adotou nenhuma medida ou qualquer providência. Essa, aplicada somente após a chegada da Comissão já mencionada. A truculência e o despreparo demonstrados pelo Policial Militar evidenciam: 1) abuso de autoridade nítido na conduta do PM, que agiu de forma desmedida, empregando força física e psíquica a uma mulher Advogada; 2) ação desnecessária, agressiva e violação de Prerrogativas.
A OAB-Conquista aguarda uma posição oficial do Comando de Policiamento da Região Sudoeste da Bahia (CPRSO), bem como, da Corregedoria da Policia Militar, quanto à abertura de procedimento disciplinar contra o agente de Segurança Pública envolvido na agressão à Advogada. Assim, que seja punido por crime de abuso de autoridade (Lei nº 13.869/19), e outras tipificações condizentes à rigorosas sanções criminais e administrativas. A Ordem dos Advogados do Brasil Subseção de Vitória da Conquista lamenta o ocorrido, principalmente em um momento de tentativa de aproximação entre as Instituições. Contudo, continuará combatente no exercício de sua função social da defesa da população, da Democracia, dos Direitos Humanos, da Justiça e das Prerrogativas.
Sendo assim, a OAB-Conquista repudia qualquer ato de violação das Prerrogativas e da violência e buscará junto aos órgãos competentes, a aplicação da Justiça como punição aos abusos praticados pelos agentes do Estado, contra a Advogada E.S.F.