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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A Polícia Federal (PF) intimou nesta terça-feira (21) o senador Jaques Wagner (PT-BA) a prestar depoimento no dia 7 de agosto sobre as investigações envolvendo o Banco Master. O depoimento vai acontecer em Brasília e a PF está investigando se o senador recebeu algum tipo de benefício em troca de apoio no Congresso sobre projetos de interesse do banco.

O senador negou ter cometido qualquer tipo de irregularidade, afirmou que está tranquilo e disse que vai provar a sua inocência. Jaques Wagner foi um dos alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que alegou que ele supostamente tinha relações com o banqueiro e ex-sócio do Banco Master, Augusto Ferreira Lima.

O parlamentar disse que não tem nenhum vínculo com Daniel Vorcaro, mas admitiu que conhece o ex-sócio do Banco Master.

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Dois bancos, a mesma trama. A Polícia Federal apontou semelhanças entre o esquema investigado no Banco Digimais, pertencente ao bispo Edir Macedo, e o modelo de negócios que sustentou o Banco Master até sua liquidação pelo BancoCentral.

Segundo a PF, a instituição do líder da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) teria recorrido a manobras contábeis para ocultar sua real situação financeira e ampliar sua capacidade de captação de recursos.
De acordo com a investigação, o Digimais inflou o valor de ativos, ofereceu CDBs com remuneração acima da média do mercado e utilizou estruturas financeiras que, na avaliação da PF, serviram para dar aparência de solidez ao banco. Os investigadores citam, entre os exemplos, a superavaliação de títulos, imóveis e carteiras de crédito, além da substituição sucessiva de auditorias independentes para evitar ressalvas nos balanços financeiros.

A operação também reforça a proximidade entre as duas instituições. O Digimais adquiriu ativos do Banco Master e chegou a negociar sua venda para Maurício Quadrado, ex-sócio de Daniel Vorcaro. (Folha)

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Em meio à crise provocada pelas revelações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington. O encontro ocorreu no Salão Oval e é tratado por aliados do senador como uma tentativa de reforçar sua pré-campanha presidencial após semanas de desgaste político. A reunião foi precedida por uma manhã tensa na equipe do senador, pois não havia certeza de que ela aconteceria de fato. A confirmação veio de interlocutores ligados ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, em contato com o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e do influenciador digital Paulo Figueiredo, que chegaram a tirar também foto com Trump. O senador levou uma camisa da seleção brasileira para entregar ao presidente, mas a segurança reteve o presente para vistoria. (Globo)

Em pronunciamento após o encontro, Flávio Bolsonaro afirmou ter pedido a Trump que o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) sejam classificados pelos EUA como organizações terroristas. O senador também afirmou ter discutido com Trump diferenças entre um eventual governo liderado por ele e a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com Flávio, Trump perguntou sobre o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, gesto que o senador classificou como “humano”. (CNN Brasil)

O comando de campanha de Lula já tem uma estratégia para reagir à foto de Flávio Bolsonaro com Trump: usá-la para reforçar o discurso de soberania do petista. Além disso, a ideia é comparar a pompa da recepção a Lula em seu último encontro com o presidente americano — que seguiu o protocolo para chefes de Estado — com a foto posada do senador no Salão Oval. (Folha)

E a fotografia, claro, converteu-se rapidamente em memes com a ajuda de inteligência artificial. (Poder360)

Enquanto se encontrava com Trump, Flávio Bolsonaro recebia fogo amigo no Brasil. Na tarde desta terça-feira, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que Flávio ainda precisa esclarecer pontos sobre sua relação com o empresário Daniel Vorcaro. Tarcísio disse que o caso “agride a sociedade como um todo” e declarou que os fatos precisam ser “muito bem explicados”. (Terra)

Em outra frente de desgaste para a campanha do senador, uma investigação da Polícia Federal aponta que seu aliado, o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) mantinha uma relação de proximidade com Daniel Vorcaro, o que teria facilitado aportes bilionários do Rioprevidência no Banco Master. Em decisão que autorizou buscas contra Castro na manhã de terça-feira, o ministro do STF André Mendonça afirma que a relação entre os dois extrapolava contatos institucionais. Segundo a PF, reuniões de Castro com Vorcaro antecediam liberações de investimentos do Rioprevidência no Banco Master. (Folha)

A cronologia dos investimentos do governo do Rio no Banco Master enfraquece a versão apresentada pelo senador Flávio Bolsonaro sobre sua relação com Daniel Vorcaro. Flávio afirma que não sabia da existência de dinheiro público no escândalo envolvendo o banco. No entanto, o Rio — então comandado pelo PL — foi o estado que mais aportou recursos na instituição de Vorcaro. Flávio diz ter conhecido o banqueiro em dezembro de 2024, mas, dois meses antes, o Tribunal de Contas do Estado do Rio já havia alertado o então governador Cláudio Castro (PL-RJ) sobre suspeitas de irregularidades. (g1)

Flávia Tavares: “Encurralado pelas investigações do Banco Master e as revelações sobre o financiamento do filme Dark Horse, o senador Flávio Bolsonaro deixa de lado a imagem de ‘moderado’ e adota o tom de guerrilha ao embarcar para os EUA. A viagem, em busca de uma foto com Donald Trump, parece ter se tornado uma grande convenção com Eduardo Bolsonaro, Paulo Figueiredo e Mário Frias para alinhar as defesas no escândalo dos áudios. Mas pode servir também para Flávio se reabastecer das técnicas de Steve Bannon e Olavo de Carvalho e reanimar a militância”. A análise completa no Cá Entre Nós. (Meio)

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, manter a decisão do ministro Flávio Dino que extinguiu a aposentadoria compulsória como punição para magistrados condenados por infrações graves. Com o entendimento, juízes enquadrados nesse tipo de conduta passam a perder o cargo, em vez de serem afastados com remuneração paga pelo Estado. Ao votar, Dino reiterou os argumentos apresentados em sua decisão individual de março, afirmando que a manutenção da aposentadoria remunerada para magistrados punidos representa uma “erosão democrática”. (Poder360)

E também por unanimidade o Conselho Nacional de Justiça aprovou a criação de um contracheque único para magistrados de todo o país, em medida voltada a ampliar a transparência sobre os vencimentos do Judiciário. Com a decisão, cada juiz passará a receber apenas um demonstrativo mensal de remuneração, ficando proibida a divulgação de documentos complementares ou pagamentos separados. O novo modelo também prevê padronização das rubricas salariais. (Metrópoles)

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), sinalizou ao governo que não pretende dificultar a tramitação da proposta que acaba com a escala 6×1. Alcolumbre indicou que dará andamento ao texto assim que a PEC for aprovada pela Câmara dos Deputados, reduzindo temores no Planalto sobre eventual resistência no Senado. A avaliação entre aliados do governo é que a pauta ganhou forte apelo eleitoral entre parlamentares da base e de partidos de centro, interessados em associar a aprovação da medida às eleições de outubro. O parecer sobre a PEC deve ser votado ainda hoje na comissão especial da Câmara e até o fim da semana no plenário. (Folha)

Mas a proposta de transição para as novas regras enfrenta resistências no Senado. Pelo acordo fechado entre Planalto e Câmara, a jornada semanal cairia de 44 para 42 horas 60 dias após a promulgação da PEC. A redução final para 40 horas ocorreria um ano depois. Nos bastidores, senadores divergem tanto sobre o modelo de transição quanto sobre a velocidade da tramitação da proposta na Câmara. Parte dos parlamentares considera o debate acelerado demais. (Estadão)

Viver

O Atlas da Violência 2026 divulgado nesta terça-feira revela que o Brasil alcançou, em 2024, a menor taxa de homicídios em 11 anos. De acordo com o levantamento produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados 42.590 homicídios, o equivalente a 20,1 assassinatos a cada 100 mil habitantes, uma queda de 7,4% em relação a 2023. Os pesquisadores explicam que a redução se deve a mudanças nas políticas de segurança estaduais e municipais e nas dinâmicas do crime organizado, com tréguas entre facções em algumas regiões, além do envelhecimento da população, sendo os jovens as principais vítimas. (g1)

As cidades do Nordeste lideram as taxas de homicídios do país, tendo 17 dos 20 municípios com mais assassinatos. Maranguape (CE) é a mais mortal, com taxa de 87,2 homicídios por 100 mil habitantes, seguida por Jequié (BA), com 79,4 e Maracanaú (CE), com 74,1. Aliás, Bahia e Ceará concentram as cidades com maiores índices, já que 10 dos 20 municípios são baianos e outros cinco, cearenses. (Folha)

Apesar de ter a menor taxa de homicídios do país, São Paulo também é o estado com maior índice de “homicídios ocultos”, mortes violentas classificadas pelos pesquisadores como de causa indeterminada no Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, mas que provavelmente foram causadas por assassinatos. Se a taxa de mortes para cada 100 mil habitantes foi de 6,6 no estado, nível bastante inferior à média nacional de 20,1, São Paulo concentra 2.824 de 7.083 homicídios ocultos, quase 40% do total no país. (BBC Brasil)

Pela primeira vez na história, o Brasil atingiu o patamar “muito alto” de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), passando de 0,744 ponto para o inédito 0,805, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), referente a 2024. Quanto mais perto de 1, melhor o índice. O relatório aponta uma evolução positiva dos dados municipais e outros subíndices, sendo a saúde o melhor dos indicadores, acompanhado pela melhora no quesito educação. Em que pese o avanço do IDH, a desigualdade persiste entre regiões, raça e gênero. Homens, pessoas brancas e o Distrito Federal tiveram os melhores resultados, ante mulheres, negros e o Maranhão. (UOL)

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Depois de tentar explicar os áudios em que aparece pedindo dezenas de milhões de reais a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vai prestar contas aos seus colegas de partido nesta terça-feira. O encontro, organizado pela direção do PL, reunirá deputados e senadores da legenda e será a primeira discussão ampla da cúpula partidária desde o surgimento do caso. Até agora, Flávio vinha se reunindo reservadamente com aliados próximos, como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o senador Rogério Marinho e o seu pai, Jair Bolsonaro. As conversas entre Flávio e Vorcaro ganharam contornos de crise após reportagem do Intercept Brasil revelar que o senador cobrava milhões do banqueiro sob a alegação de que precisava de recursos para financiar o filme Dark Horse, produção sobre a trajetória política do ex-presidente. E não é só o PL que está incomodado. Integrantes da cúpula do Centrão passaram a defender a neutralidade nas eleições presidenciais para não contaminar candidaturas locais. (Globo)

E o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, um dos suspeitos de ter recebido parte dos recursos aportados por Vorcaro na produção do filme, cobrou publicamente uma reação mais rápida da campanha do irmão, o senador Flávio Bolsonaro, diante da crise. Eduardo afirmou que a equipe do pré-candidato do PL à Presidência precisa estar “mais engajada” em uma estrutura de gerenciamento de crises e dar respostas mais céleres a episódios de desgaste político. (Folha)

Enquanto isso, a vinda a público das conversas entre Flávio e Vorcaro aprofundou a permanente tensão entre os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle. Nos bastidores, aliados dos irmãos passaram a levantar suspeitas de que o vazamento teria partido de setores do grupo político que defende Michelle como alternativa presidencial ao senador do PL. Interlocutores da ex-primeira-dama rejeitam a hipótese e atribuem o avanço do caso às investigações conduzidas pela Polícia Federal. (CNN Brasil)

Mas nem só recursos de Daniel Vorcaro alimentaram o esquema de financiamento de Dark Horse. Deputados estaduais ligados ao bolsonarismo em São Paulo destinaram ao menos R$ 700 mil em emendas parlamentares a empresas e entidades associadas à produtora do filme. Levantamento mostra que os recursos foram direcionados entre 2023 e 2026 a organizações ligadas à empresária Karina Gama, sócia-administradora da Go Up, produtora responsável pelo longa. Entre as entidades beneficiadas está o Instituto Conhecer Brasil, presidido por Karina, que recebeu emendas de deputados estaduais bolsonaristas. (Folha)

E aliados do presidente Lula entram hoje com uma ação no STF pedindo que Dark Horse não seja exibido no Brasil antes das eleições de outubro. Advogados do grupo Prerrogativas e o deputado Rogério Correia (PT-MG) alegam que o filme é propaganda eleitoral “dissimulada” e pode funcionar como “peça de comunicação política de enorme impacto”. Eles pedem ainda investigação sobre os recursos usados para financiar o longa. (Globo)

Já a Polícia Federal transferiu Vorcaro para uma cela comum na Superintendência da corporação em Brasília, onde ele está preso preventivamente desde março no âmbito da Operação Compliance Zero. Até agora, Vorcaro ocupava a mesma sala especial onde o ex-presidente Jair Bolsonaro ficou detido por alguns meses. Segundo pessoas próximas ao banqueiro, a nova cela é destinada a presos em trânsito pela superintendência e teria estrutura mais precária. (Metrópoles)

Um ato da Mesa Diretora do Senado pode impedir que o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, volte a ser analisado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal ainda em 2026, após a rejeição inédita sofrida pelo indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no plenário da Casa. Editada em 2010, a norma estabelece que autoridades rejeitadas pelo Senado não podem ter suas indicações reapreciadas na mesma sessão legislativa — que, no Congresso, corresponde ao ano parlamentar. Interlocutores do Planalto argumentam que a proibição não está prevista na Constituição e sustentam que um ato da Mesa Diretora não necessariamente se sobrepõe ao regimento interno da Casa. (Globo)

O entorno do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), recebeu com surpresa a articulação em favor do reenvio do nome de Messias. Segundo interlocutores do senador, a hipótese é vista como “estranha” diante do desgaste político provocado pela rejeição inédita. Nos bastidores, aliados do presidente do Senado afirmam que a relação entre Lula e Alcolumbre se deteriorou de vez desde a derrota no plenário da Casa. Até agora, os dois não trataram diretamente do assunto. (g1)

E uma pesquisa do Datafolha aponta que 51% dos entrevistados acham muito importante a indicação de uma mulher para o STF, contra 18% que não veem o gênero como relevante. Para 46%, é desejável que o indicado tenha perfil religioso, o mesmo percentual dos que acham importante a vaga ser ocupada por uma pessoa negra. (Folha)

O presidente Lula voltou a defender a exploração de petróleo na Margem Equatorial pela Petrobras e afirmou que o Brasil precisa ocupar e explorar a região “com a maior responsabilidade”. Lula associou a defesa da exploração ao cenário geopolítico internacional e citou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao afirmar que o Brasil não pode deixar riquezas naturais sem exploração. Segundo o presidente, Trump já demonstrou interesse em territórios e áreas estratégicas internacionais, como Canadá, Groenlândia, Golfo do México e Canal do Panamá, e sugeriu que o Brasil precisa garantir presença na Margem Equatorial antes que haja pressões externas sobre a região. (g1)

INTERNACIONAL

O presidente americano, Donald Trump, afirmou que decidiu adiar um ataque militar planejado contra o Irã após pedidos feitos por líderes do Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Em publicação na rede Truth Social, Trump disse ter ordenado que as Forças Armadas americanas permaneçam prontas para realizar uma ofensiva “em larga escala” contra o Irã “a qualquer momento” caso não haja acordo. Segundo o presidente americano, os países do Golfo avaliam que existe uma chance real de entendimento entre Washington e Teerã. (CNN)

Foto: Beto Barata / PL / Divulgação

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O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) emitiu, em nota conjunta com entidades do sistema financeiro, um alerta sobre golpes e fraudes feitos por criminosos que utilizam o nome do Banco Master. O FGC começou na última segunda-feira (19) a liberar os pagamentos a clientes do Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025. Segundo o comunicado, os golpes identificados nos últimos dias utilizam indevidamente o nome do FGC, de instituições bancárias e órgãos públicos.

De acordo com a nota, as práticas criminosas mapeadas são:

  • Envio de e-mails, mensagens e outras comunicações falsas que simulam contatos institucionais;
  • Divulgação de links, páginas e aplicativos fraudulentos, criados para induzir vítimas a fornecer dados pessoais, bancários ou cadastrais;
  • Pedido de pagamentos indevidos ou antecipados, sob falsas promessas de benefícios, liberação de valores ou agilização de processos;
  • Uso indevido de ferramentas de recuperação de senha e disparo de mensagens com links maliciosos;
  • Circulação de aplicativos não oficiais em plataformas digitais, que comprometem a segurança das informações.

O FGC orienta que os clientes do sistema financeiro busquem informações e confirmações exclusivamente pelos canais institucionais do FGC e das instituições financeiras, desconfiem de ofertas que prometem facilidades ou liberação rápida de recursos, desconsiderem solicitação de dados pessoais feitas por canais não oficiais, não realizem pagamentos de qualquer tipo de taxa para receber garantias, não cliquem em links desconhecidos e não baixem aplicativos fora das lojas oficiais.

A nota foi assinada pelo FGC, Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Associação Brasileira de Bancos Internacionais (ABBI), a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e a Zetta.

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